Notas iniciais
Primeira fanfic de Soul Eater! Estou tão feliz! Eu amo tanto esse ship que não pude resistir de vir aqui e postar essa one! Espero que gostem!

Maka Albarn.

Cabelos castanhos claros, sempre presos em maria-chiquinhas, olhos verde esmeralda e um sorriso doce nos lábios finos. Era linda e ninguém conseguiria convence-lo ao contrario. Estudiosa, corajosa, dedicada, persistente, linda. Se pedissem para Kid fazer uma lista de todos os adjetivos que se encaixam em Maka ele demoraria dias — sem contar com o fato da demora por querer que as letras fiquem totalmente simétricas.

Essa era Maka Albarn. Filha do Death Scythe utilizado pelo Shinigami-sama e da artesã que o converteu a Death Scythe, por isso as pessoas sempre esperam mais de Maka.

Mas, se aquela garota tinha um dom era o de contagiar a todos com seu sorriso e alma resplandecentes. E, talvez, Kid também estava sendo contagiado por aquela energia positiva que emanava dela.

Maka era como um vírus que se espalhava rapidamente por todas as suas veias transformando todos seus pensamentos em 'Maka, Maka e Maka'.

E, talvez aquilo o estivesse afetando até demais.

Talvez aquele fosse o porquê dele se pegar pensando nela pela terceira vez só naquele dia. Kid suspirou. Não podia negar, estava apaixonado pela artesã de olhos de esmeralda. Mas, por outro lado tinha medo de estragar a amizade que compartilhavam.

Porque o amor tem que ser tão confuso?

Mas ele decidiu que deixar as coisas do jeito que estavam por enquanto — enquanto, claro, ele pudesse aguentar aquela dorzinha chata no peito de quando Maka estava com Soul ou com qualquer outro garoto e ele se visse na oportunidade de perde-la.

Mas, claro, um dia ele teria que se declarar para ela. Não iria aguentar aquele sentimento preso em sua garganta — pois ele sufocava-o de modo que as vezes ficava difícil respirar, literalmente.

E talvez fosse um sentimento reciproco? E se não fosse? Como ficaria a relação entre os dois? O que ele faria? Kid não sabia. Mas uma vozinha dentro dele dizia que ele devia confiar em seus instintos.

Ele iria se declarar um dia. Não tinha ideia de quando, mas sabia que chegaria um dia no qual ele não pudesse mais suportar aquele sentimento só para ele. Mas, até lá, ele podia ficar somente a observa-la de longe, sorrindo e distribuindo seus 'Maka-chops' por ai. Ele não se importava desde que ela continuasse a sorrir.

Afinal, Maka era como o vírus e ele como a vítima — não que ele se importasse, contanto que pudesse ficar ao seu lado e a proteger, tudo continuaria bem.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!