In My World.

36 Capítulo 36: Paulo defendendo a irmã.


Notas iniciais
Bom gente, no capítulo anterior não deu pra conversar direito com vocês,porque meus pais ficavam curiando tudo que eu escrevia, e isso irrita pra caralho. E cara, porque aqui no interior tem menino gatinho, são tão perfeitos, pena que estava com minha familia, e não tinha nenhuma amiga para rodear a praça comigo, e aí como eu fiquei? Só encarando eles de longe, tinha cada um mais perfeito que o outro, amanhã vou com minha amiga lá, ela vai me apresentar uns meninos, eu sou tão tímida que tenho vergonha até de falar pelo telefone. E além disso, pra todo canto que eu vou, a maioria, tenho que levar meu irmão,que saco! Mas se esse é o unico jeito de sair pros cantos, fazer o que...esse capítulo é legal, na minha opinião, amanhã/hoje tanto faz, não irei postar certo? Amanhã/hoje porque é 23:59 agora, até eu terminar essa nota já deu 00:00 esse é o ultimo gente, sinto muito, e uma ótima semana a todos, boa leitura ^.^ - Gabriela. * Obs: Capítulo narrado apenas por ALICIA. *

Pov Alicia

– Paulo, problema teu que se não quer comer. Azaro seu, tá perdendo brigadeiro, olha – eu digo colocando o brigadeiro na minha boca e o invejando. Paulo está com frescura, depois do almoço, ele disse que não quer brigadeiro, que tipo de pessoa não quer brigadeiro? O encaro e bufo – Se é muito chato – digo me jogando no sofá ao seu lado.

– Olha quem diz né Gusman – ele diz e eu o ignoro – E sua mãe? – ele diz em seguida.

– Eu sei dessa aí? Nem me importo, deve tá dando pro amante dela – digo sem paciência alguma e logo escuto a porta se fechar e vejo minha mãe atrás de mim. Pelo jeito ela não havia escutado, pois, ela chegou com milhares de sacolas na mão e com um sorriso esplendido no rosto.

– ALICIA – ela grita sem me ver e quando ela se vira ela olha pra mim e em seguida para Paulo – Oi Paulo, eu não sabia que se estava aqui..

– Ia cometer um crime, ainda bem que se me salvou Guerra – eu digo sorrindo sínica e desviando o olhar para a tv ligada no canal da Disney, Programa de Talentos.

– Em vez de ficar implicando comigo, que tal você ver essas coisinhas que comprei pra você? – ela diz largando as sacolas no sofá e subindo as escadas. Eu olho para Paulo e desvio o olhar para a televisão novamente.

– Não vai ver? – ele pergunta

– Não – digo seca. Mas estou morrendo de curiosidade, para saber o que há dentro das sacolas, mas meu orgulho é maior que isso. Vejo Paulo desligar a tv e olho para ele – MAIS QUE PORRA, EU ESTAVA ASSISTINDO!

– Você vai ver antes essas coisas que sua mãe comprou, e sem um ‘a’

– VOCÊ NÃO MANDA EM MIM GUERRA – bufo e o encaro com raiva

– Pode ficar com raivinha, mas vai ver isso sim – ele diz pegando as sacolas e abrindo e tacando um monte de roupa em cima de mim. O encaro e ele assenti com a cabeça, pego as roupas que ele jogou em cima de mim, e começo a observa-las a maioria é tudo rosa, e minha mãe sabe que eu odeio ROSA, algumas coisinhas rosas não faz mal. Mas ela quer o que? Que eu me vista de Barbie? Mais que cu, ela quer uma filha perfeita, do jeitinho que ela sempre quis, quando eu havia 5 anos ela me colocou na aula de ballet, mas eu me interessei pela aula de karatê, sou faixa preta, e eu desisti do ballet e desde daí ela vem com essas coisas. Revirei os olhos e olhei para Paulo que segurava o riso.

– Viu como ela não me conhece – digo encostando minha cabeça no peito de Paulo. Vejo Erick entrar em casa ainda com o uniforme e ergo a sobrancelha pra ele que nos encara – Aonde estava moço?

– Estava com Bibi – ele diz para mim – Deveria ter voltado antes, esse moleque aí te machucou? – nesse momento Paulo já se levantava para tirar satisfações com Erick, me levantei e separei os dois

– Ei podem parar. Erick para de provocar o Guerra, que eu te conheço muito bem. Não quero ver vocês brigando.. – digo os encarando e vendo eles recuando – Paulo vem vamos lá pro meu quarto, bem Erick, chame Bibi para ficar com você, e eu não falo isso na ironia, ela é uma boa pessoa – digo sorrindo. Pego minha mochila que ainda está jogada no sofá junto a de Paulo, o Guerra pega a dele, e eu a minha e seguimos para meu quarto. Quando chego ao meu quarto, jogo minha mochila no chão em qualquer canto, Paulo coloca a mochila dele encostada na parede perto da minha, ele fecha a porta do meu quarto, sem tranca-la até porque se ele trancar, o que minha mãe vai pensar que estamos fazendo no quarto? Com certeza ela vai pensar merda, até com a porta fechada ela pensa merda, imagina trancada então. Me sento em minha cama e encosto na cabeceira, vejo Paulo se sentar ao meu lado, e olho para ele que me fita com aqueles olhos negros.

– O que foi? – pergunto um pouco tímida.

– Nada, só estou olhando pra você, não pode? – ele abre um sorriso e vejo aqueles dentes brancos dele. Vejo meu celular tocar está do lado de Paulo, ele pega o celular e me entrega sem olhar no visor. Pego o celular e vejo o nome que indica no visor ‘Marcelina’

– Eu vou atender.. – digo olhando para Paulo e aperto o botão de atender a chamada.

IDL

– Oi – diz a voz fresca de Marcelina quando ela tem algo para me contar, ou está nervosa.

– Oi Marce – digo em um tom normal – O que se tem? – pergunto imediamente.

– Fala pro Paulo que ele está ferrado – ela diz tossindo em seguida. Olho para Paulo e coloco o celular no viva voz.

– Marcelina tá no viva voz, pode falar – peço a ela.

– Paulo se tá ferrado, e bem eu também, ao mesmo tempo – ela continua a falar – É..se sabe... eu e Jorge estávamos na sala, se beijando, e depois ele ficou fazendo cócegas em mim e eu caí no chão e ele ficou por cima de mim, ele ia me beijar, mas o nosso pai chegou bem na hora – ela conta rapidamente.

– E porque eu to ferrado? Sendo que você que fez isso? – ele pergunta estando nem aí para o que aconteceu com Marcelina e Jorge.

– PAULO! – eu chamo atenção dele – Ela é sua irmã idiota, e lembra no primeiro dia de aula, sua mãe mandou se proteger ela. Idiota, até eu que não sou você, sei disso – digo balançando a cabeça negativamente.

– Nada haver, ela vai levar mais culpa, depois a gente conversa Marce. Eu estava pronto para Pegar Alicia – ele disse e eu fiquei boquiaberta e o encarando.

– QUE – disse erguendo a sobrancelha.

– Aí que coisa mais indiscreta – ela diz desligando o telefone.

– Paulo, para com essas ousadias sua.

– Não falei nada até agora, ou você quer que eu fale quando eu fico excit..

– GUERRA – digo chamando atenção do mesmo e ele começa a rir.

– To brincando – ele sorri meio tímido. E nesse momento minha mãe entra no quarto e sorri fraco para mim.

– Vou no mercado, pedi para sua BABÁ ficar de olho em você.

– Ela não é minha babá – digo por fim e vejo ela sair do quarto e fechar a porta.

– Opa acho que agora posso te pegar de jeito – Paulo diz e eu começo a rir.

– Vai nessa, esqueceu-se de Lilian? – pergunto

– Não, mas to nem aí – ele levanta rapidamente e tranca a porta do meu quarto.

– Porque trancou? – eu pergunto inocente.

– Mais privacidade – ele diz. Ele coloca uma mão em minha coxa e começa a alisar, eu suspiro e me arrepio toda, pouso minhas mãos em sua cintura, e vou aproximando meu rosto do seu, e o beijo, fecho meus olhos, e vou beijando ele no mesmo ritmo que ele me beija, ele ainda continua a alisar minha coxa, eu vou subindo minhas mãos até a blusa dele, e passo minhas mãos por baixo da blusa dele, o arranhando devagar, vejo ele dar suspiros entre o beijo, sorrio entre o beijo, e depois de algum tempo nos separamos por falta de ar, e ficamos assistindo televisão.

Notas finais
Até o proximo, beijos!