Indorien
2 Granjiuty: Capítulo 2- A batalha de Glarban
O indivíduo que parecia ser o mandante do movimento chegou com uma fúria incontrolável, avançando juntamente com um fronte do que pareciam ser duzentos piratas, matando tudo pela frente.
Sob a visão de Granjiuty , a Proclamação tinha uma vantagem que não estava sendo usada, o que lhe estava custando sua derrota para os inimigos: Eles tinham veículos aéreos, mas estavam sendo manejados apenas para levar tropas ao solo.
O tainafiano queria ter tido tempo de se comunicar com o marechal do ar, mas ao tentar se levantar, viu uma lâmina avançando contra sua face numa velocidade assustadora, do qual se desviou com alguma sorte, se virando antes que a arma causasse estragos. Quem lhe atacava era o suposto capitão inimigo, que já estava recuperando a espada cravada no chão.
Remanejou o cajado pronto para o duelo que iria se iniciar, enquanto os soldados e piratas se matavam aos montes pelos lados.
—Já conheci um Renegado Magal antes, sabia? Foi o último dia dele. Você tinha dar uma olhada no sujeito. Grande covarde. Se escondia nas caixas de naves e defecava pelos buracos.
—Eu pareço defecar por buracos, moleque?
—Não. Você é outro tipo de covarde. – falou Granjiuty enquanto começava a correr contra o Dlemo.
Levantou o cajado em labaredas contra o rosto do inimigo, que surpreendia ao revelar um escudo de plasma projetado por um tipo de braçadeira especial, que lançou Granjiuty alguns metros longe, que logo se reergueu lançando um feitiço de teletransporte que se camuflava em um simples orbe de raio, que no momento seria inofensivo, atravessando as pernas do homem, que já começava a dar gargalhadas , imaginando quão estúpido seu adversário seria por errar um simples feitiço de grau um, mas estava enganado. O pato surgiu pelas suas costas, a parte desprotegida da armadura, e bateu com o cajado em toda sua força na parte de trás de seu joelho, que rapidamente fez o homem tombar ajoelhado, mas ao mesmo tempo tentando atacar.
—E você, idiota, é o tipo de covarde que ataca os outros pelas costas?- gritou desesperado.
— Eu estava bem na sua frente. Mas aposto que você não chegou a aprender a disfarçar feitiços com o Professor Walder. — respondeu enquanto executava o traidor. Agora sabia que aquele era um orbe roubado, e o ser não sabia como manejá-lo, mas a questão era: de quem era o item? De qualquer jeito, decidiu ficar com a arma.
Assim que terminou com o Capitão, se virou friamente para a guerra ao seu redor e começou a contatar o superior estrategista.
— Marechal do ar, estou chamando o Marechal do ar, aqui quem fala é Granjiuty, câmbio.
— Não me venha com suas baboseiras sobre estratégia , pato! Isso aqui não é o conglomerado lunar.
— Não temos sobre o que discutir no momento, marechal , mas suas forças aéreas estão sendo dilaceradas por toda a cidadela! Eu tenho um plano melhor. E você precisa escuta-lo. Os cargueiros podem esperar para trazer tropas médicas, mas enquanto isso , quero todos os Marchfalcon em linhas de três ou quatro atacando, deixe-os mais próximos do solo, as torretas não estão surtindo o efeito necessário, concentre-os no ponto norte, que está sendo mais atacado. Não quero mais nenhum soldado no solo, me ouviu?
—S-sim, eu acho. — respondeu assustado.
—E senhor , quando retornarmos , irei reduzir seu título em quinze patentes por imprudência. E voltará a ser um simples sargento.
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