Inferno Psíquico
13 Unidas para sempre...
Notas iniciais
Quinn tomou um banho frio, que relaxou sua musculatura e sua mente. A loira não tirava a imagem das pernas de Rachel de sua cabeça. Eram deslumbrantes e impossivelmente longas. Balançou a cabeça para despistar os pensamentos impuros e concentrou-se em tomar banho.
Depois de mais alguns minutos, saiu do box e se trocou calmamente.
Abriu a porta do banheiro e pôs a cabeça para fora, a fim de averiguar se a judia estava por perto. Ao constatar que o corredor estava vazio, saiu do banheiro e desceu as escadas o mais rápido que conseguiu, quase aos tropeços.
Já ia encaminhar-se ao porão, quando a voz melodiosa se fez presente.
— Quinn, onde pensa que vai? — Rachel apareceu em seu campo de visão ao levantar do sofá.
— Voltar para o meu quarto? — Indagou arqueando a sobrancelha.
— Você já comeu? — Questionou a menor em tom de repreensão.
— Já, Rachel. — Mentiu desviando o olhar. — Eu tenho que ir. — Falou já indo para o andar de baixo, quando a mão da morena segurou em seu braço.
— Eu já falei que vamos conversar. Há dias atrás você estava mais animada e bom...nos beijamos...dançamos...Você se arrependeu disso? — Perguntou com o semblante triste.
— Não, claro que não! — Exclamou rapidamente, suspirando em seguida. — Naquela noite em que eu sai do seu quarto para beber água, eu...— Quinn foi interrompida pelo som da porta se abrindo, e a voz de Hiram se fazendo presente.
— Olá meninas. — Hiram aproximou-se de Rachel, beijando o topo da cabeça da filha, e em seguida beijando a testa de Quinn, que sorriu com o gesto.
— Oi, papai. — Rachel saudou feliz, abraçando o homem apertado. — Feliz aniversário de casamento. — Desejou animada.
— Obrigado, estrelinha. — Agradeceu beijando o rosto da filha. — Hoje eu e Leroy fazemos vinte anos de casados, Quinn. — Explicou para a loira, que tinha o rosto contorcido em dúvida.
— Oh! Nossa! Parabéns, Hiram. É um longo tempo. — Desejou a loira sorrindo docemente.
— Sim, mas é uma pena que não iremos poder comemorar. — Declarou o homem suspirando.
— Como assim, papai? E a reserva naquele restaurante e no hotel que vocês adoram? — Perguntou a judia confusa.
— Não podemos deixar vocês duas sozinhas com Ohio desse jeito. — O homem explicou acariciando os cabelos castanhos da filha.
— De jeito nenhum, Hiram. Vocês vão! Trancamos as portas, fechamos as cortinas, eu não sairei do meu quarto. Rachel pode ficar comigo. Garanto que nada vai acontecer. Podem ir tranquilos. — Garantiu a loira com total confiança.
— Tem certeza, Quinn? — Questionou o homem receoso.
— Claro! Eu não pensaria duas vezes em proteger Rachel se algo acontecer. — Falou a loira determinada, arrancando um sorriso iluminado da baixinha.
— E você, estrelinha, tudo bem? — Perguntou para a filha.
— Sim, papai. Quero que você e o pai se divirtam. Eu e a Quinn iremos ficar bem. — Declarou a judia abraçando o pai novamente.
— Então se é assim, irei ligar para o seu pai e dizer que o jantar e o hotel estão de pé! — Exclamou animado, saindo da sala e subindo as escadas em direção ao quarto.
A judia olhou para Quinn com um sorriso aberto.
— Então você me protegeria? — Perguntou chegando perto da maior.
— Você sabe que sim. — Respondeu a loira com as bochechas vermelhas.
Rachel circulou o pescoço pálido com os braços e encaixou a cabeça no pescoço da loira, aspirando o cheiro que emanava dali.
Os braços pálidos automaticamente agarraram firme a cintura da morena.
— Me conta o que ia dizer antes de papai chegar. — Pediu em um sussurro.
— O...o que eu ia dizer? — Perguntou de olhos fechados, aproveitando a sensação da menor contra seu corpo.
— Sim. — Respondeu a judia, afastando o rosto para olhar a loira de olhos fechados. — Naquela noite em que você desceu para tomar água, e desde então vem agindo assim. — Completou ficando na ponta dos pés e plantando um selinho nos lábios finos.
A loira abriu os olhos e os verdes encararam os castanhos brilhando em expectativa.
— Naquela noite eu...— As duas foram novamente interrompidas pelo som de passos nos degraus.
Quinn rapidamente se afastou de Rachel quando viu Hiram se aproximar com um sorriso.
— Pronto. Eu e seu pai sairemos às oito. — Falou animado. — Agora vamos almoçar, estou morrendo de fome.
— Sim, vamos. — A loira falou soltando um suspiro aliviado, indo com Hiram para a cozinha, sendo seguida por uma Rachel frustrada.
...
— Nossos celulares estarão ligados. Se acontecer qualquer coisa, nos liguem. — Informou Leroy colocando o cinto de segurança.
— Tudo bem, pai. Agora vão, antes que cheguem tarde no restaurante. — Falou a judia impaciante. — Se divirtam, até amanhã. — Declarou animada.
— Até. Eu e seu pai amamos você. E não encha a Quinn de musicais. — Alertou Hiram.
— Ok, papai. — A morena revirou os olhos. — Também amo vocês.
O carro prateado saiu da garagem e sumiu ao dobrar a rua. Rachel entrou em casa e trancou a porta. Conferiu todas as janelas e a porta dos fundos.
Depois de ver que tudo estava em ordem, desceu as escadas em direção ao porão e entrou pela portinha que dava ao quarto da loira.
Quinn estava sentada em sua cama. Mais uma vez estava revendo o álbum de fotos, enquanto segurava o colar de crucifixo na mão direita.
Estava imersa em seus próprios pensamentos, e não se deu conta que uma judia à observava com a expressão curiosa.
— Quinn? — A menor chamou, assustando a loira, que pulou para fora da cama. — O que é isso? — Questionou sentando na cama sem cerimônia, pegando o álbum em mãos. — Não adianta dizer que não é nada, só faria minha inteligência se sentir ofendida. — Completou olhando para a maior.
Quinn revirou os olhos e sentou ao lado da menor. Contou sobre a noite que achou o baú rosa, e sobre o crucifixo. No fim mostrou a mensagem atrás da foto de Jesse e Brody.
—...E então isso estava escrito atrás da foto. — Terminou de contar, suspirando.
Rachel não esboçava nenhuma reação. Seu coração palpitava dentro de sua caixa torácica. Estava morrendo de preocupação. Temendo, já que o assassino sabia onde Quinn estava. E Quinn...Seja quem for esse psicopata, ele a quer. E a morena não conseguiu segurar as lágrimas quando imaginou involuntariamente a loira dentro de um caixão, tendo o mesmo fim da família Fabray.
De repente o medo se tornou doloroso demais e ela se jogou contra Quinn. Apertou a loira como se sua vida dependesse disso. As lágrimas caíam sem dó.
— Ninguém vai tirar você daqui. Eu nunca vou deixar. — Murmurou com a voz rouca em função do choro demasiado.
— Calma, eu estou aqui, não vou a lugar algum. — A loira abraçava a menor, acariciando os fios escuros tentando acalmá-la.
— Promete? — Perguntou a judia, se afastando para olhar nos olhos verdes.
— Prometo. — Respondeu, enquanto limpava as lágrimas da morena com o polegar.
Rachel segurou o rosto pálido com as duas mãos e pressionou seus lábios contra os de Quinn.
O beijo era cheio de palavras não ditas, que selava a promessa que a loira fizera. A maior segurava a cintura de Rachel, e a morena se inclinou, deitando sobre o corpo alvo.
As línguas encontraram-se novamente e a sensação causada em ambas era a mesma de dias atrás. Tudo parecia perder o sentido enquanto o beijo aumentava gradativamente, tornando o clima daquele local mais quente.
O beijo foi quebrado quando ambas precisaram de ar, e Rachel passou a distribuir beijos pelo pescoço pálido.
Quinn suspirava e sentia o corpo arrepiar, enquanto Rachel beijava e mordia o pescoço da maior.
As mãos pálidas adquiriram vida e foram descendo pela lateral do corpo de Rachel, ousando acariciar as coxas morenas que estavam expostas em função da saia de pregas curta que a judia usava.
A menor suspirou contra o pescoço da loira, e a mesma sentiu um desconforto no baixo ventre.
Rachel afastou o rosto do pescoço alvo e olhou para as orbes verdes, que estavam mais escuras e pressionou um selinho nos lábios avermelhados de Quinn.
— Eu quero ser sua. — Murmurou Rachel com a voz arrastada. — Como nunca fui de ninguém. — Completou alisando o rosto alvo.
Quinn se sentiu em chamas. Todo seu corpo formigava com pensamentos que afloraram em sua mente. A loira já havia lido sobre sexo entre duas garotas, e conversado bastante com Santana também, que contava histórias que Quinn achava desnecessárias, e sabia tudo na teoria, todavia na prática as coisas eram diferentes.
— Você tem certeza? — Perguntou receosa, enquanto colocava uma mecha dos fios escuros para trás da orelha da judia. — Eu nunca fiz isso. É meio óbvio. — Completou dando uma risadinha.
Rachel riu e encostou sua testa na da loira, olhando para os olhos verdes brilhantes.
— Absoluta. — Sussurrou, beijando a loira mais uma vez.
Quinn trocou de posição com a morena, e se colocou em cima da mesma. O beijo ganhava mais erotismo a cada segundo. As bocas já se conheciam, e as línguas já eram íntimas.
Rachel levou a mão até a bainha da blusa de Quinn e puxou para cima. O beijo foi quebrado e a loira afastou-se para retirar a blusa, expondo o sutiã branco de rendas.
— Quando papai me contou tudo, ele me levou para comprar as peças íntimas. Quando vi esse sutiã, lembrei que combinaria com a cor da sua pele. — Confessou a baixinha alisando os braços da loira.
— Como você pensou isso sem me conhecer? — A maior perguntou rindo, inclinando o corpo para beijar o pescoço moreno.
— Eu te achei linda quando te vi na televisão pela primeira vez. — Declarou de olhos fechados, enquanto enroscava a mão nos cabelos curtos e puxava os fios loiros, emitindo gemidos baixos.
Quinn deu uma risadinha e se afastou mais uma vez, retirando o suéter de renas que a baixinha usava.
Os seios medianos estavam cobertos por um sutiã também de rendas, porém da cor preta. A loira não conseguiu tirar os olhos dos seios da menor, os olhos verde musgo de Quinn brilhavam em desejo e Rachel sentia-se desejada pela primeira vez, e a sensação era nova maravilhosa.
— Você é linda. — Quinn sussurrou com a voz rouca, enquanto deitava sobre o corpo moreno e a beijava com desejo nítido.
Rachel suspirou entre o beijo e levou as mãos para a barra da calça de moletom de Quinn.
Logo as duas estavam somente de peças íntimas, o conjunto branco de Quinn contrastava com o preto de Rachel, que tinha as pernas em volta da cintura da loira, enquanto as pélvis se chocavam por cima do pano já úmido das calcinhas, arrancando gemidos de ambas.
Os dedos da morena acariciavam as cicatrizes da loira com todo amor, enquanto a maior tinha a mão direita sobre o seio de Rachel coberto pelo pano.
— Tira. — A morena sussurrou com a voz rouca de desejo.
Quinn não titubeou e guiou as mãos até o feixe do sutiã de Rachel, abrindo-o e deslizando-o pelos braços morenos.
A visão dos seios descobertos da judia fez Quinn salivar. Os mamilos estavam rígidos e num ato de puro impulso, a loira levou a boca ao seio esquerdo, passando a língua com delicadeza sobre a pele bronzeada.
— Oh, Deus! — Rachel gemeu, enquanto agarrava as mãos nos fios loiros. — Quinn, não pare. — Pedia suplicante, enquanto fechava os olhos.
A loira dividia sua atenção sobre os seios de Rachel. Mordia e em seguida passava a língua para suavizar o local. Passou a sugar os mamilos com desejo.
Os gemidos da judia serviam de incentivo para Quinn arriscar-se e fazer proezas com sua boca.
Levou as mãos pálidas até a barra da calcinha da morena, e a tirou, aproveitando e olhando para as longas pernas que lhe causavam desejo.
A visão da intimidade molhada de Rachel fez seu centro pulsar, e sua calcinha já estava arruinada.
— Eu...posso? — Perguntou corada, enquanto olhava para os olhos castanhos.
— Faça o que você quiser. Apenas me faça sua. — Pediu suplicante.
Quinn sentiu seu corpo pegar fogo novamente e passou a distribuir beijos pela barriga definida de Rachel, descendo até a intimidade da morena.
A judia logo afastou as pernas, e Quinn observou o quão molhada Rachel estava. Se posicionou entre as pernas da morena, e abriu o feixe de nervos da mesma. Passou delicadamente a língua por toda a extensão e sentiu instantaneamente a mão da baixinha segurar forte em seu cabelo.
Aquilo serviu como mais um incentivo, o que fez a loira prender o clitóris entre os dentes puxar o mesmo, soltando em seguida, e passando a chupá-lo com determinação.
Rachel gemia descontroladamente e sem pudores, enquanto agarrava com força os fios loiros entre as mãos.
Os gemidos da morena levavam Quinn à loucura. A voz manhosa e coberta pelo desejo era o som mais maravilhoso que a loira já teve a honra de ouvir.
Levou os dedos longos e pálidos até o clitóris da morena e passou a massageá-lo, enquanto a penetrava com a língua.
Rachel revirava os olhos de prazer, enquanto puxava sem dó os fios claros. Os gemidos eram gritos de prazer. A sensação era indescritível.
Mais alguns movimentos de Quinn, e ela sentiu seu corpo estremecer, e em seguida espasmos tomaram todo o seu corpo, enquanto sentia fogos de artifício no estômago.
Quinn engoliu todo o líquido de gozo da morena, e subiu beijando o corpo bronzeado. Quando chegou ao rosto da judia, pôde vê-la ainda se recuperando, com a respiração irregular.
— Como foi? — Perguntou a loira corada, enquanto beijava o rosto da menor.
— Foi...Nossa... — A judia declarou enquanto esboçava um sorriso lindo e levou as mãos até a nuca da loira, passando as unhas suavemente pelo local. — Foi delicioso e perfeito. — Completou observando o rosto pálido com as faces rosadas e os cabelos curtos totalmente revoltos.
Quinn sorriu orgulhosa pelo ato e Rachel a virou na cama, e se instalou em cima da mesma. Seus dedos foram para a barra da calcinha da loira, e a judia tirou a peça íntima.
Ambas agora estavam completamente nuas. Rachel pressionava beijos pelo corpo pálido, e dava atenção especial aos seios alvos. Mordiscava e chupava com desejo os mamilos rosados, enquanto a loira se contorcia de prazer abaixo de si.
Desceu os beijos para a barriga reta e alva e beijou as cicatrizes com carinho.
Afastou as pernas de Quinn e se posicionou olhando com desejo para a intimidade da maior. Queria dar o mesmo prazer que sentiu há minutos atrás.
Passou a língua timidamente por toda a vagina da loira, e recebeu um gemido em resposta. Os movimentos contidos, foram libertando-se.
Rachel ia ganhando confiança, e fazia os mesmos movimentos de Quinn. Sugava o feixe de nervos, e penetrava a loira com sua língua, enquanto massageava o clitóris, o que causava gemidos altos da maior.
Quinn apertava os olhos com força, enquanto sentia seu corpo contorcer dos pés à cabeça. Os dedos pálidos embrenharam-se nos fios escuros, puxando firme e ao mesmo tempo delicadamente.
Após alguns minutos, a loira explodiu em um orgasmo que a fez ver estrelas. Rachel limpou a intimidade da maior com sua boca, e subiu de encontro ao rosto pálido, que estava ofegante e as orbes estavam ainda mais escuras de desejo.
Beijou a loira apaixonadamente, e a mesma pôde sentir o próprio gosto se misturando ao da judia que ainda residia em sua boca.
A maior tornou a ficar sobre Rachel, enquanto olhavam-se nos olhos. Quinn levou os dedos alvos para a intimidade da morena quase ao mesmo tempo que a judia passou a mão entre os corpos colados e fez o mesmo com a loira.
O clitóris de ambas eram estimulados por suas mãos. Os olhos verdes não desgrudavam dos castanhos.
— Você tem certeza? — Perguntou a loira mais uma vez em um sussurro.
— Você também é virgem, eu deveria te fazer a mesma pergunta. — Brincou a morena.
— Eu sei, mas eu estou pronta para você. — Respondeu, enquanto pincelava o nariz da morena com o seu.
— Eu também estou, Quinn. Vou repetir: me faça sua. — A judia sussurrou beijando os lábios finos da loira.
Quinn não esperou nem mais um segundo e afundou seus dedos na intimidade da morena no mesmo momento em que Rachel fez o mesmo.
Forçaram os dedos no interior de ambas e ao romperem a barreira logo em seguida. Quinn afundou o rosto no pescoço de Rachel para abafar o gemido de dor, enquanto a morena emitiu um gritinho doloroso.
Os dedos não se moviam, mas continuavam no interior de ambas. Passaram alguns minutos sentindo o calor de suas intimidades.
Quinn começou movendo os dedos lentamente, vendo a expressão de dor sumir do rosto de Rachel, dando lugar ao prazer.
A judia não ficou atrás e logo movia seus dedos na intimidade da loira. Ambas agoram gemiam descompassadamente, sentindo apenas um leve desconforto.
Os seios roçavam-se e os corpos agoram tinham uma camada fina de suor.
Quinn beijava o pescoço moreno, enquanto fazia movimentos mais confiantes. A mão livre de ambas estavam entrelaçadas. Os corpos pareciam um só. Quinn só sabia pensar em como ela estava perdidamente apaixonada por Rachel, e faria de tudo para que no final, tudo desse certo.
Depois de alguns minutos sentindo e proporcionando prazer uma para a outra, gemendo sem pudores, ambas explodiram em um orgasmo avassalador, fazendo ambos os corpos contorcessem e Quinn caiu sobre o corpo ofegante de Rachel.
— Eu te amo, Quinn. — A judia falou de uma só vez. — Não tenho mais porque esconder. Eu amo você. — Declarou com mais convicção.
— Eu também te amo, Rachel. — A loira falou com um sorriso enorme.
Rachel sentiu seu corpo iluminar-se e uma felicidade absurda invadir seu corpo.
Quinn deitou de costas na cama, e a judia colou seu corpo junto ao dela, com a cabeça em seu peito. Estavam grudadas em função da cama de solteiro.
A loira puxou a coberta e ambas aconchegaram-se ainda mais.
Rachel estava com um sorriso radiante. Quinn se sentia feliz como nunca havia se sentido.
Ambas agora estavam únidas para sempre, e elas sabiam disso.
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