In Vein
15 Os Três Caçadores
As pessoas, as vezes, acham que tem o direito de brincar de Deus, criando e destruindo. Eles criam para depois destruir, como disse a Ceify: os humanos adoram uma destruiçãozinha. Mas, nesse caso, o que será criado, são caçadores, caçadores de demônios. Três, na verdade.
O pai de Peter, Albert, cortou na horizontal o pulso de Peter, retirando o sangue e pondo na bolsa de sangue. A bolsa é preenchida e ele a tampa dando um sorriso largo para Peter. Aqueles sorrisos, não faziam ideia da tragédia que estava por vir.
– Agora preciso do Bitchcraft, nele tem em detalhes de como preparar o feitiço, mas, para começar, preciso de três pessoas para transformar em caçadores, alguém? — Disse Albert.
Peter não queria saber quem seriam eles, ele estava ocupado de mais processando a informação de descobrir que seu pai biológico está vivo. E de decidir se sente raiva ou felicidade com isso. Ele escolheu a raiva. Sempre a raiva. Então mergulhou na água e não ouviu Os Escolhidos se manifestarem.
. Os Três Caçadores de Sombras .
Rudy; Hook e Jack Frost.
– Excelente! Agora vamos começar o mais rápido possível. — Disse Albert se levantando da beira da piscina ainda com o sorriso estampado no rosto.
Sairam Albert, Rudy, Hook, Jack e as palavras do Bitchcraft a caminho da fonte central, para realizar o feitiço. Os outros ficaram na piscina do Plarge, esperando.
Eles ficaram em volta da fonte, Albert segurando o Bitchcraft aberto na página do feitiço, o feitiço a qual nenhum bruxo conseguiu fazer. Até agora. Ele deu o sangue do Peter ao trio e os fez beber, voltou a sua posição e começou a pronunciar aquelas palavras. Palavras em latim foram jogadas com força no rosto dos futuros caçadores. Símbolos tatuados na pele do trio começaram a aparecer, símbolos estranhos e nunca vistos, pareciam mais cicatrizes.
As vestes deles foram transfiguradas de simples panos, à roupas pretas de couro. Hook continuou com jaqueta de couro preta, uma blusa fina por dentro e calça preta detalhada com botões, rasgões e cintos, acompanhada de uma bota. No pescoço de Rudy apareceu um colar preto com um dente de leão pendurado, camiseta fina e preta apertada deixando visível seus músculos, uma calça do mesmo tecido da camiseta, com um casaco xadrez amarrado em sua cintura, e uma bota pequena e preta, seus braços foram decorados com pulseiras que mais pareciam cintos.
Enquanto ao Jack, seu casaco ficou preto, sua calça também, mais nada mudou, a não ser a sombra em seus olhos.
Estava escuro, a noite acolheu Hamelin de bom agrado. Após Albert ter sucesso no ritual, Peter e o grupo aparecem, eles avistam, nada mais nada menos, do que quatro pessoas em volta de uma fonte, e o escuro. O escuro era tentador.
. Pensamento do Peter ao ver a cena .
Na escuridão irei conhecer meus criadores.
E eles todos irão concorda,
Que eu sou um sufocador.
Posso dizer que, para Peter, essa música foi escrita para ele. É. Tudo haver!
Rudy sorri para Peter, e Peter segura a mão dele. Peter, Rudy, Hook e Jack ficam em pé, os demais sentam ao redor da fonte.
– Ahh! Esse salto estava me matando. — Disse Wendy após tirar o salto e mergulhar os pés na fonte.
– E agora? — Perguntou Hook.
– Agora, temos que planejar como matar o demônio dentro de Merida, não será fácil, temos que ter um plano. Ou, talvez uma isca. — Disse Albert.
Todos olham para Stefan.
– O quê? — Disse Stefan.
– Você tem cara de Sedutor de Meridas. — Falou Katherine. — E de Katherines também!
– Mas eu...
– Você vai!
– Grr! Ta.
– Excelente! Agora quero que prestem bastante atenção, trouxe esta maleta — Albert fala ao levantar a maleta do chão e abri-la mostrando o que há dentro — com armas, vocês irão precisar, duas para cada. — Os caçadores pegam as armas uma a uma, armas pretas com um feixe de luz azul e brilhante, Rudy pega duas adagas detalhadas com um dragão-chinês em volta dela. Hook uma pistola especial e uma espada portátil. Jack um cajado portátil e uma luva que lhe permitia apontar com a mão e atirar ácido. — Os demônios — ele continua — são criaturas inteligentes, podem possuir qualquer um, a pessoa que está ao seu lado pode ser possuída e você não sabe, e, eles odeiam música. É como verbena para os vampiros.
– Ok, que tal, vestirmos o Stefan em prostituta e atrairmos Merida ao Plarge? — Sugeriu Peter brincando.
– Filho, isso é sério! — Disse Albert. — Stefan, vá atrás de Merida, jogue todo seu charme, a Merida dentro dela irá ceder, enquanto o demônio pensa em devorar sua alma, Merida pensa em te beijar, use isto e a atraia para o Plarge, vamos estar lá preparados e esperando.
– Combinado! — Disse Stefan.
O grupo fica em círculo e põe uma mão em cima da outra, depois levantam, sorrindo.
...
Enquanto o grupo tentava retirar uma maldição e tirar o mal em Hamelin, eu estava disposta a protegê-los de um mal maior, de um mal inevitável, o destino. As vezes me pergunto se existe mesmo o tão famoso final feliz. Ziel jurou que iria acabar com o grupo, e eu jurei que iria protegê-los.
. Uma pequena esperançazinha .
Imortais não morrem, não é?
Ceify me visitou de novo, logo após ter recolhido uma alma que se matou em Hamelin, ela olhava constantemente a lista dela das pessoas que não poderiam morrer. Ziel aparece.
– Ora, ora, se não é minha irmã de novo! — Ele olha para a lista — Que lista é essa? — Ele arranca dela — esses são os que não podem morrer, não é? Aproveita a escreve também: todos morrem. Eles têm que morrer! Ninguém pode viver tanto, eles irão morrer!
– Me devolve isso, saumensch! — Disse a Ceifadora de Almas.
– Não! E sabe do que mais? Observe. — Disse Ziel ao rasgar a lista. — ELES IRÃO MORRER, NÃO TEM LISTA, NÃO TEM NADA, ELES TÊM QUE MORRER.
Ele recebe outro tapa. Desta vez, meu.
– Você se acha não é? Você não é destino, é castigo! É o próprio Lúcifer.
– Que seja! — Diz ele.
Ele vai embora.
...
Na rua Seele, um grupo entra no Plarge, e um rapaz vai ao encontro de Merida. Onde uma garota possuída se esconderia? — Ele se perguntava. Em uma floresta talvez, Sim. Uma floresta. Ele foi para a floresta, procurá-la.
Ele corre, corre muito, só encontra lagos, árvores e o cantar dos pássaros, até que, ao parar para pegar fôlegos, avista uma garota ruiva, sentada no chão e encostada na árvore. Ele se aproxima.
– Nos encontramos de novo, venha, sente aqui! — Disse Merida, ou, o demônio dentro dela.
Stefan sentou ao lado dela, confuso.
– Desculpe, nos conhecemos? — Stefan perguntou.
– Não, você não me conhece, eu te conheço. Sou o diabo, esqueceu? — Disse ela.
"Santo Deus, não sei como fazer isso" — Pensou Stefan
– Então... Gostei do corte de cabelo! Combina com tudo!
– Gostou? Puis até uma mexa branca.
– Ousada! Sabe... sua boca, me seduz. A cor...
– É vermelho violente-me — Diz ela fazendo biquinho.
– Posso te pagar uma bebida? O Plarge...
– Vamos, vou adorar!
Eles saem da floresta juntos em direção ao Plarge, foi fácil, fácil de mais. Na rua Seele:
– Achou que seria fácil assim? Já te falei que sou bem inteligente e que percebo tudo? Você ia me matar não é? Agora tenho uma surpresa para você: vou comer sua alma e depois cuspir fora.- Diz Merida antes de avançar para cima dele, mas Stefan revida e fica em cima dela.
– E eu tenho uma maior ainda: eu não tenho alma. — Diz ele antes de assobiar afastando Merida e chamando o grupo.
Eles escutam e aparecem, começam todos a assobiar, Merida fica de joelhos no chão e cobrindo as orelhas, gritando. Jack joga ácido nela, Rudy lança a adaga e Peter a corta com sua espada, o mal dentro dela vai embora, após sair uma luz brilhante e amarela dentro dela, ela abre a boca com a cabeça para cima e grita. Tudo se acalma depois de um tempo e Merida está lá, chorando e com uma aparência péssima.
A barreira que prendia os alemãos em Hamelin foi quebrada, mas, algo inesperado aconteceu: os dimons permaneceram.
– Vamos comemorar no Plarge! — Diz Albert com um sorriso que nunca deu na vida.
– Gente... Eu preciso ir embora, não posso ficar para comemorações, eu preciso voltar para Mystic Falls... — Disse Tyler.
– Vou sentir saudades! — Disse Wendy ao abraçá-lo.
– Pessoal, eu também, preciso ir. — Falou Stefan.
– Até você, Tefinho? — Disse Katherine num tom triste.
Quando Stefan estava prestes a falar, um carro com Klaus e Rebekah aparece, eles saem.
– Muito bem! Agora, por que meu Dimon não desapareceu? — Perguntou Klaus.
– Após a maldição ser quebrada, eles continuaram a existir, mas apenas como animais, vocês não estão mais ligados. — Albert explicou.
– Então, neste caso.. — Klaus matou seu leão e Rebekah fez o mesmo com a cobra.
– Nossa... — Rudy comentou.
Todos entraram no Plarge, menos Tyler e Stefan. Eles sairam de Hamelin.
Estavam lá, o grupo sentados em uma mesa, Klaus e Rebekah em outra. Eles conversavam, bebiam e comiam, enquanto o bujão de gás da cozinha estava aberto e o gás estava saindo, ele chiava, uma panela de pressão estava cozinhando, mas estava tampada, sem nenhuma saida para o ar dentro dela. Um cozinheiro pegou o fósforo, ele estava prestes a acender, ele acende, toda a cozinha pega fogo, a panela explode deixando um pedaço partir o pescoço de Hook, cai sopa quente nos olhos de Jack, o lustre cai em cima de Wendy e o Plarge todo pega fogo, matando todos.
Rudy acorda de sua visão, ele percebe todos conversando, o chiado da panela, o gás saindo do bujão e o lustre quase caindo. Ele grita.
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