Notas iniciais
então, 00:12 jáah éeh quarta feira, então vamos postar! risos
espero que gostem amores. Beijão, e nos falamos láah embaixo.
obs* calma nos comentários ofensivos okay? beijoos'
Autora: Euzinha! PrinncyBlack
Beta: Na real não tive uma beta e sim duas! Minhas lindas Senhora Black e nessie_momsen
Banner: Por mim mesmo! (risos.)
Apreciem sem moderação 666'

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O carro deu partida, se distanciando frente da casa dos Cullens. Renesmee estava ao meu lado, e parecia nem se importar com o fato dos seus pais e familiares irem pra terra daqueles assassinos. Eu não me importava muito. Desde que ela ficasse aqui, sã e salva, estava tudo okay.


A mesma entrou na casa se jogando no sofá e ligando a TV. Ela estava estranha. Parecia planejar algo, e quando ela planejava algo, a coisa poderia ser... Digamos assim, bem ruim mesmo.


– O que foi? — ela perguntou percebendo que eu a observava. Sentei-me no outro sofá ao seu lado. Desviou os olhos pra tela gigante que tinha na sala.


– Nada! Você está estranha! — analisei. A mesma bufou ignorando-me. Levantou-se do sofá indo em direção à escada.


O fato era que, ela não estava assim hoje, nem ontem, e muito menos há uma semana. Na verdade Renesmee não ia muito com a minha cara desde que Alice acidentalmente deixou escapar que eu um dia fora apaixonado pela Bella, o que não é mais verdade. Eu sei que Renesmee provavelmente acha que eu só estou bancando uma da babá pra poder "quem sabe um dia" conquistar a Bella, o que definitivamente não está nos meus planos. Muito pelo contrário.


Edward diz que é só uma fase e que depois voltaremos a ser amigos novamente, só que eu estou começando a duvidar se essa amizade possa um dia voltar a ser o que, era antes do seu aniversário de quatro anos. Digamos que ela estava com uma aparência de 15 pra 16 anos, e como tal, já despertava o interesse da ala masculina. Eu definitivamente odiava isso, até porque ela ainda era um bebê.


Pensar que ela era somente uma criança não era algo que a maioria das pessoas faziam. Muitos até apoiavam-na em suas loucuras, inclusive Alice. Aquela ali era a maluca em série. Nunca vi pessoa que gostava mais de contrariar o que os outros dizem, e pensam em ser melhor para a Nessie.


Edward e Bella? Bom eles só riam da situação e liberavam a filha pra fazer o que ela queria, enquanto eu ficava cada dia mais chocado, e deliberadamente puto com aquela situação toda. Emmett assim como Alice, participava de todas as loucuras daquela ninfeta. Ela sim era um verdadeiro lobo em pele de cordeiro, e por mais estranho que fosse os únicos que não concordavam com isso, era Roselie e Jasper.
Ela dizia que Renesmee poderia se machucar e todo aquele bláh bláh bláh de sempre, Jasper sempre tentava argumentar algo que fosse válido para a sobrinha, sendo que a mesma nem lhe dava ouvidos. Ou seja, estávamos nós três a mercê de tudo que a maluquinha aprontava e não poderíamos fazer nada contra.


Como um belo dia em que ela resolveu caçar um veado, e trouxe pra casa a cabeça de um leão da montanha. Eu fiquei chocado e apavorado, seria a palavra correta. A menina poderia se machucar e acima de tudo, alguém poderia vê-la. Mais eu sabia que tudo aquilo não passava de uma "pequena" aposta com o Emmett.


Ou seja, Renesmee fazia o que queria, enquanto as outras pessoas apenas "tentavam" lhe dizer o que pode e o que não pode, e ela examinava e escolhia a melhor opção que a mesma julgava para si. Nem pensar que eu poderia se quer dar alguma opinião, muito menos depois do que ela descobriu. Eu estava literalmente fudido com a minha impressão, e nem que eu me pintasse por inteiro de ouro, ela queria saber da minha existência.


Não éramos inimigos, mais a amizade que tínhamos há quase seis meses atrás parecia ter evaporado soprado ao vento como a poeira de uma estrada terrosa.


Ela assim como todos os Cullens, não poderia entrar em La Push, o que me deixou bastante puto, afinal, ela era ou não era a minha escolhida? Acho que eu saberia por limites naquela ninfeta enquanto ela estivesse lá. Mais não, tinha que ser tudo do jeito que o meu pai decidia e essa coisa toda estava me deixando frustrado. Não que ela quisesse entrar em La Push, muito pelo contrário; Renesmee sempre deixou bem claro que ela presa, a sua vida "humana" longe da linha de frente com os lobos do bando. Nem quando estávamos "amiguinhos" ela gostava de entrar no meu território, agora então, muito menos.


O pior era saber que dentre todas essas coisas ela preferia ficar com os seus amigos humanos, que ela julgava serem muito mais divertidos e animados do que os garotos de La Push. Mais esses seus amigos muito mais divertidos, e animados, sempre que podiam tentavam flertar com ela. Eu nunca gostei, e já faz um tempo que tenho reparado nisso.
Desde quando fui buscá-la na escola de Forks, e peguei um moleque muito atrevido que tentou beijá-la. Eu nunca vi meu sangue ficar tão quente quanto aquele dia. Parecia que na minha frente apenas um mar de vermelho existia, e mesmo que ela gritasse sonoramente para que eu parasse de tentar esganar aquele ser em minhas mãos, eu não iria conseguir. Mais com custo, eu larguei, e ele como todo bebê chorão foi correndo contar pra sua mãe, que tinha sido quase que literalmente enforcado até a morte.


Não preciso nem contar que na volta pra casa ela ficou me enchendo, sobre que aquele que poderia ter sido o seu primeiro beijo e bláh bláh bláh. Eu quase pirei com aquele ataque dela, e quase lhe mostrei como era realmente ser beijada. Porque tenho absoluta certeza de que aquele moleque não sabe fazer isso.


– Ai droga! — ouvi um resmungo vindo da cozinha. Levantei-me do sofá caminhando em direção do som emitido há pouco.


Ela estava com o dedo indicador na boca, andando de um lado pro outro.


– O que aconteceu? — perguntei ficando visivelmente preocupado. Renesmee me encarou por breves segundos, até que eu conseguisse captar o cheiro de sangue no ar.


– Eu me cortei! Droga! — sibilou pondo seu dedo embaixo da água fria. Aproximei-me lhe ajudando com o corte.


– Como conseguiu se cortar Renesmee? — perguntei


– Com a faca, dã! — parecia ser obvio ao ser ver, mais pra mim, ela estava sendo como sempre tão irônica, que me deixava aos poucos constrangido. Suspirei alto, o que lhe roubou a atenção. Sentei-me impaciente na cadeira ao seu lado, cruzando os braços sobre o peito. Analisar as imensas janelas de vidro não era algo que eu fazia com frequência, mais tranquilizar os meus ânimos era o essencial naquele momento. Por mais gastas as palavras que lancei, parecia não surgir efeito algum nela, e apenas me tratava com uma fria indiferença no nosso dia a dia. — O que foi? — ela perguntou – Parece uma criança que acaba de perder o doce! — riu da própria piada. Revirei os olhos, por tal ato farto de loucura que estava me metendo.


Ela era o meu ar, minha vida. Eu não conseguiria por muito, continuar nessa situação. Só não lhe contei o que me prendia tanto a ela, por medo de que assim, a mesma fuja ainda mais de mim. Eu apenas não queria assustar a minha pequena com uma revelação desse porte.


– Não é nada! — apenas bastaram essas palavras pra que a mesma, me desse às costas saindo da cozinha.


Subiu as escadas o que parecia ser correndo, fazendo questão de bater com a porta, com bastante força. Suspirei derrotado.


[…]


– Fala Seth! — atendi o celular, no segundo toque. Estava entediado e Renesmee trancada no quarto, fazendo não sei o que.


“Então Jake, o Paul se descontrolou aqui cara, e quer sair do bando”– sentei-me tão rápido no sofá que senti minha cabeça rodar com o ato.


– O que? Mais que merda é essa? O Paul enlouqueceu? — sentia minha raiva se esvaído assim que o seu cheiro atingiu as minhas narinas com força. Era algo brutal que me deixava desequilibrado pra variar. Mais sempre a minha sanidade voltava e me deixava bem a par de que ela era apenas uma criança, a minha criança.


“Pois é! Só liguei pra avisar isso mesmo, e como anda as coisas ai? Já que a senhorita Renesmee Cullen não gosta de La Push”– tenho absoluta certeza de que pelo suspiro de frustração que lancei ao telefone, ele entendeu que as coisas continuam na mesma.


Renesmee apareceu na sala, vestindo apenas uma saia curta branca, que fazia contraste com sua blusa de mangas verde clarinho. Apenas um tênis, deixando-a com um ar despojado mais completamente sexy pra mim. Meus olhos foram subindo dos seus pés, tornozelos, pernas, panturrilhas, joelhos, coxas, subindo, subindo e quando eu dei por mim, acabei tomando um tombo do sofá por ter me inclinado de lado, e perdido o equilíbrio.


– O que foi Jake? Estava sonhando é? — me levantei envergonhado, sentando-me novamente no sofá. Ela pegou o controle da TV ainda de pé, trocando o canal. Fiquei confuso e não entendi onde ela queria chegar perante as suas palavras. Aquela ninfeta sabia como ninguém rir de mim, e principalmente quando me deixava em situações constrangedoras.


– Do que você está falando?


– Você e sua barraca armada! — suas risadas ecoaram pelo ambiente assim que deixou o local. Podia sentir o sangue se concentrando em minhas bochechas, assim que desviei meus olhos encarando o meio das minhas pernas, onde recentemente tinha se formado uma “barraca” prontamente armada.


Deixou-me sozinho na sala, seguindo para a cozinha. Eu quase literalmente me matei. Não podia acreditar que em um surto de psicose sei lá, eu tinha ficado excitado quando vi Renesmee. Ela era só uma criança, merda.


Após me recompor, desliguei o celular que tinha até esquecido, que estava na minha mão, há essa hora o Seth deve ter achado que eu me engasguei com o aparelho. Joguei o mesmo encima do sofá indo em direção à cozinha.


Renesmee estava de costas, e parecia bebericar algo em seu copo. Parei simultaneamente assim que tive a visão da sua bunda mais do que redondinha, e as suas coxas torneadas. Nunca tinha parado pra analisá-la dessa forma, e fiquei surpreso pelo ato. Engoli um bolo o que parecia ser um grande empecilho do ar que não queria atravessar e entrar em meus pulmões, respirando bem fundo, antes de aproximar-me dela.


– Desculpa por aquilo! — por mais firme que eu queira, minha voz saiu como um sussurro. Ela ainda que bebendo, o que eu descobrir ser suco, apenas maneou a cabeça em um sinal mudo de que estava tudo bem. Suspirei mais aliviado. — Vai sair? — a minha pergunta surgiu antes mesmo de que eu pudesse ponderar e ver se era válida ou não. Com Renesmee qualquer palavra tinha que ser analisada milímetro por milímetro, antes de qualquer coisa. A mesma apenas levantou uma sobrancelha, com um olhar interrogativo.


– Como assim? — perguntou tirando o copo dos lábios.


– Você está... — analisei seu corpo novamente me repreendendo pelo ato em um átomo de segundo, mais desviei meus olhos em seguida, gesticulando as suas vestes.


– Ah... — olhou pra si mesmo -... Isso? Coisas de Alice! — rolou os olhos.
Segurei o riso, com a careta que ela fez em seguida.


– Estava falando com que? — sua pergunta surgiu interrogatória, o que me arrecadou um surto de surpresa. Encarei-a por alguns segundos, tentando ao menos descobrir se era ela mesma que estava ali, ou se foi tomada por algo, sei lá, algum espirito no caso.


– Co-Com o Seth! — gaguejei no começo, reparando no olhar sinuoso que a mesma lançava em minha direção. Parecia querer arrancar qualquer mentira, ou desvio de verdade de dentro de mim. Não gostei nem um pouco daquilo.


– Claro! — o ato de apenas me dar às costas, e sair sem deixar qualquer frase solta no ar, já era algo que ela fazia por puro costume. Sentia-me tenso por todas as vezes que ela praticava o ato, ainda mais quando a mesma não apenas me ignorava mais como apenas fingia que eu não existia. Traduzindo a minha indagação interna, depois de tudo, ela não me suportava.


Ainda estava parado na cozinha, encarando a porta ampla que dava de frente para a bancada. Minha garganta estava seca, seca essa que tomava todo o meu corpo quando eu estava perto dela. Mais os meus pensamentos pervertidos eram todos tomados por suplicas de arrependimento. Eu não poderia fazer isso. Não com ela. Renesmee era apenas uma criança. Tinha apenas quatro anos de vida, e no meu mais profundo intimo, eu sabia que seria errado tentar algo com ela, até porque, Edward mesmo não demonstrando não iria gostar nem um pouco disso.


Não era somente por ele ser pai dela, mais sim por ser meu amigo. Depois de tudo que ocorreu com a Bella uma amizade forte e verdadeira se estabeleceu entre nós dois. Irônico pensar que duas raças completamente diferentes, destinadas a se odiar pela eternidade, vivia como aliados.


– Quando vai entender que não sou mais criança? — ouvi-la dizer aquelas simples palavras, me causavam certa angustia.


Meus olhos como sempre, automaticamente foram transportados em sua direção. De costas pra mim, ela falava ao telefone, o que deixou-me aliviado, assim por dizer. Um suspiro longo foi emitido por mim, aproximando-me da mesma, logo em seguida.


Parei atrás dela, sentindo o inebriante cheiro dos seus cabelos. Algo que não conseguia identificar e evitar sentir se apoderava de mim, sempre que me encontrava em situações parecidas com a qual eu estava. Recobrei a consciência retirando-lhe o celular do ouvido, sendo seguido pelos seus olhos indignados e protestos ensurdecedores.


– Edward? — sussurrei de forma que já sabia que era ele.


“Jacob!”– saudou-me.


– O que aconteceu? — perguntei


“Nada que tenha que se preocupar. Apenas assegure que minha filha não irá desobedecer as minhas ordens, e saia sem a minha permissão”– inquiriu ele de forma possessiva. Um sorriso torto passou pelos meus lábios conforme ia-me aproximando da porta da frente.


– E qual seria o motivo disso? — a curiosidade e impaciência me tomava. Não achava certo quando ele impunha as coisas assim pra ela; Dessa forma devassa. Assim como também não gostava nem um pouco quando ele a deixava fazer o que quisesse.


“Digamos que uma festa!”– fiquei confuso. Que perigos uma festa poderia oferecer?


– O que teria demais em uma festa Edward? — perguntei duvidoso


“Talvez lhe refresque a memória saber que em festas, há sempre; Bebidas, loucuras, e estereótipos sexuais!”– era verdade. Em festas o que mais tinha, eram apenas crianças bancando os adultos. Como se a vida fosse apenas um jogo, do qual elas estavam se divertindo.
Um suspiro longo e pesado foi emitido por mim. Pelo visto ela queria ir nessa festa.


– O que quer que eu faça? — sussurrei rendido.


“O que todos em sã consciência iriam fazer não deixar que ela vá!”– fechei meus olhos, levando minha mão, a massagear minhas têmporas.


– JACOB! SE VOCÊ QUER TANTO FALAR COM ALGUEM, LIGUE DO SEU! — de dentro da casa, ouvi aquela voz melodiosa dizer com raiva, e força. Sua voz subiu dois oitavos, o que poderia explodir um vidro. Virei-me encarando-a. — Meu celular! Será que dá pra entregar? — perguntou


– Falo com você depois Edward! — antes de ele pronunciar quaisquer outras palavras, desliguei o celular. Com ele na mão, aproximei-me dela. — Não iria roubar o seu celular! — avisei


– Tanto faz! — revirou os olhos, dando-me as costas. Entrou dentro da casa novamente, se lançando escada acima. Não me segurei, fui atrás dela, a tempo de que a mesma não conseguisse fechar a porta na minha cara.


– Posso falar com você? — seus olhos pareciam analisar-me, enquanto ambas as minhas mãos, estavam espalmadas cada uma de um lado da porta. Meu corpo levemente inclinado em direção a ela. Seu perfume adentrava em minhas narinas com força;


– O que quer falar? — sua voz duvidosa, onde permanecia apenas a indecisão de aceitar ou não as minhas palavras.


– Você... Você quer ir naquela festa? — o misto de duvida, indecisão, indiferença, sumiram dos seus olhos, restando apenas, surpresa e alivio.


– Ir? — respirou fundo, segurando o ar por alguns segundos, sorrindo em seguida — Você vai deixar eu ir? — perguntou


– Quem sabe? — dei de ombros, consequentemente lhe deixando apreensiva.


– Vai ou não Jake? — indagou ficando vermelha, visivelmente nervosa.


– Claro, mais eu vou junto! — revirou os olhos, rendendo-se em seguida.


– Okay!


– Que horas é a festa? — seus olhos brilharam em algum tipo de expectativa desconhecida por mim. Vê-la daquela forma, feliz, me deixava feliz. Era como se quaisquer reação dela, fosse rapidamente correspondida pelo meu corpo. Eu não mandava mais em mim. Todos os meus desejos, e vontades, eram somente em vê-la feliz, e realizar os “seus” desejos.


– Às nove horas. — respondeu sorrindo.


– Tudo bem então! — sussurrei. Ela apenas deu um paço à frente, me surpreendendo com seus braços, finos que se passaram pelos meus ombros, prendendo-me em um abraço, surpreendendo-me. Fiquei estático na hora, mais foi momentâneo. Meus braços, também a envolveram em seguida, prendendo meu corpo ao seu. Já fazia muito tempo que não nos abraçava-nos, e aquele toque a mais, era como se fosse único.


Separou-se de mim, encarando-me em seguida. Seu olhar era penetrante, indecifráveis. Lábios se comprimiram, inquietos, bem antes de se mexeram novamente. Ela aspirou o ar com força, pra em seguida focar seus olhos dentro dos meus mais uma vez.


– Adoro o seu cheiro! — sussurrou ela, sem sair nem se quer um milímetro de perto de mim.


Um sorriso grande e amplo se abriu em meu rosto. Eu fiquei surpreso com aquilo, me pegou desprevenido. Sem que pudesse pensar, toquei seu rosto com a ponta dos dedos. Ela pareceu ter aprovado o ato, porque sorriu assim como eu. Era algo surreal. Renesmee provavelmente sofria de algum distúrbio de bipolaridade. Uma hora ela estava com raiva, louca pra soltar os cachorros encima de mim, enquanto que na outra, estava assim, apenas sendo essa garota doce e amorosa que sempre foi.


– Que bom! — sussurrei pra mesma. Abriu seus olhos encarando-me. E novamente seus lábios se partiram em uma linha reta. Seu rosto estava tão próximo do meu que poderia eu jurar, sentir o gosto da sua provável língua macia na minha. Olhos tão penetrantes invadindo a minha alma. Como se pode-se observar cada pensamento insano meu, cada desejo.
Por um átomo, apenas inclinei minha cabeça em sua direção, mais tão rápido foi, ela voltou. Em seus olhos, rápido, transpareceu decepção, insegurança e algo mais que não tive a oportunidade de identificar.
Seus braços rapidamente se desenrolaram do meu pescoço, ficando ambos ao lado do seu corpo. Afastou-se de mim, desviando seus olhos. Não consegui compreender essa atitude dela, assim como todas as outras que ela havia tomado perante o meu medo, de tocá-la.
Poderia dizer que eu não era nem um pouco impávido, e não possuía quaisquer vestígios de coragem, quando estava de frente com ela. Eu definitivamente não era como um intrépido, seria vanglorioso demais dizer que provavelmente eu seria ousado, mais era visível que eu nada era parecido. Não quando estava em sua companhia.


– Bom... — fixando seus olhos em algo atrás da porta, evitou olhar-me -... Tenho que me arrumar! — anunciou fechando a porta na minha cara, deixando-me ainda mais confuso. Parecia que eu não era o único a desejar por aquele “beijo”. Ou provavelmente não. Talvez seja bem provável que seja apenas coisas da minha cabeça. Renesmee às vezes apenas demonstrava me ver como um amigo da família, ou quem sabe um agregado, primo talvez.


Não sei se já passou pela sua cabeça um dia vir a ter algo mais “sério” comigo. Se bem que ela ainda é nova demais, e definitivamente não queria que ela se preocupasse com motivos fúteis por agora.


[…]


Poderia considerar-me um ser procrastinado. Tamanho era o meu desinteresse perante aquela festa que aparentemente estava transparente para quaisquer um que apenas olhasse em minha direção. Dignidade era algo que aqueles jovens pareciam desconhecer. Completamente bêbados, sujos, falando asneiras e comendo como porcos deixava-me pensativo se realmente fora uma boa ideia ter trago Renesmee. Desconfiava de que ela estaria acostumada com aquela algazarra toda. Difícil era entender, quem em sã consciência deixaria um filho frequentar um ambiente desse porte. Naquele momento eu estava sendo serôdio, com os meus conflitos internos.


Mesmo que parente a minha indagação, meus olhos em nenhum momento desviaram dela, que aparentemente dançava do outro lado com as amigas e parecia curtir a festa. Estava eu bancando um “irmão” super protetor talvez, para as suas amigas, pois de hora em hora, elas olhavam em minha direção e cochichavam algo, que pela musica alta, não conseguia identificar.


Por mais compenetrado que estivesse naquela tarefa, de apenas escutar o que aquela ninfeta dizia as suas amigas, a ocasião não era propicia. Eu detinha um talento formidável em escutar conversas alheias. Julgaria ser sublime no meu caso. Mais em certos momentos, não era possível, ainda mais aqui.


Virou-se lentamente em minha direção apenas inquirindo-me, com seus olhos. Sustentei seu olhar, como se dependesse apenas daquilo para desvendar a sua alma, descobrir os seus mistérios, os seus segredos. Percebi ela ficar visivelmente corada, virando o rosto em seguida.
Prendi o riso, balançando a cabeça em negativa. Virei-me de encontro ao balcão, onde se encontrava as bebidas, e alguém para servir. Peguei um copo, onde certamente havia uma boa quantia de caipirinha. Eu brutalmente ignorando meu subconsciente virei o resto da bebida na boca, em uma única e feroz golada. Senti o cheiro de alguém se aproximando, mais limitei a virar meu rosto em sua direção.


– Não creio que um cara como você esteja sozinho aqui! — uma voz feminina chamou-me a atenção. Era atraente e sexy, mais em nada se lembrava a voz da Nessie. Ela era única, e inigualável para mim. Encarei a mulher por breves instantes, para enfim, constatar de que ela era linda. Linda sim. Uma loira extremamente bonita, e aparentemente carismática. Sorriu, encostando-se ao meu lado no balcão. Virei-me de frente para a Nessie novamente, que naquele momento estava conversando com um garoto. Apontei para Renesmee, que estava alheia ao que conversávamos. — Sua irmã? — perguntou


– Na verdade não. — ela ficou brevemente espantada, mais em seguida riu, pegando algo as suas costas.


– Namorada então?! — bebericou sua bebida observando-me. Aquela simples palavra, pegou-me de surpresa. Namorada? Pelo que eu saiba, não tinha dado a entender que ela era a minha namorada, nem nada parecido. Mais sorri dando a entender que apenas gostaria que fosse. Porém novamente a ideia de que Renesmee seja muito nova ainda, atormentava quaisquer pensamento pecaminoso que eu tinha com ela. Tornava-se algo angustiante, cruciante, pungente.


– Não! Apenas minha amiga! — disse com pesar.


– Não é triste ver que as pessoas se agarram a vida tão precariamente que aceitam qualquer delírio absurdo, em vez de encarar uma verdade sombria e ocasional? — indagou ainda assim observando Renesmee. Fiquei confuso, e realmente aquelas palavras haviam me pego de surpresa.


– Por acaso esse discurso todo foi pra mim? — seus olhos voltaram para a minha figura, dando de ombros em seguida, demonstrando ainda assim seu desequilíbrio em minhas suspeitas de que ela apenas seja uma garota bipolar.


– Não! Mais se a carapuça serviu – naquele mesmo segundo senti os olhos de Renesmee em nós dois. A loira, apenas se aproximou mais do meu corpo, colando seu ombro ao meu braço. Engoli um bolo preso em minha garganta ainda assim sustentando seus olhos. Ela parecia averiguar.


– Posso te assegurar de que vocês são amigos, mais o que ambos querem é algo a mais! — virei-me encarando-a, assim que a mesma sussurrou. — Muito prazer em lhe conhecer. Meu nome é Amber! — anunciou sorrindo enquanto bebericava mais um pouco da sua bebida.


– Não sei de onde tirou isso. Ela é apenas uma... Amiga! — sua risada ecoou por mais que não fosse assim, tão alta. Momentaneamente achei melhor deixá-la ali, e seguir meu rumo, em direção a Renesmee, tomá-la em meus braços e levá-la para casa. Era um tanto visível que ali não era ambiente para ela. Eu a vi crescer, fui seu mentor e instrutor. Eu a ensinei a nadar. A acompanhei, quando ainda era uma pequena criança, fez sua primeira travessura e voltou para casa toda assustada, temendo a reação dos pais. Naquele dia, eu segurei sua mão o tempo todo, para dar a ela a certeza de que ela não estava sozinha.


Acompanhei as mudanças que foram acontecendo gradativamente em seu olhar. Mudanças que trouxeram a malicia e a sensualidade, que foram ali se aninhando gradativamente, deixando os movimentos dos olhos e pálpebras lentos e provocativos. Estava com ela quando seu sorriso foi devagarzinho, mudando, de sorriso da alegria espontânea de criança, para um sorriso sedutor e cheio de promessas indizíveis. Sorriso que tinha a cumplicidade do olhar. Não havia como competir com os dois. Foi quando seu corpo, independentemente da sua vontade, foi ganhando formas voluptuosas, e seu andar ganhou aquela sinuosidade que deixa marcas no espaço vazio, muito depois dela ter por ali passado.


Quase que imperceptivelmente sua voz perdeu a estridência aguda de criança e foi ganhando o tom grave e cheio de mistérios, segredos, desejos, e. . . E então eu comecei a pensar muito nela. Esses pensamentos faziam meu corpo todo enrijecer. Pensava na sua boca, no seu sorriso, ouvia o som da sua voz, um formigamento se apoderava de mim contraindo meu corpo até chegar bem entre minhas pernas, e eu me pegava tentando segurar em mim aquela sensação deliciosa. Foi nessa época que comecei a sentir seu cheiro mais excitante ainda.
Foi esse cheiro gostoso, que ela nem sabe que eu sinto que revirou todos meus sentimentos e piora toda vez que ela entrava onde eu estava, e se jogava ao meu lado, como se ainda fosse uma pequena criança. Embriaga-me. Dava-me sede dela. Engolia em seco, ainda assim observando cada detalhe do seu rosto, seus cabelos sempre desalinhados, seus seios que palpitam cada vez que ela respira, suas coxas que se movem sedutoramente uma sobre a outra, querendo esconder e querendo mostrar toda necessidade que ela sente, de carinhos de mãos e bocas, bem ali onde ela sente crescer um calor, com calafrios incompreensíveis.


Ela não sabe quantas noites, apertei o travesseiro contra meu rosto, pensando que era seu ventre, suas coxas que, depois de se abrirem para mim, eu me afundava de rosto inteiro dentro do vale encantado. Chegava a sentir o seu calor, mas nesses momentos eu sentia falta do seu cheiro. Cheiro único. Então minha mão fazia um árduo trabalho, preenchendo meu membro por completo com as minhas investidas, tentando ao máximo buscar e imaginar o prazer que suas pequenas mãos iriam proporcionar-me. Mas não tinha seu calor, não tinha o toque acetinado da sua pele, não tinha o calor de seu hálito, vindo da respiração de sua boca a poucos milímetros da minha. Não era ela ali!


– Hey! Estou falando com você! — dedos estalavam na frente do meu rosto, como se tivessem chamando a minha atenção, pelo menos tentando. Todos os meus pensamentos macabros, perante o meu desejo insano por ela, foram substituídos por culpa.


– Ah claro... Desculpe! — seus olhos se reviraram bem quando senti seu cheiro aproximando de mim, gradativamente. Meus olhos foram em sua direção mecanicamente, como se aquilo já fosse mais do que um habito. Mais era, era o que eu mais fazia. Analisar-lhe, observar-lhe, admirar lhe.


Ela continha uma pequena frustração estampada em seu rosto delicado. Seus lábios comprimiram-se enquanto, sua caminhada ficava cada vez menor em minha direção. Seus olhos não pairavam sobre o meu corpo, e sim, na mulher que estava ao meu lado. Era uma reação desconhecida, mais algo que provavelmente me traria dores de cabeça, ou não.


– Jacob! — a pose superior foi adotada por ela. Parou ao meu lado, analisando-nos com aquela maldita pose superior herdada de Edward. Minha postura enrijeceu-se velozmente, trazendo-me uma ânsia de um contato a mais.


Sabia que tinha algo lhe incomodando, algo que ela definitivamente não estava gostando nada. Ela estava nervosa.


– Ness! — seus olhos distorciam algo como raiva e luxúria.


– Que engraçado isso Jake, não conhecia a sua amiga! — gesticulou apontando para Amber que ainda estava ao meu lado. Pupilas dilatadas, reverenciando a seriedade daquela situação.


– Ah claro. Essa aqui é... — esticou sua mão, em forma de cumprimentar Renesmee. Amber parecia amigável de alguma forma.


– Prazer! Meu nome é Amber! — seus olhos analisaram-na bem antes de qualquer toque físico. Deu uma leve olhada em minha direção, cumprimentando a mesma em seguida.


– Renesmee! — foi só o que disse. Amber sorriu de lado, afastando-se.


– Bom, vou deixar vocês aqui. Tenho que encontrar uns amigos! Agente se esbarra por ai Jake! — afastou-se, dando apenas um aceno de mão em nossa direção. Meus olhos em nenhum momento saíram do contato dos seus. Seus dedos se contorceram, demonstrando seu aparente nervosismo, quando seu corpo aproximou-se ainda mais do meu. Como sempre, seu cheiro embriagava-me com força. Fechei meus olhos simultaneamente com a aproximação.


– Vocês... — olhos desviaram ao chão, nervosa. Seus batimentos cardíacos estavam começando a acelerar, em um nível bem alto. -... Se conheciam há muito tempo? — lentamente sua cabeça foi se levantando em minha direção, bem quando seu ombro, ralou ao meu. Um suspiro foi emitido por mim, involuntariamente.


– Na verdade não! — minha voz falhou, saindo mais como um sussurro mal feito. Seus olhos encaravam os meus, como se quisessem desvendar minha alma, despir-me sem pudor.


– Não? Então... — encarou algo atrás de mim, fixamente, como se estivesse encarando sua presa. Meus olhos seguiram os dela, até deparar-me com Amber que ria com um cara. Nossos olhares se encontraram e ela apenas acenou com a cabeça. Isso foi o ápice para que um rosnado forte, se desprendesse de Renesmee. Voltei minha atenção a ela, curioso, duvidoso.


– O que foi? — ela ainda não me olhava, mantinha o olhar fixo em Amber, com ambas as mãos fechadas em punhos. Seu peito subia e descia de forma desesperada, narinas que se dilatavam gradativamente conforme sua respiração acelerada, pupilas mais negras do que a noite. Assustei-me ao visualizá-la daquela forma. — Renesmee? — toquei em seu ombro, delicadamente, parando em sua frente, impedindo que o contato visual continua-se. Ela fechou os olhos com força, aspirando o ar com certa dificuldade. — Ness? — chamei seu nome novamente, encarando-a.
Renesmee desprendeu-se de mim com raiva, jogando minha mão que estavam em seu ombro, para longe do seu corpo. Grunhiu com fúria, afastando-se de mim.


Com paços grandes, caminhou em direção à porta de saída, abandonando-me ali. Fiquei confuso, com aquela reação. Não entendi o porquê de ela ter agido de tal forma, e muito menos o jeito que tratou Amber. Ela parecia está calma, serena a festa toda, não com uma fúria gritante dentro de si. Ela parecia... Parecia enciumada.


Sem que ao menos pudesse dar-me conta, um sorriso gigantesco surgiu em meus lábios. Ela só poderia está com ciúmes de mim, ao todo. Mais ao mesmo que isso deixava-me contente, de forma que ela pudesse vir a gostar de mim, de verdade, deixava-me também pensativo.


Aspirei o ar com dificuldade, pra em seguida, percorrer o mesmo percurso que ela havia feito há alguns segundos atrás. E lá estava eu, andando em direção ao meu carro, onde Renesmee esperava-me de costas com ambas as mãos espalmadas na janela do passageiro. Aproximei-me lentamente, com cautela. Sua respiração ainda assim, se mantinha acelerada. Olhos fechados pelo que percebi, tentando controlar uma raiva absurdamente grande dentro de si.


– Ness? — tentei tocar em seu ombro novamente, mais ela afastou-se, abrindo a porta do carro, não me olhando. Aspirei o ar com força, tentando controlar-me.


Guie-me em direção a lado do motorista, entrando em seguida.
O carro estava abafado. Assim que tranquei a porta, fechei os olhos, encostando meu corpo, deixando-o relaxar no banco. Virei-me lentamente meu rosto em sua direção, observando que ela não me olhava. Encarava a janela do carro, com seu corpo rígido.


– Olha, eu... — olhou em minha direção, comprimindo os lábios. Seus olhos estavam vermelhos, enquanto seu rosto permanecia sem nenhuma feição.


– Me leva pra casa! — por mais que meus lábios quisessem mexer-se sem que ao menos eu pudesse conter-me, ela não me ouviu. Mais uma vez, olhou em direção a janela, ignorando-me.


[…]


Todo o percurso para casa dela foi um completo silêncio. Tudo aquilo que ela era mais do que acostumada a fazer comigo, estava vindo em dobro. Frustrava-me saber que algo que aconteceu, estava deixando-a assim. Dizer que eu ficava encabulado com as suas atitudes era pouco. Eu faltava pouco subir pelas paredes, quebrar tudo de raiva. Tamanho era o meu desgosto.


Entrou na casa, indo em direção ao seu quarto. Apenas fiquei no andar de baixo, fechando a porta em seguida. Seu cheiro, deixava um rastro poderoso com aroma de lavanda por onde passava. Meus olhos encaminharam-se para seu corpo que subia a escada de forma ritmada. Meu olhar foi de encontro as suas pernas, coxa torneada naturalmente sexy. Assim como o seu andar, que me detinha de tal forma, deixando-me alucinado.


Sem que nem ao menos pudesse dar-me conta, estava eu lá, completamente duro, e excitado. Era fácil quando as coisas aconteciam assim, com apenas um olhar. Meus lábios ficaram secos, precisamente necessitando de algo úmido. Sentia meu lado felino, reaparecendo com uma força brutal, como há muito tempo, não aparecia. Meus sentidos ficaram todos, apurados. Meus paços em direção a escada, foram rápidos, e grandes. Em apenas dois segundos, já estava atrás dela, onde segurei seu braço, virando-a pra mim. Poderia arrepender-me depois, mais por agora, queria apenas sentir seus lábios nos meus, sentir o toque macio de sua pele na minha. Seus olhos se arregalaram, perante a minha intrépida maneira de beijá-la.


Foi como se milhões de sensações explodissem dentro de mim, de uma única vez. Deixava-me torpe, louco, alucinado. Seu corpo ainda rígido, não correspondeu-me de cara, apenas ficou lá, parado, sem nem ao menos saber o que fazer. Mais eu sabia, sabia exatamente o que fazer. Agora que já tinha chegado até aqui, iria até o fim. Meus braços, envolveram seu corpo esguio, prensando-a contra a parede. A essa altura, o seu estado de apavoramento, já havia deixado seu corpo e para a minha surpresa, ela correspondeu ao meu beijo, na mesma intensidade.


Seus dedos gelados, subiram para minha nuca, onde ralaram minha pele, atiçando todos os pelos do meu corpo. Meus braços, passaram por trás do seu corpo, prendendo-o mais a mim. Nossas línguas duelavam em um misto de prazer e sensualidade. As coisas começaram a esquentar ainda mais quando, sua mão esquerda, desceu, embrenhando-se por entre a minha camisa, parcialmente aberta. Quase fui ao delírio quando seus dedos tocaram a pele nua do meu peito. Ambas as minhas mãos, desceram, apertando sua bunda, pra em seguida, elevarem seu corpo, um pouco.


Uma arfada longa e alta foi emitida pela mesma, assim que minha boca, desceu pelo seu pescoço, dando leves mordidas e chupadas. Meu pênis ainda mais duro do que antes, apontava vigorosamente na calça, causando-me certo desconforto. Seu vestido solto, deixava um caminho perfeito para as minhas mãos, acariciarem sua pele ainda mesmo que desconhecida pelos meus dedos, gemeu, assim, que as mesmas adentraram por debaixo dele, acariciando sua pele quente, macia.
Seus dedos acariciavam a minha pele, ora arranhando, ora apenas acariciando-me. Nunca na vida, tinha imaginado as coisas dessa forma. Sem pudor, sem medo. Nossos lábios encaixavam-se em perfeita sincronia. Seus gemidos, pareciam apenas uma sinfonia ritmada para mim.


Sem que ao menos me desse conta, suas pernas enlaçaram a minha cintura, prendendo-me ainda mais. Meu pênis, roçou na sua intimidade, ainda que protegida pelo fino tecido da calcinha. Seus olhos cintilavam desejo, e luxúria. A concupiscência dominava a nós dois. Abaixei a alça do seu vestido, deslizando minha língua por sua pele. O seu gosto era indecifrável. Nunca havia provado gosto melhor. O libido explodia dentro de mim, assim como a ânsia de poder tocá-la mais intimamente.
Abaixei a outra alça do seu vestido, deixando-o deslizar pelo seu corpo delgado. Sua cabeça pendeu para trás apreciando meus toques mais intensos. Meus lábios foram descendo do seu ombro, com certa veemência, com ardor. Seus gemidos eram murmurados com tanta intensidade que em certo momento, achei que estaria machucando-a. Parei abruptamente o que fazia encarando seus olhos mais negros que a noite.


Meu membro naquele momento, parecia uma rocha de tão duro que estava dentro da calça. Seus lábios inchados pelo intenso beijo dado a pouco. Meus olhos foram descendo pelo seu colo, parando subitamente em seus seios rígidos pela excitação. Percebi naquele momento, que seu vestido tinha descido tudo, e que ela estava sem sutiã. Estava completamente insano.


– Me faz sua Jake! — novamente meus olhos voltaram para o seu rosto, onde suas bochechas estavam completamente coradas.


E como num passe de mágica, minha mente clareou e eu percebi o que quase iria fazer com ela. Afastei-me tão rápido que quase a levou ao chão. Pupilas dilatadas, nossas respirações desregulares. Ela se equilibrou, e conseguiu manter-se em pé. Eu estava nitidamente apavorado com o que tinha acabado de fazer. Nunca e toda a minha vida, havia descontrolado-me de tal forma. Com a distancia muito maior do que antes, escorei-me a parede, absorvendo os fatos ocorridos a pouco.


Ela ainda estava da mesma forma. Parada, imóvel. Seus olhos perdidos em uma vasta imensidão de segredos, desejos e anseios. Um bolo se formou em minha garganta no momento exato que seus olhos, fixaram nos meus. Um calafrio percorreu toda a extensão da minha coluna, fazendo todos os pelos do meu corpo, arrepiarem-se. A intensidade do seu olhar, era tanta que permitir-me analisá-la naquele momento.


– O que você pensa que está fazendo? — indagou raivosa, endireitando sua postura, mantendo-a reta. Meu corpo, ainda escorado a parede, se moveu em sua direção. Eu estava pronto para lhe pedir infinitas desculpas e pedidos de perdão, mais ela surpreendeu-me se aproximando muito rápido. Sua mão esquerda bateu contra o meu peito empurrando-me, prensando meu corpo contra a parede. Seu dedo indicador foi levantado, ficando a centímetros do meu rosto. Seu olhar retorcido em alguma raiva desconhecida. — Olha aqui, até quando vai permanecer sendo esse frouxo de sempre? — até aquele ponto eu estava assustado com as suas reações, mais após aquelas palavras proferidas tão friamente para mim, aguçaram-me de maneira insana, ferindo o meu orgulho de homem. Como assim, frouxo?


– Do que você está falando Renesmee, e... — meus olhos foram atraídos como um ima para os seus seios ainda desnudos. Sentia minha garganta secar, e meu pênis novamente entrar em cena. -... Suba essa vestido! — praticamente ordenei, usando todo o meu tom alfa.


– Não! Não subo. O vestido é meu, e dele eu faço o que quiser! — seus olhos ainda cintilavam ódio, e luxúria. Estava abismado perante ao meu estado de insuficiência. — Você fica ai, olhando pra mim, muitas vezes babando, mais de hipótese nenhuma toma alguma atitude! Estou ficando frustrada sabia? Ou você definitivamente não vai com a minha cara, ou... — parou por alguns segundos analisando algo.


– Ou? — incentivei a mesma que se afastou de mim, envergonhada, e encabulada. Seus olhos demonstravam certa incerteza e indiferença. Recolheu as alças do seu vestido, subindo o mesmo.


– Ai meu Deus! Desculpa Jake, sério. Eu... Sério eu não sabia! — corou violentamente pra em seguida virar seu rosto, caminhando em direção a porta do seu quarto. Eu fiquei sem entender nada. Ou o que?
Meu estado de dormência perante aquele assunto que me deixava absorto sobre o que ela provavelmente entendeu errado. Ou eu não gostava dela por não ir com a cara dala, o que definitivamente não era verdade ou eu só poderia ser gay, porque só sendo gay mesmo pra não gostar de Renesmee!


Minha mente clareou como se tivesse um gigantesco farol bem a minha frente. Todos os músculos do meu corpo retraíram-se como se estivessem sendo puxados de dentro pra fora. Todos os meus sentindo pareciam aguçarem-se ainda mais do que antes. Um rosnado grave rompeu a minha garganta, ao perceber a gravidade do problema.
Ela definitivamente estava brincando com fogo. Como assim, desconfiava que eu poderia ser gay?


Com paços duros, e descidos caminhei em direção a porta do seu quarto, não dando nem tempo de bater. Girei a maçaneta entrando no mesmo sem nem me importar se ela aceitaria ou não, a minha entrada brusca. Mais parece que a sorte estava ao meu favor, ou pelo menos parecia está. Renesmee estava enrolada em uma toalha, pequena indo em direção ao banheiro. Assim que me viu, parou abruptamente, seu caminhar, encarando-me com uma expressão intimidada.


– Achou que eu fosse gay? — seus olhos arregalaram-se, perante ao meu estado indignado, e aparentemente furioso. Não foi nada legal aquilo! Bati a porta com tanta, força, que provavelmente havia uma rachadura agora.


– Er... Não é só que. Olha eu provavelmente devo ter interpretado algo errado. Não é que eu tenha algo contra, mais sei lá né Jake. Eu nunca te vi com nenhuma garota, e aquela hora, quando você tava falando com o Seth, você ficou... Excitado! — meu queixo literalmente caiu, tamanha a minha vergonha.


Meus punhos foram se fechando, conforme minha raiva foi aumentando gradativamente. Não era raiva dela, era raiva de mim mesmo. Raiva de nunca ter percebido que ela não era mais uma pequena criança.
Sem nem mesmo pensar, aproximei-me tão rápido dela, que a mesma não teve tempo de recuar, pois no segundo após, sua cintura foi fortemente envolvida, prendendo-a em um beijo lascivo. Senti quando a sua toalha caiu em nossos pés provocando-me ainda mais.


Um verdadeiro pandemônio estabeleceu-se entre nossos corpos. Apertei seu corpo delgado contra o meu, prendo-a contra a parede. Suas mãos circundavam envolta do meu corpo, preenchendo cada pedaço da minha carne. Mostraria pra ela, que eu não era homossexual, e muito menos lhe desprezava. Mostrar-lhe-ia que ela é o amor da minha vida. Nossas línguas duelavam de forma cruciante. Sua boca mais quente, do que antes, levava-me ao delírio, conforme sua língua macia, acalentava a minha.


Meu membro ainda rígido, roçou na pele da sua barriga, onde a fez tremer. Seus dedos ainda que trêmulos, desceram desabotoando cada um dos meus botões da camisa, assim como seus lábios, que faziam questão de percorrer com sua língua quente meu pescoço, descendo para o meu peitoral, ficando desnudo. Eu não estava mais em mim, tinha plena certeza desse fato, e não voltaria atrás. Não mesmo.


Puxei-a pra mim, segurando em sua bunda com força. Renesmee gemeu baixinho, conforme beijava-me. Elevei seu corpo, friccionando suas pernas para que ficassem abertas, onde me pus ao meio. Caminhei de costas mesmo, depositando a mesma encima da mesa do computador, ainda mesmo que nua. Minha cintura foi enlaçada novamente por suas pernas.


Pegou em minha mão esquerda, guiando-a até certo ponto desconhecido por mim. Meus olhos seguiram esse mesmo percurso, arregalando-se assim que percebi onde ela pôs os meus dedos. Um afego à mais, e senti todo o seu melado escorrendo por entre meus dedos. Ela estava completamente molhada, e excitada. Somente aquele ato, deixou-me ainda mais exitado. Meu membro latejava dentro da calça.


– Ta vendo Jake. Eu estou pronta! — sussurrou roucamente tomada pelo tesão. O líbido parecia querer explodir de dentro pra fora. Suas reações deixava-me ainda mais ensandecido. Levantou seu rosto deliberadamente fitando meus olhos, ainda que arregalados. — Vai Jake, me mostra que você não é gay! — encarei seu rosto, sentindo a fúria pelas suas palavras, escapando de mim.


A apertei com força, o que fez a mesma soltar um gemido de satisfação. Seus olhos se fecharam no mesmo momento em que pendia sua cabeça para trás, tamanho era o seu libido. Meus dedos faziam um ardo trabalho, acariciando sua entrada apertada. Seus lábios comprimiram-se, conforme meus dedos brincavam em suas dobras. Eu apenas acariciava, não passei disso.


– Mais Jake! — pediu ainda de olhos fechados. Sua mão continuava na minha, pressionando meus dedos contra sua intimidade. De certa maneira eu estava sentindo-me intimidado pelas suas reações. Nunca poderia prever que ela seria assim, tão ousada.


Eu lutava contra o meu lobo, que queria agir de modo agressivo, possessivo, perante ao meu libido. Respirações ofegantes, pupilas dilatadas. Tamanho era o meu desejo por aquela ninfeta que me enfeitiçava a cada dia.


Meus dedos passaram a acariciá-la, fortemente. Busquei seus lábios com toda diligência que poderia naquele momento. Minha boca e a dela encaixavam-se em perfeita sincronia. Lábios que foram feitos para os meus.


Empurrei-a contraindo meu pênis. Sua mão que antes estava encima da minha, subiu, alcançando minha nuca. Eu continuei acariciando-a, e cada vez mais, seu melado escorria por entre os meus dedos. Sua língua sugava a minha de forma frenética, como se desejasse aquele contato há muito tempo.


Sem que nem ao menos eu percebe-se minha camisa, foi retirada caindo ao chão. Seus dedos gélidos desceram pelo meu corpo, parando em meu abdome, onde fizeram uma trilha de pequenos toques, deslizando sobre a minha pele arrepiada.


Sua boca descolou da minha, fechando os olhos com força, conforme seu corpo começou a tremer, e pequenos espasmos sobrepujassem sua pele macia. Sua cabeça foi deitada de forma brusca em meu ombro, enquanto meus dedos ainda trabalhavam em seu sexo quente como o inferno.


– Eu não vou aguentar... Jake! — e em um baque forte, seu corpo tremeu praticamente se jogando encima do meu. Meus dedos que estavam todos melados, antes em seu sexo foram subindo pela sua virilha, barriga, fazendo um trajeto único.


Meus olhos foram desviados para os seus seios rígidos de excitação. Seus olhos abriram-se, captando os meus movimentos. Meu estado de alienação, já havia evaporado há muito tempo. Procrastinar o que estava sentindo, não era algo que se passava pela minha cabeça nesse momento.


Assim que as pontas dos meus dedos tocaram a pele sensível, rígida e delicada, Renesmee arqueou-se se oferecendo ainda mais para mim. Em nossa volta o fogo que emanava dos nossos corpos, corroíam quaisquer estrutura possível de sanidade. Renesmee não parecia ela. Estava ensandecida de prazer e luxúria, tornando-se minha. Só minha!
Segurou em minhas mãos, que acariciava levemente seus seios, entrelaçando nossos dedos. Meu olhar cómodo, fazia um contraste completamente natural ao seu olhar lascivo, repleto de pura incontinência.


Beijei-a. Nada era comparado, a quando estava assim, apenas beijando os lábios mais doces e prazerosos que um dia ousem em tocar. Seu gosto viciante produzia certa adrenalina, que corria pelo meu corpo, em apenas poucos segundos. Seus lábios sugavam os meus, como se apenas dependesse daquele gesto.


– Eu quero ser sua Jake! Por favor! — a família Cullen, poderia até mesmo considerar-me, um ser irreverente, mais diante daquelas simples palavras, não conseguiria resistir. Cada gesto daquela mulher levava-me a loucura. Mulher sim, porque independentemente de sua pouca idade, Renesmee não era mais uma criança.


Nossos dedos se desentrelaçaram, no mesmo segundo em que segurei com força em suas nádegas, puxando-a para mim. Segurei-a contraindo meu corpo, sustentando seu peso, o que não era muito. Em meu colo, Renesmee rodeou-me com suas pernas. Caminhei com paços largos, precisos, em direção a sua cama grande. Depositei-a na cama, ainda mesma que sentada. Deixei seu corpo, afastando-me para enfim observa-la melhor.


Suas bochechas enrubesceram no mesmo momento em que meus olhos absorveram seu corpo completamente nu. Ela era ainda mais linda do que tinha imaginado, por tanto tempo. Seus cabelos acobreados caíram feito cascatas pelas suas costas nuas. Seus olhos mais escuros do que antes, trouxeram a tona todos os desejos que antes me torturavam.

Ela aproximou-se gradativamente de mim, puxando-me para mais perto do seu corpo, onde acabei caindo encima da cama. Seus olhos brilharam tamanha luxúria. Seu corpo, rapidamente, subiu em cima do meu, afastando suas pernas, que ficaram cada uma de um lado do meu corpo. Mãos espalmadas em meu peito, fixando seus olhos dentro dos meus.

Sua boca aproximou-se da minha, roçando seus lábios nos meus. Ela sorriu, abrindo ainda mais o zíper da minha calça. Tomei seus lábios com fúria, apertando sua cintura cada vez mais, ouvindo gemidos soltos.

Uma mão pequena e macia adentrou por dentro da minha cueca, apertando meu pênis com força, roubando um gemido da minha parte.

– Exatamente como eu imaginei Jake! – sussurrou deslocando sua boca da minha, deslizando-a pelo meu rosto. Meus olhos se fecharam, apertando-os com força. Meus lábios comprimiram-se guardando os sussurros, que aparentemente queriam explodir em minha garganta.

Afastou ainda mais a minha calça, liberando meu pênis de dentro para fora, onde pode enfim aprecia-lo. Seus olhos arregalaram-se gradativamente, com um misto de surpresa e satisfação. Um sorriso tímido brincou em seus lábios, enquanto sua mão voltou a masturbar-me com astucia e velocidade.

Segurei em seus cabelos, prendendo-os por entre meus dedos. Seus olhos encararam os meus fixamente. Suas investidas contra o meu pênis, eram decididas, e principalmente, apaixonantes. Eu estava a ponto de enlouquecer com seus toques acetinados, macios e cativantes.

Tomei sua boca, novamente, sentindo a fúria estabelecer por todo meu corpo. Sua língua macia acariciando a minha, suas investidas contra meu membro completamente duro e pulsante, faziam um contraste perfeito com seus olhos repletos de luxuria e cativação.

Sua mão começou a ficar completamente melada, conforme meu gozo foi sendo liberado. Seus movimentos, a cada segundo que passava, eram cada vez mais intensificados do que antes. Seus lábios em nenhum momento desgrudaram dos meus. Subidas e descidas eram desferidas fortemente contra a minha carne dura. E em um estado de insanidade um urro foi emitido por mim, com força, assim que meu clímax atingiu-me em cheio.

Meu corpo todo relaxou sobre a cama, conforme consegui liberar todo o prazer existente dentro do meu corpo. Todo ele foi depositado com elegância encima a cama, conforme, seu corpo juntou-se mais do meu, beijando-me delicadamente.


– Você vai me matar Nessie! – seu rosto aproximou-se de mim do meu, dando-me um leve selinho. Meus dedos passearam pelo seu rosto afastando seus cabelos desalinhados, depositando-os atrás de sua orelha.

– Não é o bastante pra mim Jake! – sussurrou fazendo um caminho pelo meu corpo, com suas unhas que deslizavam por minha pele. Um sorriso sapeca brotava em seus lábios doces. Virei-a na cama, invertendo nossas posições. Ela ficou embaixo de mim, surpresa pelo ato. Seu sorriso abrandou-se conforme, terminei de retirar as minhas vestes. Quaisquer vestígios de roupa não existiam mais entre nós dois. Estávamos completamente nus encima daquela cama, entregue a um desejo ardente.

– O que você quer? – minha pergunta sussurrada, parecia atrapalhar quaisquer raciocínio que ela tivera a pouco, seus olhos desviaram-se encontrando os meus, no mesmo segundo em que nossos sexos se enroscaram. Mordeu o lábio com força, prendendo um gemido de satisfação.

– Você! Não é obvio? De preferencia dentro de mim! – não estava acostumado com aquele lado irônico dela, sendo impossível esconder o sorriso que brotou em meus lábios. Minhas mãos deslizaram pela sua cintura, aproximando seu corpo, ainda mais do meu, se possível. Tomei seu pescoço, em um beijo recebido cheio de malicia e impetuosidade. Suas mãos desciam por entre as minhas costas, tendo ousadia de deslizar suas unhas nesse percurso.

– Não tem medo de que eu te machuque? – seus olhos se reviraram, e sua pele enrijeceu-se conforme, meus beijos foram descendo por seu corpo, dando uma leve mordidinha em seu queixo.

– Definitivamente não! – meus cabelos foram envolvidos por dedos finos, e gélidos. Abriu ainda mais suas pernas, abrigando-me no meio de si. Meu pênis parecia ser atraído como um ima em sua entrada, provavelmente apertada, enquanto que seu peito subia e descia de forma frenética, conforme sua respiração aumentava mais. Olhou uma ultima vez dentro dos meus olhos, antes que enfim, os fechasse, entregando seu corpo para mim.

Respirar era algo que eu definitivamente não estava fazendo naquele momento. Eu estava ali, naquela cama, com o ser mais perfeito que existia, dando e recebendo um prazer que nunca imaginei sentir. Posicionei-me direito, tento o trabalho, de lhe arrumar uma melhor posição. Meu pênis latejava freneticamente pulsando, tamanho desejo, o libido que explodia, dentro de mim, escorrendo e concentrando-se no meio das minhas pernas.

Coloquei a cabeça do meu pênis em sua entrada, fazendo uma leve pressão para que enfim entrasse. Era apertado e quente. Seu corpo arqueou-se momentaneamente, oferecendo-se ainda mais para mim. Suas unhas cravaram-se em meus ombros, enquanto seus gemidos eram abafados por seus lábios comprimidos.

Respirei bem fundo, antes de finalmente afundar-me de vez em seu corpo esguio. Ela em um grito estridente desesperou-me momentaneamente. Seus olhos apertados, enquanto seu corpo escorria pela cama, deixou-me ainda mais excitado do que antes.

Ainda que parado, esperei que ela se acostumasse com o meu tamanho, para enfim continuar-lhe a dar prazer. Sua entrada como a muito havia imaginado definitivamente era apertada, mastigava meu pênis, prendendo-o dentro de si. Buscava minha boca, enquanto nossos corpos começavam uma sensual dança. Seus dedos puxavam meus cabelos com força, devorando meus lábios.

Nossos movimentos de castos, e delicados, passaram-se a serem fortes, e maliciosos. Um sussurro rouco foi emitido por ela, enquanto ainda navegava pelo seu corpo delicioso.

– Eu te amo Jake! – meu mundo parou naquele momento. Meus olhos se fixaram nos seus, conforme, aumentávamos gradativamente nossos ritmos. Ela sorriu timidamente, enquanto ainda assim, retorcia-se de prazer.

– Eu também te amo Nessie! – afundei meu rosto na curvatura do seu pescoço. Tamanho o meu êxtase perante aquele momento. Ela gemeu alto, mexendo-se embaixo de mim.

O quarto estava cheirando a sexo. Nossos gemidos abafados um na carne do outro, deixava a situação ainda mais excitante. Mais prazerosa. Seu corpo preenchido pelo meu, estava tão quente quanto o inferno, enquanto que o meu ardia em chamas desconhecidas. Beijos árduos completamente apaixonados transmitiam a essência, a paixão existente entre nossos corpos colados. Suados. Completos.

Meu pênis começou a ser mastigado pela sua entrada mais larga. Seus olhos vermelhos, denunciando-me os seu prazer que chegaria logo, assim como o meu.

Afastei-me do seu corpo, deixando-a completamente aberta, amostra, exposta para mim. Seu olhar denunciava confusão, no mesmo segundo em que sai completamente de dentro dela. Ergueu-se na cama, fitando-me com uma apreensão eminente.

– O que foi? – inquiriu desconfiada. Um sorriso sapeca brotou em meus lábios, conforme fui deslizando meus lábios pela sua pele macia, demorando-me em sua barriga. Renesmee aparentemente entendeu o que estava prestes a acontecer, porque se deitou novamente na cama, apreciando os meus toques. Abri ainda mais suas pernas, demorando-me em suas coxas, onde beijei, e mordisquei algumas partes. Seus seios foram fortemente apertados por uma das minhas mãos, enquanto a outra segurava com força em sua cintura. Minha língua lambia cada canto das suas cochas descendo para o seu sexo completamente melado e ainda assim exposto. Demorou um átomo de segundo para que enfim, o gosto mais inebriante do mundo, fosse depositado em minha língua. Era doce, porem completamente sedutor. Olhei em seus olhos que se fecharam apreciando meus toques. Sorri em seu sexo, passando a lhe proporcionar o melhor oral de toda a sua vida.

Minha língua subia e descia, brincando com as suas dobras. Seus olhos se reviravam tamanho o prazer que queria explodir dentro de si. Não demorou muito para que enfim ela gozasse sussurrando o meu nome, seu corpo ainda tremulo. Eu não precisei enfiar-me dentro dela, para que enfim atingisse o meu orgasmo. Tento apenas a visão dela completamente esparramada na cama, arfando por tamanho prazer, me fez atingir o meu orgasmo muito mais do que eu poderia esperar.

Seus olhos fixaram dentro dos meus, em um sorriso mudo. Sorri aproximando-me do seu corpo. Deitei-me ao seu lado, sendo envolvido por seus braços ainda fracos.

– Eu te machuquei? – seus olhos fecharam-se conforme depositava sua cabeça em meu peito. Seus dedos brincaram em minha pele, arrastando-se pelos meus braços, ombros, deslizando pelo meu abdome.

– Esta brincando? Eu fui fortemente violada! – virei-me encarando-a. Ela segurou um pouco o riso, pra em seguida explodir em uma gargalhada forte. – Tinha que ver a sua cara! – riu ainda mais de mim, voltando-se a deitar em meu peito. – É claro que não me machucou seu bobo. – um sorriso bobo brincou em meus lábios. – É mesmo verdade que me ama? – respirei bem fundo antes de qualquer coisa. Ela estava ali, me fazendo uma pergunta que não tinha outra resposta. Estava claro, transparente o meu amor por ela, não sei por que ainda tinha duvidas.

– É claro que sim Renesmee, não mentiria! – fitei-a absorvendo seu sorriso perante a minha resposta.

– Eu sei que não. Pensei que nunca fossemos ficar assim. Você sempre me via como um bebê! – fez uma careta desgostosa, revirando os olhos. Acariciei sua face perfeita, beijando-lhe a ponta do nariz.

– Desculpe por isso. Mais era difícil perceber que você cresceu! – um vento gélido adentrou brutalmente pela janela, deixando sua pele arrepiada. Puxei um lado do lençol tapando a nós dois. Aninhou-se ainda mais ao meu corpo, dando um beijo em meu ombro. – Achou mesmo que eu fosse gay? – a desconfiança chicoteava em minha voz. Ela ficou muda por alguns instantes mais em seguida, riu.

– Na verdade eu sabia que você iria surtar, e isso enfim iria acontecer! – encarei-a boquiaberto. Seu sorriso sacana demonstrava que pra ela, aquilo não passou de uma simples brincadeira para me tirar do sério. Falando em sério, tinha algo realmente muito sério, a ser tratado com ela. Minha respiração ficou pesada, quando enfim encarei o teto branco. – O que foi? Ficou sério de repente! – podia sentir seus olhos fitando-me. Inquirindo-me.

– Preciso te contar uma coisa. Eu sei que deveria ter lhe contado há muito tempo, mais não tive coragem, exatamente por ainda te ver como a minha pequena criança! – sentou-se na cama, encarando-me. Seus olhos estavam desconfiados, seu semblante passou a ser preocupado. Um calafrio estranho percorreu por todo o meu corpo. Meus pelos todos se arrepiaram, conforme, seu olhar ficava cada vez mais tenso.

– O que foi? – sentei-me aproximando meu corpo ao dela. Segurei em sua mão, temendo a sua reação. Ela era imprevisível, não poderia saber exatamente o que se passaria em sua cabeça no momento em que soubesse o que me prende tanto a ela. Mesmo que de um jeito ou de outro, eu já a amava dentro da barriga da Bella, e antes também. Sabia agora o que tanto me prendia a minha melhor amiga, mesmo que na época eu jurava que era a glória do primeiro amor. Nunca amei Isabella, muito pelo contrário, sempre tive um carinho excessivo por ela, porque era o meu lobo já apaixonado por Renesmee. Todo esse tempo fora ele. E despois que ela nasceu tudo se desenrolou como em um passe de mágica.

– Existe uma coisa, que todos os lobos tem... Er... Algo como... Como... – seus olhos reviraram-se concentrando a minha atenção.

– Imprinting?! É isso que vai falar? – minha garganta secou no mesmo minuto. Como ela sabia? Desde quando ela sabia? Quem havia lhe contado sobre isso?

Eu estava atônito. Como assim Renesmee sabia de tudo isso?

– Como sabe disso? – ela suspirou alto, desviando seu olhar do meu. Deitou-se novamente ao meu lado, colocando ambas as mãos, atrás da cabeça, encarando o teto branco. Permaneci do mesmo jeito que estava.

– Emmett me contou! – senti um tremor subindo pelas minhas pernas, parando em meus pulsos, tremendo fortemente ambas as minhas mãos. Fechei os olhos, engolindo o bolo que parecia está entalado em minha garganta. – Ele disse que você me amava de uma maneira estranha, possessiva. Que no fundo eu seria sua de alguma maneira. Sabe como ele é! – deu de ombros.

– Desde quando sabe sobre isso? – seus olhos desviaram do teto encontrando com os meus. Ela suspirou alto dando de ombros novamente. – Porque o Emmett não tinha o direito de contar essa merda pra você! Eu que tive o imprinting! – a raiva parecia explodir dentro de mim. Ela sentou-se parecendo irritada.


– Ai deixa de ser chato Jake! Meu Deus! Você estava ai, quase morrendo pra enfim me dizer o que é “Imprinting”, não acha que o Emmett facilitou as coisas não? – ela falando assim, com toda essa tranquilidade, deixava-me pensativo, se realmente eu não estivesse bancando o idiota. Realmente ele ter adiantando as coisas pra ela, fora de alguma maneira melhor. Eu definitivamente não sabia como lhe contar que ela seria minha pra sempre sem que a mesma explodisse e definitivamente não quisesse nem ao menos olhar na minha cara.

– Tudo bem... Talvez tenha sido melhor mesmo. – seu sorriso se fez presente, no mesmo instante que aproximou-se ainda mais de mim, sentando-se ao meu lado. Sua cabeça foi encostada no meu ombro, onde, encarou a parede verde musgo à frente. Nossos dedos entrelaçaram-se, conectados fortemente.

– Quero ficar com você Jacob! Independente de tudo. Não me importo nem um pouco, se você foi apaixonado pela minha mãe, por mais estranho que isso seja. Acho que o que sinto, é bem maior do que o meu orgulho. – sorriu ao admitir o fato. Meu sorriso veio logo em seguida. Era grande, maior do que qualquer um que algum dia tenha dado.


– Seu desejo é uma ordem minha linda! – virou-se encontrando meus olhos famintos sobre a sua pele macia. Seu sorriso ampliou-se assim, que rapidamente pulou sobre o meu colo. Ela definitivamente não era mais a minha pequena, embora a sua idade gritasse dizendo-me que bem provável e nítido o meu ato de loucura, eu estava contente em cometê-lo. Ela era minha, e pra sempre seria.

Notas finais
Bom amores, primeiramente estou bem aflita. Essa one exigiu muito de mim. Muito mesmo. Fiquei quase três semanas escrevendo ela, e realmente acho que tenha valido a pena. Estou aqui nessa madrugada de terça pra quarta, postando pra vocês, e peço que quem ler comentem! Por favor. Seja um comentário bom, ou ruim. Criticas boas ou más. O importante é ver que "você" leu!
Não vou obrigar ninguem a comentar até, porque não tem como eu fazer isso, mais só estou pedindo. Nem que seja um simples "gostei" ou "nossa está uma bosta" jáah éeh uma coisa.
Assim como no meu, em outras ones que viram a ser postadas aqui. Éeh muito importante pra todas nós o review de vocês, e ficamos muito contentes!
Outra coisa; Quem gostou do meu ponto de vista levanta a mão? o/ hahaha' digamos que pra mim foi bem diferente escrever pós BD porque eu "NUNCA" escrevi um pós BD. Foi difícil, a one retirou muita inteligência do meu neurônio quase morto. Mais enfim saiu! Espero que vocês gostem e apreciem.
A betagem, eu não tive realmente uma. Foi mais toques de amigas como nessie_momsen, Senhora Black, e Dayalukiná que me deram uma forcinha a mas com os toques delas. E definitivamente fora muito importante pra mim esses "toques"
Mais voltando. Espero que vocês gostem, e comentem! Quem quiser recomendar, pode recomendar. Ficaremos muito felizes!
Milhares de beijos amoras! Amo todas vocês, até mesmo as fantasminhas! (risos.)
Próximo Domingo teremos uma super história com a Senhora Black.
Beijoooos'
PrinncyBlack