Imortal 4 - Eternidade
25 Capitulo 24 (VEREDITO)
— Um belo discurso meu amigo revolucionário. — Aro falou sorrindo.
— Revolucionário? — Garrett grunhiu. — Contra quem estou me rebelando posso perguntar? Você é meu rei? Quer que o chame de mestre também como sua guarda? — Paz Garrett. — Aro resmungou. — Apenas me referi à sua época de nascimento. Pelo que vejo ainda é um patriota. — Garrett fuzilou ele com o olhar. — Indaguemos a nossas testemunhas. Ouçamos seus pensamentos antes de tomarmos nossa decisão. Digam-nos amigos. — Ele lançou um olhar as testemunhas. — O que pensam de tudo isso? Posso lhes garantir que a criança não é o que temíamos. Assumimos o risco e deixamos a criança viver? Colocamos nosso mundo em perigo para preservar essa família intacta? Ou o sincero Garrett tem razão? Vocês se unirão a eles numa luta contra nossa súbita busca de dominação?Uma mulher de cabelos pretos olhou para o loiro ao seu lado.— Essas são nossas únicas opções? — Ela perguntou para Aro. — Concordar com vocês ou lutar contra vocês? — É claro que não minha encantadora Makenna. Você pode ir em paz é claro como fez Amun mesmo que discorde da decisão do conselho deliberativo. — Makkena lançou um olhar para seu parceiro e assentiu.— Não viemos para lutar. — Ela falou. — Estamos aqui para testemunhar. E nosso testemunho é que esta família condenada é inocente. Tudo o que Garrett afirmou é a verdade. — Ah! — Aro falou. — Lamento que nos veja dessa maneira. Mas essa é a natureza do nosso trabalho. — Não é o que vejo, mas o que sinto. — O parceiro de Makkena falou depois lançou um olhar para Garrett. — Garrett disse que eles têm formas de identificar mentiras. Eu também sei quando estou ouvindo a verdade e quando não estou. — Ele se aproximou de Makkena.— Não tenha medo de nós amigo Charles. Não há dúvida de que o patriota acredita de fato no que diz. — Aro riu e Charles estreitou os olhos.— Este é nosso testemunho. — Makkena falou. — Agora vamos partir. Makkena e Charles recuaram lentamente ate que viraram de costas e sumiram. E então um por um começaram a se afastar. Ficaram 37 testemunhas ainda do lado deles.Aro foi para a sua guarda.— Somos em menor número meus queridos. — Aro falou. — Não podemos esperar ajuda externa. Devemos deixar esta questão sem uma solução para nos salvar? — Não mestre. — Eles falaram.— A proteção de nosso mundo vale a possível perda de alguns de nós? — Sim. Não temos medo. — Aro sorriu e virou para os companheiros de mantos negros.— Irmãos há muito o que considerar aqui. — Deliberemos. — Caius falou.— Deliberemos. — Marcus falou.Eles deram as mãos formando um triangulo.Mais duas testemunhas deles foram embora.— Lembra o que eu disse a você? — Bella perguntou para Nessie que encheu os olhos de lagrimas, mas assentiu.— Eu amo você. — Ela sussurrou.— Eu também amo você. — Bella falou tocando o medalhão no pescoço dela. — Mais do que minha própria vida. — Bella se aproximou de Jacob. — Espere até que eles estejam totalmente distraídos depois corra com ela. Vá para o lugar mais longe daqui possível. Quando estiver o mais distante que conseguir a pé ela terá aquilo de que vocês precisam para continuar por ar. Nessie foi para o colo de Edward.Will se aproxmou e passou o braço pelos meus ombros com Calleb ao seu lado.— Não posso suportar te perder. — Will murmurou. — Perder vocês. — Ele abraçou Calleb.— Não há esperanças então? — Carlisle sussurrou.— Há esperança definitivamente. — Bella murmurou. — Só sei de meu próprio destino. Esme junto de Camille e Sarah foram para o lado de Carlisle.E então eles começaram a se despedir.— Se sobrevivermos a isso eu a seguirei a qualquer lugar mulher. — Garrett sussurrou para Kate.— Agora é que ele me diz isso. — Ela falou.Todos estavam se despedindo. A raiva estava tomando conta de mim. Era a minha familia. Ela estava sendo ameaçada. Estendi a mão para Bella e a peguei. Juntas ela era mais forte.— Preparem-se. — Bella sussurrou. — Está começando.— Chelsea está tentando romper nossos laços. — Edward sussurrou. — Mas não consegue encontrá-los. Ela não consegue nos sentir aqui... — Ele lançou um olhar para Bella. — Você está fazendo isso?— Estou cobrindo todos com a ajuda de Lizz.— Carlisle? Você está bem? — Edward perguntou.— Sim. Por quê? — Jane.— Posso atacar? — Calleb perguntou.— É melhor ficar so na defesa por enquanto. — Falei.— Incrível. — Edward falou para o escudo de Bella.— Por que não estão esperando a decisão? — Tanya perguntou.— Procedimento normal. — Edward respondeu. — Em geral eles incapacitam os que estão em julgamento para que não possam fugir. Bella mostrou os dentes para Jane que rosnou, Alec segurou seu braço. Os Romenos começaram a rir.— Eu lhe disse que essa era a nossa hora. — Vladimir falou.— Olhe só a cara da bruxa. — Stefan falou rindo.Alec passou a mão no ombro da irmã depois se virou para nós.— Você está bem? — Bella perguntou para Edward.— Sim.— Alec está tentando? — Edward assentiu. — Seu dom é mais lento que o de Jane. Arrasta-se. Vai nos tocar daqui a alguns segundos.
Um estrondo baixo no chão e um vento soprou a neve. Benjamin tinha feito isso, mas a nevoa continuava vindo. Calleb se lançou para frente fazendo a nevoa recuar de volta ao Alec. Os anciões se separaram quando a terra embaixo deles se abriu.— Então vamos a julgamente mesmo? — Gritei indo a frente e saindo do escudo de Bella.— Antes de votarmos. — Aro falou. — Permitam-me lembrá-los de que qualquer que seja a decisão do conselho não há necessidade de violência. — Edward rosnou uma risada. — Será um desperdício lamentável para nossa espécie perder qualquer um de vocês. Mas você especialmente jovem Edward e sua parceira recém-criada. Os Volturi ficariam felizes em receber muitos de vocês em nossas fileiras. Bella, Benjamin, Zafrina, Kate. Há muitas opções diante de vocês. Considerem-nas. — Ninguem falou nada. — Minha querida filha. Ficarei muito feliz se juntar-se a mim junto de seu marido.— Eu prefiro a morte. — Falei.— Sendo assim, vamos votar.— A criança representa o desconhecido. — Caius falou. — Não há motivo para permitir que um risco desses continue a existir. Ela deve ser destruída junto com todos que a protegem. — Ele sorriu.— Não vejo nenhum perigo imediato. — Marcus falou. — Por ora a criança é suficientemente segura. Podemos reavaliar depois. Vamos embora em paz.— Cabe a mim o voto de Minerva ao que parece. — Aro falou.— Sim. — Edward falou. — Aro?— Sim Edward? Há mais alguma coisa? — Talvez. Primeiro posso esclarecer uma questão? — Certamente.— O perigo que você prevê vindo de minha filha... Ele tem origem inteiramente em sua incapacidade de deduzir como ela se desenvolverá? É esse o xis da questão? — Sim amigo Edward. Se pudéssemos ter certeza de que enquanto cresce ela será capaz de permanecer escondida do mundo humano... De não colocar em risco a segurança de nossa obscuridade... — Ele deu de ombros.— Então se pudéssemos ter certeza exatamente do que ela se tornará... Então não haveria nem necessidade de um conselho deliberativo? — Se houvesse alguma maneira de estar absolutamente certo. — Aro falou. — Então sim não haveria o que debater. — E poderíamos nos despedir em paz como bons amigos novamente?— É claro meu jovem amigo. Nada me agradaria mais. — Edward riu.— Então tenho algo mais a oferecer. — Aro estreitou os olhos.— Ela é absolutamente única. Seu futuro só pode ser conjecturado. — Não absolutamente única. — Edward falou. — Rara certamente, mas não única. Aro poderia pedir a Jane que pare de atacar minha esposa? Ainda estamos discutindo as provas. — Aro ergueu a mão.— Paz meus queridos. Vamos ouvi-lo. — Jane mostrou os dentes.— Por que não se junta a nós, Alice? — Edward falou.— Alice. — Esme sussurrou. — Alice! — Alice. — Aro sussurrou.Alice apareceu correndo com Jasper atras dela. Logo depois vieram Kachiri e mais duas pessoas. Uma vampira e um mestiço. Um mestiço igual a Nessie. Alice saltou e pousando ao lado de Edward. Isso mostrou a guarda Volturi que o escudo de Bella era so mental.Ela e os outros passaram pelos escudo. Eu os segui rapidamente sabendo que eles estavam prontos para atacar.— Alice procurou sua própria testemunha nas últimas semanas. — Edward falou. — E não voltou de mãos vazias. Alice por que não apresenta as testemunhas que trouxe? — Caius rosnou. — Já passou a hora das testemunhas! Dê seu voto Aro! — Aro ergueu um dedo para silencia-lo.— Estes são Huilen e seu sobrinho Nahuel. — Fale Huilen. — Aro falou. — Dê-nos o testemunho que foi trazida aqui para dar. — Ela lançou um olhar para Alice que assentiu e Kachiri colocou a mão em seu ombros.— Meu nome é Huilen. Há um século e meio eu vivia com meu povo os mapuches. Minha irmã chamava-se Pire. Nossos pais a batizaram com o nome da neve nas montanhas por causa de sua pele clara. E ela era muito bonita... Bonita demais. Um dia ela me falou em segredo do anjo que encontrou no bosque e que a visitava à noite. Eu a adverti. — Ela balançou a cabeça. — Como se os hematomas em sua pele não fossem advertências suficientes. Eu sabia que era o lobisomem de nossas lendas, mas ela não me deu ouvidos. Estava enfeitiçada. “Ela me contou quando teve certeza de que o filho de seu anjo sombrio estava crescendo dentro dela. Eu não tentei dissuadi-la de seu plano de fugir... Eu sabia que até nosso pai e nossa mãe concordariam que a criança fosse destruída e Pire com ela. Fui com ela para as partes mais escondidas da floresta. Ela procurou seu anjo-demônio, mas não encontrou nada. Eu cuidei dela, caçava para ela quando suas forças lhe faltaram. Ela comia animais crus, bebia seu sangue. Eu não precisava de mais confirmação do que ela carregava no útero. Eu tinha esperanças de salvá-la antes de matar o monstro. “Mas ela amava o filho que trazia no ventre. E o chamava de Nahuel, um felino da selva, quando ele ficou forte e começou a quebrar seus ossos. Mas ainda assim ela o amava. Não pude salvá-la. A criança veio à luz rasgando-a e ela morreu rapidamente implorando que eu cuidasse de Nahuel. Seu desejo de moribunda... E eu concordei. Mas ele me mordeu quando tentei erguê-lo de sobre o corpo dela. Eu me arrastei pela selva para morrer. Não fui muito longe a dor era demasiada. Ele me encontrou, a criança recém-nascida se arrastou pela vegetação rasteira até o meu lado e me esperou. Quando a dor passou, ele estava enroscado encostado ao meu corpo dormindo. Cuidei dele até que foi capaz de caçar sozinho. Caçamos nas aldeias em volta de nossa floresta sempre sozinhos. Nunca nos afastamos tanto de nosso lar, mas Nahuel queria ver a criança daqui. — Nahuel você tem 150 anos? — Aro perguntou.— Uma década a mais ou a menos. — Nanhuel respondeu. — Não contamos. — E com quantos anos chegou à maturidade? — Cerca de sete anos após o meu nascimento, mais ou menos eu já era adulto. — Não mudou desde então? — Nahuel deu de ombros. — Não que eu tenha percebido. — E sua dieta?— Principalmente sangue, mas como um pouco de alimento humano. Posso sobreviver com os dois. — Você foi capaz de criar uma imortal?— Sim, mas as outras não podem. — As outras? — Minhas irmãs. — Nanhuel deu de ombros.— Talvez possa nos contar o resto de sua história uma vez que parece haver mais. — Nahuel franziu a testa. — Meu pai me procurou alguns anos depois da morte de minha mãe. Ele ficou feliz ao me encontrar. Ele tinha duas filhas, mas nenhum filho homem. Esperava que eu me juntasse a ele como minhas irmãs. Ficou surpreso que eu não estivesse só. Minhas irmãs não eram venenosas, mas se isso se deve ao gênero ou ao acaso... Quem sabe? Eu já tinha minha família com Huilen e não estava interessado em mudar. Eu o vejo de tempos em tempos. E tenho uma nova irmã que chegou à maturidade há uns dez anos. — O nome de seu pai? — Caius perguntou.— Joham. Ele se considera um cientista. Acha que está criando uma nova super-raça.Caius lançou um olhar para Bella.— Sua filha ela é venenosa?— Não. — Bella respondeu e Caius grunhiu.— Vamos cuidar da aberração daqui depois seguiremos para o sul. — Caius falou.— Vai querer mesmo entrar em um embate Caius? — Perguntei parando na sua frente.— Eles são aberrações! Assim como você! — Ele gritou.Will rosnou assim como Jasper e outros que não vi.Eu sorri.— Não. Você ainda não viu nada. — Sorri. — Eu trouxe amigos. Amigos dos quais vão fazer você voltar para o Castelo correndo. E morrendo de medo.Nessa hora dois portais se abriram e começaram a aparecer. Primeiro meus tios um de cada portal seguido por suas filhas e então por seus bandos. Luke voou para o ceus em sua forma de vampiro. E Luke rosnou mostrando as garras e dentes. Como ele era o primeiro podia se transformar durante o dia.Notei que os Volturi recuaram um pouco.— Se vocês escolherem a guerra. — Falei. — Vocês terão a guerra de suas vidas. E ao anoitecer terão outras três pessoas sentadas naqueles tronos.— Você se juntou...— Aos filhos da Lua? — Perguntei. — Sim. Mark é o meu tio. Sangue do meu sangue. Inclusive você é descendente dele. Todos vocês são. Vampiro e Lobisomem. Todos compartilham o mesmo sangue. O mesmo DNA. Todos descentes de nós. — Me virei para Aro. — Seus guardas começaram a atacar e agora é a minha vez.Lancei um olhar para Chelsea que arregalou os olhos. Ela era o que mantinha o Cla Volturi unido.— Mestre. — Ela choramingou e logo notei alguns guardas começando a ficar confusos.— Mostre a ele Alice! — Debloqueei a visão de Alice em relação a nós. — Mostre a Aro o futuro dele!
Alice sorriu e Luke abriu caminho para a baixinha. Ela estendeu a mão para Aro que a segurou. Seus olhos se arregalaram. Com um movimento de mão coloquei Alice e os outros para tras formando uma barreira entre eles e nós.— Lizzie? — Will gritou de tras.— Eles não vão se meter nisso. Isso aqui começa com nós e vocês. E vai terminar aqui. Ajudei a matar Lucille. Não vai ser ruim matar meu pai. — Falei sorrindo. — Tem um segundo Aro. — O encarei mesmo notando que alguns Volturi estavam confusos. — Fale seu voto.Luke pousou no chão ao meu lado. Se ele votasse pelo "não". A guerra começaria e acabaria com nós.— Não parece haver perigo. — Aro falou depois de um tempo me observando. — Esta é uma evolução incomum, mas não vejo ameaça. Estes semivampiros são muito semelhantes a nós ao que parece. — Este é o seu voto? — Caius perguntou. — Depois de tudo isso?— Sim. — Caius fechou a cara e eu sorri cruzando os braços.— E esse Joham? O imortal tão adepto da experimentação? — Talvez devamos falar com ele.— Detenham Joham se quiserem. — Nanhuel falou. — Mas deixem minhas irmãs em paz. Elas são inocentes. — Aro assentiu.— Caius? — Ele me encarou furioso. — Eu queria fazer isso com você, mas você nunca teria medo de mim se fosse o primeiro.Lancei um olhar para um Volturi qualquer e ele se desmanchou depois de gritar, seus pedaços pegaram fogo.— Meus caros. — Aro falou. — Não lutaremos hoje. — E nem nunca. — Mark respondeu.— Deixem essas pessoas em paz. — Luke falou.— Por que do contrario. — Mark resmungou.— Vocês vão desejar uma morte rapida. — Luke completou ameaçando.E então um por um por um eles foram recuando e indo embora. Lancei um olhar para Alec que mantinha um olhar em Sarah.Aro estendeu as mãos na direção de Carlisle.— Fico feliz que tenhamos podido resolver tudo sem violência. — Ele falou. — Meu amigo Carlisle... Que satisfação poder chamá-lo de amigo de novo! Espero que não haja ressentimentos. Sei que entende o fardo severo que o dever coloca em nossos ombros. — Vá em paz Aro. — Carlisle falou. — Lembre-se por favor de que ainda temos nosso anonimato a proteger e evite que sua guarda cace nesta região. — É claro Carlisle. Lamento ser alvo de sua desaprovação meu querido amigo. Talvez com o tempo você vá me perdoar. — Talvez com o tempo se você provar que é nosso amigo de novo. — Aro recuou com a cabeça baixa.— Alec? — Falei e o vampiro me encarou. — Escolha o lado certo. O que você queira de verdade.Ainda controlando o dom de Chelsea que tentava sair do lugar, mas eu a tinha paralisado no mesmo. Alec encarou cada Volturi. Ate sua irmã depois suspirou e deu um passo a frente vindo para o meu lado.— Irmão? — Jane chamou incredula.— Isso não é tecnicamente uma vida, irmã. — Ele resondeu. — Nos vemos de tempos em tempos.Jane rosnou antes de sumir com os outros vampiros. Ate que não restou mais nenhum vampiro.— Acabou mesmo? — Bella perguntou para Edward enquanto eu me lançava para abraçar Alice.— Sim. Eles desistiram. Como todos os valentões eles são covardes por baixo da arrogância. — Edward riu. — Nada como ter uma carta na manga.— Ou duas. — Falei encarando Alice que riu.— Mas que falta de sorte. — Stefan falou antes de sumir com Vladimir.Abracei Alec.— Seja Bem-vindo a familia. — Ele me encarou confuso e mau humorado.— Como você conseguiu?— Eu o fiz escolher o seu desejo mais intimo. Você odiava estar na guarda. — Ele bufou, mas sorriu um pouquinho. — Você pode escolher ficar com os Cullen, mas tem que virar vegetariano. Ou seguir com Luke, mas tera que conviver com os filhos da Lua.— Que grande escolhas eu tenho.— Qualquer uma delas te deixara livre para fazer o que quiser da sua vida. — Falei antes de me afastar.— É sério, gente. — Edward falou. — Eles não vão voltar. Todo mundo pode relaxar agora. Todos começaram a gritar e comemorar. Os lobos começaram a uivar. Lancei um olhar para a minha familia de coração depois encarei minha familia de sangue. Eu não poderia estar mais feliz. Me joguei em Will que ergueu meu corpo do chão.O beijei com tanta vontade e saudade.— Apesar de tudo. Eu ainda estou bravo com você. — Will sussurrou e eu sorri.— Eu acredito. — Voltei a beija-lo.
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