Indestrutíveis.

2 II. A Canção do Pássaro — Sansa Stark


Notas iniciais
para bom entendedor meia palavra basta

A Canção do Pássaro

Sansa prendeu um pouco do seu vestido em seu punho e apertou. Seu ódio era tão grande, sua repulsa tão forte, que sempre que Joffrey passava por ela — sempre, sempre, ela tinha que sorrir e se forçar a não vomitar, a não praguejar, a não gritar espero que você morra, entendeu, morra. Espero que você morra. Margaery lhe encarou, apreensiva, do outro lado do salão. Fez um sinal afirmativo, para acalmá-la. Margaery, que iria casar com o monstro. Por ela — por ela, sempre por ela — Sansa rezava e rezava. Como um passarinho que só pode cantar, Sansa rezava. E sorria.