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6 Capítulo 6
Notas iniciais
— Como vocês estão indo? — Kathryn perguntou para Regina enquanto andavam pelos corredores do supermercados fazendo as compras semanais.
A morena nem precisava perguntar para saber do que a amiga estava falando, e pelo menos uma vez, ela agradeceu por seu filho estar em outra seção para que ela, assim, pudesse desabafar tudo sobre o novo homem de sua vida.
— Ótimo! — Regina disse com um toque de sorriso no rosto. — Muito bem.
Kathryn se alegrou:
— Ele parece um bom partido. Mais quanto tempo até vocês se encontrarem pessoalmente?
Regina, que estava lendo o rótulo de um produto, virou a cabeça para a amiga que esperava uma resposta:
— Nos encontrarmos?
— Vocês ainda não conversaram sobre isso? — A loira perguntou. — Geralmente, quando duas pessoas se dão bem na internet, elas saem para se conhecerem na vida real. Se conhecerem novamente a partir daí.
— Nunca me ocorreu fazer isso. — Regina admitiu.
— Bem, — Kathryn se aproximou da amiga, pondo a mão sobre o braço dela de forma acolhedora — você gostaria de conhecê-lo?
A Prefeita desviou o olhar, pensando. Já se perguntara quem seria seu correspondente. Por que não se encontrarem? Ela já gostava de sua companhia online, logo conhecê-lo ao vivo seria tão bom ou até melhor que online. Ela se voltou para Kathryn, inclinando levemente a cabeça, sua voz se afinando bem de leve:
— Sim, eu gostaria de conhecê-lo, sim.
Kathryn deu um gritinho, apertando o braço da amiga:
— Você tem que perguntar para ele e quando ele disser sim, eu vou te ajudar a se preparar.
Regina não conseguiu conter a animação da amiga. Apesar de seu coração palpitar de felicidade, ela se conteve como somente um político conseguiria. Ela iria conhecê-lo muito em breve. Mal ela sabia que no corredor ao lado do dela, o coração da Xerife, seu correspondente misterioso, estava batendo tão rápido quanto, mas por motivos totalmente diferentes.
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— Mary Margaret! — Emma gritou assim que voltou do supermercado. — Socorro!
A morena colocou a cabeça para fora do seu quarto confusa e com suas sobrancelhas franzidas. A julgar o tom de súplica na voz dela, parecia que a voz da loira estava falhando, como se ela estivesse triste. Mas a morena a viu indo em direção a garrafa de Black Label.
— Eu achei que você estava fazendo compras. — Mary Margaret falou devagar, tentando ver quão tensa Emma estava.
Emma pôs uma dose em um copo, tomou e devolveu o copo, batendo-o sobre o balcão:
— As compras podem esperar. Eu estou com sérios problemas.
— O que houve? — A morena se aproximou da Xerife, preocupada, pondo uma mão no braço de Emma.
— Regina vai me pedir para sair com ela. — Emma respondeu exasperada.
E mais uma vez, Mary franziu o cenho confusa:
— Não era isso que você queria?
— Não o eu real, o eu virtual. — A loira jogou os braços para cima frustrada.
A professora arquejou. Emma começou a andar em círculos, torcendo e mexendo as mãos:
— Eu a ouvi falar para Kathryn, lá no supermercado, que ela quer se encontrar comigo e você tinha que tê-la ouvido, Mary Margaret, ela estava tão animada. Quero dizer, ela não estava pulando de felicidade, mas eu podia jurar. Quero dizer, eu não podia vê-la, mas eu conheço a voz dela, eu tenho falado com ela sem parar por mais de um mês e eu posso jurar que ela quer muito me conhecer.
Finalmente, a loira parou e se virou para sua colega de quarto, o medo estampado em seu rosto:
— O que devo fazer?
A professora suspirou e passou a loira, que estava um trapo, para pôr a chaleira no fogão. Ela se virou, encostando-se no balcão da cozinha com os braços cruzados debaixo do peito e um olhar determinado para Emma:
— Vá se encontrar com ela.
— Você está louca? — Emma disse com os olhos esbugalhados.
— Eu, louca? Falou a mulher que está se fingindo de homem apaixonado pela Regina — Mary Margaret zombou. — Emma, ela merece saber a verdade.
Emma se encostou no balcão contrário, imitando a pose da amiga:
— Eu sei, mas...
—Não! — A morena disse com determinação. — Sem mais. Se você realmente gosta dela e ela, de você, não vai importar se você é homem ou não. Quando duas pessoas devem que ficar juntas, elas encontram um jeito.
— Mas eu sou eu, — Emma argumentou cabisbaixa — ela me odeia.
— A julgar pelas contas de internet e eletricidade, eu duvido que ela te odeie desse jeito. — Mary Margaret a repreendeu.
As duas ficaram em silêncio por uns instantes. Mary Margaret vasculhando as despensas atrás de chá, enquanto Emma se manteve parada na mesma posição, pensando.
— Eu vou contar para ela — Emma soltou. — Eu vou chamá-la num encontro e vou contar para ela.
Mary Margaret se ajeitou com um sorriso orgulhoso:
— Você vai se sair bem.
Emma concordou timidamente e incerta antes de se dirigir à chaleira quente, gaguejando para si mesma, enquanto se empurrava do balcão:
— Estamos sem chá. Eu vou... Compras.
Mary Margaret balançou a cabeça, vendo a loira sair:
—Ah, Em, que problema que você foi arranjar.
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Emma revirou os olhos para a ligação da Regina. Em lugar nenhum dizia que em seu trabalho era obrigatório fazer relatórios, mas cá estava ela, forçada a ir ao escritório da Prefeita para que Regina tivesse certeza de que ela iria entregar o seu trabalho.
Em tese, Emma ansiava por um momento a sós com a Prefeita, mas desde que ela resolvera contar a verdade, ela tinha evitado ficar sozinha com a morena. Ela ia conseguir, ela pensava, enquanto juntava o um mês de boletins que ela falhou em completar. É só Regina.
— Você pode se sentar aqui. — Regina mostrou à loira o seu lugar, assim que ela pisara o pé no escritório.
Ela agradeceu com a cabeça, incapaz de manter contato visual, enquanto punha os papéis em cima da mesinha de café e se sentava no sofá.
— Xerife, espero que isso não se torne recorrente — Regina falou com seu usual tom sarcástico. — Eu não sou sua babá. Eu tenho coisas melhores para fazer.
— Você que me chamou aqui, Regina.
— Porque você se provou ser incompetente. — Regina respondeu de sua mesa.
— Ou talvez você só queria passar um tempinho comigo. — Antes que pudesse perceber, as palavras já tinham saído de sua boca. Ela congelou tal qual um um cervo pego pelos faróis de um carro, esperando Regina repreendê-la. Ao invés, Regina se virou na direção da loira pela sua observação, semicerrando os olhos com um riso:
— Nem em suas fantasias você teria uma chance.
Emma virou a cabeça para olhar para a Prefeita, surpresa com a resposta dada a ela:
— O que aconteceu nas suas fantasias?
Dessa vez, Regina a olhou:
— Faça o seu trabalho.
— Alguém está extremamente mandona hoje. — Emma murmurou com um sorriso, se virando para a sua pilha de arquivos.
Se ela não tivesse abaixado a cabeça por mais alguns segundos, ela teria visto Regina cerrar os olhos em confusão.
Depois de uma hora mudando de posição sobre a mesinha de centro, pondo os arquivos sobre as coxas e alongando as costas por causa da dor, Emma bufou e jogou os relatórios sobre a mesinha, fazendo o máximo de barulho possível, já que Regina tinha saído para se encontrar com alguns investidores. Como achou que teria pelo menos uma hora sozinha, ela rapidamente pegou alguns relatórios e foi para mesa de Regina, tomando um momento para apreciar o trono ergonômico que era a cadeira da Regina. Não admira que ela fosse uma workaholic. Se ela mesma tivesse uma cadeira dessa, ela iria querer ficar sentada o dia inteiro. Se acomodando, Emma deixou o soft rock do Bon Jovi tocar pelo auto-falante do celular, enquanto se enterrava no trabalho. Querendo impressionar Regina com seu ávido hábito de trabalho, Emma foi com vontade terminar de fazer os relatórios, tão consumida pelo trabalho que quase nem escutou o clique dos Jimmy Choos:
— Ora, ora, ora, você realmente está fazendo o que faz de melhor, Xerife. — Regina disse, olhando para Emma enquanto entrava.
— E o que seria isso, senhora Prefeita? — Perguntou Emma.
— Se sentir em casa. Agora, seja educada e me dê licença de minha mesa. — Regina já estava do lado de Emma, encarando-a para que ela saísse.
— Mas minhas costas estão doendo. — Emma reclamou.
— E onde que isso é problema meu?
Emma se manteve firme, sentada na cadeira da Regina, se balançando levemente para os lados, apesar de sua mente estar se divertindo, ela falava seriamente com a Prefeita:
— Sou a Xerife. Se eu tiver dor nas costas, como eu vou trabalhar?
— Você não está trabalhando agora. Levanta. — Regina puxou a loira e rapidamente tomou o seu lugar.
— Eu deixei bem quentinho para você. — A loira respondeu, enquanto se dirigia para o lado oposto da mesa e se sentava na cadeira de visita. Ela ignorou o olhar que a Prefeita estava lhe dando.
— Sério, srta. Swan?
— Costas doídas, se lembra? Além disso, não é como se eu tivesse problemas com espaço pessoal. Então, se você me der licença eu tenho uns relatórios para terminar. — Emma se inclinou sobre a mesa e pegou o celular, que ainda tocava Bon Jovi.
Regina olhou o aparelho brevemente, com uma sombra de sorriso no seu rosto antes de se virar para o computador.
— O quê? — Emma perguntou ao ver olhar da morena. — Está muito alto?
— Está bom, Xerife. — Regina falou como se estivesse se dirigindo a uma criança.
— Você estava sorrindo.
— Eu estava? O Inferno deve ter congelado. — Regina disse, fingindo surpresa.
Emma riu genuinamente da piada, apesar do tom dela. Regina a olhou tomada pela surpresa com a reação da loira e se voltou para o computador. Encarando a morena por mais um tempo, Emma apenas sorriu consigo mesma antes de empurrar o celular para o meio da mesa e voltar ao trabalho.
As duas trabalharam em um silêncio confortável, sendo os únicos sons na sala o digitar do teclado da Regina, o escrever da caneta da Emma e o Bon Jovi. Pelo canto do olho, Emma pôde ver Regina sorrir sozinha para a tela do computador e digitar furiosamente. A loira estava começando a amar os sorrisinho secretos que Regina dava sempre quando estava lendo ou escrevendo para ela. Ela percebeu que seu celular estava entre as duas quando já era tarde demais e a Prefeita já tinha clicado para enviar a mensagem. Menos de um minuto depois, a música deu uma pausa e o som da caixa de e-mail tocou alto. A loira passou mão rápido no celular, os olhos esbugalhados. Ela sondou a reação da morena que apenas franziu o rosto, confusa com a reação severa da loira:
— Algum problema, srta. Swan?
— É só meu alarme — Emma se explicou rapidamente e se levantou, pondo no bolso o aparelho. — Eu vou almoçar.
Regina apertou os lábios, mas Emma pôde sentir ela a encarando pelas costas.
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A Xerife estava agindo mais estranha do que nunca. Parecia que ela estava evitando a Prefeita, mas sempre que elas tinham que interagir, a loira conversava com ela como se fossem velhas amigas. Apesar de que a maioria das coisas que ela falava eram grosseiras, mas o que esperar de alguém como Emma Swan? Ainda assim, ela gostou de saber que as músicas que Emma ouvia no trabalho não eram heavy metal, rock gótico ou música pop mainstream. Entretanto, Regina notou a saída abrupta da loira para o almoço, mas já tinha visto Henry comer, então só pôde supor de onde ele tinha tirado esses hábitos alimentares. Ela checou a caixa de entrada pela quarta vez desde que Emma saíra e ainda não havia nenhuma resposta. Ainda bem que ela decidiu não perguntar ao seu correspondente misterioso se já era hora deles se encontrarem porque se ele aparentemente estivesse ocupado o dia todo, como parecia estar, então ela morreria de ansiedade.
Verdade seja dita, a Prefeita estava muito nervosa para perguntar se ele gostaria de sair com ela. A amizade online deles parecia tão bom demais para ser verdade que ela não estava preparada para conhecer a identidade do mensageiro por medo de que sua imagem fosse estragada.
"Próxima vez", ela prometeu a si mesma. O alívio lhe atravessara o corpo quando um e-mail chegou para ela.
Desculpa, eu não posso responder totalmente seu e-mail. Eu tô trabalhando num local diferente e meu chefe está no meu pescoço. Chat mais tarde, às 21h?
CEAE.
Ela rapidamente digitou sua confirmação, nem olhou para cima quando Emma entrou de volta no escritório momentos depois. Finalmente, ela levantou a cabeça quando uma sacola do Granny's foi posta sobre a mesa a sua frente:
— Te trouxe seu almoço. — Emma ofereceu e se sentou, abrindo sua própria sacola e tirando um queijo-quente e batata frita de lá.
— Você não deveria assumir que todo mundo come que nem você. Tem gente que quer viver depois dos 40 anos.
Emma revirou os olhos:
— Eu trouxe algo diferente. Se não gostar, não coma.
Indo contra seu julgamento, Regina espiou dentro da sacola, esperando encontrar algo simples como uma salada ou seu usual sanduíche Club House, sobre o qual ela tinha certeza que loira iria perguntar para Ruby. Ao invés, ela tirou de lá um Prosciutto Caprese, e apesar de nunca tê-lo pedido, ela sempre quis prová-lo.
— Acertei? — Emma perguntou, se inclinando para trás na cadeira e metendo uma batata na boca.
— O que você fez? Perguntou para Ruby o que eu sempre peço? — A morena retrucou de forma inteligente.
— Sim, mas achei que você iria gostar mais desse. E eu trouxe café também. — Emma apontou com a cabeça para o recipiente segurando o cafe e seu refri.
— Você sabe que eu não aceito suborno. Você ainda tem que terminar esses relatórios. — Regina brincou. Ela deu uma mordida no sanduíche, cuidando para não demonstrar sua satisfação no rosto. Por que ela não tinha pedido isso antes?
— Duas piada em um dia? O Inferno certamente deve ter congelado. — Emma riu, se afundando no seu almoço.
Regina continuou a trabalhar enquanto comia:
— Acredite, ele ainda estará quente quando você chegar lá.
— E com essa, são três. Devo continuar contando?
— Que tal você terminar esses relatórios que estão com um mês de atraso? — Regina usou seu tom autoritário, fazendo Emma murmurar.
— Tá bem, tá bem.
As horas se passaram e as duas compartilharam a mesa em silêncio, satisfeitas uma com a outra. No momento em que as duas terminaram, Emma, sem aviso ou solicitação, acompanhou Regina até o carro, desejando-lhe uma boa noite, enquanto ela abria a porta do carro, e andou até a delegacia para pegar seu próprio carro.
Pela primeira vez em muito tempo, o medo e a ansiedade pareciam que tinham desaparecido da loira. Claro, ela e Regina batiam de frente, mas elas passaram o dia inteiro sem brigar. Estava mais para um bate-boca. E bate-boca, no dicionário da Emma, era muito parecido com flerte. A velha Regina teria menosprezado Emma por metade das coisas que teria dito para a Prefeita, mas agora Regina respondia de bom grado. Talvez elas pudessem funcionar.
Talvez Regina não iria se importar.
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GarotadeOlhosCastanhos01: Você está bem? Sinto como se não tivesse falado com você o dia todo.
Cavaleiro84: Sim, é o trabalho. Na verdade, eu estou com um problema.
GarotadeOlhosCastanhos01: Algo que eu possa ajudar?
Cavaleiro84: Sim, claro, na verdade sua opinião seria bem-vinda.
GarotadeOlhosCastanhos01: Pode mandar.
Cavaleiro84: É no meu trabalho. Meu chefe não é muito meu fã.
GarotadeOlhosCastanhos01: Se seu empregador está demonstrando favoritismo ou discriminação, você pode reportá-lo.
Cavaleiro84: Não, não para tanto, mas eu tenho um colega com quem eu trabalho e meu chefe ama ele.
Cavaleiro84: Ultimamente, eu tenho feito o trabalho dele também, mas meu chefe acha que é ele quem está fazendo.
Cavaleiro84: E enquanto isso, meu chefe continua adorando ele, ele, recebendo os créditos pelo trabalho e eu continuo sendo tratado como lixo.
GarotadeOlhosCastanhos01: Quem é o seu chefe? Tenho certeza que conheço alguém que pode conversar com ele.
Cavaleiro84: Ninguém que você conheça.
Cavaleiro84: Mas você acha que eu deveria contar para o meu chefe que tem sido eu o tempo todo?
GarotadeOlhosCastanhos01: Claro que deve. Isso vai ajudar a melhorar sua imagem perante seu superior e ainda vai mostrar sua dedicação à empresa.
Cavaleiro84: Eu sou muito dedicado. Você acha que ele ficaria com raiva? Eu estava mentindo para ele por um bom tempo.
GarotadeOlhosCastanhos01: Ele gostou do que você produziu, o que reflete em você como pessoa. Você ainda continuará valendo o seu esforço, mesmo depois de ele saber que sempre fora você. Se ele valoriza o trabalho que você fez pela empresa mais do que a mentira, então a conjuntura da situação não vai ter importância.
Cavaleiro84: Eu não posso falar o quão aliviado estou pelo o que disse. Você não tem ideia do quão estressado eu tenho estado por causa disso.
GarotadeOlhosCastanhos01: Estou feliz de ter ajudado.
Cavaleiro84: Posso te perguntar algo sério?
GarotadeOlhosCastanhos01: Contanto que eu possa te fazer uma pergunta de volta.
Cavaleiro84: Quão confortável você está comigo? Porque eu sei que não faz muitos meses, mas eu sinto como se eu te conhecesse e vice-versa.
GarotadeOlhosCastanhos01: Extremamente confortável. Acredite, o sentimento é meio arrebatador, mas é incrível o quanto nós sabemos um do outro.
Cavaleiro84: Bem, se esse é o caso, eu estava me perguntando uma coisa.
GarotadeOlhosCastanhos01: Sim?
Cavaleiro84: Eu estava me perguntando se você não estaria pronta para me conhecer, em pessoa?
GarotadeOlhosCastanhos01: Eu ia te perguntar a mesma coisa.
Cavaleiro84: Isso é um sim, então?
GarotadeOlhosCastanhos01: Com certeza.
Cavaleiro84: Ufa! Mais um desabafo para fora.
GarotadeOlhosCastanhos01: Você ficou com medo de eu dizer não?
Cavaleiro84: Me cagando de medo.
GarotadeOlhosCastanhos01: Quem é que tem pouca fé agora?
Cavaleiro84: Eu vou reservar um lugar legal e a gente confirma os detalhes.
GarotadeOlhosCastanhos01: Mal posso esperar.
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