Incendeia-me recomeçar
6 Cap 6.
Notas iniciais
Estou para na frente da porta.
A porta da sala de reuniões de Gael.
Escuto as vozes de saim pelas fresta.
São vozes baixas e rápidas, mas ainda consigo saber qual é cada uma delas.
Respiro uma, duas, três, quatro.
Cinco.
Abro a porta.
Todos estão olhando para mim, meus amigos exalam tensão, alternando o olhar entres mim e meus pais. Se preparando caso eu queria ataca-los. Aaron está me olha atentamente e sei que está absorvendo todos os meus sentimentos e preparado para me parar a qualquer momento.
– Onde ele está?
quase todos me olham sem entender nada, apenas duas pessoas sabem do que eu estou falando. E essas duas pessoas são os meus pais.
– Juliette.
– O que aconteceu com ele? — corto qualquer coisa que meu pai estaria tentando falar. — Ele está vivo?
– Juli..
– Ou vocês o jogaram em manicomio como fizeram comigo. — Corto outra vez.
– Se vocês nos deixar expli...
– Me digam onde Jason esta! — Sílibo olhando para os dois. -ME DIGAM!
– Agora chega mocinha! — sou tomada pela surpresa ao ver minha mãe em pé olhando para mim com as mãos na cintura. — Sei que você está chateada conosco mas..
– Chateada? CHATEADA? Vocês me negligenciaram durante anos e acham que eu estou chateada? Você por acaso ficou retardada? — encaro corando de raiva.
– Não se atreva Juliette!! não se atreva a me ofender! Eu sei que não sou o exemplo de mãe, mas eu ainda sou a SUA MÃE!
– Você não..
Ela me cala com seu olhar afiado, e derrepente me sinto com 5 anos.
– Sente-se. — ordena.
Eu a encaro afartando e me sento quando ela aperta os olhos me alertando.
– Otimo. — ela recupera postura e me olha- Sei que temos problemas, sei que o que eu e sei pái fizemos com você foi... — ela engole seco piscando- foi errado..
Faço um careta.
– Errado e horrivel, não fomos bons pais. E eu nunca vou me perdoar por isso. — minha enxuga as lagrimas e respira fundo.- Eu errei muito com você Juliette, e errei mais ainda co Jason.. — ela me olha nos olhos, com os brilhos das lagrimas não derramadas. — Eu vou pedir o seu perdão pro resto da vida Juliette e ainda não serie merecedora dela.. Mas eu precisava procurar por você. Seu pai eu eu.- Ela segura a mão do meu pai que nos olha em silencio.
– Juliette ... nos perdoe. — Meu pai diz com dificuldade pela emoção.
Não chore. Fique firme. Não chore!
Olho para a mesa e conto até 50 antes de olhara para todos dentor da sala. Todos estão quetos olhando para meus pais e para mim. Todos com pena no olhar. Pena de mim.
– Onde ele está? — sussurro não confiando na minha voz.
Minha mãe fecha os olhos deixando as lagrimas cairem balançando a cabeça.
– Eu.... eu o matei. — afirmo. Seguro a borda da mesa tentando controlar minha respiração.
Eu.. matei meu próprio irmão.
– Não seja tão precipitada maninha.
–
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