Impossível

6 Capítulo 6 - Esquentando...


Notas iniciais
Agradecida a todos que estão acompanhando a fic :D
Toda vez que recebo reviews fico nas nuvens!! *-*

Espero que gostem do capítulo!!
Beeeijooos e boa leitura!!

Levamos um susto quando bateram na janela do carro.

Eram as nossas mães. Corei dos pés à cabeça. Senti que o David estava totalmente relaxado. Foi ai que a ficha caiu. As janelas tinham insulfilme. Elas não conseguiam ver nada do lado de dentro do carro, mas conseguíamos ver o lado de fora.

Sai do colo do David e ele destravou as portas.

Bel: Eu não te disse David, que eu ia conseguir o telefone?! Meu charme é irresistível!

David: É claro mamãe.

Os dois começaram a rir. Dentro do carro, nossas mães conversavam animadas. David não participou da conversa, ficou me olhando durante todo o caminho, sorrindo. Não prestei atenção em mais nada ao meu redor, a não ser na perfeição de seu sorriso. Ele reparou isso e começou a rir. Fiquei ultra-vermelha. Ainda bem que a conversa das duas estava animada, não que eu própria soubesse do que se tratava, mas era melhor do que ela ver onde a mão do David estava: passeando pelas minhas coxas. Eu juro que se eu não estivesse dentro do mesmo ambiente que a minha mãe, já teria agarrado ele. Ele já me deixava louca só por existir, imagina a minha situação enquanto ele me tocava?! Meu coraçãozinho é fraco David.

Quando chegamos em casa, David saiu do carro e me carregou novamente até meu quarto. Minha mãe e tia Bel foram para arrumar o quarto em que minha tia ia ficar, já que eu o baguncei todo, e peguei as duas falando em escolher uma roupa para ver o médico. David também deve ter ouvido a ultima parte, já que durante o caminho ele estava rindo bastante.

Eu: Você não se incomoda quando a sua mãe começa, sei lá, a namorar?!

David: Nem um pouco. Acho até bom. Ela tem que aproveitar a vida. Burro é meu pai que não quis nada com ela.

Eu: Concordo. Tia Bel é muito jovem, tem mesmo que aproveitar a vida.

David: E eu apoiando os seus namoros, ela sempre me apóia quando eu estou com alguém.

Ele abaixou seu rosto e roçou seus lábios nos meus. Eu simplesmente não consigo resistir a esse garoto.

David: Não importando quem seja.

E piscou. Fiquei vermelha na hora. Ainda bem que tínhamos chegado em meu quarto.

Ele me colocou na minha cama e colocou algumas almofadas embaixo do meu gesso. Arrastou a poltrona até a cabeceira da cama, me deu um selinho e sentou, segurando uma de minhas mãos. Fechei meus olhos e senti o sono chegando, afinal, já eram 23:00.

Eu: Você não está com sono?

David: Não, dormi muito essa noite.

Eu: Humm. Eu estou morrendo de sono. Você pode me ajudar a entrar no banheiro? Preciso escovar meus dentes.

David: Claro que sim. Sou seu eterno escravo.

Eu: Nossa, quem ouve assim acha até que eu estou te torturando.

David: Você me tortura, isso é fato.

Abri meus olhos e olhei atentamente em seu rosto.

Eu: Como que eu te torturo se eu nem encosto um dedo em você?

Bem que eu queria repetir a dose do carro e encostar não só o dedo, mas a mão toda em seu abdômen.

David: Exatamente. Você longe de mim me tortura, me deixa angustiado e louco.

Eu: Não precisa mais ficar longe. Eu estou aqui.

Puxei seu rosto para o meu e sussurrei quase encostando em seus lábios.

Eu: Você não sabe a imensidão de emoções que eu sinto perto de você. Isso é errado. Te conheço apenas a algumas horas. Você não deveria ter todo esse poder sobre mim. Não é saudável eu sentir esse tipo de coisa por você.

David: Pelo menos você sabe exatamente o que eu estou sentindo.

Ele me beijou novamente. Um beijo suave, carinhoso e extremamente doce.

Eu: Me leva ao banheiro, por favor?

David: Você me pedindo assim, como eu posso recusar?!

Ele me tirou da cama e me carregou até o banheiro. Eu tenho muita sorte, ou melhor, o David tem sorte, por eu pesar apenas cinquenta quilos. Não que ele não me agüentaria, porque com esses braços... Mas seria desconfortável ele carregar uma pessoa muito gorda nos braços o tempo todo.

Eu: Você pode me deixar aqui na porta. Eu me viro sozinha.

David: De jeito nenhum. Vai que você cai de novo?!

Pânico e desespero. Ele não pode me ver escovando os dentes. Tá, nada contra ele me ver escovando os dentes, mas eu preciso fazer minhas necessidades! Como que vou fazer com ele me olhando?!

Eu: Sério, não precisa. Eu dou um jeito.

David: Gaby, eu te coloco em pé, ao lado da pia e saio. É só para garantir que você não caia.

Menos mal.

Eu: Tudo bem.

Ele me colocou em pé e eu apoiei o gesso em cima de um banquinho que tinha ali.

Eu: Muito obrigada.

David: De nada, priminha.

Virei-me e ele saiu do meu campo de visão. O espelho era de um tamanho bom, mas não dava para visualizar todo o banheiro com ele.

Coloquei a pasta de dentes na escova e comecei a limpar os meus dentes. Curvei-me um pouco em direção à pia e apoiei um dos meu cotovelos. Não ouvi quando ele se aproximou.

David: Meu Deus, priminha. Para de ser tão gostosa. Eu ainda vou ter um treco por te ver.

Rapidamente me ajeitei e olhei para a cara dele. Ele começou a rir. Foi ai que me lembrei de que estava com a boca cheia de pasta de dentes. Virei-me novamente e enxagüei a boca. Quando fui enxugá-la, David me agarrou por trás, e eu me arrepiei toda, e começou a beijar meu ombro.

David: Não precisa de toalha. Eu enxugo para você.

Ele me virou em seus braços e me beijou de novo. Mas esse beijo foi melhor que os outros dois. Foi selvagem. Cheio de desejo. Agarrei-me ao seu corpo e ele me levantou e me apoiou na pia. Sorte que era de granito e bem resistente. Passei as pernas, com gesso e tudo, ao redor de seu quadril e tirei a sua camiseta. Era impossível resistir a ele. Passei minhas mãos por seu lindo, perfeito e escultural abdômen, e ele passou uma de suas mãos em minha bunda. A outra mão estava dentro de minha blusa, chegando ao meu sutiã. Eu não sabia onde iríamos chegar desse jeito, mas estava bom demais para parar.

Bateram na porta.

Me separei rapidamente dele e me ajeitei.

Bel: Gaby?!

Eu: Oi, tia.

Eu amo muito a minha tia, mas estava morrendo de raiva dela por ter interrompido esse momento.

Bel: Cadê o David?

Desespero. O que eu faço?! Digo que estou trancada no banheiro com meu primo e estávamos nos agarrando?! Óbvio que não. Olhei para o David e ele respondeu a tia Bel.

David: Estou aqui, mãe. Trouxe a Gaby e estou esperando ela terminar de se arrumar para colocá-la pra dormir.

Bel: Ah, tá. Só vim avisar que eu e sua tia preparamos um jantar. Se estiverem com fome, desçam.

David e eu: Tudo bem.

Ouvimos seus passos para fora do quarto e eu relaxei. Será que isso nunca vai acabar?! Toda vez que a coisa começa a esquentar, alguém atrapalha.

Notas finais
O que acharam?!
Obrigada a todos que me mandaram reviews e se puderem mandem mais, nem que seja para falar oi! :D
beeeeijoooos