Notas iniciais
Demorei, eu sei, mas tive uns problemas de inspiração... desculpem os erros! próximo só com cinco riwes!

Hoje era o grande dia do ciúmes dela atacar, Natsu foi informado de que Minerva acaba de chegar no aeroporto.

Erza estava do lado, com uma cara mais emburrada que a do Gajeel...

Mas hoje também começavam os projetos de trabalho de campo da Academia Fairy Tail, mesmo que não tenha terminado sua reconstrução, os alunos não ficam parados, apesar de serem muitos alunos!

Cada coordenador da escola ficou responsável por uma sala diferente para trabalhar os projetos de cada professor, os alunos monitores também ajudam a organizar tudo para não virar bagunça...

E nada estava indo longe do normal...

E lá estava a ruiva, na casa do irmão, tentando enfiar física na cabeça.

Mira- Então o resulto é 0,2 km por hora, entendeu Erza?... Erza? Alôôôu?!

Erza- Uh? O quê?! -distraída-

Natsu- Erza você tá viajando total na maionese, o que foi?

Erza- Nada é que... Tô pensando numas coisas...

Mira- Do tipo... Minerva voltou pra cá? -provocou-

Nisso a ruiva rosnou, aquela insuportável fazia questão de estragar seu dia mesmo quando ainda longe dela.

Erza- Isso tá me cansando! -ela se levantou e se dirigiu até a porta, mesmo que a albina tentasse protestar sabia que no fundo a culpa fora sua, provocá-la assim é muito errado, é quase um pedido de morte. Nisso a menor seguiu rumo até em casa, estava sentindo raiva, e por algum acaso, insegurança, sem Jellal era assim... O medo lhe vinha.

Ainda mais sabendo que Minerva está a solta de novo.

O caminho parecia longo, mas sua casa não era tão distante da de Laxus... Ele mora na segunda rua da alameda dentro do condomínio, já Erza mora na última. (considerando que são três alamedas).

Uma casa enorme como a do irmão, não que precisasse de tantos terrenos, mas ela gostava de colecionar armaduras antigas, coisas de seu avô. E nisso teve que arranjar um espaço significativamente grande.

O portão preto, alto e bem feito parecia muito distante ainda, mesmo que da esquina ela o enxergasse, sua casa gastava quatro terrenos enormes, tinha apenas grama quando era um projeto...

Abriu a porta da faixada e suspirou com desanimo. Parecia cansada, e realmente estava, estava cansada dessa situação, discutir com Jellal, chorar, passar raiva... e agora isso.

Erza- Que dia de merda vai ser hoje... -pensou-

Para a sua surpresa Jellal estava lá, não demorou a abrir a porta da frente quando se deparou exposta ao Sol de duas da tarde.

E lá no Hall estava ele, sentado no chão, com uma cara confusa, mas amena...

Erza- Jellal o que tá fazendo aqui em casa?

Jellal- Estava te esperando, depois da confusão hoje de manhã queria conversar com você.

Erza- Conversar o quê?

Este se levantou, suspirou pesado e seguiu até a ruiva, não disse nada no momento, apenas um abraço já era bom... Ah, aquele abraço tão confortável que minimizava todos os seus problemas...

Ela ainda o encarava, não entendia bem o que estava dando em Jellal, primeiro discute com ele, depois ele para no hospital por conta de uma alergia e agora tá assim?

Até onde lembra, depois que saiu da casa dele e foi fazer sua lição com Mirajane e Natsu, Jellal estava bem, normal, sem... nada...

e agora isso.

Erza- O que você tem?

Jellal- Medo.

Uma palavra que tirou o sossego dela... Medo, era o que ela sentia também...

Erza- Medo de quê?

Jellal- De perder você... tinha que vir aqui, acabei dormindo em casa, mas sonhei uma coisa não muito boa.

Ela mordeu a própria boca. Era algo surpreendente, Jellal sabe ser chato, irritante, um doido, mas nunca a deixa de lado, era quase um vício estar perto dela, pior, era necessidade.

E ao encostar sua testa na dele levou um susto...

Erza- Jellal você tá queimando de febre!

Jellal- Estranho, não estou sentindo nada além de frio.

Erza- Vem...

Preocupação, outra palavra que a perturbava, é difícil ele adoecer, mas por que agora? Sim, ele estava quente, muito quente, não sentia nada além de frio... Mas seu rosto estava vermelho... Era muito difícil imaginá-lo assim.

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Fabiana- Ah, como você consegue isso hein, Jellal?!

Erza- O que ele tem? -preocupada-

Fabiana- Além de alergia agora está ficando com febre alta e caxumba, como alguém me pega uma caxumba sem mais e nem menos?! -era uma bronca de preocupação, todas as mães sabem dar uma-

Erza- C-caxumba?! Mas como ele conseguiu pegar caxumba?!

Fabiana- Ah... Já devia ter imaginado... Luciane...

Erza- Quem é essa?! -oh, ciúmes!-

Fabiana- A prima dele, ela recentemente veio nos visitar e ela estava com indícios de caxumba, mas relaxa, ela só tem seis anos...

Erza- Hummm...

Fabiana- Sinto muito Jelly, mas não vai poder sair da cama por um tempinho.

Jellal- Tá brincando né?!... -chateado- Sabe o que é ficar “um tempinho” sem sair da cama?!

Fabiana- Sei sim, significa menos riscos d'eu me tornar avó agora. -sorriso-

Jellal- Nããão, significa que os projetos da escola vão atrasar!

Erza- Isso é o de menos Jellal, agora você tem que descansar.

Jellal- Mas eu tô bem!

Fabiana- Tá tão bem que sua febre está na casa dos quarenta! Não discute comigo moleque, fica deitado aí que eu não demoro.

Jellal- “Pu que fais isso main~ é maldadi!” -ele tá #chateado-

E fazer o quê? Agora que Jellal está doente, Erza não pode ficar nem muito perto, mas também não pode ficar distante.

No andar de baixo já se encontravam Fabiana, Coralina, Mira e Natsu, Erza desceu com uma cara de tédio, ainda não conseguia acreditar que Jellal pegou caxumba de uma criança de seis anos, é muita estupidez!

Coralina- Bem, já que Jellal está doente e não pode sair da cama, Erza vai ter que dormir em outro quarto.

Natsu- É sério isso? Jellal ficou doente?

Erza- Sim, é muito descuido num ser só... -revirou os olhos-

Fabiana- Ah, enfim, tenho que voltar ao hospital, mas se precisarem de mais alguma coisa é só chamarem... E nora... -olhou a ruiva de cima abaixo- Fica longe do Jelly por uma semana!

Erza- HEIN?!

Mira- Ouviu né?!

Mais uma vez ela rosnou, agora de tédio puro, sem Jellal para conversar e ainda por cima ficar uma semana sem tocá-lo... ah, que coisa mais chata!

O rosado ao lado de Mira não estava entendendo muito bem a situação, porém as regras que valiam para amiga, valiam pra ele e todo mundo.

Com o azulado inchado de caxumba e alergia, os projetos com certeza atrasariam...

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Lucy e Levy estavam com Laxus dentro das novas instalações da escola, conversando sobre os projetos quando a pequena-grande McGarden avistou quem menos esperava ver neste dia.

Levy- Não pode ser! -arregalou os olhos-

Lucy- O que foi, Levy?

Laxus- O que houve?

Levy- Aquela era... a Minerva?!

Laxus- O quê?!

Lucy- Tem certeza disso?!

Levy- Se fala daquela garota que está vindo na nossa direção... sim, é a própria. -apontou com a cabeça-

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*

Jellal- Eu juro que já posso morrer de tédio aqui dentro... mesmo sendo o quarto da Erza...

Erza- Eu ouvi isso e pare dizer que já pode morrer! -bronqueou- Como você conseguiu pegar caxumba?!

Jellal- Meu rosto nem está inchado.

Erza- Tá sim.

Jellal- Mas é por causa da alergia!

Erza- Não é não, a bolada foi na esquerda e seu rosto inteiro está uma bola agora.

Jellal- O que eu vou fazer para não ficar entediado?

Erza- Assiste TV, ou joga alguma coisa... -indiferente-

Jellal- Já posso te chamar de estúpida.

Erza- Como é?!

Jellal- Na boa, é estupidez me deixar aqui e não me entreter com alguma coisa.

Erza- Ah, então você quer entretenimento? -sorriso maldoso- Ok...

Nisso ela levantou e foi até seu closet, chegou nas gavetas e encontrou o que queria. Voltou com um sorriso qualquer:

Erza- Está beeeem chato ficar aí né? Já que não posso tocar em você como quero... -ela o encarou de cima abaixo- Vou deixar que minhas calcinhas façam isso.

E logo Jellal estava com uma calcinha vermelha com rendas pendurada na cabeça, aquilo a fez rir muito, ela o beijou na testa e foi embora, deixando um certo moreno muito angustiado...

Jellal- Isso é desumano da sua parte Scarlet! Eu quero a calcinha preta!

Certas coisas não mudam...

parte 8 a vista!

Notas finais
taquem biscoitos, caxumba, Jellal...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.