Incubus Love
8 Double Sin
Notas iniciais

Mais uma vez Sanji estava na casa de Zoro e, para sua surpresa, havia aparecido ali já completamente nu na cama do padre. Só conseguia pensar no quanto aquele humano não queria perder tempo e era um completo pervertido.
O padre estava demorando, e Sanji não era um demônio paciente. Depois de nem cinco minutos esperando, se cansou e jogou-se de costas na cama, frustrado. Por que Zoro era tão lerdo? Ele não sabia que estava ali esperando por ele? Bom, não, mas fazia uma semana, era óbvio que apareceria naquele dia, ele disse que voltaria. Humano ingrato.
Sem ter o que fazer, pensou em ir embora e essa ideia durou por míseros segundos. Naquela casa seu corpo ficava sensível a desejo do outro, fora ordenado para sempre estar sensível ali, então por que não se abusar? Quis testar para ver se mesmo com o moreno longe ainda podia sentir, então levou as duas mãos aos mamilos e os apertou, soltando um gemido baixo ao sentir perfeitamente o estímulo. Merda, estava muito sensível. Sorrindo pervertido, ele começou a se abusar com mais vontade.
Uma mão continuou no mamilo e a outra desceu até seu pau, começando a se masturbar lentamente. Abusava de seu mamilo com vontade, passava a palma da mão pela glande que não demorava a ficar mais melada. A outra mão desceu até as bolas, as apertando com força, causando mais gemidos delirantes. Sem pensar, ele deslizou os dedos para seu cuzinho, metendo-os com força de uma vez, bem fundo. Sua língua estava para fora e ele já começava a ficar ofegante e a babar, deliciando-se com cada uma de suas próprias carícias.
No entanto, aquilo não era o suficiente. Precisava de Zoro abusando de seu corpo sensível, devorando-o com vontade. Gemia por ele e nada do humano aparecer, tanto que lágrimas falsas começaram a escorrer pelo rosto pálido. No meio do desespero a ideia de criar um clone de Zoro pareceu perfeita e foi exatamente isso que fez...
Ou ao menos tentou fazer. O que apareceu era um clone usando uma aparência bem semelhante a que estava vestindo, com poucas alterações no visual. Odiava seus poderes fracos e ainda tinha o problema do desejo do humano, com certeza Zoro não ia querer um clone dele mesmo, mas um de Sanji...
O demônio era quem menos se importava com quem havia aparecido, precisava transar desesperadamente, então ele puxou o corpo levemente maior para cima do seu na cama e atacou seus lábios em um beijo extremamente quente e sujo. As línguas bifurcadas se entrelaçavam com vontade naquele beijo demorado e erótico. Seu clone também estava completamente nu, então seus paus se roçavam a cada movimento mínimo, tornando-se maiores a cada esfregada. Era um beijo maravilhoso, mas não chegava nem aos pés dos beijos que trocava com Zoro.
Longos minutos depois, os dois ainda se beijavam. Seus mamilos duros eram esfregados um contra o outro e os paus melados pulsavam em contato. Sentia-se subjugado pelo maior e até ofendido pelo pau dele também ser um pouco maior, mas não tinha tempo para se importar. Ao invés de se preocupar com o tamanho superior do outro, Sanji apenas sentia vontade de chupar até ter a boquinha cheia de porra.
— Eu vou chupar sua rola. — Ele afirmou e o clone sorriu de uma forma tão presunçosa que chegava a irritá-lo. Ele se comportava assim também? Era impressão ou ao invés de conseguir fazer o infeliz ficar na aparência que desejava, havia dado um mínimo de personalidade a ele? Desgraçado!
Irritado, Sanji o empurrou para a cama, forçando-o a se sentar enquanto ele mesmo se deitava bem na frente da ereção apetitosa. Quando colocou a língua para fora e ia começar a lamber como se fosse um pirulito delicioso, o clone segurou seu queixo e levantou seu rosto, ainda com o maldito sorriso.
— Me mama com vontade, minha putinha. — A voz do maldito era mais grossa que a dele e o original deveria ficar com muito ódio, porém, aconteceu justamente o contrário. Ele sentiu tesão. Seu pau pulsou e ele caiu de boca no caralho grande, engolindo-o por completo até a garganta e o acomodando muito bem. A língua deslizava para cima e para baixo, lambendo todo o pré-gozo delicioso que antes escorria, até começar os movimentos rápidos de vai-e-vem, em um boquete extremamente delicioso.
O pau pulsava em sua boca, tanto quanto o seu próprio pulsava na cama em que costumava transar com Zoro. Só de imaginar o padre ali naquele lugar o deixava com ainda mais tesão, ocasionando em seu pau melando o lençol. Estava tão entretido no boquete que nem percebeu quando seu clone deixou suas características demoníacas aparecerem e o rabo ir até sua bunda, fazendo-o se surpreender com o toque.
— Empina a bundinha e fica de quatro para mim. — O clone mandou autoritário, fazendo todo seu corpo estremecer de prazer. Ele ficou de quatro, com as pernas afastadas e voltou a mamar. Em poucos segundos o rabo com a ponta de coração envolveu-se em seu pau o obrigando a começar a investir contra aquele rabinho delicioso. Sanji gemia em meio as chupadas, desesperado por aquilo, por mais. E o clone parecia ler sua mente a todo instante, bom, era ele mesmo afinal, os dois pensavam a mesma coisa.
O clone levou uma das mãos até seu cuzinho abandonado e começou a estocá-lo forte com três dedos, causando um desespero ainda maior no original que tentava investir também contra os dedos, querendo mais, querendo aquele pau enorme e todo babado dentro de seu corpo.
Em algum momento de extremo prazer ele ouviu a porta se abrindo e sabia que era Zoro, mas estava tão focado nos prazeres que ele mesmo podia causar em si que o ignorou por completo.
— Me fode. — Era a vez de Sanji falar para o clone e o que deveria ser uma ordem, acabou sendo uma súplica desesperada.
Zoro apenas encarava os dois Sanjis abismado, suas sobrancelhas arqueadas e a boca entreaberta. Ele estivera prestes a sair para a igreja, onde não ia há quase dois meses, já que há uns dias havia substituído o aviso anterior por um que anunciava que as missas voltariam a ser todo domingo às seis da manhã. Já estava devidamente vestido com sua batina, faltava apenas pegar o crucifixo que sempre usava e havia deixado no quarto e quando entrou nele se deparou com aquela cena. Ele não esperava que o demônio fosse aparecer tão cedo naquele dia, mas aparentemente o pervertido achava que logo após o galo cantar era um ótimo horário para vir transar.
A princípio, seu cérebro pouco dotado entrou em parafuso com a cena, demorando para processar que o próprio Sanji havia feito um clone de si mesmo com sua mágica demoníaca. O outro Sanji parecia um pouco mais velho que o original, possuía um pouco mais de barba e tinha o corpo mais forte. Mas com certeza era Sanji. Estranhamente, ele usava a franja do lado contrário o que era um detalhe muito aleatório, Zoro pensou, embora estivesse pouco se importando com os cabelos deles no momento. Ambos estavam pelados, se esfregavam como cães no cio e aquilo era suficiente para fazer seu cérebro derreter.
O que ele deveria fazer era dar meia-volta e fingir que não havia visto aquilo, já que nenhum dos dois parecia haver notado sua presença de todo modo. Mas, o que ele fez foi permanecer ali encarando, a mão afastando o colarinho apertado de seu pescoço e a garganta engolindo em seco.
Sanji engolia o pau do outro Sanji com voracidade, embora Zoro não conseguisse ver muita coisa com ele de quatro, e ambos gemiam tão alto que se perguntava como diabos ele não havia escutado antes de entrar no quarto. O Sanji original estava de quatro enquanto chupava, completamente entregue e sua entrada se contraía desesperadamente e escorria muita lubrificação. Ela parecia tão carente que a visão fazia Zoro lamber os lábios involuntariamente. Sua calça estava dolorosamente apertada debaixo da batina e não se sentia assim tão sujo desde a primeira vez em que fodeu o demônio. Deveria estar a caminho da igreja e não observando hipnotizado uma cena tão erótica de pau duro. Mesmo assim, não conseguia desviar o olhar daquele cuzinho rosa piscando, implorando para ser devorado.
Com certa violência, que Sanji particularmente amava, o clone puxou seus cabelos para trás até o pau escapar de sua boca, fazendo uma quantidade enorme de saliva escorrer junto. Fora jogado de cara na cama e o clone se dirigiu até suas costas, não demorando a meter com força, enchendo seu cuzinho com o pau grande e suculento. Sanji gritou de prazer, agarrando as duas mãos com força no lençol. Suas costas se curvaram, ficando em um ângulo ainda melhor para ser fodido e o clone se aproveitou disso, fodendo-o incansavelmente.
— O que você... — Zoro tentou começar a perguntar, mas a pergunta morreu em sua língua no instante em que viu o clone se levantar e meter seu pau absolutamente encharcado de saliva no buraquinho que Zoro estava encarando há horas. Suas sobrancelhas se ergueram ainda mais, se é que era possível e ele ficou tentando se conter, embasbacado pela cena. Não estava imaginando que Sanji foderia a si mesmo, e muito menos que ele iria gostar de assistir a isso. Sem perceber, foi se aproximando cada vez mais da cama vendo-se numa situação impossível de resistir.
Sanji definitivamente ficava bem naquela posição, o corpo se movimentava com leveza e precisão. Os músculos das coxas do clone ficavam bastante aparentes enquanto ele metia no Sanji mais novo. A cada estocada violenta Sanji gemia escandaloso abaixo do clone, que sorria como se estivesse se gabando por ser um mero clone e estar fodendo seu criador. Zoro pensou que ele parecia gostar tanto de comer quanto gostava de dar, pela empolgação com que o fazia e pela expressão que começava a deixar de ser tão arrogante, provavelmente por causa do prazer que não conseguia esconder. Seu pau latejava de tesão, desejava imensamente também sentir aquilo.
O loirinho se esbaldava em prazer, pensando no quanto aquilo era a coisa mais deliciosa e perfeita do mundo, achando que de forma alguma poderia melhorar. Estava sendo observado por Zoro enquanto era fodido por um clone, aquele era seu paraíso particular. O maior investia com vontade, como se aquilo fosse a melhor coisa que já provara e de fato era, para uma existência de poucos minutos, não existia nada que pudesse ser melhor que foder um cuzinho melado depois daquele boquete insano. Era tão descontrolado quanto o corpo real e parecia que ia gozar com pouquíssimos segundos de estímulo. Ele estava quase enchendo aquele cuzinho com sua porra quente, mas se distraiu quando sentiu o padre posicionando seu corpo de forma diferente. E não só aquilo, o toque do moreno parecia que incendiava seu corpo de tesão e ele queria provar mais daquilo.
Quando deu por si Zoro já estava em cima da cama, abrindo desajeitadamente os botões da parte de baixo da batina, como se puxado magneticamente até os dois. Passou a mão de leve pelas costas brancas do clone antes de posicioná-lo mais para cima de Sanji e ficou apenas observando por uns segundos. Mesmo com a interferência de Zoro o clone de Sanji não parava de foder o cuzinho do original nem por um segundo, numa demonstração de perversão e estamina infinitas. As bolas inchadas do clone mal davam espaço para Zoro entrar e ele teve que afastá-las do caminho antes de começar a enfiar seu pau embaixo do que já estava lá dentro. Sanji gemeu ainda mais alto com a invasão dupla, fazendo Zoro se preocupar se era demais por um momento. Mas, não havendo resistência ele apenas prosseguiu, espremendo sua ereção naquele espaço já ocupado. A pressão era esmagadora e Zoro teve que se contentar em ficar parado por alguns segundos se acostumando, enquanto a rola do Sanji mais velho não parava de entrar e sair.
O clone teve o prazer de sentir aquele pau grosso entrando no cuzinho que seu próprio pau já ocupava e o contato o fazia sentir choques estranhos por todo corpo. Os dois loiros gemeram alto delirando com aquele prazer. Se antes achavam estar no paraíso, acabavam de entrar em um andar acima do paraíso. O clone continuava com as estocadas fortes e rápidas, mas naquele momento já nem estava mais fazendo com o intuito de foder o cuzinho que se contraia para sentir intensamente os dois paus, e sim para roçar no pau de Zoro. Seu eu original poderia ser uma perdição, mas sentir outro homem esfregando o pau grosso no seu era de enlouquecer. Estava pulsando, seus mamilos estavam bem mais duros e ele praticamente rebolava enquanto metia, sempre com a intenção de se esfregar no moreno, fazendo a bunda que, de acordo com ele mesmo, era mais apetitosa e suculenta que a de seu eu original, esfregar-se cada vez mais no humano.
Todos aqueles estímulos fizeram com que perdesse o controle e gozasse forte no cuzinho apertado, que se contraia de forma que parecia tentar manter toda a porra em seu interior. Havia gritado sem controle, se esbaldando no prazer intenso e injusto, sua mente só existia Zoro. O corpo real havia percebido que o orgasmo não era devido a penetração e sim por causa de seu humano e isso o irritou mais do que deveria, fazendo-o franzir o cenho e emburrar, contraindo com força seu cuzinho para punir os dois desgraçados que se aproveitavam de seu corpo, mas sequer estavam realmente pensando nele. Malditos injustos, ele iria se vingar... Depois de um merecido orgasmo.
Quando Zoro finalmente começou a se mover, deslizava para dentro com uma facilidade impressionante. Estava esperando um pouco mais de resistência, já que ele e o clone juntos não eram tão pequenos assim, mas aparentemente não havia limites para o que aquele corpo conseguia aguentar. Não sabia como funcionava o corpo do demônio, mas nunca havia visto ele com tanta lubrificação quanto naquele momento, era estonteante.
— Você está tão molhado… Kokku. — Ele comentou, sentindo seu pau ser embebido naquele buraquinho tão viscoso e gostoso, todo gozadinho, ao mesmo tempo em que sentia o atrito com o clone.
Sim, estava encharcado, tudo culpa daqueles dois pervertidos que o fodiam com tanta vontade, com exceção de seu clone que era um desgraçado fraco que havia enchido seu cuzinho de porra e se aproveitando de seu homem. Sentia o gozo escorrendo de seu buraquinho para as coxas grossas e por mais irritado que estivesse com o clone, era grato por fazê-lo sentir algo tão prazeroso quanto aquilo. Então o perdoava por se aproveitar do pau de seu padre.
Embora fosse agradável ter o pau do outro Sanji junto ao seu, a fricção era gostosa e ele ajudava a alargar aquele buraco mais ainda, Zoro não podia deixar de se sentir um pouco desconfortável. Era delicioso, claro, e ali havia apenas Sanji, mas aquele outro corpo dele o fazia imaginar que era outra pessoa, outro cara comendo o loiro, e aquele pensamento definitivamente não o agradava. Lembrou imediatamente do que o outro havia dito na semana anterior, sobre ter transado com japoneses, e não conseguiu se concentrar direito a partir daí.
O clone gemia e continuava metendo com a mesma intensidade junto dele, mesmo que tivesse acabado de gozar. Mas, para Zoro, imaginar a fila de incontáveis outros humanos que haviam fodido o demônio o desagradava cada vez mais. Ouvia Sanji gemendo abaixo dos dois e não queria que fosse por ninguém mais. Quando a sensação começou a ficar mais forte, fez com que o clone se retirasse de Sanji e tomou aquele cuzinho apenas para si com a testa franzida num quase aborrecimento. Como o clone já havia gozado ali dentro, estava ridiculamente fácil de se mover naquele cuzinho. Sanji estava muito largo e a lubrificação e o gozo do clone faziam Zoro deslizar facilmente. Sua ereção, embora grossa, acabava escapando do buraco alargado e sentia a mão de Sanji sempre vindo até sua bunda tateando desesperado para que ele o colocasse de volta. Zoro prontamente atendia ao desespero, por vezes nem tão prontamente assim, deixando o pau solto bem próximo da entrada e observando enquanto sanji tentava ir mais para trás para alcancá-lo e engoli-lo com seu cuzinho guloso.
O outro o olhava estranho e Zoro estava se achando tolo por seu comportamento, mas não podia evitar. Por alguns segundos o Sanji mais velho continuou a olhá-lo, fazendo-o se sentir culpado por rejeitá-lo. Puxou o clone pelo queixo e o beijou para compensar, afinal, ele também era um Sanji, enquanto metia no corpo real com muita vontade e, embora não estivesse raciocinando o suficiente para identificar isso, certa possessividade.
O clone sentia inveja de seu corpo verdadeiro, Sanji recebia todos os estímulos e ele nenhum, ainda fora rejeitado pelo outro, então ele ficou encarando o moreno, cheio de desejo por aquele homem. Queria ser fodido, queria aquele caralho em seu cuzinho também, sentir a porra do outro o preenchendo e escorrendo para suas coxas igual estava acontecendo com o menor. Os pensamentos pervertidos deixavam seus mamilos duros e carentes, e ele estava tão próximo do padre. Queria empurrar seu corpo real e se empinar para o moreno, ser fodido com tanta vontade quanto ele estava fodendo o outro. Para sua surpresa, ficar encarando deu resultado e Zoro o beijou. Seu rosto corou e imediatamente ele se agarrou no corpo largo, abraçando-o pelos ombros e puxando-o para si. O beijo era delicioso, incontáveis vezes melhor do que o que dera com Sanji, a língua do moreno o devorava com tanta vontade quanto devorava o cuzinho melado e ele se sentiu satisfeito por um tempo.
Quando o clone se retirou do corpo real, Zoro voltar a ser apenas seu outra vez ou foi isso que Sanji achou que aconteceria. As estocadas fortes o enlouqueciam, ter a atenção do humano novamente apenas direcionada a seu corpo real era perfeito e fazia com que sorrisse obsceno. Ele gemia alto, se deliciando com aquela foda perfeita e continuou a se esbaldar com o pau grosso até notar uma diferença leve no ritmo e barulhos indecentes que não eram causados pela penetração. Com o cenho franzido, ele se virou e viu o que menos esperava. Zoro beijava seu clone com tanta vontade quanto costumava beijar ele mesmo. Sanji ficou observando aquele beijo desejoso e sujo entre os dois e deveria se sentir excitado, mas só conseguia sentir ódio.
Sanji gemia mais alto do que nunca e Zoro sentia um formigamento esquisito, um certo orgulho de ser o único responsável por isso. Ele queria muito ver a cena, desejava conseguir se afastar do beijo ou ao menos abrir os olhos e olhar para baixo. Mas, não conseguiria. Aquele beijo o enfeitiçava por completo, fazia todo seu corpo derreter e era impossível escapar. Era tão familiar, que foi aí que conseguiu relaxar por completo em relação àquele clone. Ele realmente era Sanji, não havia porque se alarmar, estava apenas sendo idiota.
Devorando a boca de um, ele continuava a meter no outro, as sensações o suficiente para fazerem suas pernas bem treinadas e firmes bambearem. Estava tão molhado, todo aquele gozo com certeza estava melando toda a extensão do seu pau, suas estocadas fazendo com que respingasse para fora daquele cuzinho, provavelmente sujando de branco toda sua batina preta… O pensamento deveria horrorizá-lo, mas aparentemente a imaginação foi o suficiente para ele chegar ao orgasmo, enchendo Sanji com todo seu prazer enquanto gemia no meio do beijo com o clone.
Sanji quis matar seu clone mil vezes, jamais perdoaria aquele filho da puta desgraçado, ainda mais porque Zoro gozou no meio do beijo e ele só conseguia pensar que não era pelo prazer que sentia enquanto metia e sim apenas por causa daquele beijo nojento.
O clone imediatamente o puxou para si, retirando-o de dentro do menor e devorou sua boca, chegando até a morder o lábio para marcá-lo, enquanto as unhas faziam linhas em suas costas largas. Ele puxou Zoro para mais perto, fazendo seus corpos se chocarem e os paus moles roçarem, seus mamilos se esfregaram na batina e ele gemeu alto, como uma boa puta. Abriu os olhos e viu seu corpo real os encarando com ódio, então um sorriso desgraçado apareceu em meio ao beijo e ele puxou um dos lábios do moreno com os dentes, quase como se falasse que aquele homem o pertencia, mesmo sendo apenas uma criação.
Vendo a audácia do clone indesejado, o real não conseguiu mais aguentar e por telepatia ordenou que fosse chupá-lo e fizesse com que gozasse imediatamente. Por ser ainda mais fraco que o íncubo, só restava ao clone obedecer, não tinha nenhuma força para negar uma ordem daquelas. Irritado, o clone teve que interromper o beijo e ir dar atenção para o corpo carente. Com raiva, empurrou aquela puta, para deixá-lo deitado com as costas na cama e as pernas arreganhadas para ele. Ele ignorou totalmente o pau pulsante, imponente e melado bem na sua cara e ao invés de dar atenção para essa parte, o clone foi em direção ao cu e começou a chupá-lo ali, tomando toda a porra de Zoro. A língua fina penetrava bem fundo o buraquinho esfolado, coletando todo o gozo e levando para sua boca. Sanji se contraia de prazer, a língua era tão habilidosa quanto a sua, mas ao ver o desgraçado ignorando sua rola e lambendo os lábios, ele entendeu o que aquele cuzão estava fazendo. Roubando a porra de Zoro só para ele! Filho da puta! Definitivamente ia matá-lo.
Então, ele puxou seu clone pelo ombro violentamente e colou os lábios, penetrando sua língua imediatamente e roubando a porra do moreno apenas para ele. A bunda do clone sentou no pau duro e por mais ódio que estavam sentindo um do outro, ele começou a rebolar gostoso, quase como se tivesse de fato sentado no real e estivesse sendo penetrado. Em meio ao beijo lascivo eles ficavam brigando por espaço, pelo gozo, se enchendo de mordidas fortes e doloridas, mas aquela brincadeira estava o excitando. Independente do ódio e da inveja que um sentia pelo outro, o olhar de Zoro neles sendo obscenos os excitavam e com mais poucas esfregadas da bunda carnuda do clone em seu pau, Sanji gozou forte naquele rabo empinado, melando-o gostoso. Definitivamente não permitiria seu humano foder aquele clone indecente.
Os dois estavam sorrindo devassos, satisfeitos com toda aquela luxúria. As línguas ainda se conectavam fora das bocas, até o clone se movimentar e quebrar o contato, levando consigo um fio de saliva que se quebrou quando ele engoliu o pau gozado do menor, mamando toda a porra que ainda existia e a manteve na boca sem engolir. Quando terminou, ele se sentou na cara do real e este lambeu todo o próprio gozo que manchava a bunda pálida, aproveitando-se para meter a língua bem fundo no cuzinho virgem. Ouviu um gemido gostoso do outro e quando terminou a limpeza, bateu na bunda gostosa para que saísse de cima de seu rosto.
Os dois se ajoelharam de forma exageradamente submissa, estavam com as bocas cheias de porra e olharam para Zoro ao mesmo tempo, mostrando as línguas gozadas e sorrindo safado, oferecendo o gozo para o padre com os olhos brilhando em dourado de tanto tesão, praticamente implorando para que o humano os beijasse. Ainda mais injusto, eles juntaram as línguas e se afastaram lentamente, fazendo as porras se reunirem e um fio sujo ficar conectando-os.
Durante todo o tempo, Zoro permaneceu exatamente na mesma posição em que estava quando chegou no quarto, observando os dois Sanjis enquanto ambos tocavam um ao outro. Dessa vez, entretanto, não parecia que estavam o ignorando como antes. Ao menos o original estava com os olhos colados em si. Mesmo durante o beijo, enquanto se esfregava em si mesmo, gemia obscenamente e olhava diretamente para Zoro. Seu olhar era penetrante e parecia querer ensiná-lo algum tipo de lição. Bom, se aquela era a lição, Zoro estava bastante satisfeito, não era uma visão nada ruim, ele estava gostando bastante de ver os dois lindos corpos quase idênticos se esfregando. Até Sanji gozar, claro.
Talvez tivesse se precipitado ao pensar que não havia nenhuma razão para o ciúme do clone por se tratar de Sanji. Sim, era Sanji, mas não significaria que o perdoaria por qualquer coisa. E ter retirado Zoro daquele cuzinho e feito o Sanji original gozar sem ele era uma dessas coisas. Zoro era quem deveria fazê-lo sentir prazer. Sua testa franzia involuntariamente e ele continuou a observar a cena, contrariado.
Claro, ele também tinha culpa. Se estivesse prestando atenção inteiramente no que estava fazendo aquilo não teria acontecido. Se tivesse continuado a foder o demônio ele não teria ido gozar com seu clone. Mesmo assim ele ainda se sentia contrariado. Tch, aquele maldito. Como ele deveria resistir aos encantos do clone se eram a mesma pessoa? E se ele não queria aquilo por que diabos fez um clone? Zoro não entendia.
Entendia ainda menos o fato de terem parado de ignorá-lo finalmente e agora estarem sorrindo como maníacos com aquelas boquinhas injustas cheias de porra. Pareciam que queriam que ele escolhesse, então a escolha óbvia era o original. Não que seus dois neurônios estivessem raciocinando muito naquele momento, mas seu instinto o dizia que sim.
Podia sentir o sorriso de Sanji enquanto se beijavam, com certeza provocando seu outro corpo, e Zoro sentiu que tinha feito a escolha certa. Beijou Sanji intensamente, o gosto forte de gozo ainda extremamente presente na língua do loiro, sentindo o demônio se agarrar em seu corpo como se não quisesse que certo alguém o roubasse de si. Depois de beijá-lo por um tempo, Zoro separou sua boca dos lábios macios, se inclinando para colocá-la em outros lugares. Se Sanji queria atenção, teria sua atenção em toda parte. Zoro sugou impiedosamente a carne do seu pescoço, só saindo de lá quando teve certeza que tinha ficado tempo o bastante para deixar uma marca horrenda e enorme. Parecendo satisfeito com o resultado, desceu por todo seu tórax fazendo o mesmo, apreciando o quanto Sanji tremia abaixo de si, agarrava seus cabelos em resposta e despejava em seus ouvidos aqueles gemidos maravilhosos, que deveriam ser só dele para começo de conversa.
Sanji havia vencido de seu inimigo-rival, recuperando o que já era dele desde o início. Ele compartilhou a porra que sujava sua boca com o moreno e se aproveitou para agarrar-se a ele, tentando fazer Zoro focar-se apenas em seu corpo e ignorar totalmente o intruso. Para seu desagrado, o clone no início não ficou quieto e se juntou ao beijo, colocando apenas a língua gozada entre os dois e tendo toda a porra roubada. Ele sentia choques por todo o corpo quando a língua do padre entrava em contato com a dele, enlouquecendo com o sabor perfeito. Aquilo durou segundos, até o verdadeiro o empurrar para o lado dizendo que ele não era bem-vindo ali.
O clone passou a ficar quieto no canto, enquanto Zoro se aproveitava do real, atacando-o em todas as partes do corpo. O loiro gemia sem controle, saliva escorria de sua boca e ia em direção ao peitoral, consequentemente os mamilos. Logo, sentiu os mamilos formigando de necessidade, sendo sanado apenas quando o moreno abocanhou um por vez, lambendo toda sua saliva e dando igual atenção para ambos, fazendo o menor gritar desesperado de prazer. Os dentes pressionavam a pele sensível, deixando-o com uma marca de mordida em cada mamilo. Estava sendo todo marcado e gostando muito disso, parecia até que Zoro queria marcar propriedade, dizer que Sanji era só seu. Pateticamente seu pau começava a ficar duro outra vez, tão fácil e rápido como o íncubo pervertido que era.
Zoro havia aprendido, a contragosto, que não era agradável deixar Sanji tão carente. Se bem que… Isso provavelmente valia para ambos os Sanjis. Com esse pensamento em mente se afastou um pouco e estendeu a mão para o clone, que parecia à beira de uma síncope por ter sido deixado de lado por tanto tempo. Zoro o beijou lentamente enquanto sua mão fazia questão de não parar de percorrer o corpo do original nem por um segundo, agarrando sua bunda com vontade, de forma que seus dedos marcassem a carne branca a cada apalpada. Depois de um tempo beijando o clone, voltou a beijar o original, agora com uma mão em cada um dos Sanjis. As entradas de ambos escorriam e as mãos de Zoro eram meladas só de apertarem as nádegas. Tateando como pôde, alcançou aqueles cuzinhos insaciáveis e meteu dois dedos grossos em cada um deles, fazendo o Sanji original gemer em sua boca e o clone em seu ouvido. Seus dedos estavam completamente melados e a sensação era maravilhosa.
O corpo do Sanji verdadeiro tremia de prazer, estava tão fácil e entregue que chegava a ser vergonhoso. Era tudo perfeito, menos quando ele viu de relance seu Zoro estendendo a mão para o clone que estava quase choramingando falsamente, que no mesmo instante a aceitou e o beijou na sua frente. Definitivamente mataria aquele desgraçado. Aqueles lábios o pertenciam, apenas a ele! O pior era que era um beijo calmo e lento, chegando a ser amoroso. Por mais que o moreno ainda estivesse dando atenção para seu corpo, ver seu clone recebendo tanta atenção, mais até que ele, o deixava irado. Durante todo o beijo, Sanji estava com sangue nos olhos, amaldiçoando os dois. Mas, quando Zoro voltou para si, pareceu que tudo havia sumido e nunca nem mesmo sentira ódio e inveja.
Sanji não havia percebido que mesmo o beijando Zoro ainda tocava seu clone. Ele estava de olhos fechados, se deliciando com o sabor perfeito de seu humano. A língua invadia afoita aquela boca deliciosa, enlouquecendo-o enquanto enlouquecia o moreno também. Por um segundo ele achou que Zoro voltara a ser apenas seu, isso até os dedos grossos o penetrarem, fazendo-o se desconcentrar do beijo e infelizmente a reação do clone foi igual, os dois gemeram em uníssono. Ele olhou para o clone, vendo que Zoro também o estocava com os dedos. Estava sendo muito guloso, deveria escolher só um e ficar só com esse.
— Não é justo você ficar com os dois... — Sanji começou, mas foi interrompido pelo clone que pressionava os lábios contra os seus e a língua se enfiava na sua boca, como se quisesse roubar o gosto de Zoro que havia ali. Percebendo isso, ele mordeu com força aquela língua atrevida, obrigando-o a se retirar.
— Tem que escolher só um... — Era a vez do clone falar, voltando o olhar para o moreno e sorrindo pervertido. Ele lambeu os lábios sensualmente, provocando o humano de forma que sabia que ele cairia. Injustamente ele contraiu a entrada, prensando os dedos em seu interior.
— O que achar que é o melhor... — Estavam completamente as frases um do outro, como um casal ridículo, como se estivessem em conexão e de fato estavam.
— Zoooro. — Os dois falaram e as duas línguas passaram nos lábios de Zoro, tentando-o da pior forma. Se ele quisesse continuar, teria que se decidir entre os dois e ficar só com um.
Fale com o autor