Impossível? Talvez Não

7 Amor em meio à guerra


Notas iniciais
Olá! Não recebi muitos reviews, mas agradeço assim mesmo e para compensar a minha demora, vim trazer um capítulo grande e super quente para vocês! E lembrando a vocês que a fic está chegando na reta final. Espero que gostem :D Boa leitura!

Serena entrou na imponente mansão dos Waldorf’s em passos largos. Desde que se desentendera com Blair, esta deixou de frequentar sua casa. A loira estava decidida a reatar sua amizade, não poderia deixar um laço de anos ser desfeito por um conflito bobo, principalmente por um Bass. Já não bastava o que um deles havia feito com sua mãe anos atrás. Lilly havia se relacionado com Charles Bass, mas ela era infeliz com tantas traições da parte dele e decidiu largar tudo e correr atrás do homem que amava em segredo, Rufus. Desde então era sina dos Bass estragar a vida de alguém.

─Senhorita Van Der Woodsen, o que faz aqui? ─ Dorota, a fiel empregada/escrava de Blair perguntou com seu jeito avoado.

─Ué, eu vim visitar a minha amiga. Não posso mais? ─ Serena sorriu, mas Dorota permaneceu séria.

─É que a senhorita Blair não disse nada, muito pelo contrário, ela chegou aqui berrando que não tinha amigas.

─Ah, é que tivemos um pequeno desentendimento e eu vim aqui tentar fazer as pazes com ela. ─ Serena respondeu e caminhou até o quarto de Blair. Dorota até tentou impedi-la, mas não conseguiu.

─B sou eu, abre a porta. Vamos conversar e resolver tudo. ─ Serena disse batendo na porta que estava fechada.

─Eu não tenho nada a falar com você, vai lá conversar com a Isabella. ─ Blair respondeu lá de dentro fazendo Serena revirar os olhos.

─B me desculpe, eu havia discutido com o Dan e acabei descontando em você. Nunca que eu preferiria largar minha melhor amiga por uma desconhecida.

Serena encostou a testa na porta aguardando Blair decidir se abriria ou não, mas ela sabia que iria abrir. Blair era tão previsível, mas ao mesmo tempo imprevisível. Ela não conseguia viver sem Serena, sua cúmplice.

─S, escuta aqui: Se você fizer isso de novo eu não vou te perdoar! ─ Blair disse gritando enquanto abria a porta, Serena desencostou e com um sorriso vitorioso abraçou sua amiga.

─Enfim, eu vim aqui me redimir e saber o que está planejando contra essa Isabella. ─ Serena deu uma pausa observando o olhar desconfiado de Blair. ─Eu estou disposta a te ajudar a detonar essa menina que entrou em seu caminho.

E aquelas foram as palavras mágicas para abrir os pensamentos de Blair. Ela puxou a amiga para a cama e contou todos os detalhes sórdidos. Era um plano infalível, já que para Blair nada era impossível. Mesmo sem a ajuda do chefe de Bella, ela iria arrumar um jeito de envolvê-la em um escândalo. Serena ouvia tudo tentando esconder a expressão de espanto, desconhecia aquela Blair a sua frente. Suas ideias não eram como as usadas em Jenny, que já eram absurdas. Eram piores.

─Mas você acha que essa Isabella ainda está com o Chuck mesmo depois de você ter ido lá afrontá-la? ─ Serena perguntou.

─Eu não sei, Chuck é teimoso e faria de tudo para me irritar. Ele até declarou guerra contra mim, mas estou disposta a tudo para ter ele... Até matar.

Mais um dia se ia e Bella estava vivendo em modo automático. Acordava, trabalhava e dormia. Havia algo muito estranho e ela não conseguia comer, sentia um vazio estranho em seu peito, como se algo muito importante fora arrancado à força. Será que estou amando? Ela se perguntava cada vez que sua mente viajava até ele...

─Isabella, você quer uma carona? ─ A voz mansa de Emmett chamou sua atenção. Ela estava tão desiquilibrada naqueles dias que preferia ir para o trabalho de metrô ou de taxi.

─Não, muito obrigada Emm. Eu quero adiantar algumas coisas, já que amanha tenho serviço dobrado.

─Então está bem. Tenha uma boa noite. ─Ele estava desconfiado, mas preferiu deixar assim, afinal ela era sua funcionária mais eficiente.

As luzes do lado de fora foram se apagando uma a uma restando apenas a de sua sala. Já se passavam das dez da noite e Bella ainda tinha animo para trabalhar. Estudava cada relatório e quando sua mente vagava para longe dali, pegava sua caneca e enchia de café. Aquele sofrimento iria acabar lhe causando uma insônia, tanto pelo café, como por outro motivo.

O porsche preto seguia rápido pelas ruas de Manhattam. Aquele era o carro menos chamativo que Chuck tinha, ele usava quando estava sem seu motorista. Era indispensável quando ia aprontar alguma e não queria ser notado. Mas se bem que na velocidade que ele ia, seria notado pelos radares e policiais. Seu porsche ia a 100Km/h, sentia-se o James Dean encarnado, e quando chegou ao seu destino desligou a maquina e saiu.

A recepção estava vazia e o segurança que estava numa saleta assistindo a Tv nem notara sua presença. Caminhou a passos macios, porém rápidos até a única luz em meio aquela escuridão. Sem cerimonias, abriu a porta encontrando a mulher que lhe tirava a sua paz analisando uns papeis.

─Isabella, porque você faz isso comigo?

A voz inconfundível fez Bella sair do torpor causado pelo café, ela queria sair correndo ou simplesmente fechar a porta em sua cara, mas estava paralisada. Mesmo sob fortes ameaças de sua rival, ela queria ter o prazer de vê-lo novamente.

─Deixe de cinismo Bass, eu não sou mais uma em sua cama. ─As mesmas palavras de Edward soaram em sua mente.

─Eu te contei toda a minha vida, não acredito que você acreditou nas palavras de Blair. ─ Ele se aproximou da mesa dela. ─Eu abri meu coração, lhe contei meus sentimentos. O mínimo que você deveria fazer era enfrentar tudo isso ao meu lado, claro, se você tem algum sentimento por mim mesmo.

As palavras tocaram fundo no coração dela, ele estava certo. Tinha sido uma fraca em ouvir as palavras de Blair e se sentir impotente. Onde estava aquela mulher de meses atrás, aquela Bella forte, determinada e corajosa?

─Chuck você mais do que ninguém sabe que fui honesta contigo, mas é que eu acabei de ser traída e não pretendo ser novamente. ─Ela desviou seu olhar dos olhos negros e penetrantes de Chuck. ─E você já deve ter percebido que estou te evitando, portanto quero que continue assim, volte para seu mundo Chuck.

─Isabella, pare de ser teimosa! Eu consigo sentir daqui o quanto você está excitada, não me peça o que você não quer que eu faça.

Um frio percorreu por toda a espinha dela, como era possível ele saber daquilo. Claro, ela estava quente ao ver aquele homem a sua frente, que mesmo em trajes informais era muito atraente, mas ela conseguia se segurar e não deixar transparecer sua animação.

─Chuck, por favor, se retire ou chamarei a segurança. ─ Ela se levantou meio cambaleante, suas pernas formigavam e teve que se segurar na mesa para não cair. Ele sorriu com deboche e foi até a porta dela ficando visível caso o segurança estivesse ali, mas nenhum sinal dele.

─Chame seu segurança, aposto que ele está dormindo. ─ Ele voltou para dentro e fechou a porta após si trancando-a. ─Ele nem vai perceber o que irá acontecer aqui.

O sorriso dado por ele fez com que Bella se derretesse e o calor entre suas pernas só aumentou. Aquele homem sabia ser quente e abusava daquilo.

─O que vai acontecer? ─ Ela perguntou com a voz arrastada.

Chuck não precisou responder, apenas avançou sobre ela beijando-a possessivamente. A boca dela logo abriu passagem para que a língua dele a invadisse cada canto. As mãos de Chuck percorreram pela cintura dela e ao chegar em suas nádegas, apertou a carne macia e a levantou colocando-a sobre a mesa fazendo com que as coisas que estavam sobre ela caíssem ao chão. Apertou sua coxa fazendo com que Bella arfasse. Enlaçou suas pernas ao quadril dele sentindo o membro duro contra sua intimidade. A impaciência tomou conta de ambos, quebraram o beijo e começaram a se despir. Chuck tirou apenas sua camisa e voltou sua atenção a ela, tirou a calça social dela e passou a beijar as pernas subindo pelas coxas indo em direção a seu paraíso. Bella se apoiou sob seu cotovelo e passou a admirar aquele belo homem lhe dar prazer.

Chuck retirou lentamente a calcinha dela e a colocou em cima da mesa. Seus dedos procuraram o ponto sensível de Bella que gemeu ao sentir que ele lhe introduziu um dedo. Ela até tentou fechar suas pernas, tentar fazer de difícil, mas ele agressivamente abriu suas pernas novamente e lhe lançou um tapa em seu traseiro, que com certeza ficaria bem avermelhado e dolorido depois. Ele se abaixou e inspirou o doce aroma de seu sexo que se misturava com o hidratante de morango, tão conhecido por ele. Lentamente passou a língua pela intimidade, de cima a baixo e vice-versa sentindo-a tremer sobre seus braços.

Bella resfolegava, aquela sensação era arrebatadora. Logo seus problemas e medos se dissiparam, se tivesse que enfrentar o mundo para ter aquele homem sempre ao seu lado, ela o faria. Os espasmos anunciavam que o orgasmo estava próximo, e Chuck percebeu isso. Levantou-se e a puxou, prontamente Bella entendeu o que ele queria e suas mãos foram até a calça, abrindo-a. Desceu o zíper e a puxou para baixo junto com a cueca revelando o membro lindo a sua frente. Sem pensar duas vezes ela o segurou sentindo a firmeza e o calor daquela carne tão desejada naquele momento. Movimentou sua mão enquanto o olhava e pode se deliciar com as expressões que Chuck fazia. Sentia se poderosa por estar lhe proporcionando aquele prazer e sem medo aproximou sua boca da glande e lentamente o chupou. Chuck soltou um gemido rouco e Bella o tirou de sua boca e sorriu para ele, em seguida voltou a introduzi-lo e a chupar com mais vontade. Lambia, chupava e dava leve mordidas sem desviar seu olhar ao dele. Quando sentiu o membro vibrar e se inchar, Chuck a levantou e a jogou sobre a mesa novamente avançando até ela e a penetrou. Os dois gemeram ao matar a saudade, um sentia falta do calor do outro e aquele momento tinha algo de diferente. O sexo estava sendo feito com paixão e isso o tornava mais delicioso.

Chuck sentiu que estava prestes ao orgasmo, então saiu de dentro dela e voltou explora-la. Acariciou seus seios e abocanhou um enquanto beliscava o mamilo do outro. Voltou a passar seus dedos sobre a intimidade dela sentindo o quão molhada estava e as paredes da intimidade lhe apertar. Beijou-a novamente mordiscando seus lábios, Bella puxou levemente os cabelos dele e ele rosnou.

─Você gosta disso? ─ Ele perguntou com a voz rouca e apertou a coxa dela com um pouco de força.

─Adoro. ─ Bella respondeu descendo uma de suas mãos e arranhou as costas dele. Ao sentir as unhas finas sobre sua pele, Chuck estapeou novamente a coxa dela fazendo com que ela soltasse um gritinho agudo. Sorriram um pro outro e ele saiu de cima dela puxando-a consigo.

Quando Bella já estava no chão, ele a virou e puxou os quadris. Bella entendeu o que ele queria e apoiou sobre a mesa empinando seu traseiro em direção a ele. Chuck voltou a penetrar, com mais força dessa vez. Os barulhos dos corpos se chocando era alto e se misturavam com os gemidos ritmados de ambos. Chuck continuou segurando o quadril dela e a outra mão puxou levemente os cabelos castanhos e a trouxe até perto de seu corpo, fazendo-a arquear com o contato mais profundo. Ele aspirou o perfume de seus cabelos e rosnou sentindo novamente seu orgasmo se aproximar.

─Você é minha... Só minha. ─ Ele disse ao seu ouvido enquanto a apertava fortemente seu corpo ao dele e quando sentiu o gozo vir separou-se rapidamente despejando seu liquido em jatos nas costas e nas nádegas de Bella, que arfava sentindo-se realizada.

Ele a virou e a beijou lentamente. Em seguida limpou as costas de Bella e não resistindo, lançou lhe outro tapa. Bella tinha seu corpo todo marcado, Chuck também não saia ileso.

─Larga tudo isso para lá que eu vou te levar para casa. Quero poder recuperar o tempo perdido por uma bobagem. ─ Sua voz era imponente e Bella não pensou em questioná-lo. Com a ajuda dele pegou todos os objetos que haviam caído e guardou, ainda bem que nenhum havia se rasgado ou manchado.

Bella apenas prendeu seu cabelo deixando-o mais excitado, o coque com alguns fios rebeldes era um penteado perfeito para ser usado após uma foda, segundo ele. Bella pegou sua bolsa sentindo-se corada sobre os olhares devoradores dele e foram para o elevador.

─Bella, na próxima semana irei organizar uma festa em meu hotel e você irá comigo. ─ Ele disse logo que as portas do elevador se fecharam.

─Não tenho escolha né? ─ Ela perguntou já sabendo a resposta.

─Não, até porque nesse dia eu irei te fazer uma surpresa.

─Já que é relacionado a mim, você poderia me dar apenas uma dica. ─ Ela o olhou desconfiada, mas ele manteve seu sorriso debochado estampado no rosto.

─No dia você saberá.

Notas finais
U-A-U! Nem preciso perguntar se gostaram né? Então deixem seus reviews, favoritem e se quiserem recomendar fiquem a vontade. Em breve eu trago o próximo, beijinhos! ----------------------------------------------------------------------------------------------- Participem do meu grupo no Facebook https://www.facebook.com/groups/256541404523166/