In My World.

14 Capítulo 14: Nosso amigo de infância.


Notas iniciais
Olá minha gente, estou super sem criatividade então me desculpem mas eu tentei escrever, muito obrigada pelos reviews que estou tendo. Essa semana está sendo muito corrida para mim e não to tendo tempo de me concentrar para escrever para vocês, peço perdão. Espero que gostem desse capítulo, eu não curti muito, mas espero que vocês gostem, beijos e boa leitura ^.^

Chegamos ao sítio e eu desci do carro assim que ele parou, olhei para a grama e em seguida para minha mãe que me chamava para ajudar com as malas. Eu peguei as minhas malas e algumas de Marcelina e fui até a casa e deixei a mala na sala. Quando todas malas estavam lá suspirei cansada e pude avistar Marcelina e Jorge indo até o celeiro, então vejo meu pai vir em minha direção.

- Eu e sua mãe iremos ao supermercado voltamos daqui algumas horas

- Tabom papai — eu disse e pude ver eles entrando no carro e vendo o carro se afastar cada vez mais. Peguei as minhas malas e levei até o sotão lá tinha uma porta que tinha um quarto para mim, a razão de eu não dormir lá da outra vez? Minha mãe não deixou, e como ela não tá aqui vou colocar todas minhas coisas já lá e assim eu fico lá. Caminhei até o sotão e o abri, fui até a porta branca e adentrei ao quarto, ele era grande, as paredes estavam pintadas de branca e amarela era um lugar alegre. E tinha uma cama de solteiro com lençois limpos e tudo organizado. Arrumei minhas coisas ali e entrei ao banheiro que havia ali. Entrei ao banheiro, peguei uma roupa nova, uma calça jeans rasgada nos joelhos, uma blusa regata branca, fiz um coque rapidamente em meu cabelo e sai do banheiro. Observei Jorge e Marcelina cavalgando pela floresta, e logo me lembrei de Paulo e suspirei fundo fechando meus olhos, então sai do sotão até o celeiro. Quando chego ao celeiro, pego 4 latas de tintas, branca, vermelho, azul, amarelo e verde. Então vejo alguém me abraçar por trás e dou um pulo, quando olho pra trás vejo Paulo.

- Idiota! — reviro os meus olhos. Pego 2 latas de tintas e saio carregando até a casa e as deixo na frente da mesma e quando me viro vejo Paulo com as outras duas latas — O que pensa que tá fazendo?

- Vou te ajudar — ele disse colocando as latas no chão.

- Hum — eu disse pegando o pincel (Pincel grande, não aqueles de escola. Se é que me entendem) e passando na tinta azul e passando na parede da casa. Eu e Paulo começamos a pintar ali calados.

- Alicia — disse Paulo. Eu me virei para ele e ergui a sobrancelha

- O que?

- Vamos atrás de Marcelina e Jorge para ajudarem!

- Tá, por mim — eu disse largando o pincel e indo junto a ele em direção aonde eles foram, quando pude avistar o cavalo que Jorge estava sai correndo até ele e parei cansada — Alma — disse falando pro cavalo que estava correndo e quando me viu parou — Ótima menina — eu disse passando a mão nos cabelos dela — Precisamos de ajuda com a casa, estamos pintando.

- Ok vamos — Jorge disse — Marcelina passa pra esse cavalo — Marcelina obedeceu. Eu montei no outro cavalo, Falcão, e esperei Paulo subir, precisavam ver foi um sacrificio para explicar pra esse menino como se montava em um cavalo, mas por fim conseguimos. Então eu comecei a cavalgar. Quando chegamos finalmente a casa eu desci do Falcão e ajudei Paulo descer, não é os homens que costumam ajudar as mulheres? Mas estava super ao contrário isso, guardei o Falcão no celeiro junto a Alma e fomos para a casa pintar. Eu dobrei minha calça, fazendo um short, estava muito calor ali, e eu estava pingando de suor. Peguei o pincel que estava utilizando e comecei a pintar a casa junto aos meus amigos.

Pov Jorge.

Não estou gostando de Marcelina, não sei, não tem quimica entre a gente. Mas ela também disse que somos apenas amigos, e ela não gosta de mim assim. Ela não tá pronta pra qualquer relacionamento e nem eu, só ficamos, não é porque fico com uma pessoa que tenho que pedir ela em namoro. Mas Marcelina super entende o que quero da vida, ela parece que adivinha tudo e isso eu admiro muito nela. Quando termínamos de pintar a casa aquela tarde, ficamos admirados com o resultado, ficou impressionante parecendo aquelas casas novas, mas na verdade ela era bem velha. Mas ela não parecia mais velha e sim uma mansão. Os pais de Alicia chegaram alguns minutos depois e falaram que iriam levar a gente para uma festa da cidade que estava tendo, e eles irião voltar, pois só Jovens poderiam entrar, eu acho que eles queriam uma desculpa pra se livrarem de nós, mas eu também não estava afim de ficar em um lugar totalmente fechado, sem qualquer pessoa a não ser nós. Então entrei no chuveiro logo após Paulo e comecei a tomar meu banho, a água estava quente, me lavei, demorei muito no banheiro, chega Marcelina teve que bater na porta para me avisar que eles precisavam ir, então me enrolei na toalha e me troquei ali mesmo. Coloquei uma calça jeans, vans vermelho, blusa xadrez e minha touca caída, sabe como elas são? Acho que sabem do que estou falando, quando sai do banheiro, vi Marcelina ela estava extraordinária, estava com um short jeans, uma blusa rosa e uma sandália. Olhei para Alicia e vi que ela estava usando um short jeans colado, chega dava para ver a bunda dela, não que não desse pra ver antes, mas agora estava marcando mesmo, mas não me chamem de safado não estou olhando pra bunda dela, ela estava com uma blusa solta que não marcava a barriga, era camiseta, escrito 'In my heart' e seu vans rosa, por mais que ela odiasse rosa. Entramos no carro e fomos para a cidade que ficava poucos minutos dali, talvez uns 6. Quando os pais de Alicia parou o carro nós saímos.

- Pegamos vocês ás 23:00 PM — avisou a mãe de Alicia. Nós assentimos e fomos para a praça, aonde estava acontecendo a festa. E não tinha só JOVENS, tinha gente com idade já uns 30, 40, é agora eu tenho certeza que eles queriam se livrar de nós.

- Então que merda iremos fazer aqui?

- AI EU NÃO ACREDITO — Marcelina gritou e olhou para Alicia que estava com a boca aberta olhei na direção que elas estavam olhando e vi elas encarando um menino — É ELE? É ELE? — Marcelina gritava para Alicia.

- É ELE — Alicia gritou de volta. E as duas saíram correndo atrás do garoto.

- Sabe de quem elas estão falando? — perguntei a Paulo.

- Não. Mas já não gostei desse menino — Paulo disse e eu concordei e saímos atrás das duas.

Notas finais
Está ai... mereço reviews?