Inesperado

4 Capítulo 3 - Notícia de jornal (Damon)


Notas iniciais
Uau gente,
Três capítulos postados e fic já tem 37 leitores, 43 comentários e 11 pessoas colocaram nos favoritos.
Acho que nem preciso dizer o quanto estou feliz com isso.
Bom o cap saiu bem rapidinho, acontece que eu estava muito empolgada para fazer esse cap no ponto de vista do Damon.
Enfim, leiam e divirtam-se.

Acordei com o sol batendo nos meus olhos, esse era o meu eterno problema, sempre me esquecia de fechar as cortinas antes de dormir. Peguei o celular em cima da mesinha e vi que passava um pouco mais de seis e meia da manhã, hora perfeita para acordar se quisesse dar a minha corrida de todos os dias antes de ir ao trabalho.

Levantei e deu uma olhada na loira deitada ao meu lado coberta apenas por um lençol branco. Como é mesmo o nome dela? Bom, não importa mais, provavelmente nunca mais vou vê-la na minha vida.

Fui até meu closet e peguei uma camiseta, um short e um tênis e me vesti rapidamente. Depois peguei papel e caneta e comecei a escrever um bilhete.

Oi, linda.

Infelizmente tive que sair para fazer os meus exercícios matinais, mas sinta-se a vontade para usar meu banheiro e a minha cozinha.

Adorei a noite de ontem e, com toda a certeza, vou querer repetir outra vez. Não precisa me ligar, eu te ligo.

Damon

É óbvio que isso é uma grande mentira, nunca transo duas vezes com a mesma mulher e ninguém nunca vai me fazer mudar de ideia. Acontece que escrever isso faz com que elas tenham menos vontade de quebrar o meu apartamento antes de ir embora.

Já podia até imaginar a cara da minha mãe se lesse esse bilhete. Ela não cansa de me lembrar que eu já tenho 30 anos e tudo que conquistei na vida foi um casamento fracassado, uma filha que eu mal conheço e milhares de encontros de apenas uma noite. Diferente da minha irmã, Katherine, que acabou de passar para a faculdade de medicina em Yale, o orgulho da família e que “sabe muito bem o que quer” segundo as palavras dela.

O que minha mãe não sabe que eu estou sim a procura da mulher certa com quem eu possa passar o resto da minha vida, a culpa não é minha se eu ainda não a encontrei.

No momento em que eu sai o vento gelado de Chicago bateu no meu rosto. A maioria das pessoas pode achar isso desconfortável, mas era assim que eu me sentia em casa.

Dei duas voltas no parque e depois voltei para casa. Assim que abri a porta encontrei a loira sentada no sofá da minha sala, ela vestia uma das minhas camisas e folheava uma das minhas camisas e folheava uma revista.

- Oi! — ela sorriu e se levantou assim que me viu – Estava esperando você chegar. Queria que tomássemos café da manhã juntos.

Não tinha costume de tomar café da manhã com ninguém, mas eu também não ia expulsar a garota do apartamento desse jeito. Além disso não estava com a menor vontade de preparar nada, então iria me poupar um bom tempo.

- Claro! — concordei com a cabeça – Fique a vontade, como eu já disse pode usar o que quiser da minha cozinha. É...

- Hanna! — respondeu. Sua cara era bem tranquila, acho que ela não ficou com muita raiva por eu ter esquecido o seu nome.

- Sim, Hanna – repeti – Não se importa de eu tomar banho antes do café, não é mesmo? Não posso demorar para chegar ao escritório hoje.

- Claro que não me importa – afirmou – Assim vou ter tempo de preparar tudo.

Demorei cerca de dez minutos no banho, depois disso fiz a minha barba e ainda vesti o meu terno, quando cheguei a cozinha a mesa já estava toda arrumada. Hanna tinha preparado ovos mexidos com bacon e fez duas torradas para cada um, também fez café e um suco de laranja.

- Espero que você goste – deu um sorriso tímido enquanto eu me sentava, então ela foi para a cadeira bem em frente a mim.

Peguei um pouco do ovo mexido e coloquei na torrada, enquanto mastigava peguei o jornal e abri na seção de economia.

- Você vai mesmo ler o jornal durante o café da manha? — ela perguntou totalmente espantada.

- Sim! — respondi dando de ombros – Eu sempre leio o jornal antes de ir para o trabalho.

- É que hoje você tem alguém tomando café da manhã com você – lembrou – É falta de educação ficar lendo e deixar a pessoa sozinha.

- Não seja por isso – peguei a seção de entretenimento e coloquei na sua frente – Divirta-se.

Deu longo suspiro antes de abrir o jornal e começá-lo a ler. Isso deveria deixá-la quieta por alguns minutos, assim pude voltar para a minha refeição e para o meu jornal em paz.

- Essa Elena Gilbert é mesmo uma garota de sorte – comentou pousando o jornal – O Stefan Salvatore é um gato.

Foi então que eu me toquei do que ela tinha acabado de falar. Deve ter sido só imaginação minha, não ouvia aquele nome há muito tempo.

- O que foi que você disse? — decidi perguntar mesmo assim.

- Aquele ator, o Stefan Salvatore, que fazia o Travis Maddox, não lembra? — sim, o tal do Travis Maddox, me lembro de ter levado minha irmã para assistir um filme dele no cinema – Ele está noivo e eu estou dizendo que ela tem mesmo muita sorte.

- Isso eu tinha entendido – deu um longo suspiro – Mas qual foi mesmo que você disse que era o nome dela.

- Elena Gilbert – repetiu, agora eu tinha certeza de que não tinha ouvido errado – E sabe, ele é mesmo muito bonita.

- Será que eu posso dar uma olhada? — dei, ela concordou e me entregou a pagina do jornal.

Casamento a vista

O ator Stefan Salvatore, conhecido por interpretar o herói infantil Travis Maddox na franquia de filmes homônima, anunciou nessa quinta-feira que está noivo de sua namorada, a estudante Elena Gilbert. Os dois namoram há cinco anos e sempre tiveram um relacionamento discreto e o mais longe o possível das câmeras.

A assessora de imprensa do ator, Meredith Fell, informou em nota que o pedido aconteceu há duas semanas quando Stefan retornou da Escócia aonde filmava seu mais novo filme “Ligações perigosas” (que tem previsão de estreia nos cinemas na próxima primavera), mas eles preferiram manter em segredo todo esse tempo para preservar a intimidade do casal. Meredith ainda disse que ambos estão muito felizes com o noivado, mas que ainda não escolheram uma data para o casamento.

Abaixo dessa nota estava uma foto dos “pombinhos” em um dos milhares de eventos de Hollywood. Não tive a menor dúvida de que se tratava mesmo de Elena, tinha exatamente o mesmo rosto inocente de quando nos conhecemos, embora seu olhar demonstrasse muito mais maturidade e confiança.

Podem passar mil anos, mas eu nunca vou esquecer do dia em que nos conhecemos. Ele mudou a minha vida para sempre, em muitos sentidos.

*Flash Back*

Enquanto o avião pousava pude ver paisagem de Atlanta ficando cada vez mais perto. Apesar de ter vindo aqui algumas vezes com os meus pais quando era mais novo, essa cidade é praticamente desconhecida para mim. Mas agora também representa uma nova fase na minha carreira.

Já estou trabalhando oficialmente na “Potter & Granger Corporation Inc.” há um ano, desde que me formei em economia, mas antes eu já era estagiário, praticamente a ajudar a construir essa empresa. Agora me veio esse convite para ser vice-presidente júnior na na filial de Atlanta, é claro que aceitei o convite na mesma hora, afinal essa não é uma oportunidade que surge todo dia.

Peguei a minha mala e no momento em que sai da área de embarque ouvi meu celular apitar dizendo que chegou uma nova mensagem. Peguei e vi que era o número da minha tia.

Damon,

Infelizmente fiquei presa no trabalho e não poderei te buscar no aeroporto. Mas você tem o nosso endereço, é só pegar um táxi e ir para lá, sua prima está em casa e irá te receber.

No momento em que recebi essa proposta de emprego comecei a procurar apartamentos para alugar, infelizmente não era tão fácil arranjar um lugar para morar nessa cidade e depois de um mês de buscas não tive nenhum sucesso. Para a minha sorte tia Liz, irmã caçula do meu pai, mora em Atlanta junto com o marido e a filha, então eles me ofereceram para ficar na casa dela temporariamente.

Não foi difícil arranjar um táxi na porta do aeroporto. Passei o endereço para o motorista e cerca de quinze minutos depois estávamos na porta da casa.

- Muito obrigado – paguei o taxista e sai do carro juntamente com a única mala que trouxe, sei quem é pouco coisa para quem está vindo morar definitivamente em um lugar, mas vou comprar coisas novas aqui em Atlanta.

A casa é exatamente como eu me lembrava. Tinha uma picape azul parada na porta o que me fez imaginar que tinha alguma visita, ou então era de algum vizinho folgado.

Toquei a campainha e não demorou muito para a porta ser aberta. Uma menina loira apareceu e eu a reconheci imediatamente como minha prima Caroline.

- Oi, Car – acenei timidamente, só espero que ela também tenha me reconhecido – A sua mãe disse que estava vindo, não é mesmo.

- Damon! — ela pulou no meu pescoço e me abraçou com bastante força – Não acredito que você está mesmo aqui, primo! Nas últimas vezes em que fomos visitar os seus pais você nunca estava em casa.

- É que eu estava muito ocupado, primeiro a faculdade e depois comecei a trabalhar – expliquei.

- Mas agora você está aqui! — completou – Ainda não acredito que você vai ficar morando aqui em Atlanta, vamos ter bastante tempo para colocar os assuntos em dia.

Em todas as lembrança que eu tenho de Caroline ela está sempre de muito bom humor. Apesar de ser bem mais nova que eu, tenho certeza de que vai ser muito bom tê-la por perto.

- Bom, vamos entrando! — me puxou pelo braço me levando para dentro da casa – Imagino que você não queira ficar ai fora o dia inteiro.

E no momento em que coloquei meus pés na sala foi quando a avistei. Ela estava sentada em frente a mesinha de centro, o cabelo castanho preso em um rabo de cavalo com algumas mechas caindo no rosto, mordia a borracha do lápis com o olhar totalmente voltado para o livro a sua frente, totalmente descontraída sem deixar de ser linda.

- Lena! — a chamou fazendo com que a garota se virasse na nossa direção – Esse daqui é o meu primo, Damon.

- Ah oi! — se levantou meio desajeitada – Caroline está falando de você há semanas desde que soube que você estava vindo para Atlanta.

- E essa daqui é Elena Gilbert – continuou as apresentações – Minha melhor e mais antiga amiga em todo esse mundo.

- É um prazer te conhecer, Elena Gilbert – peguei sua mão de um beijo na ponta dos seus dedos, percebi que ela prendeu a respiração por alguns segundos.

- Damon, sinto muito, mas não vamos poder ficar conversando com você por muito tempo – minha prima continuou – Acontece que temos prova final de física amanhã e ainda tem muita coisa para estudarmos.

- Está tudo bem, sei muito bem como é isso – garanti – Me ofereceria para estudar com vocês, mas sempre fui péssimo em física.

- Está tudo bem – fez uma careta, pelo jeito também não gostava muito dessa matéria – Até por que eu não iria pedir um favor desses para você hoje, deve estar cansado da viagem.

- Até que nem tanto – admiti – Bom, acho que vou para o meu quarto desarrumar a minha mala e assim eu não atrapalho vocês no estudo.

- Tudo bem – ela concordou – É a segunda porta a direita quando você subir as escadas.

- Obrigado, Car – acenei com a cabeça – E foi muito prazer conhecê-la, Elena – ela encarava os próprios pés, sinal de que tinha ficado envergonhada.

Coloquei todas as minhas roupas no armário rapidamente, depois disso deitei na minha cama e fiquei encarando o teto. Por algum motivo não conseguia deixa de pensar na Elena.

Ela deve ter a mesma idade de Caroline, já que as duas são da mesma turma, o que significa que ela é uns oito anos mais nova que eu, nunca fiquei com uma mulher com uma mulher com uma diferença de idade tão grande. Sem contar que ela ainda deve ser virgem, mas acho que a aula de sexo vai valer a pena.

É claro que o fato dela ainda ser adolescente aumentam as chances dela se apaixonar o que facilita o meu trabalho de levá-la para cama, mas também pode me complicar quando quiser dispensá-la. Mas eu consigo, eu sempre consigo.

Elena jantou conosco hoje. Eu a peguei em vários momentos me olhando e desviando o olhar quando percebia que eu estava vendo. Pelo jeito ia ser mais fácil do que eu imaginava.

Depois da refeição perguntou a tia Liz se precisava de ajuda com a louça, mas ela disse que as meninas podiam ajudá-la com isso. Então eu voltei para o meu quarto e peguei meu notebook para poder olhar os meus e-mails.

- Oi, Damon! Posso, entrar? — Caroline estava encostada no batente da minha porta.

- Claro que pode, Car – respondi então ela se sentou na ponta da cama e ficou me encarando – Estava querendo conversar alguma coisa específica ou apenas ficou com saudades do seu primo favorito?

- Na verdade queria conversar algo específico – passou a mão pelo cabelo – Percebi os olhares que você trocou com a Elena durante o jantar.

Dei um pequeno sorriso me fingindo de sem graça.

- Olha Damon, a Kath já me falou sobre a sua fama, ela disse que você nunca levou a mesma namorada duas vezes em casa – estava bem séria nesse momento – A Lena é uma garota bem romântica e só teve um namorado desde os onze anos e terminaram só há uns três meses. Já vou avisando que se não quer nada sério com ela é melhor se afastar logo.

Não pude deixar de revirar os olhos. Maravilha! Minha irmãzinha fofoqueira já espalhou a minha fama para o resto da família. Acho que posso dizer que a minhas intenções com a Elena são muito boas, afinal, estou querendo dar um pouco de agitação para a vida dela.

- Pode ficar tranquila, priminha – garanti enquanto levantava as duas mãos – Prometo que não vou fazer nada que possa magoar a Elena.

- Acho bom mesmo! — levantou-se e ficou me encarando com um olhar ameaçador – Lembre-se que se você fizer alguma coisa que possa machucá-la de alguma maneira, vai ter que se ver comigo.

Afirmei com a cabeça enquanto ela saia do meu quarto e encostava a porta. Então eu voltei a olhar os meus e-mails.

*Fim do Flash Back*

- Está tudo bem? — a voz de Hanna me tirou pelos meus devaneios.

- Sim! — concordei com a cabeça – Bom, eu preciso ir, tenho algumas coisas para resolver no escritório.

- Mas já? — ela pareceu chateada – Mas você nem ao menos terminou de tomar o seu café.

- É que eu me lembrei que tem uma coisa muito importante que eu preciso resolver o mais rápido possível – menti – Mas estava tudo muito bom, se tivesse tempo eu terminaria de comer tudo.

- Então está bem! — se levantou ao mesmo tempo que eu – Não vai nem me dar um beijo de despedida?

Mas assenti com a cabeça e os lábios dela já estavam sob os meus. O beijo já começou quente e não pude deixar de soltar um pequeno gemido quando seus dedos começaram a bagunçar meu cabelo. Minhas mãos foram para a parte interna da sua coxa e puxando para mais perto do meu corpo e fazendo com que entrelaçasse as pernas na sua cintura.

Se continuássemos desse jeito eu não iria sair de casa tão cedo. Por isso eu a afastei rapidamente.

- Bom, agora eu preciso mesmo ir – minha voz estava levemente rouca – Quando você sair deixa a chave na portaria, por favor.

- Claro! — concordou com a cabeça, seus olhos estavam fechados e sua respiração tão ofegante quanto a minha – Você me ligar um outro dia, não é mesmo?

- Mas é claro que vou te ligar, linda – menti, passei a mão de leve pela sua bochecha.

- Está bem! — ficou na ponta dos pés para me dar um último selinho – Bom trabalho para você.

O transito em Chicago estava bem tranquilo naquela manhã, por isso cheguei bem rápido na empresa. Assim que sai do elevador pude ver minha secretária na frente do computador lixando as unhas, falando sério, preciso dar mais trabalho para ela, parece que está sempre sem nada para fazer.

- Bom dia, Halley! — disse, fazendo com que ela parasse o que estava fazendo e se ajeitasse na cadeira – Tem alguma coisa para mim.

- Bom dia, senhor Pierce – deu um longo suspiro antes de falar, imaginei que fosse para não gaguejar – Deixei o relatório com o orçamento do primeiro trimestre do ano para o senhor verificar.

- Ótimo, vou dar uma olhada agora mesmo – peguei um papel em cima da mesa e escrevi um número de telefone – Quero que você ligue para esse número, é da casa dos meus tios em Atlanta, e peça para falar com Elizabeth Forbes. Assim que conseguir me passe a ligação imediatamente.

- Está bem, senhor Pierce – concordou com a cabeça – Vou ligar agora mesmo.

Segui diretamente para a minha sala e comecei a ler o relatório de que Halley me falou, parecia estar tudo certo, mas é claro que eu precisaria verificar para saber se os números estão batendo. Não demorou muito para o telefone da minha mesa tocar.

- Senhor Pierce, estou com Elizabeth Forbes na linha três – minha secretária disse assim que coloquei o aparelho no ouvido.

- Vou atender agora mesmo, muito obrigado, Halley – respondi antes de apertar o botão que me daria acesso a linha três – Oi, tia Liz.

- Damon! — ela pareceu surpresa por estar ouvindo a minha voz – Que surpresa você estar me ligando a essa hora da manhã. Está tudo bem com os seus pais? E o a Kath?

- Está tudo bem sim, tia – garanti.

- Que bom – pareceu aliviada – Fiquei sabendo que a Kath conseguiu passar para medicina em Yale. Vocês devem estar muito orgulhosos dela.

- Oh sim, estamos mesmo muito orgulhosos – comentei – Mas não foi para isso que eu liguei, tia. Preciso de um favor seu.

- O que é? — perguntou imediatamente – Vou fazer o que estiver ao meu alcance para ajudá-lo.

- Na verdade não é tão difícil – garanti – Preciso ir até Los Angeles a negócios e queria o endereço da Caroline.

- Damon, por favor, não faz isso – deu um longo suspiro antes de falar – Você sabe que a sua prima não quer te ver. Então não insiste.

- É uma vista, pacífica, eu prometo – levantei as mãos em sinal de rendição, mesmo sabendo que ela não estava vendo – Só quer vê-la, afinal, já faz cinco anos desde a última vez que eu a vi.

- Sei que vou me arrepender disso – sabia que ela estava revirando os olhos – Vou te passar o endereço dela por e-mail.

- Obrigado, tia – disse – Prometo que você não vai se arrepender, não vou fazer nada que possa magoar a Caroline.

- Já ouvi isso antes – lembrou – Bom, Damon eu preciso ir, estava terminando de me arrumar para ir ao trabalho, mas eu te mando o endereço antes de sair de casa.

Como ela tinha prometido, cinco minutos depois fui verificar meu e-mail e lá estava o endereço dela. Ou melhor, delas.

- Halley! — peguei meu telefone mais uma vez e disquei o ramal da minha secretária – Por favor ligue para o aeroporto e reserve uma passagem para Los Angeles para mim, partindo hoje a noite ou amanhã bem cedo.

- Imediatamente, senhor Pierce – respondeu.

Então eu voltei ao meu trabalho. Não tinha a menor dúvida de que essa viagem a Los Angeles seria memorável.

Notas finais
Como já tinha dado para perceber no prólogo o Damon não é uma pessoa muito carinhosa e deu para perceber também no Flash Back que ele já não estava com boas intenções quando conheceu a Lena...
Mas o importante é que agora ele está a caminho de Los Angeles, o que será que ele vai aprontar lá? Palpites?
Caso vocês não tenham reparado a fic está de capa nova, feita pela Wendy Falls. O que vocês acharam?
Enfim, comentem muito e digam o que estão achando.