In My World.

4 Capítulo 4: Em uma paixão pelos meus livros.


Notas iniciais
Olá gente, bom eu já deixei esse capítulo pronto para postar o seguinte também já está pronto, posto com alguns reviews, como está o final de semana de vocês? Muito obrigada pelos reviews que ando recebendo, estou mega feliz, e espero que todos me acompanhem até o fim dessa etapa. Muito obrigada e boa leitura ^.^ - Gabriela.

Assim que minha mãe chegou na escola estranhei, pois sempre vinha meu pai, Paulo já começou a comemorar porque não viu a cara do meu pai ali, e minha mãe mandou ele ter modos, por mais que eu sabia que ele estava festejando e jogando na minha cara que meu pai não foi nos buscar. Meu pai sempre foi super carinhoso comigo, já com Paulo não, minha mãe nunca pode me acompanhar muito na infância por causa do trabalho, mas ela sempre fez tudo por Paulo, por mais que eles viviam de guerrinha.

Pov Paulo.

Chegamos em casa e eu me joguei no sofá da sala esperando minha mãe fazer o almoço, Marcelina se enfiou no quarto dela, sei lá o que ela estava fazendo, então decidi a espiar. Fui de pontinha do pé até o quarto de Marcelina uma brecha da porta estava aberta então coloquei meu ouvido ali e comecei escutar a conversa de Marcelina com Alicia pelo telefone.

– Ai amiga eu sei que você tá doida pelo Jorge não me engana – Marcelina dizia – Sei dona Gusman, vem aqui em casa? Você esqueceu de pegar o presente que meu pai comprou para você! – ela se jogou na cama e eu fui mais para trás pra ela não me ver – Tá Licia depois eu te ligo beijos – ela ficou pensando por alguns segundos e pegou um caderninho rosa, um diário, seria uma boa eu pegar esse diário, pensei. Então ouço os gritos da minha mãe de lá de baixo chamando eu e Marcelina para almoçar sai correndo pela escada que quase levei um tombo, lavei minhas mãos e me juntei a mesa para almoçar, estava morto de fome.

Pov Alicia.

Eu e Jorge estávamos jogando GTA, mas ele não entende que temos que completar missões e não ficar perambulando, matando os carinhas, roubando carros, se suicidar ou beijar as putas que aparecem. Mas ele não entende então desisti de jogar com ele, e de repente meu celular toca e eu vejo que é Marcelina eu dou pause no jogo e atendo o celular ali mesmo na frente de Jorge.

– De novo com esse assunto, eu já disse que não Marcelina, mas que coisa – suspirei – Tá depois eu vou pode ser? Me diz o que é vai – Mas era tarde demais a vadia já tinha desligado na minha cara, muito obrigada Marcelina, obrigada mesmo. Af, ela sempre fazia isso, mas que vaca.. Hera... esquece, levei meus pensamentos a longe e olhei para Jorge que ergueu a sobrancelha.

– O que ela queria?

– Tá curioso em!

– Sempre fui, mas conta aê

– Ela estava perguntando se eu estava gostando de você e pediu para me passar na casa dela, para pegar o presente que o Roberto me trouxe, eu considero ele como um tio, eu e Marcelina sempre fomos amigas desde pequena, foi isso – disse colocando algumas mechas de meu cabelo atrás da orelha.

– E o que você disse para ela, a respeito, que ela achou que você gostava de mim – Jorge perguntou e eu corei.

– Jorge eu disse para ela que quando estivesse apaixonada ela seria a primeira a saber – disse me levantando da cama e desligando o vídeo game.

– Licia – ele me chamou se levantando e ficando de frente para mim eu o olhei e ergui a sobrancelha – Eu vou pra casa e quando você voltar da casa da Marcelina passa lá em casa?

– Passo sim Jorge – disse abraçando ele e dando um beijo na bochecha do mesmo – Até mais MEU semideus – dei ênfase no ‘meu’.

– Até SOMENTE MINHA Licia – disse ele e caímos na gargalhada. E eu fui pra casa de Marcelina.

Pov Kokimoto.

Assim que cheguei na casa do Paulo eu e ele ficamos jogando vídeo game, a Marcelina foi com a mãe no shopping já que a Alicia não chegava ela tinha chamado ela uns 20 minutos atrás. Ela era muito impaciente eu e Paulo estávamos concentrados no GTA quando a campainha toca. Paulo soltou um palavrão na hora e eu continuei na sala observando a decoração da sala, ela era em um tom amarelo, apenas escutei os gritos do Paulo com alguém na porta, então resolvi ir conferir quem era, Alicia.

Pov Paulo.

– ALICIA PORQUE VOCÊ SEMPRE ME ATRAPALHA SUA ESTÚPIDA – então senti apenas a mão dela batendo com tudo na minha cara e gritei um palavrão e ela me olhava satisfeita – SUA VADIA SE VAI VER AGORA – disse correndo atrás dela que adentrava minha casa ficamos rodeando ali até eu conseguir pegar ela e a prensar na parede, nossos rostos estavam tão próximos, que sentia o meu coração acelerar e podia sentir a respiração dela perto da minha, isso era bem esquisito, nunca havia acontecido antes. Então Kokimoto chega e grita.

– MAS QUE PORRA É ESSA? – disse ele confuso e encarando a gente ali então a soltei.

– ESSA PUTA AQUI QUE DEU UM TAPA NA MINHA CARA, TÁ DE TPM É? DAQUELE DIA NA ESCOLA QUE TINHA SANGUE NA SUA CARTEIRA QUERIDA? – então só senti a mão dela na minha cara de novo, eu soltei mais palavrões e a puxei pelo braço até o sofá e a joguei lá e ela me encarava com raiva.

– PAULO CADÊ SUA IRMÃ? – ela gritou irritada – GTA? Legal – ela pegou o controle e começou a jogar como se estivesse sendo convidada, que é uma coisa que ela não estava. Então tomei o controle da mão dela e quase taquei naquela cabeça dela, que pelo amor de Deus. Era gigante!

– Ela saiu agora você pode ir embora.

– Não estou bem aqui – disse ela pegando um pouco da pipoca que estava na mesa e comendo. Kokimoto a encarava estava quase babando igual na escola quando ela colocou o vestido preto que graça trouxe porque tinha vazado “sangue” dela, isso foi ilário temos que admitir. Eu taquei a almofada no Koki e ele passou a mão no cabelo ruivo dele, isso foi muito gay.

– ALICIA SERÁ QUE DA PRA LARGAR A PIPOCA?

– Não – disse ela pegando mais pipoca. Parecia o Jaime ela enfia tanta pipoca na boca que parecia que ia sair milho pela bund.. deixa quieto. Eu tomei a pipoca dela e coloquei na pia, então olhei para ela que cruzava os braços.

– ALICIA – disse Marcelina entrando na sala e abraçando a amiga – Desculpe a demora eu sai com minha mãe.

– Tudo bem – ela sorriu

– Paulo porque seu rosto está vermelho? – perguntou Marcelina com aquela voz enjoada dela, af como minha irmã é tosca.

– NÃO FOI NA.. – ia dizendo eu até Koki me interromper.

– Alicia deu vários tapas na cara dele e ele amou isso. Mas ele queria esses tapas na bunda dele isso sim – Koki começava a rir.

– AF CALA A BOCA AI O RONY WEASLEY – gritei com o Koki que revirou os olhos – FOI A MENSTRUADA ALICIA.

– SE VAI VER MOLEKE – disse Alicia levantando e pulando com tudo na minhas costas. Eu podia ser forte e essas coisas, mas osso pesa descobri isso agora, e PUMF. Nós dois caímos no chão, e eu bati a cabeça no chão com tudo e Alicia caiu por cima de mim e logo se levantou e chutou minha parte íntima e comecei a gritar, gemer de dor, enquanto ela e Marcelina riam da minha dor, o único que se importou foi Kokimoto que me ajudou a levantar.

– O QUE É ALICIA? SE QUER ME CASTRAR FALA LOGO MEU – gritei com ela

– Seria uma boa – ela disse fazendo um coque em seu cabelo – Quer briga? Vem aqui Senhor Castrado.

– Vai se ferrar – disse e ela me imitou. Apenas a ignorei e pode ver ela e minha irmã subindo as escadas rindo. Eu e o Kokimoto como sempre tivemos que arrumar a bagunça e voltamos a jogar vídeo game.

Pov Alicia.

Não estava acreditando, não, não pode ser.. O PAI DE MARCELINA, ele me deu o presente que eu mais queria em toda minha vida, não to acreditando vou ficar sem ar, ai meus deuses. É os livros que faltava para minha coleção de Percy Jackson, é isso aí. A Marca de Atena e a Casa de Hades. NÃO ACREDITO, MEU DEUS ESTOU AMANDO ISSO. Então peguei meus livros e os abracei com toda força, desci as escadas junto a Marcelina e pude observar Paulo jogado no sofá, Kokimoto não estava mais lá, vai ver ele tinha ido no banheiro, mas então só vejo um gorila entrar na nossa frente, eu nem me assustei mas já Marcelina gritou demais, eu fui até o gorila e tirei a cabeça dele, KOKIMOTO, na mosca. Fui até Paulo e só para o irritá-lo fiquei na frente da televisão e ele me xingou e eu continuei lá observando uma mosca passar em volta dele.

– Tá fedido em fio, que dia se toma banho mesmo? Ahhhhhh é todo dia 3 né? Esqueci..hoje é dia 25 – disse como uma criança mimada e meiga, uma coisa que eu não era.

– Alicia vai se ferrar – disse ele.

– Com quem? Com você? – disse provocando e ele revirou os olhos – Não obrigada, vou indo. E olha ganhei esses livros – disse apontando pros meu livros – do SEU pai – disse sorrindo vitoriosa e saindo dali até a porta, até desaparecer finalmente da casa dos Guerra’s.

Pov Jorge.

Estava em minha casa lendo o livro INSURGENTE pela milésima vez, quando ouço a porta de meu quarto se abrir, tinha que ser Alicia para não bater na porta, então fechei o livro mas antes marquei a página e ela se sentou em minha cama ao meu lado e sorriu toda animada.

– ADIVINHA QUEM GANHOU OS ULTIMOS LIVROS DA COLEÇÃO? – ela gritou e eu comecei a gritar junto com ela, parecíamos dois loucos ali gritando por causa de um livro. Mas então nós dois se jogamos no tapete que estava no chão. E eu comecei a rir e ela me acompanhou na risada.

– E aí como foi lá na casa dos Guerra’s?

– Quer mesmo conversar sobre isso? – eu assenti – Foi normal, eu espanquei o Paulo deu um belo chute nas suas partes íntimas e implicamos demais. E quando recebi esses livros – disse ela abraçando os livros – Me derreti toda por eles, mas depois briguei com Paulo novamente.

– Você e esse Guerra – ele revirava os olhos e suspirava.

– Tá com ciúmes é? – ela perguntou, é eu estava com ciúmes sim, mas não sabia o porque.

– To, porque você é somente minha – eu disse – Amanhã te vejo na escola – disse quando não tínhamos mais assunto para falar, e isso nunca aconteceu, muito estranho, ela foi embora, eu deitei na cama e logo peguei no sono, finalmente adormecendo.

Notas finais
Beijinhos, me digam o que acharam por reviews!