In My World.

42 Capítulo 42: Ela recusou, mas porque?


Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOI, to sumida eu sei, é que eu fui viajar esse final de semana novamente, e minhas provas acabaram hoje, fico de férias terça-feira, ou seja, vocês vão me ter só pra vocês, no bom sentido claro. Primeiramente, eu recebi uma advertência pelo capítulo do 'Caio e suas ousadias' pois eu escrevi coisas muito ousadas, e tem gente menor de idade aqui.. então pessoas, a próxima temporada será +18, para não ocorrer nenhum transtorno como esse. E MorangoDoLuTher eu amei sua recomendação, eu fiquei feliz de entrar aqui e ver que alguém mais tinha recomendando, amei suas palavras e seu jeito de amar aqui, espero que os leitores fantasmas sigam seu exemplo.. muito obrigada pelas suas palavras, e por não desistir da estória. Esse capítulo vai dedicado a você, espero que goste. E gente, andei recebendo vários comentários de que a fanfic está muito melosa, clichê.. então daqui em diante, vai ter mais humor, brigas, revoltas e um leve romance.. espero que acompanhem, e não desistam de mim e da fanfic. Certo? E meus capítulos prontos acabaram, irei elaborar um agora.. boa leitura!

Pov Alicia.

Caio sabia que eu não estava afim de ir para praça, ainda mais nesse calor do inferno. Eu odiava calor, ás vezes eu até curtia.. mas eu ODIAVA, primeiro por eu transpirar muito, ficar suada, não conseguir dormir a noite, entre outras coisas. Eu amava o frio, pois ele você podia ficar quentinha, tomar chocolate quente, de vez em quando tomar um sorvetinho, mesmo que não esteja tão calor, e claro dormir no sofá com chuva é a melhor parte, mas isso não vem ao caso. Esse garoto infeliz, me levou para praça mesmo assim.

– Já falei que tá calor demais, não vou andar de skate — eu falava enquanto Caio insistia para mim andar de skate.

– Vai Licita — ele me chamava de Licita quando queria alguma coisa, ou quando queria se passar por fofo.. vai ele era até fofo, mas somos APENAS amigos.

– JÁ FALEI QUE NÃO, QUE PORRA — eu gritava me revoltando. Ele me encarou e mandou o dedo do meio. Ergui a sobrancelha e vi ele se afastar — VAI AONDE?

– PRA CASA JÁ QUE SE NÃO VAI ANDAR DE SKATE — ele gritava virado a mim

– VAI LÁ ENTÃO, DEPOIS EU VOU. VOU NA CASA DE MARCELINA

– VER O PAULO? — ele perguntou e eu ergui a sobrancelha fazendo a cara de "Claro que não imbecil". Ele se virou e seguiu seu rumo, peguei meu skate que estava ao meu lado e saí andando ao lado de Caio, entrei no prédio e fui até o apartamento de Marcelina e toquei a campainha, ela já havia ter voltado. Paulo abriu a porta e saiu andando, entrei no apartamento e vi Margarida sentada ao lado de Paulo, passei reto como se nem tivesse ligando e fui para o quarto de Marcelina, bati na porta e entrei em seguida.

– Oi — respondeu Marcelina sem graça.

– O que houve?

– Eu escutei uma coisa...

– O que? — perguntei me jogando em sua cama.

– Quer mesmo saber?

– CONTA LOGO ESSA BOSTA — gritei sem paciência. Já estava estressada pelo o que havia ocorrido na praça.

– Paulo pediu a Margarida em namoro..

– Que eles sejam felizes — disse me jogando na cama. Marcelina me fitou e ergueu a sobrancelha — Que é garota?

– É que ela recusou — eu levantei na hora da cama e ergui a sobrancelha.

– COMO ASSIM? Mas não era ela que queria tanto isso? — eu perguntava mais confusa do que já estava.

– ALICIA! — dizia Marcelina chamando minha atenção — Quer que ela escute?

– Não.. desculpa.. porque ela não aceitou? — perguntei calma

– Ela disse que gostava dele e que sentia a falta da sua amizade. Mas não deu pra escutar o verdadeiro motivo.. Paulo me viu e eu tive que inventar um monte de coisa.

– AMIZADE? AMIZADE O CU DELA — gritei e Marcelina me beliscou — Ai — digo passando a mão no local aonde ela me beliscou.

– Se estava gritando foi obrigada a fazer isso. Mas enfim, o que veio fazer aqui?

– Vim te chamar pra ir fazer comprar com minha mãe, sabe que eu odeio ir sozinha com ela. Ela escolhe cada coisa bizarra.

– Coitada Lici, como minha mãe sempre diz, aquilo que pode ser bonito pra ela não pode ser para você e vice-versa.

– Vai ou não? – eu digo ignorando aquele comentário dela. Ela assenti.

Pov Marcelina

Alicia já vem com esses planos dela, de querer aprontar, tá tudo bem que ela aprontava com Paulo mesmo assim quando eles estavam namorando, mas isso não vem ao caso, porque agora que eles estão mais juntos... ai fudeu.. porque ela e ele vão pegar pesado. Estavamos preste a sair, mas Paulo deu um grito que eu e a Licia o encaramos.

– Não se exauste – eu disse a ele.

– ALICIA GUSMAN SE NÃO VAI PRA PORRA DE SHOPPING NENHUM. ESQUECEU DA BOSTA DA PEÇA DE TEATRO? E EU NÃO VOU FICAR COM ZERO POR CAUSA DE VOCÊ

– RELAXA GUERRA, VOU SAIR COM MINHA MÃE – Alicia disse se virando, mas Paulo segurou ao braço dela. Por um momento pensei que eles fossem se beijar, mas Alicia recuou de imediato – NÃO ENCOSTA EM MIM, E EU JÁ DISSE QUE VOU SAIR COM MINHA MÃE PORRA É SURDO? – ela disse saindo e deixando a porta aberta. Paulo desviou o olhar para mim.

– To indo Alicia – digo mentindo como se Alicia tivesse me chamando e saindo de casa atrás da mesma. Sua mãe estava com o carro parado na frente do prédio, seguimos até o carro e entramos no mesmo em direção ao shopping.

Notas finais
Sei que ficou uma bosta.. mas tentei, ando com falta de criatividade -.-'