In My World.

17 Capítulo 17: O ciúmes de Paulo.


Notas iniciais
Olá gente, olha eu aqui de novo amores. Bom último de hoje, e acho que amanhã não vai dar pra postar, estou fazendo de tudo para estar postando pra vocês, mas tá complicado gente, espero que entendam. Esse capítulo aqui foi um dos que eu mais gostei até hoje, espero que curtam e me digam o que acharam, muitos de vocês nem leiam as notas mas pra quem está lendo agora, saiba que muito obrigada por estar aqui comigo, acompanhando essa grande aventura, irá acontecer muitas coisas ainda. SPOILER SPOILER SPOILER Margarida vai aprontar muito hihihi SPOILER SPOILER. Boa leitura ^.^ - Gabriela.

Quando acabou a festa ajudamos a limpar as coisas, a festa havia sido na praça e estava tudo sujo, assim que acabamos. Vi Alicia se despedindo do seu amigo de infância, vi Victória vindo em minha direção.

- Tchau. Foi legal te conhecer — ela disse sorrindo.

- Foi um prazer te conhecer — eu sorri — Tchau — Então ela saiu junto com seu irmão até a rodoviaria e sumiu assim que entrou no táxi. Olhei Marcelina e Jorge do outro lado rindo que nem doidos, não tinha mais ciúmes de Marcelina como antes, Jorge era um cara legal e se ele queria ficar com minha irmã, eu iria permitir. Desviei meus pensamentos a longe quando vejo o pai de Alicia se aproximar de mim eu fiquei calado até ele chegar a mim.

- Oi Paulo — ele disse me olhando.

- Oi Sr. Afonso — eu disse confuso.

- Quero bater um papo contigo — ele saiu andando até um banco e eu o segui e me sentei ao lado dele.

- O que quer falar comigo? — eu disse envergonhado. Nunca tinha me enrolado tanto na vida, que situação estranha está falando com o pai de Alicia, e o pior é que antes era normal mas agora é estranho o que tá acontecendo comigo?

- Só quero dizer que estou percebendo o que está rolando entre você e Alicia — ele disse e eu fiquei calado pensando o que iria falar mas ele não esperou minha resposta e prosseguiu — Sempre achei você um cara extraordinário, só me faça um favor, cuide de minha filha. Porque ela sempre foi minha princesinha — ele terminou e saiu me deixando ali sozinho. Então seguimos todos pro carro, chegamos ao sitio e todos fomos dormir pois já estava de madrugada e no outro dia iríamos voltar para nossas casas.

Pov Alicia.

Senti um travesseiro em minha cara, quando abri os olhos vi Marcelina pulando na minha cama, nem no sotão eu tenho paz? Sentia aquele travesseiro atravessar minha cara, puxei os pés de Marcelina e vi ela cair na cama e eu comecei a rir.

- Isso que dá acordar uma Gusman — eu disse me levantando da cama e a encarando.

- É que eu tenho uma novidade — Marcelina disse sorrindo.

- O que é? Tá namorando? — perguntei tentando adivinhar.

- Deixa eu falar então, e para de me interromper — ela disse

- FALA LOGO — gritei impaciente.

- DEIXA EU FALAR ENTÃO BOSTA

- FALA — gritei. Parecia eu e Jorge no começo, caímos na gargalhada então ela sorriu.

- Fiquei mocinha — ela sussurrou para mim e eu comecei a gritar

- VOCÊ VIROU.. — Antes que eu pudesse pronunciar a outra palavra ela tampou minha boca e eu bufei — Desculpa, quando?

- Hoje de manhã, fui ao banheiro e percebi que estava manchado e então pedi ajuda pra sua mãe — ela disse envergonhada — É estranho falar isso, é um assunto estranho e esquisito.

- Mas é normal acontece com toda menina — eu disse tentando a acalmar.

- Só espero que eu não menstrue na carteira igual certas pessoas — ela disse rindo e gargalhando. Enquanto eu a olhava séria.

- FOI O SEU IRMÃO QUE COLOCOU TINTA NA CARTEIRA TÁ, AQUELE IDIOTA EU VOU MATÁ-LO POR TER FEITO ISSO — gritava feito louca.

- Vai matar ele? E como vai ficar nos beijinhos com ele? — Eu a encarei brava e cruzei os braços e peguei o travesseiro e taquei na cara dela.

- Cala a boca — eu disse rindo e me sentei ao lado dela — Lembra quando você falou que queria ser a primeira a saber? É eu to apaixonada — eu disse olhando pro chão. Enquanto Marcelina me encarava de boquiaberta.

- Pelo Jorge? — ela perguntou

- Claro que não idiota! — eu disse balançando a cabeça negativamente — Paulo, eu não tenho certeza, mas se você contar para alguém você tá morta viu? — eu disse entrando no banheiro e fazendo minhas higienes, me despi, liguei o chuveiro e comecei a tomar banho, a água caia sobre meu corpo e eu respirava fundo, me pegava sorrindo quando pensava em Paulo, acho que eu estava muito apaixonada, é uma sensação estranha quando estou ao lado dele, eu me sinto tão bem, tão alegre, então escutei alguém bater na porta feito louco

- ALICIA VAI LOGO — era a voz de Marcelina.

- Já to saindo — eu disse desligando o chuveiro e me enrolando na toalha. Quando sai só de toalha me dei de cara com Paulo e Marcelina ali, eu fiquei vermelha, eu estava só de toalha, então pude ver Paulo dar um sorriso bobo, mas eu não estava me sentindo a vontade ali só estava de toalha e sendo encarada por Paulo, DE TOALHA, T.O.A.L.H.A? Tá entendendo? Então eu sorri tímida e Marcelina olhou pra Paulo.

- Ela quer se trocar tá vendo não? — Marcelina disse colocando Paulo pra fora — Desculpa eu não sabia que você ia sair de toalha.

- Tudo bem — eu disse meio tímida — Mas o que ele fazia aqui?

- Ele veio te ver — ela disse sorrindo — Mas você estava tomando banho

- Ah, vou me trocar — eu disse procurando alguma roupa.

- Eu já separei uma roupa pra você — Marcelina disse. Af deixo adivinhar é um vestido rosa, com babados e uma sapatilha ridicula. Mas não, era uma blusa regata verde, uma saia com babado lindo preta e meu all star branco. Combinava por mais que EU odiava usar saia aquela me convenceu de um jeito perfeito. Então peguei a roupa e agradeci e comecei a me vestir, assim que terminei soltei meu cabelo que estava seco já que não o tinha lavado, e deixei solto, então encarei Marcelina.

- Precisavamos voltar para nossas casas, vamos? — Marcelina disse. Eu assenti, peguei minhas coisas que já estava na minha mala e seguimos pro carro. Chegamos lá vi Jorge, Paulo, meus pais conversando. Eu fui me aproximando junto a Marcelina.

- Eu e sua mãe iremos passar mais alguns dias aqui, você poderá ficar em casa com a tia Karla.

- Mas eu odeio aquela bru.. Karla — disse cruzando os braços.

- Ou isso, ou ficar na casa de Jorge — minha mãe disse

- Casa de Jorge — eu disse por final. Lembro quando eu era pequena e eu estava com a tia Karla ela levava um monte de homem em casa e ficava lá com eles, quebrava as coisas e colocava a culpa em mim. Fumava pela casa inteira e não me deixava fazer nada alem de ficar trancada no quarto no escuro, sem brinquedo, sem televisão, sem nada. Eu odeio essa tia, af.

- Vamos então — meu pai disse — Daqui a pouco eu volto — ele disse para minha mãe que iria ficar no sitio. Então eu entrei no carro, quem foi na frente dessa vez foi o Paulo. Eu fiquei na janela, Jorge no meio e Marcelina na outra janela. Pude perceber que Paulo olhava pra mim pelo retrovisor eu fingi que não vi, mas era tarde demais nossos olhos já se encontravam ele abriu um sorriso e eu também. Então vi meu pai parar o carro no posto para abastecer, o posto era o Graal, então eu desci do carro junto com os meninos e Marcelina.

- Pai posso ir comer ali? — perguntei a ele. Ele assentiu e me deu dinheiro, eu peguei os 200 reais que ele me deu e sai com os meninos até o Graal, empurrei a porta dele e entrei com eles, olhei pro lado e dei de cara com um menino, pra falar a verdade ele era bonitinho, ele usava uma camisa azul e calça jeans, ele era lindo demais.

- Desculpa — eu disse coçando a cabeça e continuando andando. Virei pra trás e vi que ele também olhava então eu ri e continuei andando com Marcelina que ria da situação que eu acabei de passar. Fomos até o balcão aonde vendia comidas, eu peguei um doritos gigante, coca-cola e coxinha. E os meninos pegaram coca e pão de queijo, e alguns cheetos. Eu sorri, peguei tudo e paguei. Quando estava saindo junto com Marcelina e os meninos adivinhar quem tava ali? O menino que eu tinha esbarrado ele me encarava perto do carro dele que por acaso estava do lado do meu, eu corei na hora. Então senti as mãos de Paulo na minha cintura e meu coração acelerou novamente, ele estava com ciúmes de mim? Sorri de lado e olhei para Paulo segurando minha cintura e andando normalmente comigo — Ciúmes Guerra? — perguntei soltando risos.

- Eu com ciúmes de você? Nunca — ele disse me olhando.

- Sei. Então vou ir ali falar com aquele menino — disse fingindo que ia andar, mas ele me segurou forte pela cintura e eu ri — Tem certeza que não tá com ciúmes?

- Tá eu to, agora dá pra parar de dar bola pra aquele menino? — ele disse fazendo bico e eu ri.

- Como quiser, mas não posso fazer nada se ele vier falar comigo — disse por final. E ele ficou quieto, ainda estava com suas mãos em minha cintura, então chegamos ao carro do meu pai, e o menino ainda olhava pra mim. Eu olhei Paulo e em seguida meu pai que olhava pra nós e balançou a cabeça negativamente como se não tivesse visto, enquanto Paulo ainda estava segurando minha cintura. Eu peguei meu doritos e o abri.

- Mê da um pouco? — Paulo perguntou a mim. Eu abri mais o doritos e entreguei a ele que segurou o pacote e começou a comer, eu abri a boca esperando que ele colocasse na minha boca, mas então ele roubou um selinho meu e eu fiquei vermelha.

- Eu queria doritos não um beijo — eu disse por fim.

- Não me diga que não gostou — ele disse rindo.

- Ai para de ser convencido Guerra — eu disse balançando a cabeça negativamente e abrindo a boca, e pude ver ele colocando doritos na minha boca, comecei a mastigar lentamente. E fui puxada por Marcelina.

- Amiga eu preciso ir no banheiro, tá na hora de eu trocar o... — ela parou — se sabe.

- Ah claro. Vai lá!

- Vai comigo? — ela perguntou fazendo cara de anjinho.

- Quem vê pensa que é santa — eu ri e a acompanhei até o banheiro. Fiquei na porta de fora esperando, então vejo o menino que esbarrei olhando pra mim ele estava pouco centímetros longe de mim.

- Oi — o garoto disse

- Oi — eu o respondi.

- Você é linda — ele me elogiou.

- Obrigada — eu disse meio tímida, era dificil eu escutar algum elogio, ainda mais de um menino tão gato. Então vi alguém saindo do banheiro, Paulo, ele foi se aproximando de mim e parando de lado com o menino.

- Algum problema aqui? — ele perguntou

- Tchau linda — o garoto dizia saindo. E eu comecei a rir com a situação feito louca, enquanto Paulo ficava todo nervosinho eu ria que nem uma doida.

- Isso foi ilário precisava ver Marcelina — dizia para Marcelina que saía do banheiro. Paulo me olhava sério e eu ria que nem uma doida com Marcelina, entramos no carro e quando o carro começou a sair o menino que eu esbarrei deu um tchau pra mim e eu não aguentei cai na gargalhada com o povo do carro, meu pai ficou boiando, mas tudo bem, continuamos a viagem.

Notas finais
Me digam o que acharam através de reviews, beijos e até a próxima!!