In his bedroom
1 One-Short-Shot

Ele me chamou pra ir na casa dele as três hora da tarde, é o que havia sido combinado, olhar algum filme de aventura ou ação que ele tinha locado, e pediu para que eu fosse ver. Phelipe, esse era o garoto que eu sempre gostei, sempre admirei, e sou apaixonado. E que pediu para mim aparecer por la.
Ele me recebeu muito bem, estava sem camisa e com os cabelos molhados, havia saído do banho. Evitei olhar para ele, não queria ter uma ereção em sua frente, eu sou terrivelmente apaixonado por ele e mal ele sabe que eu me dedo pensando no pau dele.
Olhávamos o filme no quarto dele, na cama em que eu sempre sonhei em estar, ele tinha algumas roupas jogadas pelo chão, algumas camisetas sujas, mas que ele foi tirando assim que eu entrei no quarto.
- Desculpe pela bagunça- ele disse, sua voz era doce e era a voz que eu sempre queria ouvir ao acordar — eu esqueci de arrumar.
- Tudo bem, Phe. O meu esta do mesmo estado. — Falei rindo, mordi o lábio olhando para a janela. Tenho essa mania irritante e que quase sempre me faz parecer estranho.
- Senta ai, tu é de casa — Falou indo para o banheiro, largar as roupas. E eu sentei, esperei ele voltar e colocamos o filme.
O filme era o tipo de filme com ação mas com um pouco de putaria, e mesmo sendo uma putaria fraca, eu me excitava e escondia com o que eu conseguia. Até alguma hora em que meu pau ficou apertado na minha cueca e eu sai dando a desculpa de que eu ia para o banheiro, ele apenas afirmou. Entrei no banheiro e me deparei com todas as roupas dele jogadas ali. Será que ele deixou a cueca que ele estava usando? Procurei, passei pelo seu uniforme do palmeiras, pelas suas bermudas, camisetas, e ali, uma cueca preta. A que ele estava usando hoje de manhã, sorri. Roubei das roupas sujas, tirei a minha roupa e sentei. Passei o tecido pelo meu nariz, sentindo o cheiro dele, do pau do cara mais gostoso, do meu melhor amigo, do cara que eu amo, passei a língua. Passei a língua por toda a parte da cueca, e fui lambendo, coloquei a mão no meu pau e bati, bati sendo o cheiro do macho que eu desejo. Apenas deixei a cueca no meu rosto e coloquei dois dedinhos dentro de mim, passei a língua sentindo o gosto do pau dele, me dedando enquanto imaginava o pau dele dentro de mim.
Não sei quanto tempo se passou, mas ele foi atras de mim.
- Vini, ta tudo bem ai? — perguntou. E eu mordendo os meus lábios, tentando não gemer. Apenas respondi:
- T-ta s-sim, Phe. — não parando com o que eu estava fazendo, eu estava quase gozando, quando a porta abre e ele me olha da cabeça aos pés, eu com a cueca na cara, com os dedos dentro de mim e com a mão no meu pau. -Eu p-posso expli-c-car...- eu tentei, com o rosto vermelho e tentando não gaguejar. Me levantei cobrindo o pau com as mãos e olhando para ele.
Ele se aproximou de mim. "Ele vai me bater, vou apanhar" pensei, fechei os olhos esperando o pior. Ele me beijou e passou as mãos pela cintura, passeando pelo meu corpo, eu retribui. Me apertei nele, e passei as mãos pelo seu peito, ainda sem camisa. Ele segurou a minha mão e me guiou para a sua cama, me deitou lá e tirou suas calças, ficando apenas com uma boxer branca. Sorriu malicioso. Se deitou em cima de mim e beijou meu pescoço, eu passava as mãos pelas suas costas e apertava a sua bunda.
-Você sempre quis não é? Sempre me quis dentro de você. — Falou mordendo minha orelha, e em seguida beijando meu pescoço. Eu gemi baixo seu nome, mas ele ouviu. — Tu sempre quis ser a minha putinha, o meu viadinho né. Por isso tu tava se dedando com a minha cueca na tua boca, safado.
- Phe, eu sempre te quis dentro de mim. — falei num tom baixo, enquanto ele passava os dedos na minha entrada. — eu sempre desejei isso, seja meu macho por uma noite. Me faz ser teu viadinho. — mordi o seu pescoço e abria minhas pernas para seus dedos me penetrarem.
- Você é minha putinha a partir de agora — falou saindo de cima de mim e tirando sua cueca, se sentou no meu peito, pegou meu cabelo, e me mandou chupar.
O pau dele é lindo, cheio de veias, com a base e o saco com poucos pelos, era grande e a cabeça era enorme. Eu me preparava para esse pau por anos.
Abocanhei, chupava a cabeça enquanto apertava o seu saco, passei a língua por toda aquelas veias saltadas. Chupei cada bola do seu saco e continuei. Passei a lingua pela base, mordia de leve as suas bolas para não machuca-lo, e voltava para a cabeça, ele puxava minha cabeça para engolir aquele pau. Eu engoli, eu chupei, eu abocanhei esse pau. Ele gemia alto, enquanto fodia com a minha boca, e puxava meu cabelo. Eu tirava seu pau da minha boca e colocava de novo, eu beijava seu pau e aproveitava cada parte dele, sentia seus pelos no meu rosto quando chupava as suas bolas, esfregava meu nariz neles e chupava seu pau.
Ele tirou minha cabeça do seu saco, e ficou em cima de mim na posição meia-nove. Ele agarrou meu pau, com um pouco de inexperiência mas que pegou rápido (já que ele não é grande) enquanto eu engolia o seu, adorava sentir seus pelos pubianos no meu nariz.
- Phe, chupa meu cu — eu disse enquanto me agarrava naquele caralho grosso. E ele chupou, colocou a língua la dentro e eu fui para o céu, ele batia punheta enquanto metia a língua la dentro e eu comecei a gemer, ele batia na minha bunda, chupava e colocava seus dedos lá, eu sentia dor, tesão, tudo. Ele me fez ir as nuvens.
- Vini, da uma no meu... Quero saber como é. — Me aproximei da li, coloquei minha língua e comecei a meter. Balança ela para todos os lados, ambos gemíamos com a língua de um dentro da bunda do outro. Cada linguada era a gemida de um de nós dois, ele me dedava, enfiando seus dedos grandes dentro de mim. Por um momento achei que íamos gozar, mas ele parou. Sorriu e disse:
- Não vou gozar até entrar todo dentro de ti — sorrindo malicioso, agarrando minha cintura e me forçando a ficar de quatro. Ele enfiou devagar, mas puxando meus cabelos — quero que meus vizinhos ouçam a gente trepando — ele aumentou a velocidade e a força enquanto me fudia e eu gemia alto, mordia meus lábios e pedia mais. Estava quente, dois adolescentes trepando, e gritando naquele quarto.
Ele me fez a sua putinha, ele meteu forte, e estocava cada vez mais, ele puxou meu cabelo tão forte que me fez ficar em pé enquanto seu peito batia nas minhas costas, eu sentia nosso suor e ele beijava meu pescoço. Eu gemia alto e pedia mais, batia punheta com as mão livre e a outra eu tentava segurar sua cintura. Eu senti suas bolas batendo na minha bunda, e eu sorria, mordia meus lábios. Ambos estávamos mortos de tesão, loucos, ferrados por ele. Mas nenhum pode negar que não estávamos gostando. Ele estava quase gozando, e pediu para mim tomar o seu leitinho. Eu sorri, claro que sim. Ele saiu de dentro de mim, me deixou de joelhos na cama, segurou meu cabelo e me fez chupar. Eu engolia o seu pau inteiro, e ele gozou, gozou que nem um cavalo. E eu bebi, tomei todo leite, deixando um pouco escorrer pelo meu rosto. Ele pegava com o pau o que escorria, e socava na minha boca de novo, até tudo ser engolindo. Terminei dando uma chupada nas suas bolas e uma linguada rápida no seu cu.
Eu ainda não havia gozado, ele se deitou em cima de mim, enfiou seus dedos no meu cu e batia uma punheta para mim, eu gozei rápido, lambuzei o nosso peito e na sua mão, ele dividiu o que tinha na sua mão comigo, cada uma lambia de um lado e algumas vezes nossas línguas se tocavam. Ele me beijou e me levou para o banheiro, para tomar-mos um banho. Depois de mais um agarramento e ambos gozarmos de novo, saímos do banho e fomos para o seu quarto.
- Foi muito bom, Phe. Muito bem, quem ta contigo não passa sufoco. -Sorri, e segurei sua mão, soltei ela e fiquei vermelho.
- Por que tu não assumiu que queria? Eu sei o jeito que tu me olha, e eu sei que tu gosta de mim só por não conseguir ficar com seus olhos olhando para os meus. E tu é fofo de mais comigo. — ele me puxou, e se escondeu no meu pescoço. Deu um chupão, e eu soltei um gemido leve.
- É que eu não lido bem com as palavras, você é diferente, mesmo que as pessoas possam dizer que o certo seria o contrário, quem se sente bem nos teus braços sou eu, eu que acordo toda manhã apenas pensando no que vou te dizer, mas então quando te vejo me perco nos teus olhos e não sei mais o que dizer... — ele me interrompeu, me apertando a ele e me roubando um beijo.
- Tu pode até não saber mas sou vidrado em ti, há muito tempo — e ele me beijou mais uma vez.
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