Inesperado;;
9 8° Capitulo
Notas iniciais
Postada 28/06/2011
PARA QUEM QUISER SABER/OU TAVA ESPERANDO CAPITULO BETADO!
8º capítulo
Por Bella
Leves beijos eram depositados em minhas costas nuas, abri os olhos mais rapidamente os fechei, a janela estava aberta e a claridade entrava.
Outro beijo, mais dessa vez em minha nuca fazendo com que meu corpo todo reagisse a seu toque.
– Amor... – seu hálito quente tocou meu rosto. Eu já havia me acostumando com o modo como ele me chamava agora.
– Hum... – resmunguei.
– Temos que ir. – neguei. – Vamos querida se não perdemos o voou.
– Quero ficar aqui com você – falei manhosa ainda com os olhos fechados. Edward beijou minha bochecha e desceu para meu lábios, tentei aprofundar o beijo mais ele se afastou. – Não... – sussurrei e o puxei as cegas senti um tecido groso entre meus dedos e por fim abri os olhos. – Posso saber o porque o senhor esta vestido? – perguntei olhando para grosso casaco que Edward usava por cima de uma camisa social preta.
– Bem primeiro, para não cair na tentação. – ele sorriu malicioso e corei. – E segundo, porque acordei cedo e tive que dar uma saidinha e como esta frio já me arrumei para irmos. – enquanto ele falava retirava o casaco o jogando aos pés da cama e se sentou ao meu lado...
– E porque não me acordou? – perguntei me sentando também, puxei o lençol junto comigo encostei minha cabeça em seu peito e seus braços me rodearam, permitindo com que eu me aconchegasse em seu corpo.
– Estava dormindo tão bem que não queria te acordar, e você estava muito cansada pelo visto. – ele mordiscou meu lóbulo. – A noite foi muito produtiva não? – no mesmo momento senti meu rosto pegar fogo. Lembrando da nossa ultima noite fez com que eu rezasse para aparecer um buraco para enfiar meu rosto. Tentei, em vão, desvencilhar-me de seus braços, mas Edward me apertou ainda mais. – Aonde pensa que vai?
– Eu...er...vou...tenho...ai que vergonha. – escondi meu rosto contra seu peito.
– Por que a vergonha? – suas mãos passeavam pelas minhas costas descendo por toda ela. – Devo dizer que amei sua falta de pudor ontem. – sua voz saiu levemente rouca.
– Eu... a culpa fui daquele whisky escocês.
– Não adianta culpar ninguém meu amor, e você nem bebeu muito a ponto de ficar bêbada, só ficou um pouco “alegre” posso dizer.
– Eu não sou daquele jeito...
– Mais adorei o jeito como você me dominou. Pode fazer sempre que quiser. – eu duvidava que eu conseguisse mais uma vez me soltar como ontem...
Eu sentia meu corpo quente como nunca imaginei que poderia estar, eu e Edward estamos no bar do hotel, amanha iríamos embora desse paraíso que é a Escócia, eu já tinha me acostumado com o whisky no começo eu fora contra mais depois que experimentei até que gostei, apesar de ter me engasgado com a bebida que descia queimando pela minha garganta.
Eu também estava irritada, essas mulheres sem vergonha na cara passavam e quase quebrava o pescoço para olhar para o MEU homem, mais eu cuido do que é meu. Levantei do banco alto e quase cai se Edward não tivesse me segurado... Suas mãos grandes em minha cintura fez com que meu corpo excitasse.
– Tudo bem Bella?
– Sim, porque não estaria? – pousei ambas minhas mãos em seu corpo. – Amor. – ri, adorava chamá-lo assim. – Amo te chamar de amor. – uma morena com um decote que quase mostrava seu útero, passou do nosso lado bebendo, acho que um Martini, e olhando para o MEU Edward. Sem pensar muito colei meus lábios nos seus, o beijando com paixão e fúria, Edward pareceu surpreso com meu beijo, mas logo tratou de corresponder à altura, colei meu corpo mais contra o seu ficando entre suas pernas, meus braços em seu pescoço e minhas mãos em seu cabelo. Eu o queria muito.
Edward se separou de mim. Mas continuei a beijar seu rosto.
– Bella. – Edward me chamou mais continuei beijando-o.
– Hum… — murmurei, mais saiu mais como um gemido.
– Todos estão olhando. – me afastei o encarando.
– Que olhem, estou mostrando que você é meu.
– Ciúmes amor? – ele riu e acabei por rir junto.
– Talvez. Mas mudando de assunto. Quero você. – Edward fechou os olhos e quando voltou a abri-los seus olhos brilhavam de desejo. – Não imagina como eu estou queimando por você Edward. – sussurrei.
– Bella, Bella, não me provoque. – ele falou e segurou meus quadris com possessividade. Olhei em volta e todo mundo, TODO mundo mesmo, estava olhando para gente.
– Edward estão olhando.
– Não queria até uns momentos atrás que todos olhassem mesmo?
– Eles podem-me ver beijando meu homem mais isso aqui, — desci minha mão distraidamente a deixei posar sobre seu membro já duro. – apenas eu posso ver.
No mesmo instante Edward levantou se virou para o barman.
– Por favor coloque tudo na conta do quarto 369. – o homem assentiu e Edward saiu me rebocando em sua frente, quando tentei ir para seu lado ele me segurou e sussurrou em meu ouvido. – Querida estou numa situação, digamos constrangedora, se você não quiser que ninguém note o que é seu, será melhor ficar na minha frente. – dito isso Edward roçou seu quadril em mim, e senti ainda mais sua ereção. Mordi os lábios para não soltar um gemido.
Estava tão concentrada em não atacar Edward no meio do caminho que mal notei quando entramos no quarto. Edward me prensou contra a porta assim que a fechou, me beijando ardentemente, claro que correspondi com o mesmo entusiasmo, suas mãos desceram pela minha cintura chegando a minhas coxas, me levantando para o seu colo, entrelacei minhas pernas ao seu redor.
Minutos se passaram até eu senti a cama embaixo de meu corpo e com Edward por cima, ele passou a dar chupões em meu pescoço descendo para meu peito, logo ele retirou minha camiseta e beijou meus seios por cima do sutiã mesmo. Ele estava me dominando mais hoje não. Com um impulso virei nossos corpos ficando por cima de seu quadril com as penas uma de cada lado.
– Agora você é meu querido. – retirei meu sutiã o jogando num canto qualquer, sorri com satisfação quando vi os olhos de Edward se arregalar. – Gosta do que esta vendo? – perguntei maliciosa. Edward apenas assentiu. – é todinho seu. – peguei ambas suas mãos e levei até os meus seios. Fechei os olhos me deliciando com o seu toque.
– Amor. – abri os olhos. – O quanto você bebeu?
– Alguns copos de whisky, porque? Acha que estou bêbada? – ele me olhou incerto. – Eu estou é com sede. – falei me abaixando e colei meus lábios em seu ouvido. – Com muita sede de sentir você completamente dentro de mim, me preenchendo por completo, me fazendo gritar, berrar de prazer do jeito que apenas você sabe fazer. – mal terminei de pronunciar. Edward girou nossos corpos ficando por cima de mim.
Quando notei ambos já estávamos nus, prolongando o momento esperado, caricias e provocações fizeram parte do momento. Mais eu queria tomar controle da situação, e eu iria tomar. Quando fiquei novamente por cima de seu corpo acabei com todo pudor que podia me restar.
Ajeite-me sobre seu corpo, segurei seu membro fazendo leves vai e vem, o segurei perto de minha entrada, e aos pouco fui descendo seu corpo me preenchendo com tudo aquilo. Não aguentando mais sentei de uma vez, ambos soltamos um gemido alto quando nos tornamos um. Permaneci parada aproveitando o momento, mais a anciã de sentir Edward me levando ao prazer total foi maior, que me incitou a me movimentar, comecei com umas reboladas sensuais e firmes, mas logo meu corpo pediu por mais. Edward me ajudou com os meus movimente fazendo com que eu subisse e descesse cada vez mais rápido sobre seu corpo.
Eu sentia que estava próxima ao auge do prazer, Edward notando isso nos virou começando a estocar cada vez mais rápido, entrando e saindo de mim numa velocidade que eu achei impossível. Sua boca logo se ocupou da minha abafando meus gritos, pois estavam longe de serem gemidos.
– Ah Deus, Edward, estou tão... – não consegui terminar de falar e logo meu corpo foi arrebatado por uma sensação inexplicável. Parecia que várias correntes elétricas fossem ligadas ao meu corpo o fazendo se convulsionar completamente, eu arranhava as costas de Edward, mas não devia estar doendo, pois ele nem reclamou. Meus músculos se contraíram de uma forma fazendo com que Edward chegasse junto de mim ao ponto máximo, seu sêmen sendo despejado dentro do meu corpo que o acolheu de bom agrado.
Deixei meu corpo cair contra o colchão, minha respiração irregular, eu buscava bastante ar para os meus pulmões que pareciam terem sido completamente esvaziados.
–Ui.. – falei ofegante.
– Nossa. – Edward falou junto comigo. – ele olhou para mim e sua respiração era tão irregular quanto a minha. – Uau. Não tenho palavras.
– Nem eu. – falei quando minha respiração voltou ao normal. Ele retirou os fios de cabelos grudados em meu rosto por conta do suor. Beijou meus lábios delicadamente.
– Te amo.
– Eu também. Te amo muito, muito, muito. – o beijei e logo nosso beijo se tornou urgente. – Pronto para o segundo round? – perguntei e Edward sorriu malicioso se apossando novamente de minha boca.
A noite seria longa.
– Bella? – escutei sua voz ao longe. – Bella, querida? – balancei a cabeça voltando ao presente. – O que foi? – olhei para seus olhos que brilhavam de ansiedade e me lembrei novamente sentindo a ardência em minhas bochechas, eu devia estar parecendo um tomate. – Esta corada... – ele falou passando pelas minhas bochechas.
–É que eu, bem me lembrei de ontem... – vi a compreensão em seus olhos, e seu sorriso se tornar malicioso. Ele me virou fazendo com que me deitasse novamente com seu corpo agora pó cima do meu.
– Bem, eu me lembro a todo o instante. – Edward beijou meu pescoço fazendo um formigamento começar por ali e se alastras por todo meu corpo. – E poderíamos repetir... – uma de suas mãos subiu para o meu seio o apalpando o tornando turgido. – Mais não agora. – um beijo leve em meus lábios. – Quando chegarmos à nossa casa teremos todo tempo do mundo para repetirmos. – dizendo isso ele deu uma mordida em meu ombro e se levantou, e eu continuei deitada ali completamente tremula, Edward tem esse poder de me hipnotizar, fazendo com que eu esquecesse de todo mundo e pensasse apenas nele.
E agora ele me larga aqui completamente excitada, num estado não muito bom. Sentei na cama e joguei o travesseiro nele.
– Ira me pagar Edward Anthony Masen! – falei nervosa.
– Se for agir como ontem, bem pode fazer o que quiser comigo. – Joguei outro travesseiro, que ele aparou antes de lhe encostar. – Esta selvagem amor. – meu rosto ficou quente no mesmo momento, ele riu e abriu a porta, peguei outro travesseiro e joguei mais desta vez bateu na porta fechada.
– Seu cachorro. – gritei. E o ouvi gargalhar alto.
Se ele que me provocar que me provoque. Edward Anthony Masen, o senhor esta ferrado.
***
– A senhora gostaria de beber algo, ou alguma comida? — o comissário de bordo do avião fretado que Edward adquiriu perguntou assim que alcançamos voou, ele tinha um sorriso amigável no rosto.
– Gostaria de um Martini, por favor.
– Claro, volto em um minuto. – sorri agradecida e voltei meu olhar para Edward. Ele estava usando uma calça jeans escura e a camisa social preta, o casaco estava em outra poltrona estávamos sentados um na frente do outro, ele estava com o notebook em seu colo, eu sabia que Edward tinha deixado muita coisa pendente, por conta da viagem inesperada e da semana que ele resolveu esquecer-se de tudo, a melhor semana da minha vida, onde nos amamos com muito mais intensidade do que antes, o amor mudava as pessoas completamente, eu é que o diga estava completamente tarada pelo Edward.
Como a temperatura do avião estava agradável eu retirei meu casaco colocando por cima do de Edward, eu trajava um vestido curto, com uma meia de algodão por baixo e botas sem salto.
– Esta com calor? – Edward perguntou olhando para minhas pernas, que apesar de cobertas a meia era muito colada, e fiz questão de cruzar as pernas.
– Sim, aqui esta muito quente não. – falei sorrindo e tive o prazer de o ver engolindo seco.
– Se quiser posso pedir para mudarem...
– Não, não. – o interrompi. – Já pedi... Olha acabou de chegar. – o comissário me entrou o Martini que continha uma cereja bem vermelhinha. – Obrigada. – agradeci e o dispensei, tomei um gole pequeno, uma pequena ardência passou pela minha garganta o sabor adocicado me fez suspirar. – Isso é muito bom. Gostaria de um pouco amor? – perguntei inocentemente, Edward me olhou por longos segundos e depois balançou a cabeça.
– Não, obrigado querida. – ele falou e voltou a mexer no notebook. Voltei a tomar o Martini e logo acabei com ele, a pequena cereja ainda estava ali, a mordi devagar, eu via Edward me olhando de esguelha. Comi a cereja lentamente até me sobrar apenas o cabo, olhei para ele e lembrei de uma vez escutando as meninas do orfanato falando que quem conseguisse dar um nó no cabo da cereja era porque beijava bem. Nunca tinha tentado mais sempre tem a primeira vez para tudo não? Coloquei o cabo na boca.
Nem sei quantos minutos tinham se passado, eu sabia que estava fazendo caras e bocas, mais eu iria consegui, então senti o relevo, retirei o cabo de minha boca e vi com orgulho o nó no cabo da cereja.
– Consegui. – falei alta fazendo Edward olhar para minha mão. – Viu? – mostrei e Edward se aproximou para ver melhor.
– E isso seria?
– Bem, dizem que quem consegue dar um no cabo de uma cereja é porque sabe beijar bem. – sorri para ele e fui retribuída. – é bom saber que eu beijo bem.
– Pode ter certeza que sim. – Edward falou olhando para minha boca, levantei e retirei seu casaco sentando ao seu lado.
– Beijo mesmo? – perguntei manhosa me aproximando mais dele.
– Sim. – nem tive tempo para fazer mais nada, os lábios de Edward os encontraram com os meus, num beijo ardente, sua língua entrou em minha boca sem pedir licença mais que foi acolhida de bom grado, minhas mão automaticamente foram para seus cabelos, eu os puxava querendo mais, nossas línguas sincronizadas, explorando a boca um do outro, não sei em que momento mais me vi sentado no colo de Edward, sua mão esquerda em minha coxa e a direita em meu rosto. O ar começou a faltar e infelizmente como somos simples humanos tivemos que nos separar em busca de ar. – Preciso dizer se beija realmente bem? – sua respiração ofegante em meu pescoço. – Eu te amo.
– Eu também. – dei um beijo em sua bochecha e desci minhas mãos, discretamente obvio, até o cós de suas calças, beijei seu pescoço e o senti arrepiar, desci um pouco mais de minha mão até passar levemente pelo seu membro, Edward gemeu baixinho, sorri internamente. – Bem acho que ainda temos uns 40 minutos de viagem. Vou dar uma cochiladinha. – sai do colo de Edward e voltei para minha poltrona, seu rosto era chocado. Segurei-me para não rir. Você ainda não viu nada Edward! Fechei os olhos, até eu estava um pouco cansada.
***
Agora estávamos na limusine, que eu realmente nem sabia que Edward tinha até o presente momento, indo para nossa casa. Edward estava definitivamente me ignorando, sim tudo isso por conta da pequena brincadeirinha que eu resolvi fazer. Provocá-lo era muito excitante.
Eu não conhecia esse meu lado, me sentia mudada deste que Edward declarou seu amor por mim, era como se eu pudesse fazer qualquer coisa com ele, tinha que admitir que agora tínhamos uma intimidade a mais, não precisávamos nos segurar para falar ou fazer alguma coisa.
As ruas iam passando e eu olhava pela janela filmada, eu estava no momento desanimada, não sabia ao certo realmente o que eu sentia. Soltei uma lufada de ar.
– O que foi? – a voz de Edward chegou a meus ouvidos, me virei ficando de frente para ele.
– Nada demais, estou um pouco... Desanimada.
– Por que estaria? – ele arqueou a sobrancelha. Preciso dizer que ele ficava definitivamente sex desse modo?
Oh meu deus estou virando uma pervertida, essa minha ida a Escócia não fez nenhum bem para mim. Mentira fez um bem danado. Olha isso de novo.
– Bella. – olhei para Edward. – porque esta corada? – e foi nesse momento que senti meu rosto realmente quente.
– Er... nada demais. – respondi desviando de seu olhar.
– Nada mesmo. – senti sua respiração perto do meu rosto. Sua mão foi para o mesmo puxando-o contra o dele, selando nossos lábios um contra o outro, abri minha boca que logo foi invadida por sua língua quente, ávida. Puxei seu rosto mais contra mim fazendo com que minhas mãos fossem para seu cabelo, que eu tanto amava. Nossas línguas sabiam o que fazer por puro instinto nos sincronizávamos.
Notei um tempo depois que meu corpo estava contra o estofado da limusine e o corpo de Edward sobre o meu. Aos poucos fomos parando. Abri meus olhos deparando com um sorriso perfeito de Edward para mim.
– Por mim eu faria amor com você aqui e agora. – sua voz saiu rouca de desejo me excitando. – Mais infelizmente não teremos tempo para fazermos tudo que eu quero. – falando isso ele se levantou me levanto junto com ele. – Bem vinda de volta, agora para sempre. – foi nesse momento que notei que já tínhamos chegado e estávamos enfrente a nossa casa.
– Para sempre. – ele me deu mais um beijo, infelizmente rápido dessa vez, e abriu a porta e saiu me ajudando logo em seguida.
– Bem tem uma pessoa que esta com muita saudades de você, mas também está muito...zangada. – Edward sussurrou em meu ouvido, antes que eu perguntasse o significado daquelas palavras meu nome foi gritado por uma voz muito conhecida.
– BELLA! – olhei para frente e vi Kate vim em minha direção, o mais rápido possível que lhe era permitido.
– Kat... – mal completei seu nome e fui abraçada com ímpeto, essa mulher tinha força.
– Oh menina nunca mais faça isso comigo. – senti meus olhos marejarem. Ela se afastou passando aos pelo meu rosto. – Quase morri quando o menino Edward chegou perguntado por você, que tremendo susto que me deu. Pensei até que tinha sofrido outro acidente.
– Oh Kate me per...
– Shh, não diga nada, — ela me interrompeu — o que importa é que você esta aqui conosco novamente, e ambos estão muitos felizes pelo o que eu posso ver. – sorri para Edward que também sorria.
– Sim, muito felizes. – ele disse e me deu um beijo suave.
– Bem da para se notar. – ela riu e acompanhamos. – Podemos conversar mais tarde, venha tem que comer alguma coisa, aposto que durante toda essa semana comeram apenas aquelas comidas de hotéis sem gosto. – ela foi entrando na casa e a seguimos. – O almoço esta quase pronto. Edward avisou que não chegariam a tempo para o café da manha, mais que um almoço era garantido. – Kate continuou a tagarelar, olhei para Edward que deu de ombros e ambos rimos sim eu estava em casa agora.
***
Eu me sentia extremamente culpada, ouvindo Kate falando de como Edward ficou depois que eu fui embora me deixava muito ruim.
– Kate o que importa é que Bella esta aqui agora. – ele a interrompeu. – E pode estar cedo, mas tenho certeza que Bella esta tão cansada como eu. – então vamos nos deitar não é querida? – em seu olhar eu percebi suas segundas intenções.
– Sim, estou um pouco cansada.
– Bem podem ir, na hora do jantar eu os chamo.
– Não precisa Kate, do jeito que estamos, acordaremos só amanha. – senti meu rosto corar e Kate olhar para nós. E ela corou também.
– Oh, bem... Então deixarei o casal sozinho. – falando isso ela saiu e subimos até aquele momento eu ainda não tinha entrado nele, era a primeira vez que entrava deste que eu tinha voltado, e estava exatamente tudo do jeito de como eu me lembrava.
- Não sabe como esse quarto ficou vazio sem você. – Edward me abraçou por trás e senti mais ainda o peso da culpa. Virei em seus braços ficando de frente para ele.
– Me perdoe? Por favor! Eu sou a única culpada por tudo que aconteceu e... – minha voz já saia embargada. – Eu nunca quis que você... – Edward me calou com um beijo.
– Eu que peço para que, por favor, não diga mais nada, o que passou, passou, não podemos voltar atrás para consertar as coisas, só quero que se preocupe com o presente e com o futuro que teremos pela frente, o que importa é que estamos aqui juntos agora, e nada e nem ninguém poderá nos separar. – ele pegou ambas minhas mãos e colocou em seu peito – Esta sentindo? – sim eu senti o coração dele bater contra a palma de minha mão em ritmos compensados. Assenti. – Ele bate por você, apenas por você, e sempre batera por você.
– O meu também. – falei. Colei minha testa contra sua bochecha – Eu te amo, meu Deus como eu te amo. – sussurrei.
– Eu também te amo meu amor, para sempre.
Virei meu rosto de modo que nossos lábios se encontrassem, todo amor era possível de se sentir nesse beijo. Estávamos nos entregando de corpo e alma nessa noite.
Íamos tirando nossas roupas entre caricias carinhosas, pouco nos importávamos com o tempo, ali em nosso quarto em nossa cama tínhamos todo o tempo do mundo. Exploramos o corpo de cada um a seu modo com muitas caricias ousadas, Edward conseguia fazer com que meu corpo pegasse fogo em qualquer lugar que ele tocasse.
Quando nos encaixamos foi como experimentar um pedacinho do céu, sempre era assim. Nossos gemidos ecoavam pelo quarto, cada terminal de meu corpo sentia a onda de prazer que Edward me proporcionava.
– Me abrace Bella. – ele pediu com a voz falha, prontamente atendi, enrosquei minhas pernas em volta de seu quadril, e meus braços ao redor de seu pescoço. Cada investida de Edward me fazia ver estrelas, eu o senti chegar num lugar em meu corpo onde nunca tinha estado o prazer que eu estava sentindo estava longe do que eu senti um dia. Ondas começaram a vim pelo meu corpo, senti meu sexo se contrair aos poucos, apertando o membro de Edward.
– Edward! – gritei explodindo em êxtase. Ele também gritou meu nome e senti meu gozo se misturar com seu sêmen dentro de meu corpo.
Edward caiu sobre meu corpo, não senti o peso dele, nossas respirações ofegantes, os corpos suados e ainda em êxtase. Ele se ajeitou de modo que seu corpo ficasse meio de lado, sua cabeça ficou entre meus seios. Fiquei fazendo carinho em seus cabelos, tirando alguns fios colados em sua testa.
– Eu te amo. – fale baixinho, nunca me cansaria de falar essas três simples palavras.
– Eu te amo. – ele repetiu. Pegou minha mão e beijou. – Juntos para toda eternidade.
– Sim
***
Desci as escadas logo cedo, Eu estava com muita fome, obvio depois da maratona de ontem quem não sentiria, no meio da tarde Edward trouxe o jantar para nosso quarto onde jantamos em meio a caricias. Eu acordei cedo por mais incrível que pareça, Edward ainda dormia, e hoje ele tinha que ir para empresa, acordei ele com beijos, que descobri que ele amava no longo da ultima semana. Como eu já estava trocada e com muita fome desci enquanto ele se arrumava.
Entrei na cozinha e encontrei Kate fazendo o café da manha.
– Bom dia!
– Bom dia criança. – dei um beijo em sua bochecha, e antes mesmo dela falar alguma coisa comecei a ajudá-la a terminar de preparar o café da manhã.
Não tinha muito que fazer, em menos de cinco minutos terminamos de arrumar a mesa, Edward ainda não tinha descido. E o telefone começou a tocar, vi Kate enxugando a mão com o intuito de in atender.
– Pode deixar. – corri até a sala e vi uma empregada que não me lembrava do nome indo atender. – Eu atendo. – ela sorriu para mim e se retirou, atendi no meio do toque. – Alô?
– Oi – uma voz familiar soou no telefone. – O Edward esta? –assim que a pergunta foi feita senti congelar por dentro, era a mesma voz que eu havia ouvido uns esses atrás eu nunca esqueceria, então toda a insegurança voltou com força.
Será que era verdade que Edward me dissera? Seria uma prima dele? Pois durante esses anos que nos conhecemos ele nunca falou nada... Claro Isabella antes era só sexo e mais nada. Mas se ele tivesse me traído mais descobriu que me ama, mas não contara com medo que me machucasse? Mas... Ouvi um barulho nas minhas costas e virei, Edward estava impecável no terno com corte perfeito, um sorriso que estava em seu rosto se apagou assim que fixou seus olhos nos meus.
–Amor? O que aconteceu? Esta pálida! — ele falou vindo e minha direção.
– Tem alguém ai? – a voz no telefone me despertou dos meus devaneios, estendi telefone para Edward num movimento automático.
– É para você. – falei e senti minha voz sair morta, entreguei o telefone para Edward e sai da sala, estava ficando sufocada, meus olhos arderam, os fechei segurando as lagrimas. Eu sabia que minha reação era completamente irracional, a insegurança tomou conta dos meus pensamentos, eu sabia que eu não estava pensando com clareza, ou vi sua voz ao longe cumprimentar a mulher alegremente e meu coração se apertou. Mordi os lábios para impedir de um soluço sair.
Respira Bella, calma, você esta ficando paranoica isso mesmo.
Subi as escadas rapidamente e entrei no quarto mobiliado que eu não via, mas que ficara marcada para sempre. O quarto da minha pequena estava exatamente como eu tinha visto da ultima vez, mais uma pontada no peito, eu sempre levaria essa dor comigo, mas com esses messes eu aprendi a conviver com isso.
Sentei-me na poltrona perto da janela olhando através dela, até que senti finalmente as lagrimas caindo.
Por Edward
– Não terá nenhum problema Edward? – Gianna perguntou novamente.
– Nenhum Gi, esta mais que na hora de você conhecer minha esposa. – suspirei. – aposto que ela também quer conhecê-la. – era o que eu esperava para dizer a verdade.
– Estou louca para conhecê-la também. Então até amanha.
– Até. – desliguei o telefone e o coloquei sobre a mesinha.
Onde estaria a Bella?
Hoje depois de Bella ter me acordado da melhor forma possível eu pensei que o dia tinha começado muito bem, mas ao vê-la pálida com a mesma fisionomia do dia em que a reencontrei me preocupei. Será que ela esta sentindo alguma coisa? Ela me parecia muito bem de manha. Caminhei até as escadas, subi sentindo um desespero crescente. Parei em frete daquele quarto, podia ser uma paranoia minha mais meu sexto sentido me dizia que Bella estava ali. Abri a porta lentamente sem fazer nenhum ruído e senti meu peito doer vendo Bella sentada com os pés sobre a poltrona com a cabeça entre os joelhos. O que teria acontecido? Um pequeno soluço seu me fez ir para seu lado rapidamente. Ajoelhei-me em sua frente.
– Bella, meu amor o que... – não terminei de falar e fui abraçado num ímpeto por Bella, quase cai, mas consegui me equilibrar. Seus soluços eram altos agora, sua respiração quente e ofegante em meu pescoço e suas lagrimas me molhando, fechei os olhos tentando não entrar em desespero. — Bella, pelo amor de Deus me diga o que esta acontecendo. – ela não me respondeu, mas me abraçou fortemente e retribui seu abraço.
Minutos se passaram e deixei Bella chorar, aos poucos ela foi se acalmando. Por fim me afastei e segurei seu rosto entre minhas mãos enxuguei os vestígios de lagrimas, tanto seus olhos como seu rosto estava vermelhos.
– O que aconteceu meu amor? –perguntei suavemente, e realmente não sei o que aconteceu e ela começou a chora novamente as agora falando.
– Por favor, Edward me diga a verdade. – ela fungou. – Se me traiu alguma vez me diga, eu te amo acima de tudo posso suportar isso, só não quero que minta para mim, sempre conviverei com essa duvida. Essa Gianna é sua prima mesmo? Nunca foi não sei sua namorada antiga ou uma amante? Se me traiu eu entenderei muito bem, afinal fui eu que me afastei de você, a culpa foi minha se foi procurar outra mulher para satisfazer seus desejo algo que eu fui incapaz de fazer durante messes, me condenei me culpei, não me importei com seus sentimentos com suas necessidades, não vou pedir para me compreender, mas apenas lhe peço que me diga a verdade. Nunca mais lhe darei motivos para procurar outra mulher. – Bella disparou tudo de uma tal maneira, eu mal consegui entender o que ela queria dizer, suas palavras eram completamente desconexas para mim. Bella me olhava em expectativa.
Olhei profundamente para seus olhos que estavam completamente confusos. Sorri para ela.
– Bella você esta sendo completamente irracional.
Por Bella
– Bella você esta sendo completamente irracional. – o olhei mais confusa. – Bella o que direi para você quero que guarde bem minhas palavras. Eu te amo, posso tentar entender essa sua insegurança, mas quero que acredite em mim, nunca em hipótese alguma deste que estamos juntos eu pensei em traí-la isso nunca passou pela minha cabeça, como você mesma disse, Você pode ter me dado motivos para procurar outra mas eu nunca senti necessidades, pois tudo que eu preciso eu tenho com você. Passamos por um momento difícil sim, mas aprendemos com nossos erros, e eu aprendi a nunca mais guardar algo para mim mesmo, tudo que eu sinto tudo o que sentirei quero compartilhar com você, minhas inseguranças, meus medos, minhas alegrias, quero compartilhar tudo com você e com mais ninguém. – ele beijou-me levemente. – E me diga Bella, acha mesmo que eu a trairia acha que mesmo que eu a tivesse traído, eu não teria contado? Acha que eu a procuraria ate os confins do mundo e não lhe contaria a verdade, acha que eu guardaria isso se fosse verdade para sempre até um dia que você pudesse descobrir e tudo que construíssemos acabasse? – desviei de seu olhar eu me sentia um lixo por duvidar dele. – Não Bella, olhe para mim e diga o que você esta vendo! Acha que estou mentindo? — neguei. – Quero que diga.
– Não. – falei baixinho. Um sorriso se espalhou pelo seu rosto e logo seus lábios estavam colados aos meus. Sua boca era possessiva contra a minha, esse beijo não tinha malicia nada de urgência, era calmo cheio de amor e compreensão. Aos poucos fomos parando com ligeiros selinhos. – Me perdoe...
– Não a nada para perdoar meu amor. – ele me interrompeu e neguei.
– Não Edward eu fui uma estúpida agindo desse modo com você, por não confiar em você, deixei essa insegurança tomar conta de mim, realmente não sei o que aconteceu, foi como se eu pulasse de um precipício e caísse na água congelante, não estava racionando direito, por favor me perdoe, nunca mais agirei desse modo, pode me perdoar?
– Já disse que não a nada para perdoar. – antes que eu começasse a protestar ele continuou. – Mas se isso lhe fizer se sentir melhor eu a perdoou. –
– Obrigada. – sorri e dessa vez eu o beijei. – Eu te amo. – falei quando terminamos de nos beijar.
– Eu também te amo. – Edward se levantou me puxando junto. Saímos e fomos para o nosso quarto. Ele entrou na frente.
– Edward?
– Sim. — ele se virou.
– Eu gostaria de conhecer Gianna. – minhas palavras eram sinceras, Eu realmente a queria conhecer. Ele sorriu e veio em minha direção.
– Isso é bom, pois ela marcou de jantar aqui amanha. Ela esta louca para te conhecer. E se desculpar pelo o que...
– Não vamos mais falar disso. — pedi.
– Tudo bem.
Agora eu me sentia mais leve e feliz. Eu realmente não estava entendendo o que estava acontecendo comigo.
***
Olhei novamente para o espelho o vestido preto básico até que me caia bem com os saltos também pretos, a prima de Edward e seu marido irão vir para um jantar informal apenas eu Edward e eles, nada demais, mas eu me sentia nervosa, nunca me imaginei conhecer algum parente de Edward apesar de ser apenas prima era alguém que o conhecia anos, e pelo pouco que Edward me falara eles foram muito próximos um do outro por serem os únicos primos que nasceram.
Passei as mãos nervosamente em meus cabelos soltos, passei um brilho novamente. Sobressaltei-me ao senti braços me envolverem, mesmo estando em frente ao espelho não notei Edward atrás de mim.
– Por que tão tensa? – ele beijou meu pescoço.
– Não é nada. – falei e ele me virou para ele, beijando levemente meus lábios.
– Não tente mentir para mim. – falou entre meus lábios.
– Estou um pouco... Apreensiva. – ele se afastou e franziu o cenho.
– Por conhecer minha prima?
– Bem, eu nunca conheci alguém da sua família e...
– Nem eu da sua. – ele me interrompeu.
– E você nunca vai conhecer. – retruquei mal humorada e ele riu.
– Não vai ser nada demais Bella, apenas um jantar. – assenti. – Vamos daqui a pouco eles chegam.
Saímos do quarto, mal terminamos de colocar os pés no hall e a companhia tocou, Edward dispensou a empregada que vinha apressadamente atender e ele mesmo abriu a porta eu fiquei meio de lado atrás dele, mas especificamente escondida.
Uma mulher com um sorriso doce olhos verdes cabelos castanhos claros, então essa era Gianna?
– Edward! — escutei sua voz e ela abraçar Edward fortemente, me senti desconfortável.
– Edward. – uma voz máscula falou dessa vez dei um passo para o lado, então esse era Austin?– Cabelos e olhos claros, usava uma camisa polo e calça Jeans clara.
– Fico feliz que tenham vindo. – meu marido falou, sua mão prendeu em minha cintura me puxando para frente. – Deixe-me apresentar minha esposa Isabella.
– Prazer. – falei ainda meio tímida. – Podem me chamar de Bella.
– Finalmente Bella. – Gianna falou e logo me abraçou e me deu um beijo no rosto. – Estava muito ansiosa por conhecê-la, só pelo modo como meu primo falou de você na primeira vez já gostei de você, espero que nos tornemos amigas. – Toda ou qualquer tipo de tensão que estava sentido foi dissipada.
– Bem não sou que Gianna, mas prazer Bella. – ele apenas apertou minha mão. Eu sorri para ele.
– Bem vamos para sala. – falei como anfitriã, todos fomos para sala.
Ainda faltava mais de trinta minutos para a janta ficar pronta, ficamos na sala e engatamos numa conversa. Gianna era alegre tudo a seu redor expelia felicidade, e não demorou muito para minhas preocupações ficarem de lado e curti a noite.
***
Após o jantar voltamos para a sala e continuamos a conversar. Após de um tempo Edward e Austin pediram licença e foram para o escritório de Edward falar sobre negócios, eu e Gianna continuamos na sala conversando.
Ele me contava agora sobre as confusões que ela e Edward se metiam quando pequenos, Após mais uma crise de risos depois de mais um das encrencas deles ela tocou no assunto delicado.
– Bella, gostaria de lhe pedir desculpa. – a olhei confusa. – Quando você ligou para Edward naquele dia, eu não devia ter atendido...
–Oh isso, — joguei meus cabelos para trás. – A culpa não foi sua.
– Bem eu me sinto responsável se eu não tivesse atendido o celular dele muita coisa tinha sido evitada, você não teria ido embora, você e Edward não teriam ficado tanto tempo separados e...
– Não notaríamos o quanto nos amamos.
– Bem Edward saiu da minha casa decidido a se declarar para você...
– Eu só, que eu não estava num momento bom naquele dia, se Edward chegasse e dissesse que me amava, era bem capaz de eu achar que era mentira e de ter ido embora o mais rápido possível. — sorri tristonha. Ela assentiu.
– Mas espero que me perdoe mesmo assim.
– Se for para se sentir melhor eu já a perdoei.
– Ufa. Obrigada Bella, agora me sinto um pouco melhor. – ri da cara dela e ela me acompanhou. – Mas me diga. Como você e meu primo estão.
– Num mar de rosas. – falei meio abobalhada. – Nosso casamento não poderia estar melhor a não ser... Bem quem sabe eu não fique grávida novamente? – falei meio sem jeito.
– Oh... Bem eu fiquei sabendo... – abanei a mão a interrompendo.
– Bem já passou a única coisa que posso fazer e aprender a viver com isso. – ela concordou.
– Bem talvez não seja o momento, mas eu bem... – ela olhou em direção ao escritório. – Acho que estou grávida. – ela sussurrou as últimas palavras.
– Serio? – ela assentiu.
– Faz dois messes que não desce para mim e bem, eu a Austin somos muito ativos se e que você me entende. – ela corou e eu também. – sem contar os enjoos que veem me perseguindo a duas semanas, Austin só não percebeu porque sai antes de eu acordar. E sinto os meus seios mais sensíveis
– Bem já vez algum teste? – ela negou.
– Mas marquei um médico para o começo da semana que vem, Estou tanto ansiosa e espero que eu realmente esteja grávida apesar de já estar a 3 anos casada com Austin e amá-lo muito, concordamos em esperar, e não sei se é o melhor momento.
– Se vocês se amam pode ter certeza que ele ficara muito feliz.
– Obrigado Bella. Só te peço que não conte nada para ninguém principalmente a Edward, ele é amigo de Austin a anos e com certeza contaria e...
– Vamos querida. – tanto eu quanto Gianna nos sobressaltamos com a voz de Austin pela sala.
– Oh claro amor vamos. – ela se levantou e eu também.
– Não querem dormir aqui?
– Que isso Bella não queremos incomodar que amor. – ela se virou para Austin e o beijou.
– Com certeza que não.
Edward colocar o braço em volta da minha cintura. Despedimos-nos com a promessa que sairíamos outro dia todos juntos. Olhei para o relógio e já passava da meia noite.
– O que achou deles?
– Os adorei, Gianna é um amor de pessoa muito alegre.
– Sim, ela sempre foi desse jeito.
– Bem vou tomar um banho para relaxar. – falei enquanto subia. — Vem comigo – me virei sorrindo.
– Um convite tentador. Pode indo na frente não me demoro
– Tudo bem. – ele foi em direção a seu escritório e subi. Chegando no quarto retirei minhas roupas prendi o cabelo entrando no banheiro liguei a ducha forte e quente e me permiti relaxar.
***
Desliguei o chuveiro, terminando de me enxugar coloquei o roupão felpudo. Edward disse que não demoraria, mas passou mais de vinte minutos no chuveiro e ele nem apareceu, sai do banheiro e não o encontrei no quarto. Onde ele estaria? Resolvendo algum problema da empresa? Bem se for é melhor eu...
Fui interrompida pelo som do piano, Edward estaria tocando agora. Mesmo descalça sai do quarto a porta da sala de musica esta aberta, Edward tocava a melodia muito concentrado e a reconheci River Flows In You de Yiruma. Eu amava essa musica.
Fiquei parada no batente da porta olhando Edward tocar, como seus dedos tocavam as teclas suavemente, ele usava nada menos que calça, fechei os olhos e me deixei embalar pelo ritmos. A musica aumentava seu ritmo e aos poucos ia diminuindo como uma caixinha de musica, onde a gente roda sua chave o máximo e a musica começa rápido e aos pouco vão ficando lenta. E pó fim as ultima notas soaram.
– Desculpe. – escutei sua voz suave e abri os olhos Edward estava de pé agora. – Acho que me envolvi demais aqui.
– Tudo bem. Pensei que estava resolvendo algum problema da empresa.
– Não é que há muito tempo eu não tocava, e senti uma necessidade de tocar novamente, não queria deixá-la esperando.
–Já falei que tudo bem. Adoro ouvi-lo tocando. – aproximei-me dele. – Poderia tocar mais uma para mim? - pousei minha mãe em seu peito nu.
– Sim, qualquer uma que você quiser.
– Sei que saberá o que tocar. – ele beijou-me levemente e se virou sentando novamente e logo novas notas soaram e reconheci.
– Debussy? – perguntei mesmo já tendo certeza
– Sim.
Eu amava todas as musicas de Debussy, e não tinha como dizer qual era minha preferida, me envolvi novamente com a musica. Fiquei de pé atrás de Edward, passei minhas mãos pelos seus braços subindo até seu ombro fazendo uma massagem carinhosa ali. Abaixei-me um pouco beijando seu rosto descendo meus lábios para seu pescoço.
– Bella...
– Continue tocando. – sussurrei em seu ouvido.- Amo ouvi-lo tocar. – mordi seu lóbulo e tive o prazer de ver os pelos se seus braços se arrepiarem. Afastei-me e abri o roupão o deixando cair num baque surdo ficando completamente nua. Não me importava se alguém pudesse ver, apenas eu e Edward estávamos no terceiro andar. Vi Edward tentar se virar mais o impedi colando meu corpo ao seu.
– Não. – falei e me sentei ao seu lado ficando de costa para o piano. Seu olhar logo se encontrou com o meu seus olhos brilhavam de desejo. Pousei minha mão em sua coxa e o ouvir perder uma sequência de notas e ri. Ele continuou tocando por mais algum tempo, mas sempre perdendo uma ou outra nota.
– Para o inferno. – me sobressaltei com suas palavras.
Logo me vi sendo prensada contra o piano.
– Não devia me provocar desse jeito Bella. – meu corpo todo se arrepiou não sei pelo fato das mãos de Edward em meu corpo ou o piano gelado abaixo de mim. – Você me deixa louco. – seus lábios estavam a milímetros dos meus. Não resisti por muito tempo e puxei seus lábios contra os meus, eu sentia uma urgência em meu corpo, queria o toque de Edward, suas caricias seus beijos. Demonstrei tudo que queria no beijo, eu o puxava contra mim, Edward prontamente alcançou minha perspectiva, ele me segurou pelas coxas fazendo com que eu sentasse nas teclas fazendo com que um som delas soassem pela casa.
Estava tão envolvida com seus beijos que mal notei quanto ele retirou sua calça, agora ambos nus. Suas mão passeavam por todo meu corpo me excitando mais, Me provocando, por fim senti sua mão chegando lá, impulsionei meu corpo contra sua mão.
Soltei um gemido longo ao senti um dedo seu me penetrar.
– Oh Edward...
– Tão quente meu amor. – sua respiração quente contra meu pescoço. Ele me deixou sentado e aos pouco foi descendo beijos pelo meu pescoço colo barriga até chegar em minha feminilidade, sua língua brincou com meu clitóris o sugando levemente, Edward sabia como me deixar louca de tesão. Sua língua percorreu toda minha extensão. Eu mordia o meu lábio com força reprimindo os gemidos que temiam por escapar entre meus lábios. E senti sua língua me penetrar e foi como chegar mais perto do paraíso. Sem mais e nem menos Edward me pegou no colo nos levando em direção ao quarto.
Logo senti o colchão abaixo de mim com Edward por cima, sua caricias se tonaram mais ousadas me levando quase a uma combustão instantânea.
– Eu preciso Edward... – mal as palavras saíram e Edward me penetrou ambos gememos com o contato.
– A farei chegar ao céu Bella.
E eu não duvidava disso.
***
Algumas semanas depois.
Podia dizer que era a pessoa mais feliz do mundo, uma vida confortável, um marido lindo e amoroso e amigos, sim um pouco mais de três semanas haviam se passado deste o jantar em que conheci Gianna e posso dizer que nos tornamos grandes amigas, na primeira semana acompanhei no médico onde ela descobriu que estava grávida de três meses não de dois como imaginava, fiquei super feliz por ela, Austin só faltava correr pela cidade gritando que ela estava grávida, sua felicidade era contagiante e já chamou eu e Edward para sermos padrinhos que obvio que aceitamos.
No mesmo dia me senti um tanto deprimida, pois se não tivesse perdido meu bebe ela já teria nascido e estaria com sete meses e pouco, Nesse dia Edward me fez esquecer, me levando para jantar e depois assistirmos algum filme que até hoje não me lembrava o nome. Mas programas ocorreram depois desse, eu e Gianna sempre marcávamos de sair nos finais de semana com nossos maridos, uma boate ou algum outro lugar.
Eu ainda estava deitada, fazia pouco tempo que Edward havia ido trabalhar, essas semanas ele tem ficado ate mais tarde pra organizar os trabalhos acumulados, aos poucos eu o ajudava, mas ele fez questão de fingir que não estava acontecendo nada demais. Ele pensava que me enganava, mas não.
Edward teve uma ideia de eu montar um estúdio de pintura em um dos quartos e com isso fez com que eu ocupasse todo meu tempo esquecendo que ele estava atribulado. Hoje eu iria comprar as tintas Gianna logo se prontificou em me acompanhar.
Era melhor eu me levanta antes que desistisse, um sono pesado vinha me perseguindo esses tempos. Levantei-me e logo voltei a me sentar, um vertigem tomou conta de mim fazendo minha vista escurecer, essa era a segunda vez que acontecia. Deve ter sido por ontem que não comi nada a noite.
Rapidamente fiz minha higiene e me arrumei para mais um dia. Desci e quanto fui me aproximando da cozinha senti o cheiro de café forte e no mesmo tempo meu estomago protestou se revirando corri ao banheiro mais próximo e vomitei o que tinha em meu estomago. O gosto amargo em minha boca vez meu estomago se revirar mais uma vez. Voltei para o meu quarto escovei meus dentes e senti-me melhor como se nem tivesse quase colocado as tripas para fora.
Desci e fui para a cozinha, encontrando Kate terminando de colocar a mesa.
– Bom dia.
– Bom dia Kate. – me sentei na pequena mesa. – Estou com uma fome.
– Isso que da por não comer nada de noite. – ri e comecei a comer. Antes de Kate servir meu café aparei. – Hoje não Kate. – ela estranhou mais não me disse nada.
Comi normalmente
***
Estava quase pronta, eu e Gianna nos encontraríamos daqui a pouco no shopping, terminei de arrumar e abri minha gaveta em busca de meu cartão do banco.
– Onde ele esta... – falei comigo mesmo e joguei a caixinha de absorventes para o lado e no mesmo momento estaquei. Peguei a caixinha e a fitei. – Oh meu Deus! – exclamei. Seria possível? Mas se não... Bem eu nunca fui regular, fiz minhas contas mentalmente e sim eu estava atrasada a mais de uma semana. Pousei minhas mãos em minha barriga plana. Meus olhos marejaram, mas segurei as lagrimas não podia chorar agora.
Respira Bella, umas duas vezes... Calma.
Peguei meu celular e disquei o numero da Gianna. Respirou fundo controlando minha garganta seca.
– Bella!
– Oi Gi, tudo bem?
– Estou ótima e você?
– Bem estou com dor de cabeça, E foi por isso que te liguei é melhor não irmos hoje...
– Tudo bem mesmo Bella? – me senti mal por mentir, mas me segurei.
– Sim, sim, já tomei um remédio para passar agora vou me deitar um pouco.
– Oh... Tudo bem espero que melhore.
– Obrigada Gi. Tchau.
– Tchau. – desliguei e peguei minha bolsa e desci correndo.
O motorista já me esperava. Sim eu não dirigia mais, em grande parte por contra do meu trauma, um dia quem sabe eu não volte a dirigir.
– Por favor Marcus me leve a farmácia mais próxima. – ele me olhou confuso, mas nada disse e me levou. Em menos de 5 minutos encontramos uma desci do carro e pedi para esperar. Entrei na farmácia e logo uma das atendentes veio.
– Posso ajudá-la senhora?
– Bem eu gostaria de cinco testes de gravidez. – senti meu rosto e esquentar ela me olhou confusa, mas assentiu. Pouco tempo depois ela voltou.
– Bem esses são os melhores que há no mercado, 99,9% de certeza. – assenti paguei e voltei para o carro.
– Podemos voltar para casa Marcus.
– Sim senhora. – logo cheguei em casa e fui direto para o meu quarto guardei os teste de gravidez e fui para cozinha pegando três garrafas de água tomando de uma só vez.
***
Coloquei os cinco testes alinhados e marquei no relógio, cinco minutos bem seis para todos mostrarem o resultado. Tive esperar a água fazer efeito para conseguir fazer todos os teste de um só fez, foi complicado mais consegui, o bom é que todos pediam para fazer a mesma coisa. Apenas o modo como agirem era diferente. Um tinha uma carinha feliz e uma triste, ou outro pontinhos vermelhos e azuis, e outro com listras.
Fechei os olhos e esperei, minhas mãos suavam frio eu já sentia um leve frio na barriga em expectativa! Um sorriso bobo se formou em meus lábios enquanto eu imaginava um menino de olhos incrivelmente verdes e cabelos acobreados correndo pela casa. Lindo como o pai.
Finalmente passaram os cinco minutos, olhei para todos os testes um a um, e onde antes tinha um sorriso deixei escapar um soluço.
Por Edward
Nervoso era o que eu sentia, um pressentimento se apossou de mim, só não podia dizer se era bom ou ruim, e foi isso e mais a ligação de Gianna falando que Bella não estava bem que me fez vir mais cedo para casa. Ela falou que era uma dor de cabeça que ela estava sentindo e como ela não acreditei, antes de ir liguei para Kate que me avisou que Bella havia saído com o motorista, eu sabia que ela ainda tinha certo trauma por conta do acidente, não podia mentir que me sentia mais aliviado por ela não dirigir... Enfim. Entrei em casa encontrando Kate no caminho.
– Chegou mais cedo menino?
– Sim Kate, onde Bella esta?
– Se não me engano no quarto. – assenti e passei direto indo para o quarto, a porta estava encosta a abri devagar Bella não estava no quarto, olhei para porta do banheiro aberta entrei e senti o desespero me dominar, Bella esta sentada chorando seus olhos e a ponta do nariz vermelho.
– Bella amor o que foi? – ela não disse nada apenas apontou para em cima da pia, desviei meu olhos e me deparei com cinco testes de gravidez, prendi o ar e olhei um por um, voltei meu olhar para Bella que ainda chorava. Mas agora eu sabia o motivo.
***Continua***
Notas finais
Bem Vamos começar...
Como vai queridas?
Eu vou muito mais ou menos esses dias enfim.
Então sei que algumas de vcs querem me matar me atirar pedra mais fiquei todo esses tempo por conta de uma coisa : ESCOLA e TRABALHO!
Sim esatou no ultimo ano e prof amores da minha vida resolveram dar trabalhos seminários provas tudo nesse último mês, poara terem uma noção eu estou escrevendo esse capitulo deste que terminei o outro e estava complicado de escrever pois minha inspiração sumiu e demorou a voltar....
E nesses últimos tempo aconteceram tantas coisas neh? O MMA Eu tenho que comentar, que trailer era aquela OMG! O Edward quebrando a cam *morri* AHHHHH EU PARTICULARMENTE MAL POSSSO ESPERAR PELA ESTREIA E SÓ PARA VCS SABERAM QUE VAI SER NO DIA DO MEU NIVER NAUM PODIA ME SENTIR MAIS DELIZ *-* ........... E ROBSTEN JUNTINHOS NA PPLATEIA AS PEROLAS DO ROB AHHHHHHHH EU AMO ELES COMO NÃO AMAR??
Eu tbm fui num show de rock *Motley Crue alguém conhece?* e só ele me atrasou uma semana na escrita :X ..... Bem as gravações de Cosmópolis , é o que o ROBERT DE TERNO GRAVATA E OCULOS ESCURO, aii mamãe morri.,....
Mas chega de bla blá blá.... O que acharam do capitulo ?
NÃO ME MATEM por conta do final menina por favor, eu amo suspense que resultado vcs acham de deu? Bem e minha cabecinha somos meio que bibolar iasahsuh *parei* Infelizmentesó nos próximo e vi que o numero de comentários caiu mais enfim, esdpero que meus leitores queridos voltem e naum fique no escuro, bem esse foi o penúltimo capitulo,o próximo será o ultimo *chora* algumas suspresinhas estão pór vim espero que vcs esperem, pois realemnte naum sei quando sai espero que o mais rápido possível, agora que essa é minha ultima semana de aula vou virar uma maquina e escrever bastante para vcs, espero postar o ultimo quem sabe semana que vem e o epilogo na próxima semana....
Bem acho que é Esso meninas conto com vcs com comentários e recomendações =D
Kissees Marluce Cullen
Antes de ir comecei a postar minha nova fic
http://www.fanfiction.com.br/historia/141372/Sorry_Please_Come_Back_To_Me
Bem como La já tem o prólogo e o primeiro Capítulo, mas andei pensando esses dia e irei mudar o titulo a capa e a sinopse, mas ela terá ainda o mesmo caminho... Espero vcs pó lá em todo casa estou terminando de escrever o segundo capitulo =D Fuiii
N/B: Ola meninas, sei que muitas talvez nem vejam mais a minha nota já que a nossa autora é apressadinha, mas mesmo assim aqui estou eu pra falar um pouco.
Eu sei o quanto a Mah se matou pra fazer esse capitulo e particularmente *como sempre* Eu amei XD! Nossa eles parecem estar mais maduros entre si e em conjunto o amor realmente faz maravilhas na vida das pessoas não?! ;D
E nossa eles estavam mais dispostos tchruru adorei esse novo gênio da Bella mulher fatal é assim msm amiga. Ainda teve claro os momentos depre e medo de sofrer de novo mas logo foram superados..
E esse final e agora quem poderá nos salvar?! Será que foi uma noticia boa ou ruim?! Eu poderia dizer foi boa, mas como o nome da Mah, já começa com Má eu não duvido que ela nos faça sofrer ainda Rum ¬¬!
Continuem comentando assim como eu já vi que muitas fizeram ate o próximo e não ameacem a autora caso ela demore deixa que eu mesma faço isso kkkkkkkkkkkkkk
Beijos até o próximo Kah Nanda ;D
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