Inesperado

8 Capítulo 7 - Primeiras verdades (Elena)


Notas iniciais
Antes de mais nada eu queria agradecer a cris salvatore e a Wendy Falls pelas lindas recomendações, eu amei muito, muito mesmo.
Além das duas primeiras recomendações da fic também fico feliz em dizer que já passamos de 100 comentários, acho que nem preciso dizer o quanto estou feliz com isso, né?
E agora... cap novinho para vocês, espero que gostem.

Acordei com o meu celular tocando, dei uma rápida olhada e Liv continuava a dormir profundamente toda encolhidinha, então me levantei com todo o cuidado para não acordá-la e peguei o aparelho em cima da mesinha. O nome de Stefan piscava na tela.

- Oi, Stef – disse no momento em que atendi o telefone, encostei a porta do quarto e fiquei encostada na parede do corredor.

- Oi Lena! — ele disse – Só te liguei para saber como é que é você está depois de tudo que aconteceu ontem a noite.

- Estou bem, na medida do possível – dei um longo suspiro – Imagino que a gente precisa conversa, não é mesmo?

- Só se você quiser conversar – respondeu – Jamais te obrigaria a falar de alguma coisa com o qual você não esteja a vontade.

- Não, Stefan, eu quero te dar uma explicação sobre tudo isso, é o mínimo que você merece – garanti – Mas primeiro eu preciso conversar com a Olívia.

- Entendo! — ele concordou – Passo no seu apartamento hoje de tarde então.

Desliguei o telefone e fui em direção a cozinha. Decidi fazer panquecas para o café da manhã, assim seria mais fácil falar com a minha filha.

É claro que essa não era a primeira vez que teríamos essa conversa. Logo depois que entrou na escolinha, Liv me perguntou aonde estava o pai dela. Tentei ser o mais sincera o possível, mas de uma maneira que a pouca idade dela fosse compreender.

Já estava quase terminando de preparar as panquecas quando ouvi o barulho de chave na porta. Sinal de que Caroline acabou de chegar.

- Lena? — ouvi a voz da minha amiga vinda da sala.

- Estou na cozinha – respondi monotonamente sem parar o meu trabalho. Ouviu os passos dela se aproximando.

- Oba, panquecas! — me virei e ela estava encostada no batente da porta – Eu comi torradas e ovos mexidos na casa do Klaus, mas eu nunca recuso uma boa panqueca.

Coloquei o prato em cima da mesa e cruzei os braços a encarando seriamente.

- Uau! O que foi? — perguntou me olhando de cima baixo – Por que você está me olhando como se quisesse me matar só com o olhar?

- Bom, deve ser por que eu quero mesmo fazer isso – observei – Caroline Forbes, como é que você teve coragem de deixar o Damon entrar aqui no nosso apartamento?

Ela não disse nada, apenas continuou a me encarar.

- Tudo bem, eu sei por mais que você não fala com ele há cinco anos ele ainda é seu primo e coisa e tal – continuei – Mas você sabe muito bem o que ele me fez.

- Em minha defesa, foi o Klaus quem abriu a porta e quando eu vi ele já tinha entrado – explicou- Além disso, ele me pareceu arrependido de tudo que aconteceu e está mesmo disposto a recuperar o tempo perdido com a Liv.

- Ele não me pareceu nem um pouco arrependido quando conversamos – dei de ombros – Mas, pelo menos, ele está disposto a assinar o divórcio e vai até comigo ao advogado amanhã.

- Está vendo, quer dizer que foi uma coisa boa o Damon ter aparecido – completou – Acho que você tem é que me agradecer.

Revirei os olhos, deixando bem claro que o que ela tinha acabado de dizer era o grande absurdo.

- Ele também quer conhecer a Liv e passar um tempo com ela – continuei – E eu não tive como dizer não a isso.

- Ele tem o direito de conhecê-la, da mesma maneira que a Liv também tem o direito de conhecer o pai – mesmo sabendo muito bem disso, não pude deixar de revirar os olhos – E como foi que ela reagiu ao conhecer o Damon?

- O encontro ainda não aconteceu – expliquei – Queria conversar com ela antes disso, para tentar fazer as coisas serem menos confusas.

- Eu te entendo perfeitamente – balançou a cabeça afirmativamente.

Foi nesse momento que Olívia parou na porta da cozinha. Ela ainda estava com carinha de sono.

- Que cheirinho bom! — comentou logo em seguida.

- Bom, vou deixar vocês duas tomarem café da manhã sossegadas – Car avisou, sabia perfeitamente que precisávamos ter essa conversa sozinhas – Qualquer coisa você pode me chamar, vou estar lá no meu quarto.

Assim que ela saiu me aproximei da minha filha e a peguei no colo fazendo com que entrelaçasse as pernas na minha cintura.

- Eu fiz panqueca para nós no café da manhã – avisei – E temos um monte de coisa para colocar em cima dela: geleia de morango, calda de chocolate, calda para panquecas, manteiga... é só você escolher.

- Oba! — levantou os dois bracinhos – Eu vou querer calda para panquecas.

Sorri antes de colocá-la sentada na cadeira. Peguei dois pratos e ainda servi dois copos antes de começarmos a comer.

- Sabe, Liv,nós duas precisamos conversar – disse depois que terminamos a nossa refeição.

- O que foi? — perguntou e olhando preocupada – Você está série, mamãe. Eu fiz alguma coisa errada?

- Não princesinha, você não fez nada de errado — garanti, enquanto segurava levemente a sua mão – Você se lembra de quando você me perguntou sobre o seu pai?

- Sim! — ela balançou a cabeça afirmativamente – Foi quando teve a festa do dia dos pais lá na escola e turma toda ensaiou uma música para cantar. No inicio eu fiquei triste por que eu não tinha um pai para cantar a música, mas o Stefan foi me ver então eu não fiquei mais triste.

- Exatamente! — não pude deixar de sorrir, tinha comentado com o Stefan o quanto Liv estava chateada por causa da festa do dia dos pais e ele disse para não se preocupar por que ele iria, mas queria que fosse uma surpresa para ela – E você se lembra o que eu te respondi sobre o seu pai?

- Que quando eu nasci vocês não estavam esperando pela minha chegada, mas eu acabei sendo uma surpresa boa – respondeu exatamente o que eu tinha falado para ela há pouco mais de um ano – Mas o pai não sabia se estava preparado para cuidar de mim por que é uma responsabilidade muito grande ter um bebê, por isso vocês decidiram que você ficaria tomando conta de mim.

- Sim – concordei com a cabeça – E se eu te dissesse que o seu pai está aqui em Los Angeles e quer te conhecer?

- Não estou entendendo nada – franziu a testa enquanto me encarava – Ele agora já está preparado para cuidar de mim?

- Ele disse que sim – expliquei – E está disposto a fazer uma tentativa, isso se você quiser conhecê-lo.

- Quero sim! — agora ela parecia ainda mais animada – Quando é que eu vou poder vê-lo?

- Tenho que combinar com ele, mas vai ser logo logo – garanti.

- Só não entendi uma coisa! — colocou a mãozinha no queixo pensativa – Você disse que meu pai queria me conhecer, mas pensei que ele já me conhecesse.

- Isso é maneira de dizer, Liv — não pude deixar de rir – Da última vez que ele te viu você era um bebezinho, nem se lembra dele. Agora que vocês vão se conhecer direito.

- Entendi – respondeu.

- Agora vai um pouquinho para o seu quarto enquanto eu lavo essa louça – pedi, por fim.

- Está bem – se levantou da cadeira em que ela estava – Vou fazer um desenho para entregar o meu pai. Acha que ele vai gostar?

- Claro que vai – garanti.

Certamente estava bem mais aliviada agora. Claro que eu sabia que a Olívia ficar feliz com a ideia de conhecer o pai, o que ainda preocupa é ainda não saber a opinião de Stefan a respeito de tudo que está acontecendo, o que me deixa mais ansiosa ainda para a nossa conversa.

Lógico que eu não iriei contar toda a verdade para ele. Tenho certeza de que não vou conseguir mentir para sempre, mas ainda não estou preparada para dizer o meu futuro marido que esse tempo todo em que nos conhecemos eu estava casada com o Damon.

Depois arrumar as coisas na cozinha decidi assistir alguma coisa com a Liv na televisão e Caroline também se juntou a nós. Perto do meio-dia, meu celular tocou anunciando que tinha chegado uma nova mensagem.

Lena,

Estou saindo de casa nesse exato momento e daqui a uns vinte minutos estarei ai para podermos ter aquela conversa.

Stefan.

Assim que terminei de ler entreguei o celular para a minha amiga para que ela também pudesse ver a mensagem.

- Liv, o que acha de nós duas darmos uma saída – ela se virou para a minha filha – Podemos ir ao cinema e depois lanchar no McDonald's. O que você acha?

- Posso, mamãe? — virou-se para mim totalmente esperançosa.

- Claro sim, princesinha – passei a mão pelo seu cabelo ralinho – Vai ser bom para você sair um pouquinho de casa.

- Viu só! — Car disse, sorrindo – Vai lá trocar de roupa para a gente pode sair e escolhermos o filme antes de comprar o ingresso lá na fila do cinema.

Ela deu um beijo na minha bochecha e foi correndo em direção ao corredor.

- Você não precisava sair de casa para eu conversar com o Stefan – avisei para Caroline quando estávamos sozinhas na sala – Poderíamos ter ido para o meu quarto.

- Faço questão, Lena – garantiu – Assim vocês vão ficar muito mais a vontade.

Logo as duas saíram de casa e poucos minutos depois Stefan estava tocando a campainha.

- Oi, meu amor – ele me deu um selinho.

- Oi, Stef, entra – o puxei para dentro do apartamento – Você está com fome? Posso fazer macarrão para gente.

- Na verdade não estou com fome – respondeu – Tomei café da manhã bem tarde hoje.

Fiquei encarando meus próprios pés por alguns segundos sem saber exatamente qual seria meu próximo passo. Evitei falar a respeito durantes os últimos cinco anos e agora vou ter que relembrar de tudo mais me atormenta nessa vida. E é melhor eu fazer isso logo antes que perca a coragem.

- Vamos até o meu quarto – sugeri – Assim ficamos um pouco mais a vontade para conversar.

- Claro – balançou a cabeça afirmativamente – Vamos até lá.

Segurei a mão de Stefan e o guiei em direção ao meu quarto. Mesmo sabendo que estávamos sozinhos e fechei a porta, afinal, Car e Liv poderiam voltar por ter esquecido alguma coisa e sabia que esse era o primeiro lugar em que minha filha viria me procurar.

- Olha, Stefan, essa não vai ser uma conversa fácil – comecei no momento em que me sentei na cama – Mas você já tem uma ideia do que está acontecendo.

- Sim, eu sei – ele respondeu na mesma hora – Aquele cara que estava aqui ontem, o Damon, ele é o pai da Liv, não é mesmo?

- É isso mesmo! — não conseguia olhá-lo diretamente nos olhos – Primeiramente quero te dizer que eu não sabia que ele estaria aqui quando chegamos.

- Acredito em você, Lena – sentou-se na minha frente e segurou a minha mão – Sei que você me contaria se estivesse se encontrando com ele, exatamente como está fazendo agora.

- Sinceramente, eu não vejo o Damon desde que me mudei de Atlanta junto com a Caroline – garanti – Fiquei tão surpresa quanto você quando o vi aqui no sofá da sala.

- Percebi pelo seu grito de surpresa quando entramos no apartamento – sorriu e não pude deixar de sorrir também – Mas agora me conta, o que vocês dois conversaram? O que ele veio fazer aqui em Los Angeles?

- Disse que quer começar a conviver com a filha – dei de ombros enquanto respondia.

Dei exatamente a mesma desculpa que Damon me disse para falar. Estava me sentindo totalmente desconfortável por estar mentindo novamente, aquele era o meu noivo, o cara com quem eu escolhi passar o resto da minha vida e a pessoa em que o deveria confiar plenamente. Mas esse ainda não é o momento para contar toda verdade a ele.

- Parece justo para mim – completou – Você não me disse, exatamente, o que ele te fez, mas parece ter sido grave. De qualquer maneira, ele é o pai da Liv e merece conviver com ela.

- Sei muito bem disso – concordei com a cabeça, realmente não precisava que todos ficassem me lembrando disso – Já até falei com a Liv a respeito disso e ela parece bem empolgada com a ideia de conhecê-lo.

- Então pronto, problema resolvido – passou a mão no meu rosto – Mas então por que você continua preocupada?

- Só tenho medo que ele magoe a minha filha da mesma maneira que ele me magoou – admiti.

- Tenho certeza de que isso não vai acontecer, só o fato dele ter vindo aqui procura a filha só prova o quanto ele mudou – lembrou – E, se alguma coisa acontecer e a Liv sair magoada nessa história, você estará aqui para ela. Nós dois estaremos.

- Obrigada por estar aqui comigo nesse momento – o abracei a coloquei o queixo no ombro dele – Você não tem nenhuma obrigação de fazer isso.

- Elena, quando você vai colocar nessa sua cabeça que eu te amo e quero fazer parte de tudo que diz respeito a sua vida – levantou meu rosto para que pudesse olhá-lo, estava bem sério – Mesmo em um assunto tão complicado como esse.

- Essas últimas horas tem sido uma verdadeira loucura – soltei um pequeno gemido – Fico feliz que você esteja aqui para me apoiar.

- Você está muito tensa com tudo isso que está acontecendo – comentou – Se quiser posso fazer uma massagem relaxante em você.

- Sabe que eu adoro massagem. Eu aceito sim! — virei de costas para ele, mas antes peguei um prendedor de cabelo para que ele tivesse total acesso a parte de trás do meu pescoço.

Começou a fazer massagem e toda a extensão dos meus ombros e das minhas costas, fechei os olhos e apenas aproveitei o momento, estava me sentindo bem melhor. Sem nenhum aviso ele começou a beijar a minha nuca, fazendo com que eu ficasse totalmente arrepiada.

- Hum! — foi tudo que consegui dizer, me encostei melhor em Stefan e percebi o quanto ele estava “animado” — Isso está muito bom.

- Então apenas aproveite o momento – sussurrou no meu ouvido antes de morder o lóbulo bem de leve.

Logo as suas mãos pararam com a massagem e começou a descer em direção a minha cintura para em seguida voltarem a subir, agora por dentro da minha blusa.

- Espera, Stef! — me virei fazendo com que ele parasse o que estava fazendo – Não acho que seja uma boa ideia. Aqui e agora.

- Por que não? — deu um logo suspiro de frustração – Estamos aqui sozinhos, não é mesmo? Então qual o problema?

Desde o começo sempre deixei claro para Stefan apenas uma pequena regra em todo o nosso relacionamento: nunca transaríamos quando a Liv estivesse por perto, mesmo que ela esteja dormindo. Não era algo com o qual eu me senti a vontade e ele sempre respeito essa minha escolha, por mais que fosse difícil de resistir às vezes quando o clima começava a esquentar.

- Não sei se esse é o melhor momento – tentei explicar – Com tudo o que está acontecendo.

Essa era somente uma parte da verdade. Para ser 100% sincera, o aparecimento de Damon me fez lembrar de todo o nosso relacionamento e não acho certo estar com Stefan enquanto pensava em outro, isso seria no mínimo estranho.

- Pois acho que esse é um ótimo momento – argumentou – Lena, você tem que esquecer o mundo a sua volta, nem que seja por algumas horas. Seus problemas ainda vão estar lá quando você voltar.

Ele puxou o meu rosto para mais perto de si e me beijou, no momento em seus lábios encostaram nos meus esqueci de tudo: Damon voltando para a minha vida, ele querendo ver a Liv, o divórcio... Tudo que consegui fazer foi deitar na cama e puxar meu noivo junto comigo.

Stefan retirou a minha blusa e começou descer os beijos pelo meu pescoço e quando chegou em cada um dos ombros e abaixou as duas alças do meu sutiã antes de abri-lo e jogá-lo no chão.

Agora eu estava completamente nua da cintura para cima, ele começou a passar a língua no meu seio esquerdo enquanto estimulava com os dedos o direito e depois trocou. Nesse momento o meu lado racional já tinha ido dar uma voltinha e, pelo jeito, iria demorar para voltar.

- Steeeeeeeeeeeeef! — gritei, minha atenção estava totalmente concentrada naquelas carícias – Por favor, não para!

Sorriu antes de voltar a descer os beijos em direção a minha barriga e contornou o meu umbigo com a língua. Abriu o botão da minha calça jeans e a retirou. Deu um beijo na parte interna da minha coxa antes de afastar a minha calcinha de renda e me penetrar com dois dedos.

- Ah! — não pude deixar de gemer quando ele começou a estimular o meu clitóris fazendo movimentos circulares com o polegar – Isso aqui está ótimo.

Ele continuou com as estocadas e eu apenas mexia o meu quadril contra os seus dedos. Não demorou muito para eu chegar a um orgasmo maravilhoso.

- Isso não é justo, você nem ao menos tirou a sua roupa – reclamei, minhas respiração estava ofegante e senti que meu corpo tinha virado gelatina – Eu quero retribuir.

- Não fala nada, meu amor – me deu um selinho antes colocar o indicador sob os meus lábios – Hoje é tudo para você.

Em poucos segundos suas roupas foram todas para o chão juntamente com a minha. Stef deitou em cima de mim e me penetrou lentamente, coloquei as pernas em volta de sua cintura antes dele começar a se movimentar.

- Mais rápido, Stef – sussurrei em seu ouvido e ele me obedeceu na mesma hora. Tudo que se podia ouvir dentro do quarto era o som dos nossos corpos suados se chocando um contra o outro e das nossas respirações aceleradas.

Não demorou muito para eu chegar ao ápice pela segunda vez naquela tarde e Stefan veio logo atrás de mim. Ele saiu de dentro de mim e puxou para deitar a cabeça em seu peito nu.

- Obrigado por me distrair – disse depois que a minha respiração voltou ao normal.

- De nada – ele deu um beijo no topo da minha cabeça e me abraçou pela cintura – Pode me chamar sempre que quiser.

Sorri antes de fechar os olhos e logo já tinha caído da inconsciência. Não posso saber como as coisas vão ficar daqui para frente, mas de uma coisa eu posso ter certeza, estando aqui, nos braços do meu noivo, nada de ruim pode me acontecer.

Notas finais
Primeira hot da fic, só espero que vocês continuem aceitando o relacionamento Stelena no inicio da história e não queiram me matar (prometo que vou compensar vocês com cenas Dalenas lindas nos dois próximos caps).
Pelo jeito a Liv adorou a ideia de que vai conhecer o pai (já vou avisando que o primeiro encontro dos dois vai ser a coisa mais fofa desse mundo).
E a Lena continua ocultando do Stefan que ela está legalmente casada com o Damon. Vocês acham que ela está certa em não contar isso a ele? Digam as suas opiniões a respeito disso.
Bom, é isso. Comentem e digam o que estão achando e não se esqueçam de continuar a recomendar a fic.