Inesperado;;

11 10º Capítulo


Notas iniciais
Olá garotas, aqui quem fala hoje é a Kah, beta da história, a nossa autora linda está viajando mas deixou o capitulo prontinho pra eu postar pra vocês e aqui está ele. Não será o ultimo ele foi dividido em duas partes para que vocês não passem mais tempo sem post ok.REPOSTANDO O CAPITULO, LEEM AS NOTAS FINAIS MARLUCE AQUI ^^Postada: 30/12/11 E 31/12/11UM ANO DE FIC *-*

Por Bella

– O que o senhor esta fazendo aqui? – Edward perguntou de um modo controlado, não fora isso que eu tinha imaginado, pensei que veria alegria em seu olhar, mas a única coisa que realmente vi foi frieza e... Vazio.

– Edward... – o homem a minha frente se levantou aproximando-se de meu marido.

– Vejo que pelo menos não esqueceu meu nome. – ele o interrompeu, eu estava espantada com a atitude de Edward, que era sempre calma e educada.

– Filho...

– Lembra que tem um filho agora. – seu tom chegava a ser irônico.

– Edward. – o repreendi.

– Não se intrometa Bella. – Edward falou rispidamente para mim, me deixando totalmente sem ação.

– Por favor, podemos conversar em particular Edward.

– Sim, acredito que ainda saiba ainda onde fica o escritório.

– Ate mais menina. – ele se despediu de mim e passou por Edward que o ia seguindo, mas antes o chamei.

– Edward...

– Depois. – ele não disse mais nada e sumiu do meu campo de visão.

Olhei para Kate que tinha os olhos marejados, e um sorriso triste no rosto.

– O que... o que aconteceu?

– Magoa minha filha, magoa.



Por Edward

Entrei no escritório fechando a porta atrás de mim, eu mesmo não entendia minha própria atitude, algo tomava conta de mim, me deixando nervoso. Sentei-me de frente para ele, o analisando, cinco anos ou mais haviam se passado desde que o tinha visto pela ultima vez, ainda tinha o mesmo ar, olhar determinado que eu me lembrava, apesar de que algo a mais refletia ali. Eu ainda não entendia o que ele estava fazendo aqui, depois de tantos anos, ele fazia uma velha ferida ser aberta. Esfreguei meus olhos respirando fundo tentando me acalmar.

– O que o senhor gostaria de falar papai? – perguntei meio irônico... ou talvez completamente.

– Não o reconheço mais Edward. — Sua voz também era a mesma.

– Não me surpreende, afinal foram anos sem nos falar .

– Podemos conversar como pessoas adultas que somos. – Seu tom de represaria me fez lembrar quando eu era uma criança ainda. E realmente minha atitude estava bastante infantil.

– Podemos. – ele assentiu. – O que o senhor esta fazendo aqui depois de tantos anos? – perguntei direto. Ele se moveu meio que incomodado, o que me surpreendeu pois senhor Anthony, sempre tinha uma resposta na ponta da língua.

– Bem, eu gostaria de pedir desculpas pele minha negligencia.... ou melhor perdão, por te-lo praticamente abandoná-lo. – o olhei meio pasmo afinal não esperava por essa...

– Porque demorou tanto tempo para notar...Afinal cinco anos para fazer contato.

– Meu assistente...

– Muito bem colocado, seu assistente entrava em contado comigo pelo senhor, mas você nunca falou comigo diretamente. Até com Austin entrou em contado e com o próprio filho não. – falei um pouco exaltado.

– Edward tente entender que eu não passava por um momento bom, sua irmã, e depois sua mãe...

E você acha que foi o único a sofrer? Eu tinha dez anos na época quando mamãe morreu, o senhor já me ignorava desde que Melody tinha falecido, se preocupando apenas com minha mãe e me deixando de lado, eu sofri com a morte da minha irmã, sofri com a morte da minha mãe, e mais pelo menos elas morreram sabendo que eu as amava e eu sabia que ambas me amavam, o senhor foi pior me abandonou completamente, queria me mandar para um colégio interno só para na ter que me aturar não? Agradeço muito a Kate por ter lhe impedido, ela foi minha segunda mãe minha amiga, a única pessoa com quem eu podia contar, pois meu próprio pai esqueceu que tinha um filho ainda, e eu ainda fiz de tudo para mostrar para o senhor que podia ser um filho perfeito, fui o melhor aluno na faculdade queria que o senhor se orgulhasse de mim, mas foi tudo perda de tempo, mal sai da faculdade e largou tudo a empresa, a casa, seus negócios, seu filho, e sumiu sem nem ao menos um adeus! – antes que eu notasse já tinha despejado tudo que estava entalado à anos em mim.

Longos minutos se passaram depois disso nem ele e muito menos eu pronunciamos algo. Ele se levantou lentamente abotoando seu paletó.

– Eu... – ele começou e parou parecia que tinha envelhecido cem anos em menos de quinze minutos. – Tenho que ir agora, depois...entrarei em contado com você.

– O senhor mesmo ou um de seus assistentes, pois os prefiro, são mais sociáveis.

– Até Edward.

– Até papai. – não o olhei só escutei a porta se abrindo e se fechando em seguida, esperei um instante para deixar a angustia tomar conta de mim, hoje eu permitiria que ela tomasse.



***

Quanto tempo havia se passado? Minutos? Horas, eu não fazia a mínima ideia, eu olhava fixamente para o copo de uísque novamente cheio. Eu não estava bêbado, estava longe de estar para falar a verdade, esse era apenas o segundo copo e eu não o tocava, bebi um pouco mais e fechei os olhos, eu não tinha animo para mais nada, por mim eu ficaria sentado nesta maldita cadeira ate o dia seguinte.

Uma batida leve na porta me fez abri os olhos, antes que dissesse alguma coisa Bella entrou, usava um robe que deixava sua barriga em destaque, sorri de leve, meus três bebes eu daria amor carinho para todos, me dobraria em três mas estaria presente em cada momento da vida deles.

– Oi... — ela disse baixinho

– Oie. – minha voz saiu rouca.

– Vai continuar aqui? Passou a tarde inteira trancado, e não comeu nada.

– Estou bem...

– Tem certeza? – assenti. – O que aconteceu entre você e seu pai. – no mesmo instante me lembrei do meu desabafo

– Não quero falar sobre isso.

– Mas não é...

– Mas que droga Bella, será que não consegue entender que não quero falar sobre esse assunto. – mal as palavras saíram e me xinguei mentalmente. Eu nunca falava assim com ela, merda. Olhei para Bella e notei que minhas palavras a machucaram. – Bella.

– Eu estou cansada, vou ler um pouco e me deitar. – ela me interrompeu falando e abrindo a porta. – Só me faça um favor, tome um banho antes de se deitar, não suporto cheiro de bebida. – dizendo isso ela saindo fechando a porta devagar.

Olhei para o copo e por pouco não o joguei contra a parede, mas o larguei contra a mesa e me recostei na cadeira e fechei os olhos, tinha muito no que pensar.

Por Bella

Eu olhava para o livro sem realmente o ler na verdade, as palavras de Edward rondavam na minha casa, suas palavras não foram algo tão ruim, mas me machucaram de certa forma, por conta da gravidez andava muito sensível, tive muita vontade de chorar, mas segurei as lagrimas.

Depois de Edward ter ido conversar com seu pai fiquei esperando na sala sentada, menos de meia hora depois seu pai saiu, se despediu de mim brevemente e se foi, esperei por Edward, mas ele não saiu, pensei em ir falar com ele mas resolvi esperar um pouco, as horas se passaram ele não saiu, estava receosa em ir falar com ele, por fim decidi e entrei, queria que ele desabafasse comigo, me contasse o que se passava em sua cabeça, afinal éramos casados, e enfrentaríamos tudo juntos, foi isso que me fez ir ate ele, quando ele deixou bem claro que não queria falar sobre achei melhor sair, se não acabaríamos por discutir.

Depois de ter tomado um banho tentei ler, mas não consegui, já passava das dez da noite e Edward ainda não tinha saído daquele maldito escritório estava trancado lá à mais de oito horas. Ajeitei-me na cama de modo que ficasse confortável, minha barriga já estava bem visível afinal eram três bebês, acariciei minha barriga e comecei a cantarolar uma melodiosa canção de ninar, meu estomago começou a roncar e ri.

– Vocês vão tornar sua mãe numa obesa daqui a pouco — falei levantando e colocando o robe.

Fui direto para a cozinha assaltar a geladeira, não me preocupei em acender as luzes, a pouca luz que entrava entre as janelas me dava uma boa visão, fui direto para a geladeira procurando algo para comer vi o potinho e doce de leite e senti minha boca salivar o peguei levando ate a bancada pegando uma colher, comecei a procurar as torradas e não as achava em lugar nenhum. Já ia abrir o outro armário quando as luzes se acenderam me fazendo tomar um susto e quase escorregar, mas antes sentir um par de braços me segurar.

– Cuidado. – Edward me firmou no chão.

– Obrigada. – agradeci.

– Desculpe por te assustar.- sua voz estava cansada.- Esta bem?

– Sim, só com fome. – dei um sorriso fraco para ele que me retribui.

– Eu também. O que esta preparando?

– Torradas com doce de leite. – Edward fez uma careta e ri. – é muito bom.

– Vou lhe acompanhar, deixa que eu pegue as torradas.

– Ok. – sentei na bancada e esperei ele pegar um prato e despejar as torradas, não demorei muito e logo passei o doce de leite numa delas e mordi um pedaço, senti um prazer imenso que me fez fechar os olhos e me deliciar com o sabor. – Hum – soltei um gemido de puro deleite.

– Isso é bom mesmo. – estava na minha bolha particular que mal notei Edward comendo também. – Muito bom mesmo. – assenti e preparei mais uma. Comemos em silêncio, quando me dei por satisfeita parei e olhei para Edward que também me olhava. – Me perdoe por ter falado com você daquele jeito.

– Tudo bem...

– Não esta nada bem Bella, você queria apenas me ajudar,eu poderia muito bem desabafar tudo que eu estava sentindo, mas preferi te mandar “embora” e sem a menor delicadeza. Você é minha esposa, companheira, amiga, confidente, amante... Era para você que eu devia ter ido, mas preferi me trancar e ignorar o mundo. Perdoe-me. – ele falava tão baixo que mal o ouvia.

– Vem. – me levantei o puxando. – Vamos subir. – Edward me acompanhou não dizendo nada. Quando chegamos no quarto me sentia um pouco cansada fui direto para cama, Edward parou.

– Vou tomar um banho antes... – assenti e ele entrou no banheiro, nem fechou a porta. Balancei a cabeça e fui me deitar, soltei um suspiro longo quando me recostei na cama, fazendo todo meu corpo relaxado escutei o barulho do chuveiro sendo ligado,um som relaxante ouvir a água cair, aos poucos fui fechando os olhos apreciando o som, mal notei quando dormi, só sei que estava bem aconchegada ali nos braços de Edward.

***

Sabia que estava despertando, mas queria continuar ali, na cama aconchegante, normalmente eu acordava uns dez minutos depois que Edward saia era automático, mas hoje estava meio diferente eu ainda sentia sua presença ali ao meu lado, me virei para o outro lado e senti algo duro abri os olhos desorientada me deparei com o tórax do meu marido, eu estava sonhando?

– Bom dia. – sua voz saiu baixa. Levantei meus olhos para seu rosto encontrando-o com a fisionomia meio cansada e os cabelos revoltos.

– que horas são?

– Vai dar umas dez. – pisquei.

– Você não deveria já estar na empresa? – perguntei, afinal hoje era segunda feira e Edward costumava a chegar mais cedo. Ele passou a mão levemente em meus rosto afastando uns fios que teimavam ficar sobre ele.

– Não estou com cabeça para trabalhar hoje.- nem perguntei o porque, afinal já sabia qual seria a resposta. – posso ficar na companhia de minha esposa hoje?

– Sempre que quiser. – falei sorrindo e me aconchegando mais em seu corpo.

Ficamos completamente em silêncio Edward ficava brincando com as pontas dos meus cabelos enrolando-os em seus dedos, e eu fazia círculos imaginários em seu peito.

– Eu acho que devia escutá-lo... – ele falou tão baixo que parecia que estava falando consigo mesmo.

– O que foi?

– Acho que irei conversar com meu... Pai.

– Fico feliz em escutá-lo dizendo isso.

–É difícil depois de tantos anos, sabe... Nunca nos falamos realmente,não sei o que esperar.

– Tudo Dara certo... E Edward, eu nunca tive pai ou mãe como você bem sabe, e eu daria dado tudo para ter tido pelo menos um dos dois, não sei completamente pelo o que vocês passaram, isso só você mesmo pode saber, mas se seu pai esta disposto a recomeçar você deve dar uma chance para ele, nunca se sabe o que pode acontecer no amanha certo? – pousei minha mão em seu coração. – Aqui tem ainda um garotinho que tem medo de ser “rejeitado” pelo pai mais uma vez, mas saiba que estarei aqui como para acolher esse menino, e sempre estarei, não importa o que aconteça estarei aqui. – beijei levemente seu rosto. – E seria muito mais fácil se vocês fizerem as pazes, três gerações Masen não? – ele assentiu e me abraço, ambas nossas mãos pousaram em minha barriga, nosso futuro.

Por Edward

Levantei pela enésima vez e voltei a andar de um lado para o outro, eu estava nervoso, mas por quê? Seria apenas uma conversa esclarecedora, ou esperava que fosse, ele ficou surpreso quando perguntei se teria como vir a empresa hoje, passei o dia anterior pensando longas horas sobre isso, Bella estava certa, eu me sentia como um garotinho novamente esperando ser rejeitado pelo pai.

Fechei os olhos e lembrei das palavras de Bella “ Se ele o rejeitar novamente saiba que terá nós quatro aqui com você, não estará sozinho Edward”. Eu sabia, ela estaria sempre comigo. Uma leve batida na porta me fez a olhá-la, e por ela meu pai entrou.

– Edward.

– Pai. – falei quase sussurrando, mas ele ouviu pois vi sua fisionomia ficar surpreso. O que ele esperava? Que eu o chamasse pelo nome? É acho que sim.

– Fiquei muito surpreso com sua ligação. Pensei que demoraria certo tempo para conversarmos.

– Uma pessoa me fez ver que não é bom ficar protelando assuntos importantes. – ele assentiu.

– Imagino que essa pessoa tenha sido Isabella se não me engano.

– Ela mesma. – indiquei a poltrona para ele se sentar.

– Uma boa menina. – seu tom era reverente. – Ouvi boatos sobre seu casamento...

– Acho melhor não falarmos isso. – o cortei, não queria ouvir nenhum tipo de critica sobre como tinha sido meu casamento com Bella.

– Só quero dizer que sua mãe com certeza a teria aprovado. – o encarei sem acreditar. – E eu a também aprovo, apesar do porque de vocês terem se casado não tenha sido o melhor motivo, não teria aprovado outra. Meus parabéns meu filho tens uma joia rara. – Eu realmente estava sem palavras.

– Obrigado. – agradeci sinceramente.

Um silêncio tomou conta do lugar eu realmente não sabia ao certo o que dizer, por fim soltei um suspiro.

– Eu fui feliz até os meus nove anos, não tenho o que reclamar da família que nasci, mas eu me senti muito sozinho depois do que houve, depois da morte de Melody eu vi o “meu mundo feliz” virar de cabeça para baixo, não era nada mais do apenas uma criança quando finamente compreendi o que estava acontecendo eu chorei, fui no quartinho dela e olhei para o berço, pensando que eu nunca a veria, e sabia que mamãe estava pior, e que o senhor também. Eu sofri com isso, e acho que sofri mais que os dois, quando Melody faleceu, eu não perdi apenas uma irmã, eu perdi meus pais também. Mamãe passou a ficar depressiva e chorava sempre, eu lembro disso às vezes ela me abraçava e chorava falava que me amava, mas que a filha dela fazia muita falta, foram poucas vezes que vi mamãe sorrir, mas nunca um sorriso sincero. E o senhor fazia de tudo para alegrá-la, e ficava frustrado quando não conseguia, mas esquecia que tinha um filho, o senhor chegava em casa e ia direto para mamãe sem querer saber se eu estava bem pelo menos, eu passei a ser uma sombra em casa. – notei que ele iria me interromper mas continuei. — Não tente justificar, eu sei o que é isso, sei também por experiência própria o que é perder um filho, o senhor deve saber. – ele assentiu. – Eu e Bella ficamos muitos abalados com o falecimento da nossa menina, tanto que isso quase custou literalmente nosso casamento, mas dou graças a Deus por termos superado isso, que não tenha acontecido o mesmo com Bella o que aconteceu com mamãe, se ela não conseguisse superar isso, e tivesse...acontecido algo com ela, eu não saberia o que fazer, ainda mais que ela sofreu um acidente de carro, que a quase matou e que tirou a vida da nossa filha.

“Infelizmente mamãe nunca voltou a ser a mesma não é? O senhor se sentiu impotente vendo sua esposa ali sofrendo e você não poder fazer nada. Sei bem como é isso agora. Quando mamãe morreu, eu perdi muito mais, já tinha perdido o senhor, mas eu era uma criança e ainda tinha esperança que o senhor, de alguma maneira se apoiasse em mim, pois havia sobrado apenas nós dois da família, mas não se fechou em seus negócios e passou a ignorar seu única filho e quando o senhor veio com... a ideia de me mandar para um orfanato eu me perdi completamente, se não fosse por Kate... Ela foi minha segunda mãe de alguma forma minha única família por um longo tempo.”

“ E eu meti na cabeça que ia mostrar para o senhor que podia ser alguém ser sua ajuda, estudei muito me virei sozinho, e quando finalmente estava pronto para lhe mostrar o que me tornei, o senhor sumiu e deixando a empresa em minha mãos inexperientes, eu nunca tinha ido para empresa antes, não fazia a mínima ideia do que fazer ali, mas o senhor pensou em tudo não, pediu para todos seus assessores me ajudarem ate eu pegar o ritmo da coisa, bem fique feliz com eles pois aprendi, e estou aqui agora muito feliz por sinal, casado com uma mulher que amo incondicionalmente e que me dará três belos filhos, e que os amarei muito pode ter certeza”

Quando terminei senti minha boca seca, minha garganta doía, eu queria chorar feito um bebê, lembrar de minha mãe sempre foi doloroso para mim, era algo que doía e que sempre doeria. Passei a mão pelo rosto e suspirei de certo modo me sentia mais leve. Olhei para meu pai e seu rosto estava uma mascara de sofrimento, eu sabia que falar de minha mãe era doloroso.

– Eu não tenho o que retrucar Edward, não tem como me defender de tudo o que você disse, pois é a mais pura verdade. Eu amava muito sua mãe, e a ainda amo de certa uma forma, quando ela morreu levou uma parte de mim, se não a maior parte, apesar das discussões constantes nos amávamos, e quando ela se foi, eu quase enlouqueci fui completamente negligente com você, e admito que a ultima coisa que passou pela minha cabeça na época era meu filho. E a decisão de mandá-lo para um orfanato nem me lembro o porquê disso. Mas eu não quero falar mais do passado, eu só quero lhe pedir perdão filho, sei que talvez nem mereça ele.

– Talvez eu nem lhe perdoasse antes, mas uma pessoa me disse algumas coisas que me fizeram pensar, e que por ela e por mim também eu lhe perdoe... pai.

– Ah Edward, meu coração respira melhor. – ele se levantou e eu também e me abraçou e retribui, a quantos anos eu não abraçava meu pai. – Perdão filho mais uma vez, não tem como recuperar o tempo perdido, mas ainda podemos aproveitar todos os anos que me restam.

– Pode ter certeza pai.

Por Bella.

Eu andava de um lado para o outro nada me fazia parar.

– Minha filha para de andar de um lado para o outro os bebes daqui a pouco irão protestar por a mãe dele não os deixarem descansando. – Kate falou risonha e me sentei de uma vez.

– Eu estou nervosa, Edward disse que ligava quando terminasse de falar com o pai e veja que horas que são, quase sete horas e cadê que ele me liga, tentei ligar para o celular dele e nada.

– Ligou para empresa.

– Não, mas ligarei agora... nem sei porque isso não me ocorreu antes. – liguei e nada. – Estranho falei ao desligar o telefone. – Ninguém atende, será que Edward dispensou a secretária? – perguntei para Kate que deu de ombros. – Vou tentar ligar para... – parei de falar quando ouvi um barulho. – Ele chegou. – falei andando ate a garagem, não demorou muito para ver Edward saindo da sua Ferrari, ele devia estar com a cabeça em outro lugar, pois nem me notou. – Edward. – por fim ele me olhou . – Esta tudo bem? – ele sorriu fraco.

– Foi melhor do que esperei. – então seu sorriso aumentou.

– Oh, resolveu tudo entre você e seu pai? – ele assentiu vindo em minha direção beijando meu rosto.

– Tudo, passamos a tarde inteira colocando os assuntos em dias, — ele franziu o cenho. – nossa isso saiu muito coisa de senhoras. – ele riu e o acompanhei.

– Como foi? — perguntei curiosa enquanto entravamos em casa.

– Falei tudo que queria falar a anos, ele não... tentou se defender como imaginei, na verdade aceitou que era culpado, me pediu perdão. Bem prometeu que agora eu o teria que aguentar ate que chegasse a hora dele. — Edward falou com um tom de felicidade em sua voz, mas notei mudar quando as ultimas palavras saíram de sua boca.

– Não vamos pensar nisso agora. – falei o abraçando de lado.

– Eu te amo. – falou beijando minha testa.

– Eu também te amo. –puxei seu rosto e beijei levemente seus lábios.

Entramos pela cozinha abraçados ainda, e Kate logo apareceu em nosso campo de visão torcendo as mãos nervosamente, eu sabia que ela estava curiosa, mas que não ousaria a perguntar.

– Acho que ela quer saber como foi. – falei baixinho para Edward. Ele riu e foi para o lado de Kate beijando-a no rosto.

– É bom ter feito comida para mais do que duas pessoas Kate. — eu e Kate o olhamos confuso.

– Bem meu pai vira aqui jantar conosco e você Dona Kate se sentara na mesa conosco. – quando Kate retrucar Edward a interrompeu. – E nem tente arranjar uma desculpa como sempre, são ordens dos dois Senhores Masen. – ele piscou. – Pode ate enrolar o mais novo, mas o mais velho nunca. – Edward beijou novamente as bochechas de Kate e saiu rindo.

– Oh meu deus esses dois me deixarão louca hoje. – Kate saiu da cozinha falando, e eu ri.

Finalmente as coisas estavam se ajeitando.

***

Eu mordia o lábio inferior tentando a todo custo não rir, mas era quase impossível, após o jantar estávamos agora na sala conversando e tomando café, até o tema “infância de Edward” surgiu, Kate e seu Anthony, como ele pediu para chamá-lo para diferenciar um Edward do outro. Eles contavam fatos como quando Edward tinha cinco anos estava brincando de avião quando ficou correndo com os braços abertos e não viu que tinha uma loja fechada e bateu com tudo no vidro. Entre outros Edward não falava nada apenas ouvia, e de um modo muito constrangido.

– E quando ele veio correndo para mim quando tinha quase sete anos ele chorava gritando “Doeu, Doeu”, quando perguntei o que tinha acontecido ele apontou para o ‘pequeno’ e então entendi. – Seu Anthony disse e voltou a rir, não consegui segurar mais e ri também, olhei para Edward que estava sentado ao meu lado tinha as bochechas levemente coradas, beijei seu rosto e ele olhou para mim de cara fechada.

– Até você. – falou baixinho e ri mais.

– Ainda bem que não aconteceu nada com o pequeno. – pisquei e ri.

– Agora sabe muito bem que não é tão pequeno assim não. – desta vez ele que riu notando meu constrangimento. – Adoro essa cor em sua pele. – falou baixinho beijando abaixo da minha orelha fazendo-me arrepiar inteira.

– Acho que estamos sobrando aqui Kate. – ouvi Seu Anthony e lembrei que não estávamos sozinhos.

– Desculpe.

– Não se preocupe querida e já esta tarde é melhor eu ir.

– Tem certeza que não gostaria de dormir aqui? – perguntei mais um vez.

– Não, obrigado Bella, mas é melhor voltar para o hotel.- ele levantou e Edward me ajudou a levantar, os acompanhamos até a porta. Nos despedimos, mas antes de ir ele parou e se virou. – Bella.

– Sim.

– Não poderia ter melhor nora do que você, faz Edward muito feliz e serei eternamente agradecido a você. – dito isso ele foi embora.

– Acho que seu pai gosta de mim. – comentei com Edward quando entramos em nosso quarto,

– Eu tenho certeza. – ele me abraçou por trás fazendo carinho em minha barriga beijando meu pescoço fazendo minha pele se arrepiar totalmente. – Como não gostar de você , se apaixonar por você. – Edward sussurrava, meus hormônios estavam entrando em ebulição, eu já me sentia completamente excitada para ele. – Sinto sua falta. – não era apenas Edward, fazia muito tempo que não tínhamos uma relação intima, Deus quase uma semana que não o tinha para mim. [N/B: quando li muito tempo pensei que fossem meses, e ela me diz que é só uma semana O.o, povo tarado hein kkkkkkkkk]

Edward mordiscava meu pescoço enquanto suas mãos percorriam meus braços, ele mordiscou minha orelha fazendo-me soltar um suspirar de puro deleite, só ele sabia fazer isso comigo, só ele conseguia me fazer ir para outra dimensão.

Mal notei quando suas mãos começaram a abrir os botões do vestido que eu estava usando, quando os de cima estavam completamente aberto uma de suas mãos pousou sobre meu seio coberto pelo fino sutiã branco de renda, soltei um gemido de prazer, era muito bom, por causa da gravidez eles estavam tão sensíveis que qualquer coisa fazia eles me machucarem, mas Edward tinha magia em suas mãos, pois seus toques eram tão leves que a única coisa que eu sentia era prazer, muito prazer, ele colocou seu corpo completamente rijo contra o meu, quando notei já estava sem o vestido, o mesmo já estava no chão, nem sei que horas ele havia parado ali. Edward afastou meus cabelos de minhas costas e passou a beijá-las de modo quase reverente por fim abriu o fecho do sutiã que caiu sobre o vestido suas mãos os cobriram os então.

Não sei, talvez por falta de noção da minha parte, já estávamos em nossa cama, eu apenas com uma fina calcinha enquanto Edward ainda continuava completamente vestido sobre mim, levante-me com um pouco de dificuldade e o ajudei a tirar sua camisa ele mesmo retirou seu tênis, meia e calça, ficando apenas com aquela boxer vermelha que o deixava mais sexy do que nunca,que não escondia o tamanho de sua excitação, nem quando Edward está em estado “aborrecido” escondia seu... Ai Isabella que tipo de pensamentos são esses, reparei mais uma vez no corpo de meu marido, mas como ele é.... Gostoso e todo meu, ri por dentro e sorri, sim todo meu.

Puxei Edward com certa dificuldade por conta da barriga, e o beijei de forma lenta e profundamente enroscando minha língua contra a sua, explorando todos os cantos daquela boca que me fazia ir as estrelas, ao paraíso.

Edward passou e beijar meu pescoço indo em direção a minha orelha.

– Esta fogosa hoje meu amor. – Sim eu estava, meu corpo inteiro implorava por Edward, ele passeou suas mãos pelo meu corpo descendo pelo meu quadril e tirando minha calcinha, deixando-me inteiramente nua. – Adoro quando você esta assim, tão entregue.

Eu não era capaz de formular alguma resposta, pois a única coisa que eu sentia era sua mão brincando em meu baixo ventre, segurei seus ombros e desci minha mão ate o cós da boxer a puxando para baixo, Edward acabou por tirar.

– Fique de lado. – ele falou e me virei, tinha que admitir que essa posição era melhor tínhamos mais contado com nossos corpos, não tinha como fazer da “maneira tradicional” pois minha barriga atrapalhava um pouco, e Edward tinha muito medo de machucar nossos filhos.

Ele deitou atrás de mim, senti seu membro completamente ereto colado a mim, uma chama acendeu em mim fazendo-me colar mais meu corpo contra o seu.

– Edward... – falei.

– Calma. – ele sussurrou e por fim o senti entrar em mim, lentamente, eu podia sentir sendo preenchida cada centímetro, um gemido escapou entre meus lábios quando sua mão foi para meu clitóris o estimulando, aos poucos ele saia e voltava lentamente, um vai-e-vem calma que estava me deixando louca. – Não aguento mais. – dizendo isso ele começou a se mover mais rápido, nossos corpos se moviam em perfeita sincronia e logo senti aquele formigamento chegar e me levar ao êxtase, junto com Edward.

Aos poucos nossa respiração foi voltando ao normal, e fui sentindo aquela letargia tomar conta do meu corpo me deixando sonolenta, mal conseguia mexer meu corpo a ultima coisa que ouvi foi um “te amo” de Edward e por fim cai num sono profundo.

*Dias Depois*

Estava me aprontando para ir ao hospital, hoje tentaríamos ver o sexo dos nossos bebês, tanto eu como Edward estamos meio divido em querer saber ou não, queremos ter uma surpresa, mas também já gostaríamos de pensar nos nomes. Por fim decidimos que na hora decidiríamos o que escolher.

Coloquei uma roupa fácil para a ultrassom, um vestido solto e um short por debaixo, peguei uma das inúmeras sapatilhas que tinha agora e calcei. Quando cheguei na sala Edward já me esperava. Eu estava nervosa mas sabia que ele também, ansiosos para falar a verdade, logo enfermeira entrou, nos informou que doutor Caius estava em um parto no momento e se não tinha nenhum problema dela mesma fazer o exame, não vi nenhum problema e concordei, logo aquele gel gelado foi colocado em minha barriga e não demorou muito para a sala ser preenchida por aqueles barulhos esquisitos.

– Hum, vieram para saber o sexo hoje? – assentimos, ela voltou a passear aquela maquininha por toda minha barriga. – vamos ouvir os corações. – e a sala foi preenchida por aquele sonzinho que fez meus olhos encherem de lagrimas, era muita emoção, uma mistura de sentimento que não dava para definir com palavras. – Bem papais vamos tentar descobrir aqui. – ela passeou o aparelho de um lado e do outro. – Hum... Acho que não conseguirei dizer os sexos. Vejam. – ela apontou para um parte da pequena tela, — Eles estão numa posição que cobrem um ao outro, sendo que dois deles estão com as pernas cruzadas.

E infelizmente não foi neste dia que descobrimos o sexo dos nossos bebes, daqui duas semanas teríamos que voltar para tentar ver novamente.

– Não foi hoje. – Edward comentou enquanto íamos para casa segurando minha mão e a outra dirigindo.

– Não.

– O que acha que são? – ele perguntou indicando minha barriga. Olhei para ela já gritando seus quatro meses e meio, que aparentava quase uns seis para falar a verdade. E neste momento notei que não sabia o que seria, não me vinha na cabeça alguma certeza, apenas que eu amaria todos igualmente.

– Faço a mínima ideia. – mordi o lábio inferior. – E você?

– Por mim teríamos três lindas menininhas para mim mimá-las, mas depois eu teria muito trabalho afastar tantos marmanjos delas. – ele disse num tom de brincalhão, puxou minha mão e beijou-a.

– Não importa muito que serão, deste que venham cheios de saúde estarei satisfeito. – assenti. Sim não importava mesmo. Eles seriam os bebes mais amados.

***

– Parabéns Gi. – abracei Gianna após ela contar que estava esperando uma menina. Pouco me importei se estava num restaurante rodeado de pessoas, nos olhando como se fossemos duas loucas, imagine duas grávidas se abraçando e chorando de emoção, bem eles que ficassem sem entender.

– Mal vejo para saber o que os meus serão. – comentei quando voltamos a nos sentar. Edward parabenizou Austin e voltamos a comer em meio a conversas aleatórias.

Já fazia muito tempo que eu e Gianna não nós víamos, ela tinha voltado para a Espanha para contar para seus pais pessoalmente que estava grávida e passou um tempo por lá, e agora eu notava como senti saudades dela, querendo ou não ela era minha única amiga, eu me sentia grata por ter ela perto de mim, nunca senti necessidade de ter uma amiga na verdade, mas com ela aprendi como é importante termos alguém para conversar e confidenciar, alguém que não seja seu marido.

– E os nomes já decidiram? – perguntei animada.

– Ainda não, são muitos que gostaríamos de colocar, mas ainda não decidimos.

– Quais são as opções.

– Hum...Eu gosto de Gisele, mas Austin acha muito comum. – ela fez uma careta e ri. – Mas achamos uns como Avery, Tina, Maldie, Ilsa, Annora entre outros, bem nenhum deste ele disse que é comum, espero que não fale agora que eles são muito estranhos, se não vou começar a ficar louca. – rimos e conversamos muito a respeito de gravidez e bebes, ignorando completamente nossos marido.

Agora eu não tinha o que ‘reclamar’ da minha vida, via cada dia passar e agradecer muito por te-la, como um dia a Tia do orfanato me disse “ Deus escreve certo por linhas tortas.” E finalmente eu estava começando a compreender o que ela queria dizer. Peguei meu copo d’água e tomei um gole, olhei para Edward que sorria para mim, sim eu sabia o que queria dizer agora.



***

– Será que conseguiremos ver o que temos aqui. – Dr. Cais perguntou preparando tudo para começar o ultrassom.

– Espero. – disse ansiosa, as duas semanas de espera parecia que tinham passado voando, quando notei já estava me arrumando mais um vez para vim tentar ver meus bebes.

– Não posso dizer que conseguiremos ver tudo aqui, pois são três que estão disputando um espaço aqui, e pela ultima ultrassonografia que vi, se eles se mexeram um pouco poderemos tentar ver o sexo, mas se continuaram na mesma posição será um pouco difícil. Bem vamos começar. – Dr. Caius apagou a luz e passou o gel, e mais uma vez aquele sons estranhos preencheram o quarto, Edward apertou minha mão e olhei para ele que tinha um lindo sorriso nos lábios. – Mas vejam isso, será que é o que eu estou pensando. –olhei para a tela tentando decifrar a imagem a minha frente. – Infelizmente não posso dizer o sexo dos três, apenas de um. Querem saber?

– Sim. – eu e Edward respondemos em uníssono.

– Parabéns Edward e Bella, terão um garotinho, quem sabe mais do que um.

Olhei para Edward com um sorriso tão largo que logo minha boca começaria doer.

– Um menininho. – falei com a voz embargada.

– Sim meu amor, um garotão aqui, resta saber agora se teremos mais uns para ele brincar ou para me ajudar a proteger. – Edward falava com lagrimas nos olhos. – Eu te amo. – disse pousando levemente seus lábios nos meus.

– Eu também te amo. Obrigada por tudo.

Agora era só esperar para ver o que seria os outros. E não sei se conseguiria esperar...

***

Os dias parecem que passaram voando parecia que foi ontem que tinha descoberto que estava grávida, eu já estava entrando quase nos seis meses, e já me sentia completamente cansada, mais dormia do que outra coisa, depois que descobrimos um dos sexo dos bebes, Edward e Eu passamos a comprar um enxoval, ou melhor três, com cores neutras, mas teimei em comprar algumas cores mais femininas, se no caso viessem três meninos podia muito bem dar para Gianna, que também já estava com seu enxoval completo, ou se não eu as doaria mesmo. O quarto dos Bebes será onde ate um tempo atrás era a sala de musica. Fui completamente contra no começo, afinal era o lugar onde a mãe de Edward mais gostava de ficar, me senti uma intrusa, mas meu querido marido disse que depois poderia muito bem fazer voltar ser a sala de musica, não queríamos nos mudar de quarto, mas no terceiro andar não havia mais dormitórios além do nosso, então ele teve essa ideia de transformar a sala de musica em um quarto, ela era enorme então daria muito bem para acomodar os três durante uns anos. E não teríamos que subir correndo ou descendo escadas toda hora, era apenas atravessar o corredor. Depois de vários aguamentos eu aceitei.

Edward ficou responsável pela reforma e decoração, e me proibiu solenemente de entrar no quarto ate ele estar todo pronto. A maioria dos instrumentos foi para uns dos quartos do segundo andar, apenas o piano, o sax, e o violino foram para uma sala, que eu nem sabia que existia, do primeiro andar, segundo Edward era sua sala de estudo, mas que já estava inativa há anos, ele colocou um pequeno sofá confortável lá, pois sabia que eu adorava escutá-lo tocando. Agora pleno sábado sem nada para fazer estava indo direção ao escritório, desde de manha que não havia visto mais de Edward e já tinha passado a hora do almoço, ele devia estar fazendo algo para a empresa.

Estava para entrar quando ouvi umas notas ecoarem, parei com minha mão na maçaneta e fui em direção a sala de onde vinha o barulho, a porta estava entre aberta e vi Edward sentado tocando uma suave melodia e nova para mim.

Parei na porta o vendo tocar, Edward tocava com uma concentração, suas mãos habilidosas tocavam nas teclas sem igual, olhando para ele podia dizer que tocar piano era fácil, um Adônis de tão perfeito. Encostei na porta e deixei a musica penetrar minha mente. Pousei minhas mãos em minha barriga acariciando-a.

Então senti uma coisa, e antes que percebesse lagrimam traiçoeiras caiam sobre meu rosto.

Por Edward.

Eu demorei, mas finalmente consegui, acordei com uma enorme vontade de compor, e já fazia anos que não compunha nada, por isso desde que acordei vim para minha antiga sala de estudo, onde estava meu piano agora, e aos pouco a musica que ficou em minha cabeça saiu, ainda não tinha dado um nome para ela, mas logo daria.

Por fim toquei mais uma vez desta vez sem interromper uma vez, as notas fluíram perfeitamente deixando o som penetrar a sala praticamente vazia, um momento depois as ultimas notas foram saindo e por fim finalizei a musica, e a sala caiu num completo silêncio, por poucos segundos, ouvi o que parecia um soluço contido e me virei para o som, vendo Bella encostada no batente da porta com as duas mãos na barriga fez um medo tomar conta de mim, nem percebi mas num momento ainda estava sentado e no outro já estava ao lado da Bella.

– BELLA! — gritei sem querer. – O que está sentindo? Alguma dor? Vou chamar uma ambulância. Não vou levar você para ao hospital é mais rápido, vou chamar...

– Não precisa. – Bella falou tão baixo que pensei ter tido impressão de te-la ouvido.

– Porque esta chorando? –minha voz soou desesperada, mesmo eu não querendo. Ela não disse nada apenas pegou minha mão e colocou num ponto exato de sua barriga, ante que eu perguntasse alguma coisa senti, um leve chute, mas senti, e finalmente entendi o porque de suas lagrimas.



Notas finais
N/B: Então meninas não foi a coisa mais linda essa primeira parte do capitulo? Ai que bom que o Edward e o pai dele já se acertaram neh, amei amei amei. E Beward mesmo com tudo sempre ali unidos, porque isso eles tiveram que aprender a confiarem um no outro e estar sempre juntos, tem umas horas que eles ficam um pouco mais que juntos neh kkkkkkkkkkkk Adoro a amizade da Bella com a Gianna, e olha eles vao ter um menininho, e quem serão os outros 2 eu nem vou dizer pra vocês que eu sei o que são XD kkkkkkkkkkkk, mas olha como a Mah foi boa nem parou em uma parte ruim porque ela pensou em para antes, mas ai vocês ja poderiam ficar desesperadas pensando que ela ia perder os bebes, mas não foi um momento tão cuti *-*... Só pra parar de falar meninas eu vi aqui, amanha faz um ano que a Mah postou a fic, então pra comemorar rolar, muitos review's e recomendações?! Seria uma boa nao acham? E tenham um Feliz Ano novo cheio de amor, paz, alegria, prosperidade e mtos Edward's em nossas vidas *meu maior sonho* Fechando minha boquinha XD, ah só deixando de novo quem ainda nao conhece a minha história de uma passadinha por lá depois ok Endless Love Nos vemos ano que vem, beijos Kah Nanda N/a: Queridas me desculpe pela imensa demora, bem para resumir rapidamente fiquei em tempos de prova e depois chegou as festas de final de ano, tive que ajudar minha mãe aqui em casa, enquanto isso a inspiração foi para lama, e como vcs bem sabe Naum escrevo sem inspiração.... Bem indo direto ao ponto por enquanto é isso ai, NAUM FOI O ULTIMO CAPITULO. Apesar que eu só queria postar ele completo, ai... mas Naum queria deixar vcs a ver navio... BEM é isso feliz natal atrasado um ótimo ano novo se divirta muita paz... e estaremos ai no final do ano..... –------------------------------------------------------------------------------------ Estou aparecendo aqui Mais uma vez, bem meu povo estou na casa da minha vó para comemorar os 50 anos anos de casados dela e o ano novo tbm ^^.... Bem quero agradecer imensamente todas(o) por estarem me acompanhando,esse ano realmente passou muito rápido parece que foi ontem que eu escrevi o primeiro capitulo deste belezinha ela virou meu xodo, amo de paixão escrever mais tenho um vida aqui fora, e naum posso ignora-la.... Perdão se as fiz esperar muito AS VEZES.e AGRADECER IMENSAMENTE A MINHA LINDA AMIGA BETA POR ME ESTAR ACOMPANHANDO NESTA LOUCURA TE AMO KARINE FERNANDA BEM tenho que ir aqui MUITAS FELICIDADES UM MARAVILHOSO ANO NOVO MUITA PAZ AMOR CARINHO TUDOOOOO PARA VCS MINHAS QUERIDAS APESAR DE NAUM CONHECER A TODAS TENHO UM CARINHO MUIIIITOOO GRANDE POR VOCÊS...... AMO-LHES *-*..... XAU BAY ATE ANO QUE VEM COM O ULTIMO CAPITULO –----------------------------------------------------------------------------------- kisses Marluce Cullen