A necessidade de sucesso na missão não permitiu Deidara absorver o que tinha acabado de acontecer. Sua dor não era motivo para escusar qualquer falha.

Se fracasse na missão seu mestre teria morrido em vão. Morto. Sasori no danna estava morto.

Aquilo soava errado de todas as maneiras. Ele era o mestre e tinha conquistado seu respeito justamente porque sempre sabia como agir, que passo dar e o que fazer na sequência.

Naquela noite Deidara percebeu que se havia uma exceção na beleza de sua arte, ela estava no fato de não havia nada de belo na ausência do mestre.