Notas iniciais
Memórias em Itálico galerinha!

Clarity please speak to me...

Não da mais... O que fazer quando se encontra caindo num poço sem fundo? Quando tudo em que você acreditava passa a não fazer mais sentido.

Eu o amava mais do que poderia imaginar, na verdade, passei a amá-lo de tal forma, bom, explicarei como tudo começou;

Era início de primavera, e tive de voltar à universidade para buscar alguns livros em que basearia o meu TCC (Trabalho de conclusão de curso). Estava prestes a me tornar licenciada em Língua Inglesa, estudava de manhã e dava aula em escolas de ensino fundamental na parte da tarde. Tudo corria de forma tranquila, até que eu o vi, lindo e sublime, em uma calça skinny preta e blusa larga do Lynyrd Skynyrd, perfeito, o cabelo preto e liso caia até quase os ombros e brotava suor de sua testa, pois corria afinal já era mais ou menos 14h e devia estar atrasado para a próxima aula.

Lindo, suspirei, mas voltei ao meu objetivo, passei pelo saguão principal e ao final estava a biblioteca, depois de que peguei o livro, voltava para a sala de estudos que ficava do outro lado do saguão.

A sala estava lotada de alunos do segundo e terceiro período que haviam se atrasado, praguejei enquanto andava pelos corredores das mesas a procura de um local vago, era quarta feira e eu tinha horário vago para estudar até as 18h00min em que teria reunião com o corpo docente da escola em que trabalhava, mas eu precisava estudar, até que encontrei uma mesa, ao final do local, ótimo, tanta gente pra encontrar, e no único lugar que eu encontrei para ficar estava meu ex-namorado, Frank e eu não nos falávamos mais do que era exigido pela boa educação, afinal, tínhamos terminados de uma forma não muito boa a mais ou menos um ano atrás, mas não vem ao caso agora. Puxei a cadeira mais distante possível e sentei, abri meu caderno de anotações, não pude evitar reparar olhadas mais quentes que brasa para cima de mim (Sei que o que fiz foi errado, mas já havia muito tempo dês de o ocorrido).

Algum tempo depois, ouvi uma cadeira sendo puxada ao meu lado, reconheceria estes olhos castanhos a quilômetros de distância.

- Ei, posso? — Era o menino bonito de mais cedo, me lançou um sorriso de lado, não entendi muito bem o que significava, suspirei e sorri de volta para ele.

- Claro. – Me fiz de desinteressada, voltei meus olhos para os livros de Gramática.

- Não consigo entender essa matéria, deve ser por isso que faço música – Chegou mais perto e sorriu mais uma vez.

- Anne McMoy, prazer – Sorri e estendi a mão.

- Craig Mabbit – Segurou minha mão.

Não precisou de muito para nos tornar próximos, ele era uma pessoa fácil de lidar, e eu sempre tive muita paciência, sim, eu precisava sim de paciência, afinal ele costumava ligar com frequência, e geralmente nas horas mais impossíveis do dia, mas não estava acontecendo nada entre agente, era bem amizade mesmo o que rolava, ele me contava sobre a vida dele e perguntava sobre o meu dia, ele tinha Brooke, ele a namorava a uns 8 meses, mas ele parecia muito apaixonado, e eu tinha Frank, apesar de tudo minha cabeça o tinha gravado bem lá no fundo, ainda não tinha esquecido ele.

Notas finais
Espero que gostem, se gostarem review, se não gostarem, review. Críticas, boas ou más, REVIEW!!! Reviews são bons e faz bem ao coração (Da autora) 1beijo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.