In My World.

56 Capítulo 56: Você vai sempre estar em meu mundo.


Notas iniciais
Oi gente, estou feliz demais o NIGHTCRAWLER recomendou minha fanfic, awn muito obrigada seu lindo, me abraça por ter recomendando minha fanfic, gente decidi uma coisa terminarei a fanfic no capítulo 60, estou escrevendo várias fanfics ao mesmo tempo, e eu to muito confusa, e eu tenho que escrever a segunda temporada de Amor Além de Amizade ainda e gente eu ainda pretendo escrever a segunda temporada ainda dessa fanfic... e esse capítulo é dedicado a você nightcrawler... boa leitura a todos meus leitores!

Juan saiu me deixando sozinha ali com o resto da turma e saiu da escola dizendo que depois nos falávamos. Eu apenas me sentei no colo de Paulo enquanto ele passava as mãos em meus cabelos, observei a menina nova vindo em nossa direção e sentando ao lado de Paulo.

– Eu amei o estilo de vocês dois – ela disse abrindo um sorriso – Vocês são demais.

– Hum – isso foi a única coisa que comentei.

– Soube que você gosta de ler – ela disse tentando puxar assunto.

– É ela lê – Paulo responde – E eu também, o que costuma ler?

– Palavras – digo e todos riem.

– Alicia com ciúmes é demais – comenta Carmem – Depois ela se solta prima.

– Eu com ciúmes? Nunquinha.

– Eu não quero roubar seu namorado, eu já tenho o meu, e eu só quero amigos novos.

– Ainda bem que foi sincera, então me diz o que você gosta de ler?

– Palavras – ela me imita e eu solto uma risada – Bom, Percy Jackson, livros do Nicholas Sparks, John Green, Veronica Roth.. – enquanto ela falava meus olhos brilhavam a abracei forte.

– Cara me abraça, é fã de quem?

– Justin Bieber, Luan.. – quando escutei a palavra JUSTIN sair da boca da mesma a apertei mais forte.

– AI MEUS DEUSES, GAROTA VOCÊ JÁ É MINHA – eu digo a soltando e todos rindo. Ficamos conversando durante um tempo, até que a Diretora Olívia aparece e começa a dar uma palestra que nem dou a mínima para escutar.

– Que coisa feia de vocês, ninguém quer ter aula com a professora Suzana? – Diretora Olívia diz abanando seu leque em si mesma, seguro o riso, ela estava parecendo minha vozinha.

– Não queremos ter aula com ela, porque acha que saímos de lá? – eu digo a desafiando.

– Hum Alicia, tá doente mas ainda tá chata! – Professora Suzana diz se intrometendo. Eu me levanto já querendo arrumar barraco e Valéria aparece do meu lado, agora sim vai ser um dos barracos do grande.

– ALGUÉM TE PERGUNTOU ALGUMA COISA? – eu gritava com Professora Suzana.

– Respeito é sempre bom ter – Professora mexia em seus cabelos curtos. Eu revirei os olhos e olhei nos olhos da diretora.

– Que fique bem claro a partir de agora, nessa escola eu não boto o pé NUNCA mais. Você tem professores que ficam julgando os outros, ELA fica chamando Jaime de gordo, todo mundo sabe que ele é, mas ela fica chamando ele de baleia, e isso não é legal, porque as palavras machucam as pessoas. Então é melhor você conserta essas pequenas coisas, porque se não vai perder alunos – essas são minhas últimas palavras, sinto um monte de gente vir atrás de mim, entro na sala de aula, arrumo meu material, subo em meu skate e vou passando pelo pátio indo embora. Diretora Olivia corre atrás de nós alunos que saímos correndo daquele inferno. E eu que pensei que ia ser legal, nós paramos na pracinha e ficamos sentado nos bancos conversando.

Pov Narradora.

1 semana se passou, e o estado de Alicia não era um dos melhores, ela havia piorado mais, agora só ficava no hospital internada. Paulo não sabia o que fazer, ele e Ana Júlia sempre iam visitar a amiga assim como todos do colégio, aquela tarde Alicia estava mal, ela vomitava sangue, ela se sentou na cama fraca e logo viu Marcelina e Jorge adentrando o quarto.

– Oi amiga – Marcelina disse abraçando a menina e a soltando. Jorge cumprimentou a amiga e os dois se sentaram no sofá que havia no quarto.

– Que saudades de vocês, dos meus amigos, das festas... e de fazer dança e circo – Alicia diz com a cabeça baixa. Marcelina e Jorge animam a tarde da garota brincando os três com outras crianças que tem câncer, eles ficam jogando vídeo game e fazendo competições – Até que enfim aprendeu a fazer missões no GTA em Jorginho, quem ensinou?

– Marcelina.

– Que vergonha, aprendendo com a namorada – Alicia ria e todos riram junto a ela. Ela podia estar doente, mas não queria ver seus amigos triste por sua causa. Passaram a tarde todos juntos, depois Alicia dormiu na sua “nova casa” o hospital, ela estava se tratando, e tinha novos amigos ali, ela não tinha medo de morrer, mas tinha medo de perder Paulo e seus amigos, seus pais.. o que aconteceria se ela morresse?

Pov Alicia.

A noite, Paulo e Ana Júlia vieram me visitar, ficamos assistindo filme, estava deitada no peito de Paulo e ele acariciava meus cabelos. Eu peguei um pouco de chantilly e passei no nariz do mesmo e ele começou a pintar minha cara e eu fiquei batendo nele com a mão. Ana Júlia ficava rindo, mas estava concentrada no filme. Paulo me encostou na parede e passou chantilly em volta da minha boca e me beijou, senti seus lábios colados aos meus ele foi passando suas mãos em minhas costas até eu estar totalmente entregue a ele, estava em seu colo o beijando e ele sorriu, terminamos o beijo pois eu estava com falta de ar, deitamos ali naquele colchão e ficamos assistindo o filme deitados de conchinha. Acabei adormecendo, acordei no meio da noite, mas só escutava algumas vozes.

– Paulo não chora – era a voz de Ana Júlia – Paulo, ela vai se recuperar, ela vai sair dessa... eu tenho que voltar para minha cidade semana que vem. E Alicia vai sair dessa.

– O médico disse que ela só tem mais uma semana – Paulo disse com uma voz estranha. Eu não conseguia me mexer ou abrir meus olhos, eu estava muito fraca para isso, senti os lábios de Paulo tocar minha testa. Eu só tinha mais uma semana... eu iria sobreviver? O que faria? Não quero deixar Paulo, não quero o abandonar, quero ele para mim.... eu não posso morrer, minha vida está perfeita, porque tenho que morrer? Porque tenho que abandonar meus pais e meus amigos... porque? Então senti a maca se movimentar, estava na maca, e consegui abrir os olhos lentamente e ver as luzes do teto se passando cada vez mais rápido. Paulo tocou em meu cabelo e me olhou.

– Alicia pode me escutar? – ele me perguntou. Eu apertei a mão dele que estava em meu rosto e ele abriu um sorrisinho – Eu te amo Alicia e você vai sempre estar em meu mundo – ele disse e me beijou, eu retribui o selinho rápido que ele me deu, então segui para uma sala e senti uma agulha entrar em minha veia e eu apagar completamente.

Notas finais
E então o que estão achando?