Inesperado Amor

4 Capítulo 4 - "Não sei o que acontece quando estou perto de você"


Um mês, esse era o tempo desde o meu último encontro com o Cullen e depois disso minha vida voltou a ser exatamente como antes, foco total no trabalho e na minha família, quando todos os hematomas de nossa noite sumiram da minha pele foi quando decidi que aquela situação havia sido totalmente deletada da minha vida e deu certo. Faltava uma semana para as festas de fim de ano e eu caminha calmamente pelas ruas de Manhattan, uma grande amiga de infância veio passar os feriados com a família e eu estava indo encontra-la para termos um dia de meninas.

— Bella – o grito de Ângela atraiu a atenção de alguns, mas pouco me importei e corri para os braços de minha amiga.

— Ang – a apertei em meus braços – Quanto tempo, ó meu Deus, você está grávida! – exclamei e ela caiu no riso com a minha surpresa.

— Se atendesse mais o telefone saberia – brincou e naquele momento senti a culpa tomar conta de mim, mas ela logo percebeu – Ei, não começa, nós duas sabemos que sua vida é muito corrida – balancei a cabeça e ela me encarou séria – Anda, vamos curtir nosso dia.

Passeamos por algumas lojas, mas por estarem cheias demais não compramos nada, somente caminhávamos pela cidade e conversávamos besteiras, Ângela era casada com Ben a um bom par de anos, lembro até hoje da cerimônia dos dois, foi em Miami na praia, ela parecia que havia saído de um conto de fadas enquanto ele sorria tanto que parecia que seu rosto rasgaria. Eles eram os poucos amigos que me sobraram da minha época não modelo, não foram todos que aguentaram a minha ausência como amiga e aos poucos foram se afastando, nem só de glamour é feita vida de modelo.

— Bella – Ângela chamou após desligar o celular – Precisamos passar rapidinho no meu hotel, Ben esqueceu a carteira dentro da minha bolsa – rolou os olhos, fazendo-me rir.

— Vamos lá, em qual hotel você está? – questionei já fazendo sinal para o táxi parar.

— No Empire Cullen— Ângela respondeu e eu senti meu corpo tensionar.

— Está tudo bem? – indagou tirando-me do transe.

— Está sim – sorri e um táxi parou para entrarmos.

Todo caminho ficava mexendo na minha mão para ver se o nervosismo saía do meu corpo, mas de nada adiantava, mas a maior parte do meu nervosismo é com medo da minha reação quando o ver, acho que poderia arranhar toda a cara daquele idiota por ter me usado daquele jeito, apesar que eu gostei muito de ser usada, foco Isabella, foco.

— Eu vou ficar esperando aqui no saguão – avisei Ângela quando chegamos no hotel e ela acenou prometendo voltar logo.

Sentei em uma poltrona bege e dei uma analisada, era tudo muito elegante em tons de cinza escuro, claro e preto, tinha a sensação que a personalidade de Edward gritava na decoração, era tudo muito sombrio, fechado, ok, eu não estou bem. Peguei o celular em minha bolsa e comecei a responder alguns e-mails de urgência sobre alguns contratos.

— Swan – aquela voz me chamou e respirei bem fundo antes de levantar a cabeça.

— Cullen – cumprimentei séria e segurando minhas mãos para não voarem no pescoço dele.

— O que faz aqui? – seu rosto estava repleto de curiosidade

Desde quando devo satisfações da minha vida para você? – resmunguei levantando-me e indo para longe dele, mas o idiota me seguiu.

— Esse é meu hotel – afirmou e eu olhei para ele com a sobrancelha erguida.

— E... – provoquei com os braços cruzados.

Edward não falou nada e quando eu estava prestes a ir embora, ele pegou-me pelo cotovelo e saiu me puxando até os elevadores, seria uma cena cômica para quem via de longe, ele me puxava e eu tacava minha bolsa em seu ombro xingando-o de todos os nomes possíveis, esse homem é um louco. Como o dia não estava conspirando ao meu favor, o elevador se encontrava no andar e ele logo entrou me arrastando, juro que vou dar na cara desse homem.

Mas antes que eu pudesse xingá-lo, assim que as portas se fecharam ele me puxou pela nuca e encontrou nossas bocas, cheguei a pensar em resistir, mas seu beijo era tão incrível que não pude resistir, minha mão foi para o seu pescoço e senti ele sorrir em minha boca, filho de uma cadela, assim como em nosso primeiro beijo, nossas mãos não tinham destino. Edward era bruto até com a boca fechada, seu aperto era intenso e chegava a causar incômodo em minha pele, logo agora que os hematomas sumiram de vez.

O som do elevador anunciando que havíamos chegado no andar nos despertou e rapidamente nos separamos, olhei para Edward que tinha os cabelos ainda mais bagunçados que o seu normal, sua boca estava extremamente vermelha tornando-a ainda mais tentadora, passei a mão no cabelo tentando tornar-me mais apresentável, posso não ter um espelho mas consigo imaginar meu atual estado. Edward fez sinal com a cabeça para segui-lo e percebi que estávamos em um andar diferente, não havia quartos, mas sim várias mesas com pessoas trabalhando, esse era o andar do escritório dele.

Kate, desmarque minhas reuniões de hoje – Edward informou para sua secretária e era ela! Era a mulher do dia do carro.

Quando adentramos em sua sala tentava controlar minha respiração, o sacana saiu com a secretária dele, eu poderia denunciá-lo por assédio sexual, o tanto de notícias que sairiam nos jornais sobre isso, ia adorar ver a cara dele, mas por que eu faria isso? Eu não estou nem ai para quem ele sai ou deixa sair, a minha raiva era exclusivamente por ter me sentindo usada, era isso! Mas eu iria me permitir ser usada de novo?

— Obrigada por sei lá o que – comecei tentando me recompor – Mas eu estou indo – anunciei já me virando para a porta, mas ele foi mais rápido e a fechou ficando na minha frente.

— Não acha que te trouxe aqui apenas para conhecer meu escritório? – seu tom de voz era malicioso e eu fechei a cara na hora.

— Olha aqui Cullen, não sei que tipo de pessoa você pensa que eu sou – meu dedo estava quase enfiando no olho dele nesse momento – Mas eu não sou qualquer uma que toda vez que você encontra e transa e descarta para duas semanas depois ir comer sua secretária.

— O quê? – ainda é burro – Isabella, eu não comi minha secretária – riu repetindo meu palavreado vergonhoso — Aquele dia eu estava saindo de uma reunião de trabalho e ela me acompanhou – como ele sabe de quando eu estou falando?

— Ainda assim, não sou qualquer uma para você transar quando quer – bufei tentando sair da sala de novo e ele não deixou.

— Eu sei que não é qualquer uma – afirmou olhando diretamente em meus olhos e eu sentia que ele podia ver minha alma – Não sei o que acontece quando estou perto de você – confessou saindo da minha frente e mexendo no seu cabelo – Eu normalmente te odiaria, mas não é isso que acontece, tenho vontade de beijá-la até o ar sumir – voltou a me encarar e pela primeira vez na minha vida fiquei sem palavras.

— Por que eu? – aproximei-me deixando minha bolsa e meu casaco em um sofá qualquer – O que eu tenho de diferente de qualquer uma que você já destratou?

— Eu não sei – suspirou encurtando ainda mais o espaço entre nós – Talvez o motivo seja que você nunca se preocupou em me agradar, você fala o que pensa.

— O que está acontecendo aqui? – murmurei – Eu sinto vontade de te bater – confessei e ele soltou uma risada alta – Mas também sinto vontade de te beijar.

E parecia que era isso que Edward queria ouvir, passou seu braço ao redor da minha cintura e puxou-me para um beijo, dessa vez não pensei em resistir, apenas o beijei. Minhas mãos não ficaram muito quietas e logo foram fazer o trabalho de retirar o terno de seus ombros, ele por outro lado colocou a mão por dentro da minha blusa e onde ele encostava na minha pele se acendia, era como se uma brasa tivesse encostado ali, mas não era doloroso, era totalmente o oposto, era prazeroso.

Edward não aguentou aquela situação por muito tempo e tratou de retirar minha blusa de vez fazendo-a se encontrar com seu terno no chão, sua mão era macia, esse era um detalhe que não estava nas minhas memórias de bêbada, mas era firme e quando se encontrou com meus seios, mesmo por cima do sutiã, um gemido abafado saiu pelos meus lábios e ele separou nosso beijo com um sorriso sacana. Ele não voltou para os meus lábios e sim dedicou sua atenção aos meus seios, sua mão desceu as alças do meu sutiã com calma e eu sentia meu estômago revirar com a antecipação e não demorou muito para sua boca e meu mamilo se encontrarem e um gemido sair pelos meus lábios.

— Lembre-se, tem pessoas lá foras – relembrou com o rosto ainda enfiado em meus seios.

Mordi o lábio para conter os gemidos que queriam sair quando sua língua áspera passava pelos meus mamilos extremamente sensíveis, o empurrei para o sofá mais próximo e ele mantinha um sorriso sacana no rosto, no caminho já fui deixando minha calça no chão e ele mordeu o lábio com a minha ação e dessa vez foi minha vez de sorrir. Tirei sua blusa com calma olhando-o o tempo todo, seu rosto estava fechado já que eu aproveitava para passar as unhas em seu peito deixando vermelho sua pele, dessa vez não serei a única que vai sair toda marcada.

Edward era impaciente e logo me colocou deitada no sofá embaixo dele, agilmente tirou minha calcinha e ficou me encarando, mas em seguida puxou-me para o beijo, esse era urgente como o nosso primeiro no elevador, sua mão estava firme em minha cintura, aproveitei para tirar as últimas peças que faltava em seu corpo e agora éramos carne com carne, ele estava com a boca em meu pescoço e eu suspirei com o prazer que sentia ao longo do meu corpo.

Meus mamilos encostavam no seu peito quente e apenas isso estava sendo suficiente para eu surtar, como eu tomava remédio não me preocupei em pedir algum preservativo, então apenas inclinei meu quadril e ele entendeu o que eu queria, entrando em mim rápido e forte, nós dois mordemos os lábios para abafar os gemidos, seus movimentos eram rápidos e intensos e ficava cada vez mais difícil não gritar, então acabei mordendo seu ombro para abafar meus gritos e ele soltou um palavrão com esse meu ato. Não demorou para que eu sentisse todos os músculos do meu corpo tencionarem e meu baixo ventre ter um crescente prazer, eu estava perto e pela velocidade que Edward assumiu, ele não demoraria muito. Eu acabei chegando ao ápice primeiro, mas não demorou muito para ele vir.

— Uau – murmurei de olhos fechados – Bom trabalho Cullen – movimentei-me para levantar.

— Vai fugir de novo? – questionou deitando com os braços atrás da cabeça.

— Como? – o encarei e juro que precisei de muito controle para não pular em cima dele.

— Isabella, na nossa primeira noite juntos você fugiu e agora irá fazer o mesmo – explicou com calma em sua voz e acho que o orgasmo o tornava uma pessoa mais amistosa, mas ele estava certo, eu iria fugir.

­- Edward – peguei sua blusa no chão e coloquei em meu corpo enquanto terminávamos essa conversa – De que adianta eu ficar? Você odeia quem eu sou, lembra? Se eu ficar será pior para mim, quando você entender o que fez e com quem fez, o Edward idiota voltará e eu realmente não preciso aguentar essas coisas – confessei sentando ao seu lado depois que ele colocou sua cueca boxer.

— Bella – era a primeira vez que ele falava isso e era estranho ouvir meu apelido em sua voz – Eu tenho uma razão para odiar não quem você é, mas o que você faz, por culpa dessa profissão eu cresci sem mãe – suspirou – Esme fez um ótimo trabalho me criando como seu, mas não era a mesma coisa, eu sempre fui o rejeitado.

— Mas a culpa não é da profissão, a culpa está em quem sua mãe foi como pessoa – exclamei e ele suspirou passando a mão no cabelo.

— Quando eu vi você desfilando aquela noite, algo despertou em mim, isso despertou em mim – fez sinal para nossos corpos – Mas algo dentro de mim, grita que eu não posso me envolver com você, sempre irei pensar que você irá me abandonar – confessou como um menino indefeso.

— Edward – comecei sem saber o que falar e meu celular despertou nós dois antes que eu falasse algo – Oi Âng – atendi rápido ainda olhando para Edward que agora se vestia, ficando apenas sem a blusa que estava em mim.

Bella, onde você está? Estou tentando te ligar tem horas – berrou do outro lado e eu não havia percebido que tanto tempo havia se passado.

— Perdão Âng, ocorreu um imprevisto e não consegui te avisar – mordi o lábio – Podemos nos ver amanhã de novo? – questionei rezando pra terminar essa conversa logo.

Claro, tchau Bella— me despedi rápido e desliguei o celular.

Edward se aproximou devagar e fiquei parada sem saber o que fazer, ele era uma incógnita para mim, não sabia como agir perto dele e ele tomou a atitude que eu menos esperaria dele, ele me abraçou, encostei meu rosto em seu peito e passei os braços ao redor da sua cintura, me sentia como a Belle tentando lidar com a Fera. Não sei quanto tempo ficamos assim, até que ele levantou o meu rosto.

— O que você fez comigo? – murmurou mais pra si e eu não ousei responder – Você sabe que não sou um cara normal, eu não posso entrar em um relacionamento com você – por algum motivo senti como um soco na barriga e queria sair de perto dele imediatamente.

— Eu nunca esperei que entrasse em um relacionamento comigo – retruquei tirando sua blusa e começando a colocar minha roupa.

— Isabella – se aproximou e eu fiz que não com a cabeça.

— Chega Edward, é só sexo ok? – aquelas palavras me afetaram e eu sentia meus olhos arderem – A próxima vez que eu quiser transar, eu te ligo – senti a ardência aumentar e logo peguei minha bolsa e meu casaco e sai de sua sala.

Eu me sentia em uma caminhada da vergonha, droga Bella, Nova Iorque inteira te quer e você se envolve com o único que não te quer, quando o elevador estava fechando vi ele sair correndo de sua sala e nossos olhos se cruzaram antes da porta fechar de vez. Encostei a cabeça na parede e senti algumas lágrimas escorrerem, a frustração dominava meu corpo, a raiva que eu sentia de mim mesma era imensurável. Sequei rapidamente minhas lágrimas e prometi-me que não iria chorar por ele, essa não sou eu.

—x-

— Feliz Natal família – gritei ao entrar na cobertura dos meus pais.

Era a noite de Natal, uma semana depois de meu encontro com Edward e desde então não ouvi falar dele, não sei se ficava aliviada por poder seguir minha vida sem sua interferência ou se ficava triste pela saudade que eu sentia dele. Eu ainda queria matá-lo, mas era estranha a sensação que dominava meu corpo só de pensar em seu nome.

A casa dos meus pais era minuciosamente decorada com influências Vitorianas, paixão da minha mãe, os móveis eram todos muito clássicos e havia um mix entre cores claras com acessórios e detalhes em cores mais marcantes o Marsala predominava no ambiente tornando tudo muito elegante. Na entrada da cobertura havia um espelho de prata com uma mesinha onde minha mãe mantinha as correspondências. Na sala principal não havia televisão, apenas alguns sofás e um divã clássico juntamente de uma mesa de centro para que pessoas pudessem conversar, além das potentes pilastras que havia deixando tudo mais elegante.

A escada era inteiramente com piso de mármore e o pé direito caracteriza-se por ser extremamente alto tornando o ambiente já grande ainda maior, a decoração forte da casa da minha mãe era uma das coisas que mais me encantava, lembro que quando era mais nova, Renée estava sempre mudando alguns detalhes na casa,

— Bella – Max veio correndo com seu bulldog inglês o seguindo e eu logo o abracei – Feliz Natal, você trouxe as rabanadas? – questionou animado.

— Aqui estão – mostrei para ele e ele olhou ao redor para ver se Renée estava vindo, então roubou uma como fazia todo Natal e saiu correndo para comer.

— Não pense que não vi – Bob provocou e nós dois rimos – Feliz Natal minha filha – beijou minha testa e eu sorri fechando os olhos.

— Feliz Natal pai— pisquei para ele que riu, Bob adorava quando o chamava assim, Charlie era meu pai biológico e aquele que eu sentia muita falta, mas Bob era meu pai de vida – Onde está minha mãe? – questionei guardando as rabanadas na cozinha.

— Resolvendo alguns erros que deu na coleção – explicou e eu assenti.

Essa era a vida de Renée, apesar de ser uma mãe incrível, ela era uma grande empresária e sempre precisava estar dividindo seu tempo entre família e trabalho e as vezes essas divisões ocorriam nas piores horas possíveis, como por exemplo, no Natal. Alguns familiares iriam vir passar o Natal conosco e eu não via a hora de reencontrar o Tio Jesse, ele era irmão do Bob e ele era o melhor conselheiro, depois do meu paidrasto.

— Quando todos chegam? — joguei-me no sofá com Max ao meu lado.

— Família, cheguei – Tio Jesse chegou gritando antes que Bob pudesse responder.

Todos cumprimentamos o Tio Jesse, Tia Becky, esposa dele, e os nossos primos, Nick e Alex, e Renée não demorou a se juntar a nós, nossas ceias de Natal eram uma tradição e eram muito privadas, somente família, nunca convidávamos amigos ou coisas do tipo, esse era nosso momento de nos unir depois do ano corrido. No final sempre dormíamos todos aqui e de manhã abríamos nossos presentes.

A sala de jantar, assim como a sala de estar era extremamente elegante, o papel de parede realçava a elegância do local. Havia uma passagem entre as salas e duas portas de madeira que levavam em direção a cozinha. A mesa era longa e de madeira escura para poder suportar todos os jantares e festas de famílias que minha mãe recepcionava, Bob ama ter toda a família junta, dois candelabros sobre a mesa era a única decoração que minha mãe permitia colocar, as cadeiras eram de costas largas e com os braços em um material semelhante ao vidro, tornando-os transparentes, um pouco de modernidade em um ambiente clássico.

— Bob, meu irmão, esse nariz está maior ou é impressão? – Tio Jesse adorava implicar com o tamanho do nariz do Bob e Max rolava de rir toda vez.

— E esses fios brancos? – Bob retrucou, Jesse era obcecado pelo seu cabelo e fez cara de ofendido com a fala do meu pai.

— Ok meninos, vamos parar por um minuto e vamos todos comer – Renée chamou e não precisou de mais nada para todos seguirem para a mesa.

Como sempre, nossa ceia foi recheada de risadas e eu me sentia feliz por estar em casa rodeada de pessoas tão especiais para mim, em alguns momentos meus pensamentos iam parar nele, mas rapidamente me forçava pensar em outra coisa, essa noite era de alegrias e não de ficar triste. Após comermos até não aguentar mais fomos para sala de cinema assistir filmes natalinos, mais uma tradição.

Senhorita Swan – uma moça do buffet que minha mãe havia contratado para o jantar me chamou – Chegou um presente para a senhorita – informou me entregando o embrulho.

Agradeci e abri a caixa confusa, era uma joia maravilhosa, um colar para ser mais específica, cravejada de diamantes, tentei vasculhar minha mente a procura de quem pudesse ter sido, mas não vinha ninguém, peguei o cartão que estava juntando já imaginando ter sido entregue no lugar errado, antes que eu pudesse ler qualquer coisa percebi que a caligrafia de quem havia escrito era impecável, mas o nome no final me chamou atenção, ele havia me mandado um presente.

”Feliz Natal Bella, passa o Ano Novo comigo? Não sabia onde você passaria seu Natal, então mandei um presente para a sua casa e de sua mãe.

Edward Cullen”

— Que presente lindo – mamãe comentou se aproximando e eu ainda sentia o sorriso em meu rosto – Quem enviou?

— Alguém especial — sorri ainda mais. Parece que meu Ano Novo seria com um Cullen.

Notas finais
UHUUUUL, capítulo novo com interação dos dois e muito tcha ca tcha ca na butchaca kkkkk' Antes de tudo quero agradecer MUITO as mais de 100 pessoas que estão acompanhando a história, significa muito para mim e só me motiva a escrever cada dia mais ♥ O que acharam do papo cabeça dos dois? Eu adoro essas cenas que os dois interagem mais e quem está no grupo do facebook já tinha recebido um pequeno spoiler kkk'. Espero muito que tenham gostado de ver a família da Bella ♥ Não esqueçam de comentar e quem sabe recomendar Kisses & Bites, BellaMC