Inexplicável.
16 Picnic
Anteriormente, Len volta de viagem e Rin vê novas possibilidades quanto ao namoro deles.
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-Len?- bati devagar na porta, com medo de acordá-lo com brutalidade.
-Rin?
-Sim... O café da manhã está pronto... — falei.
-vem aqui... — falou ele, devagar e baixo.
Entrei no quarto e vi Len só de calção para dormir. Ele era muito lindo!
-Oi... Dormiu bem?- perguntei, ficando em pé perto da cama, enquanto ele se sentava de um jeito provocante.
-Sim, sonhei com você... Adorei o cafuné. — falou ele, sorrindo para mim.
-Você é lindo até dormindo. — falei.
Ele me puxou para o lado dele, como eu não esperava por isso, caí nas suas pernas, ficando corada.
-Você deveria se olhar no espelho. — falou ele.
-Estou feia? Alguma coisa no meu rosto?- perguntei, começando a me sentar e mexer nos cabelos.
-Não, você está belíssima, fica mais bonita ainda quando está corada assim. — disse ele, tocando levemente meu nariz, como uma criança.
Posicionei-me sentada e lhe dei um abraço, fiquei com a cabeça no peito de Len, que estava sem blusa. Escutava com completa perfeição o quanto seu coração batia naquele momento.
-Você está nervoso?- perguntei, mas quando levantei minha cabeça, entendi o que o deixou tão ansioso, pois o peguei olhando para meu decote, que sem perceber, havia subido consideravelmente a barra da blusa quando ele me puxou para junto dele.
Comecei a rir.
Ele não entendeu, até que eu levantei e lhe beijei a boca carnuda e macia, lhe dando uma leve mordida.
-Você é muito curioso. – falei, voltando a posição inicial.
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Sei que várias pessoas podem quer isso, então, vou fazer um pouco da história do ponto de vista do Len :D
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Bem... Sou um homem não é? Ela está me provocando, só pode... Eu bastei olhar para baixo, pois seus cabelos espetavam meu peito e vi o enorme decote dela... Não consigo para de olhar!
-está nervoso?- perguntou ela, olhando para mim... Não consegui olhar de volta... Aquela imagem realmente me prendeu. Sinto-me mal às vezes em ser tão tarado.
Ela riu. Não entendi, será que ela percebeu? Estou ferrado.
Ela não falou nada depois, mas levantou o rosto e me beijou, me dando uma mordida no lábio. Era bom, muito revigorante... Às vezes quero dizer isso a ela, mas acho que a vergonha não deixa.
-Você é muito curioso. — falou ela, voltando a sua posição inicial e não notando o decote, pois ela não mexeu na blusa para ajeitar.
Passei a mão na perna dela sem querer, estava quente e sua pele é muito macia, deu vontade de apertar. Experimentei.
Ela gemeu um pouco, eu dei uma risada.
Ela ficou tocando os músculos do meu abdômen em direção decrescente, depois subindo novamente.
-Você me deixa louco. – falei.
Ela me deu um puxão e para responder o que eu disse, me deu um beijo na boca e depois ficou beijando meu pescoço, me dando alguns chupões as vezes.
-Café da manhã!- Lianna gritava lá em baixo, sua voz provavelmente vinha da cozinha.
-Vamos. — falou Rin, saindo dos meus braços e me dando uma visão privilegiada, mas não consciente, de sua calcinha, pois ela estava de saia, e sua blusa enganchou no meu calção, fazendo-a tombar no final da cama e quase caindo. Se eu não tivesse a ajudado a desenganchar na hora certa, ela teria levado uma bela de uma queda.
Ela desceu e eu vesti uma calça e uma blusa comprida.
Desci e comemos o café da manhã. Tudo estava normal.
-Len... Vamos sair hoje?- perguntou Rin.
-Claro, para onde você quiser. — falei, devorando meu sushi e procurando, de baixo da mesa, as pernas de Rin.
-Beleza!
Quando terminamos, Rin me disse que queria ir ao parque, peguei o nome da rua e nós fomos de taxi.
Quando chegamos, percebi que ela andava com uma caixinha linda nas mãos.
-Peguei enquanto você chamava o taxi. — falou ela.
-É picnic?
-Sim.
Nós ficamos um pouco deitados na grama do jardim e depois eu decidi chegar nela.
Ela estava linda, deitada sobre a grama e segurava um colar que eu nunca tinha visto.
Arrastei-me e coloquei minha cabeça em seu seio, escutava seu coração bater e sua respiração aumentar.
-Len... — começou ela.
Levantei minha cabeça, talvez aquilo a incomodasse, mas ela estava tirando o colar.
Sentamo-nos, ela começou a tentar quebrar o colar... Fiquei sem saber o que fazer.
Ela dividiu o medalhão e me deu uma parte, que vinha com um cordão junto e quando juntava os dois, formava-se a palavra AMOR.
-É lindo. – falei, com sinceridade.
-Sim...
-Nosso amor sempre vai durar, não importa se você estiver longe, quando nos unirmos, você e eu, seremos uma única pessoa. — falei.
-Que incrível!
- O quê?
-Hum, nada não... — falou ela, deitando-se na grama novamente.
Voltei a deitar em seu seio e acabei dormindo ali.
Quando acordei, percebi que minha boca estava em seu decote, pois enquanto dormia, remexi minha cabeça de modo a ficar com a boca naquele local.
Corei demais, mas quando levantei minha cabeça, ela a fez voltar ao lugar onde estava. Ela dormia profundamente e me segurava fortemente.
Tentei tirar-me daquela situação, pois crianças também passeavam no parque, mas quando movi minha mão, notei que ela estava logo acima da perna de Rin, me fazendo subir seu vestido.
Tentei mudar de posição, mas só piorou as coisas, agora estava com a boca em seu sutiã, a mão esquerda em sua cintura e a mão direita em sua barriga, minto , mais em baixo.
Rin se mexeu, eu caí para o lado e quando abri os olhos, estava de frente ao seu sutiã, sua blusa estava bem decotada, de forma que vi as curvas de seus seios e um pouco de sua barriga.
-Rin...- tentei acordá-la.- Rin... Acorde amor...
Ela se remexeu novamente, como conseguia ser tão forte dormindo?
Fiquei com meu corpo em cima do dela, senti algo se remexer abaixo de mim... Isso estava sendo bastante bom, mas não queria passar vergonha, pois Rin estava dormindo, mal tinha coisas para realmente me deixar excitado e eu acabei tendo uma fraqueza por seios!
Ela se remexeu novamente e me soltou, nesse espaço minúsculo de tempo, tive a oportunidade de recuar rapidamente e sentar.
-Ufa...- sussurrei, mexendo no zíper da minha calça, que parecia apertado demais.
Ela acordou e me olhou com curiosidade, não havia ninguém no parque aquela hora da tarde, pois estavam almoçando e eu devia estar muito corado, sentia minha pele arder.
-Hã.. vou no banheiro público e já volto- falei, correndo. Realmente isso tinha me deixado excitado...
Voltei e encontrei Rin colocando comidas sobre um pano que ela colocou na grama.
-Ebaaa... Estava com fome. – falei, me sentindo aliviado.
-Sim, eu também... Sabe, tive um sonho estranho. — falou ela, me lançando um olhar acusativo.
-m-Mesmo?-perguntei.
-Sim...
-Conte..- arrisquei.
-N-Não... Deixa pra lá... — falou ela, corando e me servindo sushi. Estava tudo muito bonito, ela preparara tudo com amor e carinho, estava uma delícia.
Terminamos e resolvemos ir embora, estava escurecendo, era perigoso ficar naquela parte da cidade até tarde.
Voltamos para casa e resolvi fazer Rin dormir adequadamente, pois ela não havia dormido direito ontem. Deve ter ficado a noite me fazendo cafunés.
Ela aceitou e quando terminou de vestir sua camisola, me deixou entrar no quarto.
Não que tenha sido e propósito, mas sua camisola parecia transparente, mesmo sendo preta, deixava seus seios com curvas atraentes e sua roupa de baixo aparecia com frequência.
Ela se deitou e eu me sentei na cama, ela colocou sua cabeça em minhas pernas e eu fiquei fazendo-lhe carinho até ela pegar no sono.
Estava dormindo calmamente, com um sorriso estampado no rosto. Era linda.
Quando estava para sair do quarto, notei que ela estava de sandália na cama, voltei e tirei-as de seus pés, que estavam frios, cobri-a adequadamente e lhe dei um beijo na testa.
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