Acordei no dia seguinte cedo para ajudar a arrumar tudo o que precisava. O festival ainda ia durar alguns dias. Seria menos festivo, mas as pessoas ainda iam ficar aqui ficar aqui. Eu estava ajudando a limpar o salão quando Carl entrou e veio até mim.

— Bom dia, mãe. – ele sorriu para mim.

— Bom da. – Olhei para ele desconfiada. – Por que essa alegria toda?

— Nada. Ontem foi apenas um bom dia.

— Sei. Já tomou café?

— Sim. Eu vou sair para uma corrida com meu pai. Devemos voltar mais tarde.

— Seu pai? Ele não saia para corrida a algum tempo. Onde vão?

— Pescar. – Carl riu quando olhei para ele com os olhos arregalados. – Eu sei, eu sei. Estranho. O pai quer colocar alguns peixes no lago. Agora que a água está boa. Ele disse que assim sabemos que a água continua saudável.

— Ele quer apenas passar um tempo com você. Seu pai é péssimo em pescaria.

— Eu sei. Mas acho que será bom passar um tempo com ele. Devemos voltar ao anoitecer.

— Certo. Boa sorte.

— Obrigado.

Carl beijou minha bochecha e saiu. Balancei a cabeça enquanto continuava a trabalhar. Berh se aproximou com as crianças e me ajudou enquanto Judith, Grace, CJ e Antony corriam.

— Ally? – Michonne me chamou parando atrás de mim.

— Fala.

— Eu vou deixar Maggie falar com Negan. – parei o que estava fazendo e olhei para ela.

— O que?

— Eu vou deixar ela falar com ele. Ela precisa disso. Ela não vai ter paz enquanto não falar com ele.

— Ela quer apenas uma chance para mata-lo.

— Você pode culpa-la? Se fosse Rick você também o queria morto.

— Eu queria o melhor para minha saúde mental. E matar Negan não seria. Tem coisas piores do que a morte, Michonne. Manter Negan lá, é pior para ele. Além dele sofre com isso, ele se sente humilhado. Se acha que Maggie precisa disso. Vai em frente. Se ela mata-lo, eu a expluso do grupo.

Me virei e voltei a fazer o que estava fazendo.

— Você não faria isso. – Beth disse parada ao meu lado.

— Sim. Faria. Maggie está andando em gelo fino comigo por um tempo, Beth. Eu não sou a pessoa mais paciente desse mundo. E as birrar dela estava me colocando no meu limite.

— O que ela fez?

— Nada com que você deve se preocupar. Será que pode olhar essas pestinhas para mim? Eu vou sair com Jesus. Tempos que olhar o perímetro.

— Claro. Vai lá.

— Obrigada.

Eu peguei minha arma e sair indo para onde Jesus estava me esperando. Saímos da comunidade e andamos calmamente pela floresta conversando sobre o festival. Quando estávamos na metade do caminho, notei que Daryl estava nós seguindo. Ele estava perdendo o jeito.

— E o que você fazer sobre a Maggie? Já pesou nisso? – Jesus perguntou enquanto tirávamos um corpo do caminho.

— Sim. Eu vou colocar o próximo festival para o Santuário. – soltei o walker e peguei minha faca ao ver outro se aproximar. – Ela não vai ficar me ameaçando apenas por que quer que o festival seja todo ano em Hittop.

— Ela não quer ficar viajando com Hershel. Ela acha que ele ainda é muito novo para isso.

— Bom, ela tem um filho pequeno, eu tenho três. Sem falar de CJ, mas como ele está para se mudar para Hittop com os pais, eu não preciso falar sobre isso.

— Sabe que ela vai tentar passar por você e ir falar sobre isso com Rick.

— Sei. Assim como sei que tenho uma vantagem com Rick que ela não tem.

— Qual?

— Sexo.

Jesus riu enquanto parávamos para estudar a horda que se aproximava da gente.

— Está aumentando de novo. Limpamos isso não tem nem uma semana.

— Vamos ter que descobrir de onde estão vindo. São muitos. Deve ter algum lugar onde eles estão presos.

— Vou pegar um grupo e fazer uma vistoria.

— Não. Eu preciso de você para outra coisa. Sei que Ezekiel ficará feliz em ir. Ele disse que precisava se mover um pouco. Desde que a guerra acabou ele está muito mole. Eu falo com ele mais tarde.

— Para que precisa de mim?

— Tem uma loja na cidade. Eu preciso ir nela. Quero que vá comigo.

— Por que?

— O aniversario da guerra está chegando, e eu pensei que todos mereciam uma pedra para comemorar isso. Desde que saímos da prisão não demos para mais ninguém. Eu quero dá uma pedra do nascimento para todos e passar essa tradição para a frente. Estamos perdendo tantas tradições.

— Acho isso incrível. Ainda teremos a festa de despedida, certo?

— Sim.

— Podemos ir antes do fim, e entregamos para todos quando estivemos saindo.

— É uma boa ideia.

— Daryl, se foi continuar nos seguindo, acho melhor parar de fumar. Eu posso sentir o cheiro daqui. – falei sem olhar para ele.

— Como você sabia? – ele perguntou se aproximando.

— Eu posso escutar seus passos. E o vento está ao me favor. Sei que está nós seguindo pelas as últimas duas horas, agora não sei apenas o porquê.

— Eu não estava seguindo vocês. Apenas fiquei curioso sobre o que iam fazer. Você não costuma sair sem seu rifle.

— Íamos apenas andar pelo perímetro, não preciso do rifle e antigamente, perguntar bastava. Você quer saber alguma coisa?

— Não.

— O que está errado? Desde que encontrou Jesus e eu conversando a alguns dias, você está estranho.

Daryl não falou nada, mas eu sabia o que era. Ele queria saber se Jesus estava trabalhando comigo. Ele sabe que eu consigo o que quero dos outros sem precisar fazer muita coisa.

— O, meu Deus, você acha que estou tendo um caso com ele.

Daryl arregalou os olhos enquanto Jesus rugiu uma risada.

— Não. Não. Apenas, Rick comentou que você está muito tensa esses dias. Achei que você poderia estar com algum problema. Talvez, você se abrisse com Jesus.

— Rick não comentou nada comigo. Sempre que eu estou tensa ele me pergunta o que está errado. – dei de ombros e voltei a andar. – Talvez ele me fale sobre isso para ele quando eu voltar para casa.

Passei pelos os dois e continuei sem dá muita atenção.