Inesperadamente .

1 Apresentações, acontecimentos e... Café!


Notas iniciais
O Danny é o principal mais todos são fixos e vão começar a aparecer mais ao longo da história.

Bela pov

Eu tava andando já fazia meia hora e eu tava meio perdida. O que você já nasceu sabendo andar em Londres? Sabe se me pedirem para andar no shopping eu consigo, mas em uma cidade que eu nunca vi minha mãe (Sônia) TINHA que me mandar comprar café para ela... Bom se amenos eu tivesse um mapa, mas não, pra minha “sorte” minha mãe era daquele estilo: só se aprende fazendo. Bom você deve estar achando que eu sou louca (ta, talvez um pouco), eu aqui falando, falando, sem me apresentar, eu não sou muito fã de apresentações, mas lá vai: Meu nove é Isabela Lucena, mas pode me chamar de Bela eu tenho 17 anos e estou no 3 ano do colegial, sou brasileira e se você está se perguntando o que eu estou fazendo em Londres, é que como eu já disse minha mãe é meio doidinha e depois que ela se separou do meu pai piorou mais ainda ... Então, é que ela disse que é melhor para mim, crescer aqui então eu vim, ne fazer o que eu ela não é a melhor mãe do mundo,mas é a única que eu tenho então ... Eu amo ela! E de repente um idiota me derruba:

Bela of

Xxxx – Oi, desculpa foi minha culpa. Você ta legal?

Bela – Nada, eu é que tava meio distraída. (e deu um sorriso tímido).

Xxxx- Oi eu sou Danny Jones, mas pode chamar de Danny.

Bela- Oi Danny! Eu tenho que ir então tchauzinho.

Danny – Ei não vai me dizer o seu nome?Sabe quando uma pessoa esbarra na outra é normal fazerem as apresentações.

Bela- Ah, desculpe é que eu sou meio desligada, Meu nome é Isabela.

Danny- Mas posso chamar de... ?

Bela – Pode chamar de Bela – e eles apertam as mãos- Mas agora é sério eu tenho que ir.

E quando ela já dado uns dois passos, lhe ocorreu que poderia pedir ajuda do novo conhecido já que não sabia onde ficava nada e precisava comprar café, então virou, e a primeira coisa que viu foi um cara incrivelmente lindo de costas, com as mãos nos bolsos caminhando lentamente não se conteve e disse:

Bela- Danny!- O rapaz virou instantaneamente – Eu sei que mal te conheço, mas eu to em sérios problemas já faz meia hora que eu to tentando encontrar um lugar para comprar café e to tão perto de achar quanto de saber o caminho de volta pra minha casa, será que bom você pode me ajudar? – com um sorriso simples, mas encantador -.

Danny – Claro – sorri prestativamente – Eu tava indo para lá também... Sabe comprar café pode vir comigo se quiser.

Bela – Obrigada. – e caminha até o lado dele-

Danny – Então você não é daqui né?

Bela- Qual foi sua primeira pista? – com um sorriso divertido nos lábios –

Danny- Todo bom britânico sabe onde fica o Starbucks mais próximo – risos dos dois. – Então de onde é?

Bela – Brasil.

Danny – Nossa! Legal, eu nunca conheci ninguém do Brasil! Então você não pode ter vindo até Londres só pra comprar café né?

Bela- Não né bobão, é tudo uma longa história.

Danny queria perguntar, queria saber a longa história, mas se conteve afinal não a conhecia, eram só dois estranhos indo juntos comprar café, não podia ser nada demais, não queria ser intrometido, depois de virarem algumas esquinas e passarem o resto do caminho em silêncio, ele chegaram :

Danny – Aqui, vamos – eles entraram – Bom... Acha que consegue voltar pra casa? Sem se perder eu Digo.

Belo – Claro obrigado Danny, foi muito gentil da sua parte. – e depois disso ele seguiu e se juntou com mais três caras, muito bonitos por sinal, mas não foi falar com eles já tinha incomodado Danny demais.

Garçonete – O que vai querer?

Bela- Dois expressos, por favor, na verdade quatro.

Garçonete – Aqui.

Bela- Obrigada.

Saiu pela porta e com uma velocidade recorde de 40 min conseguiu achar o caminho de casa, e estava realmente orgulhosa com isso, mas sua viril felicidade não durou muito.

Bela – MÃE! – Escandalosa não? Na verdade Não, eu também gritaria se visse minha mãe na mesa da cozinha, ela estava nua e tinha uma cara encima dela para uma filha foi uma visão traumatizante. – O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Subiu correndo as escadas e pode sentir uma ou duas lágrimas correndo pelo rosto, não sabia por que ainda chorava, sempre era assim, mas ela não podia agüentar mais e mais decepções, no fundo no fundo achava que o verdadeiro motivo da mudança foi que a mãe já tinha fama de mais no Brasil e não tinha mais nenhuma mercadoria que ela não tenha provado. Assim que trancou a porta se se encostou à parede e chorou, chorou de saudade, de raiva e por estar se sentindo sozinha, mas sozinha do que nunca se sentiu na sua vida.

Sônia — Filha abre a porta temos que conversar – batia na porta feroz mente – Filha, por favor, eu tenho que explicar!

Bela- A é então explica! – encarando a mãe com os olhos cheios de lágrimas – Explica por que agente se mudou, porque você se separou do papai, porque a cada semana está com um namorado novo, mãe, explica!

Sônia- Eu ... eu.... Esse é sério, eu realmente gosto dele.

Bela – É nos dois últimos meses você “realmente gostou” de sete caras diferentes, SETE! Porque fez isso em mãe sabendo que eu voltaria pra casa?

Sônia- Achei que você iria demorar mais sabe, sou sua mãe conheço seu senso de direção – tentou fazer uma piada ... Bom não deu muito certo.

Bela – Bingo, agora sai do meu quarto, por favor, quero dormir e to com dor de cabeça!

Ela foi pra cama mais não dormiu, ficou pensando no seu pai, nas amigas do Brasil na família.

Os dias se passaram e o namoro da sua mãe com o George, estava durando, quer dizer tirando o seu pai, ninguém ficou com a sua mãe por pelo menos um mês seguido, então poderia ser considerado um recorde, ele até que era legal, aparecia pra jantar às vezes e aquela cena não se repetiu, pelo menos ela não viu e não foi na cozinha.

Sônia – Filha acorda!

Bela – O que? Ah

Sônia – Eu preciso que vá ao Starbucks, o George ta aqui em casa e eu não quero o deixar morrendo de fome no café.

Bela – Mas mãe são 4 da manhã! E hoje é domingo!

Sônia- Por favor?

Bela- Ta!

Não estava chovendo, mas estava molhado, nublado e úmido, como sempre, Londres era assim, sua nova vida era assim, e as pessoas eram reservadas e frias devia ser o clima. Ah o clima ela culpava tudo pelo clima a sua falta de amizade, de vontade de sair, vontade de se permitir ser feliz, porque para ela o sol sempre inspirava felicidade, e a chuva, ficar embaixo dos lençóis comendo brigadeiro e vendo Dr. House.

Bela – Bom dia eu vou querer quatro expressos duplos com chantili.

Garçom – A senhorita poderia sentar e esperar um pouco é que o café ainda está sendo feito e não costumamos ter tantos clientes assim tão cedo.

Bela – Claro, sem problemas.

Garçom – Chamaremos quando estiver pronto, sim? – ela fez sinal afirmativo com a cabeça, não estava muito cheio só tinha ela e mais quatro caras numa mesa, mas era compreensível era 04h20min da manhã!

Danny – Hey Bela! Café de novo? Não devia ter te mostrado o caminho da Starbucks, acho que contribui para o vicio de mais uma pessoa no mundo – falou isso e arrancou risos de mim e dos seus três amigos.

Bela- Hey Danny!

Danny – Estes são meus amigos, Tom, Dougie e Harry.

Bela- É um prazer.

Tom – Aposto que ele não falou da gente.

Bela- Na realidade só falei com ele uma vez e só deu pra perguntar como chegava aqui e

Danny – Pedir desculpa pelo tombo. Mas na realidade fui eu quem fez isso. Senta ai.

Bela- Claro.

Dougie – O que você pediu?

Bela- Quatro cafés expressos duplos com chantili.

Harry – Nossa, são todos pra você?

Danny – Não me admira que não consiga achar o caminho de casa!

Bela- Não, não são todos para mim é um para minha mãe um pro namorado dela e outro pra mim. Eu tomo dois porque um é no café da manhã e o outro é porque eu passo o dia todo em casa e como não quero dormir tomo dois, cafeína me mantém acordada. Acho que quando as aulas começarem não vai ser tão ruim assim . – ela tinha um sorriso nos lábios, mas era um sorriso triste, pensativo.

Danny – Você vai estudar em que escola?

Bela – Prince William Hing School.

Tom – Legal, nós também, está em que ano?

Bela- Terceiro.

Harry – Espero que fiquemos na mesma sala, você é legal.

Bela- Obrigada.

Garçom – Senhorita o seu pedido. Rapazes o de vocês vai demorar um pouco, sim? – PS. O garçom não estava mais ali.

Bela- Acho que vou indo, tchauzinho.

Todos- Tchau, te vemos na escola.

Quando chegou a casa ficou feliz porque os dois estavam vestidos e na sala, subiu a escada se atirou na cama o dia tinha mal começado e ela já estava morta.

Notas finais
Espero que tenham gostado !
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.