Quando a nuvem de poeira baixou Deidara permaneceu imóvel analisando a pilha de escombros sem entender exatamente o que achava daquilo. Quem o olhasse de fora via uma faceta ufana de quem acara de demonstrar uma pequena parcela de seu amplo poder, mas o loiro não se sentia assim.
Deidara não sabia definir o que sentia. Era irritante e o fazia sentir vontade de sair explodindo qualquer coisa em sua frente para fazer parar.
“Oh impressionante!” o novo parceiro de voz esganiçada apareceu batendo palminhas “Senpai está chorando?”
“Não seja estúpido un, algo atingiu meus olhos com a explosão.”
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