Notas iniciais
comentem ou irá ser morto.

O Luar avermelhado estaria acima da grande torre naquele dia escuro, um ar cuja coloração seria negresco passaria por mim ao me deixar arrepiado, fui em direção ao mercado pela qual adentrei rapidamente sobre o som do sino que estaria logo acima da porta ao anunciar minha breve chegada.

- Olá , o que deseja ? — Interrogou o vendedor , com sua voz "anciã"

- Eu quero alguns salgadinhos ...

- Pode pegar , garoto ! — Diria o velho , voltando a ler seu jornal

Então , rapidamente fui para a prateleira aonde haveria salgadinhos , peguei um e andejei até a saída , coloquei a mão em meu bolso pela qual eu deixaria o dinheiro do salgadinho , saí de lá aonde fui abrir o salgadinho. Notei que gotículas de sangue estariam sobre o mesmo, voltei para troca-lo porém deparei com o vendedor caído, engoli seco aonde envolvi meus dedos aos cabelos grisalhos do velho, levantei-o aonde pude deparar-me com uma grande quantidade de sangue pelo rosto do mesmo, com um grande furo em seu pescoço que parecia mais de um tiro com uma bala de alto calibre, sai dali em alta velocidade aonde fui pra casa para dormir, uma tentativa falha pelos pensamentos que eu nunca esqueceria... Eu fiquei me questionando, como alguém poderia morrer daquele jeito ? Um suicídio concerteza não seria um dos pensamentos daquele velho ...

Finalmente consegui dormir, tive alguns pesadelos horríveis, acordei no meio da manhã e vesti minha blusa com a intenção de sair de casa. O Luar avermelhado já teria ido embora, ao passear pude ver alguns pássaros caidos no chão, mortos, aquilo não me agradou nem um pouco... Juntei as coisas e pude chegar á conclusão que algum merda estaria causando assassinatos na cidade, voltei para casa com uma bicicleta que achei no meio da rua e fui direto a cozinha, puxei de lá um facão e coloquei na minha mochila, ao sair de casa peguei novamente a mesma bicicleta e segui a rota que estaria toda suja de sangue, após meia hora na rota , eu pude perceber que a mesma acabaria ali, em uma loja de caçadores....

Só ai eu pude perceber que eu percorri toda aquela rota atoa, voltei para casa cansado e pude me deparar com um garoto sentado, ele estaria com aparência assustada, fui até ele e puxei conversa

- Olá Garoto ...

Ele sequer respondeu, olhou para mim e começou a chorar, assim indo mais pra trás

- Não se preocupe... Por que está assim ?

- O homem M-m-mal matou minha mãããe — O garoto começou a chorar desesperadamente, foi ai que eu pude ver o verdadeiro significado da palavra sofrimento.

- Garoto , eu estou aqui para te ajudar. Pode me chamar de Carty, leve-me para sua casa ou aonde quer que esteja o corpo da sua mãe.

O menino levantou-se, e correu em direção ao corpo da sua mãe que estaria todo dilacerado, e sua casa pegando fogo desabando. Uma tora de madeira caiu em cima da mulher esmagando seu crânio, fui até o garoto aonde apertei um local especifico de seu pescoço, fazendo-o desmaiar para não ter de ver aquela cena.

- Um Dia após isso -

Eu estava passeando pela rua, o céu estava azulado e estava tudo normal, a não ser pelos jornais que estariam noticiando mortes sem parar. Fui na praça central pela qual senti-me em um banco vazio, fechei os olhos por alguns segundos para descansar e os abri novamente, quando olhei para o lado estaria um homem vestindo uma espécie de terno branco comendo um pão recheado, ele em um ato gentil perguntou-me :

- Gostaria de um pouco ?

Após a pergunta do homem, sinalizei com a cabeça á demonstrar negatividade aonde levantei-me do banco e fui até a saida da praça... O homem me seguiu seguindo meu ritmo, virei assustado e perguntei para ele com um certo tom de frieza :

- Eu poderia saber por que está me seguindo ?

- Eu sou novo na cidade e pensei que você poderia me ajudar... Estou meio perdido !

Fiquei um tempo explicando sobre a cidade para ele, assim ele revelou seu nome que seria Rayden. Fomos cada um pra um lado

- De Noite -

Fui até a rua para ir comprar comida, no meio da estrada eu poderia ver um cachorro caido (atropelado) sangrando muito, decidi ir até ele e ao chegar mais perto eu poderia ver Rayden cuidando do cachorro, perguntei :

- O que está fazendo aí Rayden ?

- Estou tentando cuidar desse cachorro

- O que ele tem ?

- Ele perdeu muito sangue , provavelmente foi atropelado e a pessoa não prestou socorros

- Quer ajuda ?

- Pode ser.

Vasculhei minha mochila, até que achei no meio da mesma um kit médico e a retirei rapidamente pela qual dei alguns remédios e esparadrapos para Rayden, que estaria cuidando do cachorro com uma total calma.

- Você já fez isso alguma vez Rayden ?

- Uma vez eu tive que cuidar de meu cachorro, porém não foi nada de mais.

- Entendi... Como achou esse cachorro ?

- Não é querendo ser grosseiro, porém poderiamos falar sobre isso outra hora ?

Rayden estaria totalmente fixo nos ferimentos do cachorro, sua expressão era séria e ele poderia fazer de tudo para salvar aquele cachorro que estaria ali no chão, sem forças algumas... Um tempo depois Rayden conseguiu fazer com que a perda de sangue do cachorro fosse menor, assim o pegou no colo e o levou para um veterinário mais próximo. Fui com ele até o veterinário, ao chegarmos lá Rayden entrou o mais rápido possível, foi direto levar o cachorro para o Doutor Kisty que por sorte estaria a ponto de sair da clínica.

- O que está acontecendo garoto ? — Perguntou o Doutor

- Esse cachorro está muito ferido e precisa de sua ajuda.

Rayden colocou o cachorro na mesa, com água nos olhos prestes a chorar.

- Garoto, se você não tivesse colocado esses esparadrapos ele não conseguiria viver. Ele irá ficar bem

Notas finais
comentem ou morrerá.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.