Inesperado
12 Capítulo 12 - Eu pensei que...
Notas iniciais
Thomas e eu estávamos almoçando quando ouvimos a campainha
tocar, meu coração disparou, com toda certeza é Johnny, a hora que ele chegou
ele me ligou, menti a ele, mas era mais do que obvio que ele ia descobrir.
Fiquei sentada na cadeira enquanto Thomas foi abrir a porta.
- Tudo bem Thomas? – ouvi meu pai dizer.
- Estamos bem senhor Benson, entre, a Liz esta na cozinha,
estamos almoçando.
Me virei e vi meu pai entrando, pensei que ele estaria muito
zangado, mas não, sua expressão era um pouco serena e calma.
- Filha! – me levantei e ele me abraçou forte – como você
esta?
- Estou bem, pai, fica calmo, por favor, não saia de casa, a
Julie vai ficar mal...
- Filha, calma, — ele me interrompeu – eu quero que... Você
volte pra casa! – ele me olhou.
- Pai eu não sou bem vinda lá, e você sabe eu estou muito
bem aqui com a Nice e com o Thomas!
- Liz, por favor, filha, você é muito bem vinda, e a opinião
de Estela é a mesma coisa que nada, ela não conta, volta filha!
- Pai, o Thomas e a Nice me ajudaram muito e eu prometi ao
Thomas que ia ficar aqui! – eu realmente prometi ao Thomas certo dia, que não
ia mais sair dali, a não ser que ele quisesse.
- Filha...
- Senhor Benson, desculpe a intromissão, mas a gente vai
cuidar da Liz, minha mãe disse que é melhor ela não passar o que ela passou
mais, e o senhor sabe como vai ser complicado ela ver a Estela, e mais ainda
conviver com ela.
- Elisabeth, você vai ficar bem mesmo?
- Claro pai, e hmm... Eu e o Thomas...
- A gente ta junto senhor Benson – o louco do Thomas me
interrompeu e disse de uma vez, fiquei vermelha na hora que Johnny nos olhou.
- É pai...
- O senhor nos apoia senhor Benson? – Thomas chegou perto de
mim e colocou o braço em volta da minha cintura.
- Apoio sim Thomas, eu sempre soube que você era o cara
certo pra minha menina – Johnny deu um sorriso gigante, Thomas colocou a mão em
minha barriga e Johnny olhou. – e o bebê Thomas, eu acho melhor o...
- Eu quero assumir senhor Benson, esse bebê é meu filho, eu
vou cuidar dele e da minha menina – Thomas me olhou e sorriu, lágrimas surgiram
em meus olhos, ah Thomas.
- Bom eu preciso conversar melhor com a Nice, filha, e
amanhã eu volto te ver, certo? – ele chegou perto de mim mais uma vez e Thomas
me largou. Johnny me abraçou e acariciou minha barriga – e qualquer coisa, a
porta de casa estará sempre aberta pra te receber!
- Obrigada pai, por tudo, e eu estou bem aqui!
Johnny sorriu e Thomas foi abrir a porta a ele, me sentei na
cadeira novamente.
- Não achei que Johnny fosse aceitar desse modo! – Thomas
chegou perto e beijou minha bochecha.
- Ele esta bem mais calmo amor, ele esta nos apoiando em
tudo! – Thomas sentou-se do meu lado e sorriu.
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