Imagine - stray kids

66 🐹. Han Jisung 💥🔥🔞 (SURTO)


Notas iniciais
Olá amores! Para quem se pergunta porque eu sempre coloco os avisos mesmo eles sendo praticamente os mesmos a resposta é: Nem todo mundo lê todos os capítulos, lendo apenas os do (s) seu (s) membro (s) favorito (s) então isso se faz necessário okay? Okay! E veio aí mais att. para o "PROJETO: ONE SHOT SURTOS" e dessa vez com o Han Jisung... E esse é literalmente o maior surto de todos (está extenso e viajado kkk). Eu espero que curtam. Contém: Insinuação, provocação descarada (da personagem), pegação, e dessa vez em um cenário um tanto inusitado (eu acho), tem dirty talk. E nesse fiz três cenas +18. (fé para nós). Preciso ressaltar aqui que não tenho o menor conhecimento do cenário apresentado, nesse capítulo no caso, eu não sei como as coisas funcionam de verdade nesse cenário na vida real e sinceramente nem quero rs. Só tenho a noção das coisas que já consumi, como livros, filmes, séries e conversas por aí então nada do que foi trazido aqui tem ligação com a realidade okay? E já sabe, se não curte, não lê e a vida fica boa pra todo mundo. 🥰 Lembrando que tirando a introdução, toas as partes em destaque (negrito, itálico e aspas) se referem ao ponto de vista do Han Jisung. Avisos: ⚠️Sem insinuações em relação ao idol referido e sua vida real, ele é só um personagem aqui e não um membro de um grupo de K-POP certo? E sem intuito algum de ofender tanto a ele quanto aos leitores (eu amo vocês e vocês já sabem disso). Isso não é a vida real!⚠️ Avisos: ⚠️É SURTO bem surtado

Policial x Criminosa – Um amor antigo.



“Enquanto adolescentes eles estudaram juntos, eles se gostavam, mas nunca se declararam um para o outro e com a vida acontecendo a todo tempo e de todas as formas um belo dia, o mesmo em que o Han Jisung decidiu finalmente se declarar ao seu primeiro amor, a Jo Violet simplesmente não apareceu na escola e com meses de sumiço depois ele se convenceu de que ela sumira para sempre de sua vida.

Aquilo o deixou em pedaços e ele jurou que, se a reencontrasse, ele não a deixaria mais escapar...

Acontece que a vida tem dessas de nos provar o tempo todo, e com anos depois de toda aquela história, hoje o policial Han Jisung está no encalço de uma gangue perigosíssima e qualquer membro que ele conseguir capturar ele levará direto a penitenciária de segurança máxima de Seul.

Aquela noite em questão era só mais uma ronda comum para o Han, ele jamais imaginaria que a gangue estaria em uma ação exatamente no seu local de vigília noturna e assim que ele notou algo suspeito, ele entrou em ação.

Acontece que quando ele viu a tatuagem na nuca da pessoa que ele iria prender, ele automaticamente sorriu, era sua noite de sorte e o Lobo dourado dentro do círculo noturno era o símbolo da gangue que ele avidamente caçava, os Nyx Aurum.

Porém, aquele corpo estava muito curvilíneo para seu gosto e, quando ele deu voz de prisão, já a algemando e a virando para si enquanto dizia: “Você está presa, e tem o direito de permanecer calada...” Sua voz falhou e ele reconheceu imediatamente aquele rosto, era o rosto que batia com as descrições da própria Nyx da gangue, porém algo ali não estava certo, por que a Nyx tinha o mesmo rosto da sua amada Violet?

O Han havia chamado reforços, então aquela conversa entre eles não teve tempo de acontecer, ele estava frustrado e ela fora levada ao Instituto Penitenciário de Segurança Máxima Central Feminino de Seul e daqui para frente ela enfrentaria todas as suas consequências de sua vida de crimes hediondos.

Já para a Violet ver o Han a capturando foi um enorme infortúnio, sim, mas não uma grande surpresa, já que ela nunca perdeu o paradeiro do seu primeiro amor de vista.

Aquela missão era para ser rápida e silenciosa, mas acabou se tornando seu maior descontentamento e agora ela estava em uma cela compartilhada com outras quatro detentas, todas tão perigosas quanto a Nyx, mas nenhuma delas sabia de onde ela havia vindo e as especulações já acometiam todo o presídio.

Uma das mulheres na cela, a que parecia estar ali há mais tempo, veio até a Nyx com um sorriso malandro no rosto, olhando-a de cima a baixo enquanto dizia:

— “Olha só, meninas, temos um novo brinquedinho para nós, hum? Vamos brincar a noite toda com essa aqui, hein? O que acha seu pedacinho de lixo?”.

Aquela detenta claramente não conhecia a fama da prisioneira novata, senão jamais teria feito aquilo.

As outras mulheres riam, parecendo hienas desgovernadas, e o som delas ecoou pela cela, como se a novata fosse apenas mais uma presa fácil.

Ela então se aproximou, sua mão levantando lentamente até o rosto dela, antes que a mesma pudesse reagir, dando leves puxões em seus cabelos.

— “De onde você veio, coisinha linda? Vamos, me diga!”


[...]


Eu sorri de lado e em um único movimento torci a mão daquela vadia, a prendendo de costas para mim, a puxei pelos cabelos, a machucando para valer e, pelo reflexo do pequeno espelho na cela, eu pude notar seu semblante de pavor, então encarei as demais e falei em um tom quase alucinado.

— A próxima que me tocar morre.

A detenta em minha mão gritou de dor, suas unhas tentaram me arranhar, mas sem sucesso, e ela se debatia em um esforço desesperado para se libertar de meu aperto. As outras prisioneiras ficaram em silêncio, assustadas por minha rápida reação tão impetuosa.

A porta da cela se abriu de repente e dois guardas penitenciários entraram, suas expressões severas demonstrando que eles haviam ouvido o tumulto. Eles olharam para a cena com olhos impassíveis, avaliando a situação, e eu encarei os guardas com um semblante sério e entediado.

Os guardas penitenciários trocaram um olhar rápido entre si, notando minha atitude desafiadora e a forma como eu segurava a detenta presa a mim. Eu pensei que seria retalhada, mas ao contrário disso, eles se encaminharam em minha direção lentamente.

Um deles segurou meu braço com firmeza, me fazendo soltar a outra, e o outro foi checar a mulher que havia me atacado, mas que agora permanecia quieta e subjugada no chão.

— Precisamos falar com você. — O guarda mais próximo a mim disse com a voz calma, mas carregada de autoridade. — E vai ser agora mesmo.

— Posso andar sem que encoste em mim, sabia?

Falei friamente, me soltando do guarda e caminhando ao seu lado.

O guarda soltou meu braço a contra gosto, e eu pude sentir o olhar dele me seguindo enquanto eu acompanhava o outro guarda até a saída da cela.


A passagem pelos corredores da prisão foi estranha, todas as detentas que me viam passar me encaravam tendo reações distintas, algumas com medo, outras com admiração e outras carregando um ressentimento palpável.

Essas com certeza desejavam ser eu só para estar ao lado dos meus comparsas, que preciso dizer eram uns gostosos do caralho.

Chegamos a uma sala pequena e sem janela alguma, apenas uma mesa e algumas cadeiras. As paredes eram completamente manchadas, sujas de sangue e frias, dando a impressão de que muitas detentas haviam passado por ali e passaram por bons bocados nas mãos desses nojentos.

Eu teria que pensar em algo para envolvê-los e ganhar tempo ou então eu seria a próxima.

Então eu entrei em ação.

Olhei tudo em minha volta e sorri desdenhosa.

— Que porra de lugar é esse? Minha nova casa?

O guarda que me acompanhara até o interior da sala trancou a porta atrás de si e falou com seriedade.

— Sente-se.

Sem mais palavras vindas dele, eu me sentei numa das cadeiras ali de forma aleatória, encarando o guarda, mas mantendo um ar despreocupado, apenas esperando e pensando no que eles fariam comigo, mas como eu tinha que entrar na mente deles, fiz algo o mais depressa que pude.

— É agora que vocês enviam um anjo para minha falsa salvação, ou um demônio para me punir? — Falei maliciosa. — Sabe que eu estava louca por isso?

O guarda se apoiou na parede, enquanto o outro destrancou a porta e entrou com pastas na mão, colocando-as sobre a mesa, pegando uma e começando a folhear uma série de documentos.

Um puta clima de merda — pensei.

— Estamos cientes de que você pertence à Nyx Aurum.

O guarda com os documentos disse, sem me encarar ou perder o tom de seriedade.

— Que bom... Seria uma decepção e tanto se não soubessem.

Falei ainda mais desdenhosa, tentando reconhecer aqueles guardas e na esperança de que quem eu realmente queria ver aparecesse...

O guarda que folheava os documentos me encarou finalmente, seus olhos avaliando o meu rosto minuciosamente, antes de enfim falar.

— Estamos informados de que você é uma das mulheres mais poderosas da Gangue, possivelmente uma das líderes. Essa informação está correta?

Ver que eles poderiam saber demais sobre mim me deixou nervosa.

— Sinceramente? Vão se foder... Que merda está acontecendo?

O guarda deu um suspiro, aparentemente tentando conter sua irritação perante minha atitude rebelde.

— Não estamos aqui para brincar, entendeu? Temos uma investigação em andamento sobre sua gangue, então você vai colaborar, quer goste disso ou não.

Encontrei uma brecha para entrar na mente daquele otário e então só segui meu plano, sorrindo como louca para ele.

— Vou colaborar? Hahaha, você tem certeza, bonitão?

Ele deu um passo em minha direção, apoiou as mãos na mesa e abaixou-se, encarando-me nos olhos.

— Não temos tempo para os seus joguinhos, garota. Suas opções no momento são colaborar ou cumprir a sua sentença severa.

— Ah, claro, até porque, se eu colaborar, vocês vão me libertar, eu suponho?

Respondi na mesma hora, sem deixar de o encarar, e ele soltou uma risada sarcástica, enquanto o outro ainda observava silenciosamente.

— Libertar? Claro, até porque somos muito benevolentes com criminosos filhas da puta que nem você, não é? — Ele disse com um tom irônico. — Se você colaborar, talvez possamos considerar uma redução de pena e nada além disso querida.

Zero novidades aqui, então segui o provocando.

— Me diz? Qual o seu nome, coisa linda?

O guarda pareceu titubear um pouco, ficando desconcertado com a pergunta inesperada.

— Por que você quer saber o meu nome, vadiazinha? — Ele me encarou com um olhar desconfiado, mas ainda assim respondeu: — Meu nome é Seo Changbin, e você me deve respostas.

— Relaxa, policial Seo, eu não vou fazer nada com você... mas se você quer mesmo que eu colabore, me traga quem me prendeu aqui... quero falar com o Han Jisung... e só ele vai obter minhas respostas.

O policial Seo ficou me encarando com uma expressão confusa.

— Por que você quer falar com ele?

Perguntou, parecendo realmente interessado em saber a razão.

— Ele me deve uma visita... me colocou aqui, e se vou morrer nesse lugar de merda, então quero falar com o responsável pela minha real sentença.

Seo Changbin ficou em silêncio por um momento, parecendo em conflito, antes de finalmente falar.

— Eu não sei se isso é possível...

Ele disse mesmo sabendo que as ordens eram me dar tudo o que eu pedisse para que eu abrisse a boca, tudo, menos a liberdade é claro, fato que eu também conhecia, pois era sempre assim quando eles pegavam peixe grande, mas era perceptível pelo olhar do policial Seo, que ele não acreditava que eu tivesse bons motivos para falar com Han Jisung.

— Ah, Seo Changbin, não seja tão carrasco... esse é apenas o último desejo de uma condenada e você vai negar?

Fiz um biquinho para ele que nitidamente decidia se me torturaria ou não.

Então ele soltou um suspiro, parecendo ainda indeciso, antes de finalmente ceder.

— Vou ver o que posso fazer, okay? Mas não se anime, eu não garanto que ele vá concordar em falar com você, mas vou tentar, quero ver que merda você está tramando.

— Ah, ele vai querer... — falei baixinho e o policial me encarou.

— O que disse?

Eu sorri, passando a língua pelos meus lábios e desconversei rapidamente.

— Obrigada, coisa gostosa! Vou esperar, ansiosa.

O Seo pareceu um pouco surpreso e encabulado com o elogio, mas tentou manter a compostura.

— Hmm... não se acostume com isso, você não é nada de mais por aqui.

Ele tentou responder com seriedade, mas era notável um leve rubor em suas bochechas.

Eu sorri ainda mais, pois eu sabia que era atraente e que causava coisas nos homens, principalmente os com fardas loucos para subjugar mulheres que eles consideram passíveis de punição e agora, eu estava apenas esperando que eles me trouxessem quem eu realmente queria ver.

Os dois guardas saíram da sala, me deixando só por uns instantes, e em seguida o Seo voltou para me dar notícias.

— Eu consegui. — Ele me olhou com cautela — O policial Han concordou em falar com você, mas apenas por cinco minutos.

Fiz um biquinho fingido.

— Ah, só isso? Ele me odeia tanto assim, policial Seo?

O Seo Changbin soltou um riso leve, parecendo se divertir com a minha reação.

— Não tome isso como um insulto pessoal. Ele é assim com todo mundo. — Explicou, enquanto olhava para o relógio. — Ele chegará daqui a alguns minutos, então você vai ter o que quer.

Sorri largo.

— Quero ficar sozinha com ele.

Falei séria e o policial ali comigo pareceu um pouco surpreso com o meu pedido, mas depois de uma breve discussão interna, ele concordou com a cabeça.

— Porém... — Ele acrescentou, me olhando com desconfiança. — Vou ficar monitorando tudo através da câmera. No minuto em que perceber algo estranho, vou entrar.

Mordi meu lábio inferior e sorri animada, o deixando confuso.

— Aaahh isso é perfeito, Seo Changbin. — Fui bem perto dele e sussurrei em seu ouvido. — Olhe bem e aproveite o show, aposto que você é um voyeur de respeito.

Pela sua reação, eu consegui o que queria por hora, o policial Seo ficou corado, um pouco desconcertado com a minha aproximação repentina.

Ele se afastou um pouco e tentou recuperar a compostura.

— Eu vou apenas fazer meu trabalho, não se preocupe. — Ele respondeu, desviando o olhar e tomando cuidado para não encarar diretamente meus lábios enquanto saia da sala, me deixando ali sozinha.

— Vou sentir sua falta, gostosão!

E ele se foi.


[...]


Alguns minutos depois, a porta da sala se abriu e o Han Jisung entrou, sua presença imediatamente preenchendo todo o espaço da pequena sala e meu coração acelerou com um milhão de lembranças que eu tinha dele da época da escola, mas soquei todas elas no meu rabo e me concentrei, eu só teria essa chance e não iria desperdiçar.

Ele se fechou a porta atrás de si, e seu olhar frio e sério pousou sobre mim.

— Sras. e Srs., com vocês o último desejo de uma condenada... Han Jisung! — Falei em um tom travesso e o encarei. — Oi, Jisung, que bom que veio me ver.

Ele me encarou por um momento, seus olhos frios não demonstravam nenhuma emoção, o que me fez pensar se ele lembrava mesmo de mim ou se só era muito bom em disfarçar.


“Assim que pus meus olhos nela, perdi todas as dúvidas que eu tinha, era a minha Violet e, como uma brincadeira macabra do destino, eu realmente não a deixei escapar, mas não do jeito que eu pretendia.”


— O que você quer? — Perguntei em um tom seco, enquanto me apoiava na borda da mesa que nos separava.

“Eu não ia deixar que ela notasse meu nervosismo”.


Eu sorri e mordi meu lábio com certa luxúria, o encarando.

— Bom, como você só me deu cinco minutos... — Fui até ele e rocei meu corpo no seu, indo até seu ouvido e falando com um tom muito envolvente. — Eu quero você coisa gostosa... então se tem um interrogatório que eu precise mesmo responder eu quero que seja você me interrogando, caso contrário você tem cinco minutos para me levar a um orgasmo gostoso e pode me matar em seguida por que da minha boquinha não vai sair nada para nenhum outro policial.

Falei e esperei a reação dele.


“Eu fiquei imóvel, minhas bochechas ficaram um pouco coradas com a audácia da aproximação dela e eu pensei em quantas vezes eu não havia a desejado assim na época escolar. Eu estava odiando tê-la reencontrado dessa forma, mas, ao mesmo tempo, eu sabia que eu ainda a amava.”


Eu tentei notar qualquer reação dele, no entanto, ele não demonstrou nada, mesmo comigo sussurrando em seu ouvido. Ele tentou manter a seriedade, porém, se não foi apenas impressão minha, pude perceber um leve estremecimento em seu corpo, enquanto eu me apertava contra ele.

Ele me encarou, seus olhos ainda frios, porém agora mais escuros devido à minha provocação.

— Que merda você está fazendo? Vá se sentar longe de mim.

Eu não me afastei, muito pelo contrário, eu sabia que eu chegaria fundo nele, então apenas segui ali, então sorri largamente...

— Então, o que vai ser? Você vai me interrogar e vamos transar gostoso toda vez que nos encontrarmos nessa salinha vagabunda, ou você vai me comer agora e me matar em seguida?


“Eu engoli em seco, que maldita tentação ela havia se tornado... Precisei lutar contra as minhas próprias emoções, meu autocontrole indo para o saco e eu me senti contorcer enquanto ela se esfregava contra mim. Pensei por um instante se ela também me reconhecia, mas afastei essa merda de pensamento.”


Ele me encarou com um olhar quase que faminto, antes de finalmente responder.

— Eu vou te interrogar. — Ele disse com a sua voz rouca e cheia de desejo reprimido. — E quando acabarmos com isso, eu vou satisfazer cada um dos seus desejos, mas também dos meus, entendeu?

Vitória!

Eu sorri, mostrando a ele como me sentia vitoriosa. Aquilo era exatamente tudo que eu queria dar para esse maldito gostoso e conseguir me manter viva por mais tempo.

Pelo menos uma última noite de sexo quente eu teria com o meu primeiro amor.

— Ótimo, minha delicinha... se quiser, podemos começar com as perguntas... E a cada resposta certa, tiramos uma peça de roupa, o que me diz?

Falei apenas para o provocar e, pelo olhar que ele me lançou, funcionou.


“Tive que prender a respiração, eu estava claramente em conflito entre meu desejo e meu dever, eu precisava manter o controle da situação, pois mesmo que eu fosse ter ela no final de tudo, eu precisava de respostas ou meus superiores viriam com retaliação. Tentei me concentrar e a encarei intensamente. Foi uma boa ideia? Não sei, porque agora estou sentindo meu corpo queimar. Mesmo com aquele uniforme de presidiária cobrindo seu corpo, ela ainda conseguia ser gostosa pra caralho.”


Ele me encarou com aqueles olhos escuros e acenou com a cabeça em concordância.

— Perguntas e respostas, se atente a isso, e chega de gracinhas Nyx.

Ele concordou, tentando manter a voz firme. Mas eu podia perceber a excitação em sua voz, uma vontade mal reprimida.

Eu sorri largo o encarando na mesma intensidade, sabendo que finalmente eu iria conseguir o que queria.

Sai de perto dele enfim e me sentei toda aberta na cadeira, o encarando com luxúria no olhar.

— Pode começar, meu amor...

Ele, ainda tentando manter sua pose, se afastou da mesa e andou em minha direção. Eu podia ver claramente a forma como seus olhos percorriam meu corpo, repleto do seu desejo que ele mal sabia esconder, ele sempre foi transparente e eu amava isso nele.

Ele se sentou na cadeira de frente para mim, apoiou suas mãos sobre suas pernas e me encarou, como se fosse um predador checando sua presa.

— Todas as suas respostas deverão ser verdadeiras... — Ele começou, sua voz ainda controlada apesar do desejo emanando em suas palavras que saiam em um tom quase rouco. — Não quero gracinhas, você não está em condições para isso.

— Siiim... aaahh eu darei toda a minha verdade para você, policial Han.

Falei em um gemido só para o provocar enquanto passava a mão pelo meu seio, chamando a atenção dele de propósito para o local.


“Eu desviei o olhar por um momento, tentando recuperar o controle de minhas emoções. Mas eu sabia que era visível a dificuldade que eu estava tendo para me manter indiferente às provocações dela. — A filha da puta virou uma vadia sedenta? — Pensei em desespero. — Por que você não é apenas a minha vadia sedenta Violet? Que inferno! — Segui pensando e respirei fundo, voltando a encará-la”.


Notei seus olhos agora mais escuros que nunca. A verdade é que eu estava louca por ele, mas eu tinha que manter certa pose.


— Eu vou fazer uma série de perguntas e você responderá a todas, uma por uma.

Ele falou, sua voz ainda controlada, mas levando também um tom que não largava a sua rouquidão.

— Por favor, pode perguntar, vou ser extremamente solícita com o meu algoz.

Notei que minhas palavras causaram certa dor nele, mas ele apenas me ignorou.


“Limpei a garganta, eu sabia a merda em que ela estava metida e sim, eu a coloquei no lugar onde ela está agora, eu decretei sua sentença... Me entristeci, porém, com ela se insinuando para mim, eu também precisei lutar com meus instintos tentando controlar o desejo que me tomava sobre meu corpo e mente.”


Ele se ajeitou na cadeira e me encarou novamente, como se quisesse gravar cada detalhe de minha presença.

— Primeira pergunta: Qual é seu nome verdadeiro?

Notei sua ansiedade e pensei — Sério, Jisung? Vai meter essa? — Ele me encarava com intensidade, aquela parecia ser a pergunta da sua vida, protocolos, eu sei, pois o restante dos policiais não me conhecia como ele, então sorri e levantei uma sobrancelha.

— Mas assim tão depressa, Han? Cuidado para não se apaixonar por mim, hein...

O Jisung me encarou de forma séria, não se rendendo à minha provocação.

— Estou fazendo o meu trabalho, não importa o que você está pensando, apenas me responda de uma vez. — Ele respondeu com um tom brusco, tentando manter a seriedade e o profissionalismo, apesar dos pensamentos impuros que claramente rondavam sua mente. — Responda à primeira pergunta e não banque a engraçadinha, já vou fazer a próxima pergunta, responda às duas sem enrolar mais.

— Pergunta número dois: Qual é seu papel na Gangue?


Ele me perguntou, querendo cortar as minhas brincadeiras.


“Ela não vai facilitar mesmo, não é? Que marrenta...”


— Uhhh ele é sério... — Falei me divertindo com ele, mas no fundo eu estava adorando ver o homão que ele se tornou. — Okay, meu nome verdadeiro é Jo Violet, mas você e só você pode me chamar de Vioh enquanto eu estiver viva okay? — Notei seu semblante saudoso ou ouvir meu apelido do ensino médio, ali eu disse a ele que também me lembrava, mas para não perder minha pose eu passei minha mão em sua perna e mordi meu lábio o provocando. — E meu papel na gangue é variado, muitos detalhes para falar assim, mas posso assegurar que a minha importância não é ignorada lá dentro.


“Tentei me manter impassível, tanto ao toque que ela me deu dizendo que se lembra de mim, quanto a porra do seu toque em minha perna, mas eu sei que ela pôde perceber um vislumbre de reação em meus olhos. Aquilo estava sendo uma loucura para mim e eu mantive o meu olhar nela, porém minha voz vacilou por um momento antes que eu a respondesse.”


— Entendo... — Ele disse, desviando o seu olhar de minhas mãos por um breve momento. — Então a sua importância na Gangue é grande como você acaba de dizer... dito isso quero que entenda que se é mesmo assim, então sua importância para mim, também é grande.


“Havia um duplo sentido ali e eu torci para que ela entendesse.”

Eu sorri, eu sei que ele dizia do meu valor para a polícia, mas eu também sei que ele se referia ao meu valor particular para ele e aquilo fez meu coração palpitar.

Mas eu sabia que pelo menos o policial Seo estava nos olhando e eu não prejudicaria o Han dessa forma então segui meu teatrinho e fui até ele me sentando em seu colo e me roçando em seu corpo de forma bem insinuante.

— Ah... mas que sou importante para você eu não tenho dúvidas, e acredite em mim, você se tornou muito importante para mim no momento em que pôs suas mãos delicadas no meu corpo me colocando aqui para morrer policial Han.

Eu tinha que ser discreta...


“Eu tentei a afastar do meu colo, mas ela se mantinha presa nele como se meu corpo fosse um imã para o seu, não deixando que eu me livrasse facilmente dela.

Eu prendi a respiração e tentei não me entregar ao seu toque, meu corpo tenso com o esforço de manter o controle. — Que merda você está fazendo Violet? — Eu pensava quase em desespero.”


— Isso é tudo parte do meu trabalho detenta.


“Eu tentei explicar, por mim eu jamais a colocaria em um lugar como aquele quando tudo o que eu queria era a colocar em minha cama.

E enquanto isso eu tentava a impedir de se esfregar mais em meu corpo com minha mão em sua cintura a empurrando para longe. Mas eu sabia que agora ela já podia claramente sentir meu desejo aumentando a cada movimento seu.”


Eu não parei meus movimentos e sussurrei no seu ouvido.

— Claro... trabalho..., mas sabe, eu te dei duas respostas já e ainda estamos tão vestidos... — Eu removi minha blusa do uniforme penitenciário e ele pôde ver meus seios cobertos pelo sutiã, então eu o olhei nos olhos e perguntei. — Você tem namorada Han?


“Eu juro que tentei desviar o olhar, mas era impossível que ela não notasse o volume em minha calça depois de vê-la retirar a sua blusa.

Eu senti meu corpo estremecer enquanto ela se roçava nele insistentemente, e tentava manter a racionalidade e foco.

Aquela cena era mais comum do que se possa imaginar, muitas vezes detentas satisfazem os policiais por benefícios na cadeia então nada do que estava acontecendo ali era algo que seria impedido, muito pelo contrário, mas isso sô estava me pondo mais louco ainda.”


— Não — Eu a respondi seco, enquanto me permitia sentir o calor do seu corpo sobre o meu. — Por que a pergunta?


Comecei a desabotoar sua camisa do uniforme policial e sussurrei no seu ouvido.

— Quer namorar comigo? Estou falando sério... posso ser toda sua se me quiser assim... — Abaixei meu tom ainda mais para que só ele ouvisse. — Seria o nosso finalmente não acha?


“Eu ainda tentava me conter, mas a minha respiração ficava cada vez mais ofegante à medida que ela desabotoava a minha camisa.

Fechei os olhos por um momento enquanto sentia sua voz suave no ouvido, as palavras dela causando um efeito instantâneo em meu corpo. Sim, aquele seria o nosso finalmente, e, ao mesmo tempo que soava loucura, me parecia ser o certo de uma vida inteira.”


Eu ouvi o Han Jisung soltar um gemido baixo, seu corpo tremendo com meus movimentos nele e eu já estava alucinando também.


“Eu tentei soar com coerência, mas a minha voz parecia quase desesperada e cheia de desejo quando eu finalmente a respondi.”


— Eu... eu quero você Violet.

Eu ainda tinha que me manter no papel, mas eu sabia que aquilo era a sério.

— Aaaah... então serei a sua namoradinha? Você vai poder fazer o que quiser comigo, Hannie...

Ele me encarou com seus olhos escuros repletos de desejo, parecia estar lutando contra seus instintos, seus dedos se aprofundavam em meus quadris enquanto eu continuava a me mexer nele.

— Sim, você vai ser a minha namorada.

Ele finalmente respondeu, suas palavras saindo em um tom rouco, quase um gemido e eu estremeci em suas mãos e sorri satisfeita levando minha mão ao seu membro o massageando de leve.

— Cuide bem de mim Hannie, saiba que muitos queriam estar assim comigo agora, inclusive seus amigos policiais que estão nos vendo agora, mas eu escolhi você, então só você o meu algoz, que poderá tocar em mim desse jeito.

Eu o ouvi gemer novamente, sua cabeça inclinando-se para trás enquanto eu o massageava com cuidado e até com um certo carinho a mais, vamos dizer assim, afinal, mesmo tentando parecer uma puta, eu estava nas mãos de quem eu amava.


“Eu estava tentando me controlar, eu sabia que isso iria seguir sem rumo, mas eu não queria parecer tão envolvido assim, mas era cada vez mais difícil com ela me provocando sem parar.”


— Eu vou cuidar de você — Eu disse com a minha voz rouca de desejo. — Você é minha, só minha Violet.

Voltando minha mente ao momento em questão, eu quis ajudá-lo, sei que não estou facilitando para ele, mas o policial Han precisa apresentar resultados, então puxei seu rosto para mim e perguntei.

— Você vai me fazer mais perguntas? Ainda temos peças para tirar amorzinho.

E pude ver ele respirando fundo, tentando manter seu autocontrole, apesar do desejo que aparentemente crescia rápido em seu corpo.

Ele me encarou com aquele olhar intenso, antes de finalmente responder.

— Sim, eu tenho mais perguntas... — Ele disse, enquanto observava meu corpo. — E-eu preciso terminar o interrogatório de hoje.

Eu assenti e saí do seu colo e me sentei novamente toda aberta em sua frente, o encarando com lascívia e vendo seu peitoral desnudo.

— Vamos lá, policial Han... me dê tudo o que você tem aí... — Eu não cansava de olhá-lo. — Você é um grande gostoso, devo admitir...

Ele se ajeitou na cadeira, tentando disfarçar deixando seu corpo ficar cada vez mais ereto e quando digo isso não me refiro somente a sua postura impecável.

— Não tente me distrair com seu corpo — Ele falou com dificuldade, enquanto eu o provocava. — Vamos acabar logo com isso.

— Não, não, não, Hannie, esse corpo agora é seu... todo seu, lembra? — Falei e sorri com a expressão agoniada dele. — Pode me perguntar, coisa gostosa, estou louca para sentar em você sem essas calças nos impedindo de nos sentir em pelo.

Eu o vi se contorcer na cadeira, tentando com afinco ignorar minhas palavras provocantes.

Ele prendeu a respiração por um momento, seus olhos me encarando com desejo antes de finalmente responder.

— Tenho mais perguntas... — Ele repetiu em uma nítida tentativa de voltar ao seu prumo — E se você colaborar, vou deixar você sentar em mim o quanto quiser.

— Ah, ele também sabe provocar... que fofo... — Brinquei com ele, nitidamente o desconcertando novamente. — Huuum... só se eu colaborar então, né? Okay, policial Han, serei a sua boa menina hoje, então me pergunte o que quiser.

Posso dizer que no ramo em que atuo e para chegar onde estou hoje na minha gangue eu tive que aprender muito bem como usar meus poderes de sedução e aqui eles estavam funcionando muito bem, embora seja óbvio o tanto que eu o quero também.


“Precisei respirar fundo... sério, que mulher maldita!

Eu me apoiei na mesa, tentando manter um ar sério, apesar do desejo que claramente emanava de mim. Uma boa menina? Fodendo assim minha mente? Eu pensei nas perguntas importantes, as que eu realmente precisava fazer, mas quando eu finalmente me sinto pronto para fazer minha próxima pergunta a ela, eu a vejo chupando seu dedo médio e me provocando lascivamente, eu me sinto aquele Jisung do ensino médio e quando abro minha boca o que saiu dela me deixou muito envergonhado.”


— Você me deseja tanto assim, Violet?


“Merda! O que eu estou fazendo?”


Eu mal acreditei na pergunta que ele fez quando eu a ouvi, mas tentei manter minha compostura e o respondi com sinceridade, mesmo não sendo aquela a completa verdade por eu não poder o comprometer assim.

— E você ainda tem dúvidas, policial, Han? — Enfatizei sua posição de policial para o chamar de volta à realidade. — Eu te desejo desde o dia em que você me algemou e me disse: “Você está presa e tem o direito de permanecer calada...” Desde então, você é tudo o que eu quero. Ficar presa a você e bem caladinha com seu pau na minha boca é o meu maior desejo. — Vi o semblante dele se perdendo novamente, eu realmente sou boa nisso, então tentei contornar a situação. — Mas Hannie querido, essa não é uma pergunta sobre a gangue... aposto que tem mais coisas sobre nós da Nyx Aurum que você queira saber.


“Eu me contorci na cadeira, as palavras dela pareciam me afetar de uma forma muito mais profunda do que o esperado e eu tentei manter a calma, ela estava me dando a deixa de que eu precisava controlar meus instintos então eu suspirei e voltei a mim, aquele interrogatório estava prestes a acabar e eu me afundaria nela finalmente.”


— Tá bom, essa pergunta não era mesmo sobre a gangue, eu só queria que sua resposta de vadia necessitada ficasse registrada na gravação. — Eu a encarei tentando pedir que ela relevasse, mas ela se mantinha neutra. — A próxima pergunta é a sério, então se concentre em me dar sua melhor resposta.

— Tudo bem... fale, estou te ouvindo.

— Quero saber sobre os líderes da gangue. Quais são os nomes e posições de ação deles, como funcionam as estruturas de poder e responsabilidade dentro do grupo.

Aquela pergunta me fodeu muito, falar da minha gangue assim só vai me levar a um fim, mas eu já estava na merda mesmo, apesar de ser quem sou.

— Huuum... Han... me perguntou algo intenso assim e nem me levou para jantar... bom, você está na presença de um dos líderes... e temos mais dois o Christopher e o Yang somos três líderes e cada um cuida de uma parte, a minha é a mais divertida ação em campo, a do Yang é o treinamento interno e o Chris é o absoluto sobre nós cuidando do império que construímos juntos.

Pronto, agora você já sabe melhor o por que eu sumi naquela época, Hannie. — Penso o encarando, desejando que ele pudesse ler meus pensamentos.


“Eu a encarei ficando completamente surpreso com sua revelação. Eu achava, sim, que ela tinha importância, mas líder? Porra, Violet, que merda...

Eu tentei me manter calmo, mas não conseguia esconder o choque em meu rosto.”


— Você é um dos líderes da gangue? — Perguntei quase que retoricamente, só por não acreditar no que eu havia escutado.

— Sim, e agora você namora a líder de uma gangue, não se esqueça disso... e por falar nisso. — Me levantei e removi minha calça, ficando só de calcinha e sutiã na sua frente. — Minha vez de te perguntar... — O encarei brevemente e falei em um tom extremamente sedutor — Você me deseja Hannie?


“Mais na merda do que eu estava, não tinha como ficar, então eu me vi em êxtase, observando aquele corpo lindo semi desnudo para mim e não pensei em mais nada que não fosse no quanto eu a desejava. E por mais que eu quisesse me controlar, o que não era mais o caso aqui, qualquer tentativa minha seria completamente inútil, então eu só me deixei levar por tudo aquilo que me consumia desde o ensino médio.”


— Eu te desejo demais, Violet, porra, eu te desejo pra caralho.


Eu sorri com a fofura mesclada à puta intensidade do Han.

— Ótimo... — Fui até ele e removi suas calças de forma ávida e possessiva. — Então, chega de perguntas por hoje e vem me foder, huh? Sua namorada está muito necessitada desse seu pau duro, policial Han Jisung.


“Eu me arrepiei com seu toque e não consegui controlar mais os meus impulsos.

Eu a agarrei, finalmente a puxando para perto do meu corpo, levando as minhas mãos em suas pernas, obrigando-a a se sentar em meu colo. E eu agora estava em chamas por esse anjo caído em minha frente”.


— Você é uma maldita tentação.

Ele sussurrou em meu ouvido, suas palavras soavam como um rosnado urgente.

— Aaaah... e você é o meu desejo vergonhoso, uma criminosa do meu alto escalão de quatro por um policial? Ainda mais o que a prendeu e fodeu sua vida?Mas que se foda, eu vou montar em você bem gostoso agora, Hannie e seu amigo Seo Changbin deve estar vendo tudo, então faça um bom show para ele. — Coloquei minha calcinha para o lado e comecei a o colocar para dentro de mim lentamente. — Huum nossa, amorzinho... que pau gostoso você tem...

Eu o ouvi gemer em resposta ao meu elogio e eu vi seu rosto ficar corado de desejo.

Ele me assistia com uma intensa luxúria, sentindo meu corpo tremer no dele enquanto eu cavalgava com vontade nele.

— Com certeza estamos fazendo um bom show para ele, mas o que eu quero mesmo é foder você toda.

Ele sussurrou enquanto me apertava em seu colo, sua voz em uma rouquidão viciante e que transbordava seus desejos por mim.

Eu sorri vitoriosa e comecei a me mover mais intensamente, levando suas mãos na minha bunda e pedindo a ele entre o nosso beijo avassalador.

— Me deixa marcada, Hannie, bate na minha bunda e me deixa vermelhinha com sua impressão marcada em minha pele, hum?


“Eu a apertei em meu colo, — porra, Violet — Minhas mãos estavam firmes em sua bunda gostosa e eu ia guiando-a no ritmo que eu queria enquanto ela cavalgava necessitada em mim.

Eu a beijei profundamente, minha língua a invadia e a dominava, enquanto eu segui seu pedido com muito prazer, dando uns bons tapas em sua nádega que ficavam vermelhas com a força que coloquei nelas. Eu ofegava e ela gemia e nós dois tínhamos o rubor do prazer estampado em nossos semblantes.

Era um sonho e eu estava vivendo ele plenamente acordado.”


— Pode deixar, meu amor, eu vou deixar você toda vermelhinha e marcada pela minha mão firme.


— Uhhhmm — Eu gemia a cada uma delas, amando aquilo com devoção. — Que policial malvado... batendo assim na sua namorada que foi tão boazinha... — Fui até seu ouvido e gemi manhosa. — Não para Jisunguie... tá gostoso pra caralho assim.

Eu o ouvi gemer novamente com as minhas palavras e meus gemidos manhosos, que atiçavam ainda mais o prazer e os desejos dele por mim.

Ele me bateu novamente.

Uma, duas, mais tantas palmadas em minha bunda que me fazia gemer ainda mais alto e cada vez mais.

— Eu vou te bater pelo tempo que quiser, ou enquanto você aguentar Violet, ou até minhas mãos deixarem marcas profundamente vermelhas nessa sua bunda gostosa.

Ele falou com a voz completamente absorta em desejos profundos enquanto me apertava, me levando para mais um beijo avassalador e cheio de desejo.

Eu emaranhava meus dedos pelo seu cabelo e quicava feito louca no seu membro rijo, e com meus lábios nos dele eu implorava por mais.

— Hannie... hhuum... mete mais fundo dentro de mim, por favor... eu quero te sentir me fodendo fundo na minha boceta molhada.


“Minha pergunta aqui é quem está fodendo quem, pois o que ela está fazendo comigo, nossa... eu vou explodir a qualquer momento.

Eu a apertava com força enquanto ela se movia sobre mim sem parar um só incitante, devo admitir que ela tem um folego incomparável, eu vou guiando e a levando até um nível de prazer indescritível para nós dois, pois é nítido que estamos na mesma frequência aqui.

Eu a beijava com tesão, minhas mordidas e sucções em seus lábios eram respondidos por ela à altura e nós dois transbordávamos de desejo.

Então, sem me aguentar mais eu me levantei e a joguei no chão, colocando-me entre suas pernas, já nos encaixando novamente em um desespero descontrolado.”


— Eu vou te comer toda, vou te foder tanto que vai ser difícil me tirar de dentro de você — Eu sentia ela me apertar com suas paredes molhadas e revirei os olhos. — Eu vou me colocar todo dentro de você, amor...


Eu sorri ao recebê-lo dentro de mim novamente, ele ia com força e bem fundo e eu fazia questão de combinar nossos movimentos da forma mais intensa possível.

— Porra... aaah... que delícia, você me fode gostoso hhuu...

Eu o vi sorrir também ao ouvir os meus gemidos, era nítido como ele estava amando me ver completamente entregue a ele e aos prazeres dos nossos corpos.

Ele me empurrava contra o chão com força, nossos corpos se entrelaçavam e se moviam ao mesmo tempo, em uma dança erótica e intensa.

Ele me puxava pelos cabelos, enquanto me fodia forte, me colocando toda contra ele.

— Tá gostando assim, minha vadiazinha gostosa, hein, meu amorzinho? — Ele falava enquanto me mordia no pescoço. — Eu vou te deixar toda entregue para mim.

— Ah, eu estou amando seu policialzinho de merda, meu amorzinho... eu estou delirando por você... eu... — Deixei arranhões nas suas costas e me apertei muito no seu membro, minhas paredes o prendiam, deixando tudo mais gostoso e intenso para nós dois. — Eu quero você gozando dentro de mim, Han... me enche de você, huh?

Ele me puxava com toda força contra ele, e nós dois sentíamos as minhas paredes o envolverem, me prensando ainda mais nele.

Eu sentia os lábios deles nos meus em um beijo intenso, urgente e necessitado, parecia até que eu não era a única a saber o que de fato me esperava depois dali...

Ele se movia cada vez mais e mais rápido, me levando a um estado delirante de prazer.

Meu corpo estremecia por completo, e eu podia sentir que ele estava muito perto do limite.

— Eu vou te preencher toda, minha Vioh, — Ele sussurrou no meu ouvido, me levando ao delírio com suas palavras que saíram quase como um gemido desesperado. — Eu vou te deixar toda gozada por mim.


“Eu já mal sabia onde o meu corpo começava e o dela acabava, eu estava em êxtase e tudo o que se passou, o que estava acontecendo no momento presente e o que estava por vir se chocaram em minha mente... Eu, um policial, ela, uma filha da puta criminosa... Onde isso poderia dar senão em uma dor absurda para ambos? Mas o nosso momento presente era tudo o que vivi de mais precioso até hoje e eu não vou abrir mão de fazê-la gozar para mim, ou até mesmo de me enterrar nela, enchendo-a com meu líquido quente.”


Eu senti meu corpo eletrizar, o tanto que eu desejava o Han Jisung ia muito além do fato de eu estar presa e condenada e ele ser exatamente quem me prendeu ali, me sentenciando a morte. Eu gemia desesperada e o olhei nos olhos só para implorar.

— Me faz gozar para você, amor... meu namorado gostoso do caralho.


Ele me segurou com força entre seus braços, me olhando bem fundo nos olhos, sua mão em meu queixo, levantando meu rosto até os nossos olhos se encararem, seu corpo se movia com intensidade no meu, como se ele estivesse desesperado por mim.

Tão desesperado quanto eu estava por ele.

Foi uma troca intensa, nossas palavras nos causavam uns estremecimentos fortes e combinados que passavam em nossos corpos, nossas vontades eram compatíveis e nada poderia mudar nosso momento juntos.

— Eu vou, eu vou... aah caralho, vou fazer você gozar agora, amor, quer que eu faça algo por você? Me diz o que fazer e eu farei.

Eu o mordi no lábio e chupei sua língua com gosto, levando uma de suas mãos até a minha intimidade e, enquanto ele me estocava com força, eu o fiz massagear meu clitóris, me estimulando ainda mais.

— Faz assim, amor... continua, não para e eu vou me derramar toda em você... porra... isso... assim mesmo... não para... não...

Ele me mordeu de volta e gemeu com a nossa intensidade, me puxando pelo cabelo e colocando a minha cabeça exatamente como ele queria enquanto ele continuava se movendo dentro de mim, seu corpo estremecia e eu podia sentir, e seu pênis quase deslizava para fora de mim com todo esse movimento insano.


“Eu sentia prazer e dor ao mesmo tempo, físicos, pelas mordidas e arranhões, mas também internas porque nosso momento estava chegando ao fim, nossas vontades estavam nos levando a limites desconhecidos, e eu sabia que não era o único ali desse jeito, todo ferrado de tesão.”


— Eu não vou parar, eu não vou, Violet, eu vou... eu vou te deixar toda melada — Ele me puxou até seu colo enquanto continuava me acariciando e me massageando e a minha intimidade se apertava mais ainda nele. — Fica comigo assim, amor, deixa eu ter você toda para mim, deixa eu te preencher toda.


Eu que já estava toda entregue ao nosso momento me deixei levar ainda mais, eu o arranhava a pele de suas costas e me movia de uma forma tão precisa em você que nós dois começamos a entrar em estado de êxtase, nós gemíamos juntos e eu fiquei por um bom tempo tendo ele se metendo dentro e fundo em mim, com uma força deliciosa de sentir e nós dois gemíamos ainda mais, em uma cena muito pornográfica para o policial que com certeza nos assistia.

— Han... aaah... merda... porra... que gostoso... Jisung por favor, por favor, goza dentro... eu estou te pedindo, me enche com sua porra quente... me faz sua...


“Aquilo era uma puta de uma covardia, se querem saber... Eu a ouvi pedindo por mim daquele jeito e, porra... eu não conseguia me controlar, minha cabeça quase explodindo com palavras dela, os gemidos mais deliciosos que eu já ouvi e meu autocontrole quase se dissolveu, ali mesmo.

Eu a puxava com força contra mim, minhas pernas quase a levantando, e eu metia mais e mais fundo nela, a prensando contra o chão e fazendo ela gemer mais e mais alto por mim.”


— Tá bom, Violet sua gostosa, é isso que você quer? Vai, eu vou te preencher toda, eu vou te deixar toda cheia com minha porra e eu vou te fazer ser toda minha, só minha, meu amor... — Fui até o ouvido dela e falei baixinho. — Finalmente estou assim com o meu primeiro amor.


Eu o ouvi declarando aquelas palavras e foi aí que perdi tudo...

Sem mais nos aguentar, ele gozou fundo dentro de mim e eu vim em um orgasmo forte no pau dele, logo em seguida, e nós dois nos colamos feito cães no cio, gemendo e ofegantes, nós nos derramávamos um no outro sem nos preocupar com mais nada.

— Isso foi... Aaah... eu já posso morrer agora mesmo, meu namorado policial acabou de me foder gostoso aqui... que delícia, Jisung, você mete tão bem... aaah eu poderia viciar fácil em você... — fui até o ouvido dele e falei manhosa. — Meu primeiro amor me fez só dele e eu não poderia estar mais satisfeita.


“Foi difícil me controlar, ainda mais difícil me segurar, mas era exatamente assim que eu sentia que tinha que ser. Nós dois, tendo o amor que tanto desejamos enfim.

Eu a agarrei com força contra mim, a sentindo estremecer ainda um pouco e então eu a levantei, sentando na cadeira da sala de investigação e a colocando em cima de mim, a puxando para meus braços e a amando como se deve. Nosso momento ia acabar e a dor daquilo estava me ferrando demais.”


— Eu estava quase morrendo aqui, porra amor, você é uma merda de tentação maldita... a minha tentação...


Eu não podia dar mais bandeira ainda, então, por uma última vez, eu me acomodei em seu colo e o enchi de selares no pescoço. Seu cheiro e gosto eram viciantes, e eu, se pudesse, se não estivesse naquela situação, com certeza seria cada vez mais dele.

Eu o olhava com desejo e o beijei lentamente, nosso último beijo e depois saí do seu colo já começando a me vestir.

— E é agora que você me manda de volta para a cela, certo?


“Fiquei pensativo, a observando vestir suas roupas com certa rapidez, mas ainda ofegante, notoriamente cansada após todo aquele momento intenso. Eu também estava assim e comecei a colocar minhas roupas. Eu tentava novamente controlar minhas vontades. Por mim? Eu facilitaria a fuga dela, mas isso me colocaria na cadeia na mesma hora e meu ato imprudente seria considerado um crime de traição.

A gangue Nyx Aurum era enorme e esse vacilo colocaria qualquer um na guilhotina.

Eu sabia que tinha que manter as coisas em ordem, pelo menos por agora, então...”

— Sim, eu vou te levar de volta para a cela sim... Já está pronta?


Por mais que aquilo parecesse indiferente eu sabia que não era.

Eu sorri fraco e encarei o Han com um olhar perdido em pensamentos, desejos e uma pontada de tristeza por ter finalmente reencontrado o amor que valia a pena, mas que dificilmente seria para mim, mas me recompus e afastei esses meus pensamentos.

— Em outra situação eu te levaria para um banho quente, te chuparia até você gozar em minha boca e depois faríamos tudo de novo em uma cama confortável... Jisung eu não te daria paz, acredite.

Ele quase como se pudesse ler meus pensamentos, concordou comigo com um leve aceno com a cabeça e suspirou profundamente, seus olhos transmitiam um sentimento e desejo e amor, quase deixando transparecer o quão difícil aquela situação era para nós dois.

Ele se aproximou de mim novamente e me abraçou, pouco se fodendo se isso seria ou não visto pelos seus superiores. Seu gesto era confortável e não passava de uma tentativa de prolongar o nosso momento.

— Eu acredito em cada palavra sua, Violet, sem dúvida eu também te levaria para mil e uma situações deliciosas e diferentes, e só de pensar nisso a minha vontade era te tirar daqui agora mesmo, mas você sabe qu...

Toquei os lábios dele com os meus para o interromper.

— Shhh... eu sei... — Respondi ao abraço dele e falei no seu ouvido o que precisava ser dito. — Hannie, vão me matar essa noite na minha cela, já está tudo acertado e você não pode impedir, então eu só preciso dizer que foi um prazer ser sua finalmente... lembre-se sempre de mim, okay? E não fale isso para ninguém, é o meu destino, então não vamos fazer besteira aqui.

Eu já sabia do plano de me matarem desde o início e por isso fiz questão de estar com o Han Jisung hoje.


“Eu já sabia como as coisas aconteciam em lugares como esse, mas mesmo assim estremeci com as palavras dela, meu abraço em seu corpo foi ficando mais forte enquanto escutava os tremores na sua voz.

Eu a envolvi como se tentasse a proteger do seu destino inevitável, mesmo eu sabendo que seria impossível, isso ia muito além da minha alçada.”


— Eu vou me lembrar, eu vou, você foi a melhor coisa que já me aconteceu desde nossa juventude e eu sempre vou me lembrar do seu beijo, de tudo... sempre meu amor.


Eu sorri fraco, ainda tinha uma esperança de que ele, quem sabe, quisesse me salvar daquilo, mas como vi que não e sabendo os motivos, eu sorri como sempre sorria e me afastei dele, dando meu último show.

— Bom, meu namorado policial gostoso, amanhã nós nos veremos novamente para mais um interrogatório e dessa vez eu vou querer que me coma de quatro, huh? Vai ser bem delicinha não vai?

Falei alto e o encarei, falando baixinho em seguida “entra no jogo, por favor”.

Ele me encarou com um olhar cheio de dúvidas e seus pensamentos pareciam estar um tanto confusos, mas ele tentou se manter profissional.

Ele suspirou e concordou com um aceno, sua voz saiu quase rouca enquanto ele me respondia.

— Não se preocupe com nada, eu vou te ver amanhã e você terá tudo o que deseja de mim, contanto que me dê tudo o que eu lhe pedir.

Eu sorri, sabia que havia um certo pesar em meu semblante, mas me mantive de pé.

— Bom, se já acabamos, podem me levar...

Fui até a porta e, quando passei por ele, dei um leve selar nos seus lábios.

— Adeus Jisung.

Sorri fraco em sua direção e os guardas me levaram.


“Eu não consegui resistir em dar mais um beijo nela, quase como se fosse uma última tentativa de prolongar aquela cena, ou de a manter um pouco mais de tempo ali comigo. Eu a vi partir com pesar, não querendo deixá-la ir, mas sabendo que eu não tinha a menor escolha. E a dor daquilo estava me rasgando por dentro.”


— Adeus, amorzinho. — Eu disse suavemente, mas a essa altura ela já não me ouvia mais.


[...]


A noite estava caindo e eu sabia qual seria o meu destino, então estava só esperando em minha cela. Eu pensava no Han e no quanto que nós dois combinávamos, apesar de sermos de mundos totalmente opostos.


“Eu estava sentado em minha mesa, meus pensamentos girando em torno dela e de tudo o que aconteceu.

Eu olhava para o relógio, a noite passando lentamente, hora após hora, enquanto não parava de pensar na Violet.

Não podia controlar minhas emoções, minha mente em chamas enquanto pensava em suas palavras, seus gestos, seus momentos juntos, pensei em como eu poderia evitar o inevitável e me senti frustrado.

Era estranho como combinávamos tão perfeitamente, apesar de pertencer a mundos tão diferentes.

Será que se eu tivesse me declarado na adolescência, tudo teria sido diferente?”


[...]


No alto do anoitecer, eu senti que minha história iria acabar, e com um sorriso fraco no rosto eu pensava que de fato o crime não compensa... irei perder minha vida no auge dela...

Ouvi barulhos no corredor e pensei:

— Okay, minha hora chegou.


“Escutei barulhos no corredor onde ficavam as detentas, um pouco longe da sala dos guardas, e um pequeno temor surgia em meu peito.

Eu fiquei em alerta, como se esperasse que algo desse errado, eu sabia que ela estava em perigo e pensei:

Merda! A hora dela chegou...

Eu tentava me controlar, porém, sabendo que não tinha um jeito de agir e que se eu fizesse algo ali para evitar o inevitável eu foderia tudo mais ainda, eu só comecei a me mover para poder estar lá no momento crucial.”


Um enorme estrondo se deu, eu vi tudo escurecer, mas reconheci de cara quem me mataria e então eu entendi tudo.

— Você? Hahaha sério?

Essas foram as minhas últimas palavras e, numa fração de segundos, tudo se apagou para mim.


“Eu agi rapidamente, minha mente quase explodindo de nervos enquanto me apressava em tentar salvá-la, mas já era tarde.

Eu tentei de tudo, porém não consegui evitar o ataque ou trazê-la de volta.

Eu chorei... meu peito doía completamente dilacerado e depois daquela noite, a última vez que eu a vi foi em seu enterro, onde eu de longe vi seu caixão sendo colocado a sete palmos da terra.”


[...]


SEIS MESES DEPOIS.


“Eu estava em minha ronda fazendo meu trabalho até que recebi uma mensagem no celular, quando olhei era um número desconhecido, abri e quase morri do coração quando li seu breve conteúdo...”


[Sentiu minha falta, namorado policial?]


“Eu quase deixei meu celular cair quando li a mensagem recebida, meu coração quase parou, me fazendo lembrar dos acontecimentos dos últimos meses.

Eu, ainda trêmulo, escrevi uma resposta com fervor.”


[É você mesmo, Violet? Que merda é essa? Eu vi você ser enterrada caralho! Porra! Eu senti muito, muito sua falta, amor, onde você está? Como você conseguiu contato comigo?]


Respirei fundo e sorri ao ler a doce mensagem do meu policial gostosão, já o respondendo em seguida.


[Me promete que não vai me prender e nem me dedurar?]


“Eu suspirei, quase em um pequeno sorriso no canto de seus lábios, enquanto via a mensagem dela já digitando de volta rapidamente.”


[Eu prometo, Violet, eu prometo amor, só me diz onde você está. Por favor, me deixe te ver]


Meu coração disparou, eu sorri feliz, eu morria de saudades dele, então enviei uma mensagem com a minha localização e, em seguida, outra mensagem que dizia.


[Não seja seguido e eu só vou aparecer para você quando eu verificar que não corremos riscos, essa casa é minha, no caso da Violet que é quem eu sou de verdade. Te espero lá, amor.]


“Eu quase não acreditei no que estava lendo, minha mente quase querendo me desmaiar enquanto via as mensagens. Aquilo era alguma pegadinha? Uma possível retaliação por eu ser o responsável por prender a Violet, ou melhor dizendo, a Nyx dos Aurums? Que se dane, eu precisava ver com meus próprios olhos...

Li as instruções e concordei com a cabeça, quase sem acreditar que poderia vê-la de novo, porém eu não tinha tempo para pensar em detalhes e me apressei em enviar uma mensagem de volta.”


[Eu vou com cuidado, vou trocar de carro e vou até onde você está, eu vou te encontrar, só espero que seja mesmo você em carne e osso]


Recebi a mensagem dele e meu estomago se revirou, finalmente eu poderia reencontrá-lo depois de tudo, então eu sorri e respondi.


[Claro que sou eu, ainda te devo um bom boquete, lembra?]


“Meu celular quase caiu com essa última mensagem, e eu senti como se minhas pernas tivessem derretido.

Suspirei e respondi, tentando controlar meus sentimentos, instintos e vontades, apesar de sentir um calor se acender dentro de mim, já tomando conta do meu ser.

Enviei a resposta enquanto ia trocar os carros, pegando o meu particular para evitar ser rastreado pela polícia.”


[Sim, eu lembro, e estou com saudade e você me deve explicações, eu acho que não aguento esperar mais. Porra você está viva? Caralho, eu não acredito.]


Eu apenas respondi.


[Hannie não surta e vem logo para a sua namorada]


“Eu apenas corri para o carro após receber aquela mensagem, minhas mãos tremiam um pouco enquanto eu dirigia, indo ao local que ela me enviou.

Eu não conseguia controlar o calor que se espalhava pelo meu corpo toda vez que eu pensava em tê-la finalmente entre meus braços.

Depois, e só depois, nós conversaríamos sobre o que porra aconteceu nesses últimos seis meses, mas agora eu só quero matar a saudade da minha namorada criminosa.”


[...]


Depois de quase uma hora, eu o vi chegar, a casa era em uma área florestal e bem escondida, e quando desceu do carro, ele viu o aviso que eu havia deixado para ele.


“Entre e me espere, eu já venho ao seu encontro.”


Eu o vi seguir as minhas instruções e fui olhar o perímetro para garantir que era mesmo seguro me apresentar a ele, não por desconfiar do Han, mas sim porque ele poderia ter sido seguido.


“Meu coração estava quase pulando do peito enquanto via o aviso na porta. Eu só cumpri o pedido, entrando na casa e me acomodando no sofá, nervoso, agitado e ansioso demais por estar bem perto de finalmente ver o meu amor novamente e essa espera está me torturando, foram meses sem ela e eu não havia mais tocado em nenhuma mulher por não conseguir esquecê-la de jeito nenhum.”


Verifiquei tudo em volta e, quando tiver certeza de que estava tudo limpo, entrei na minha casa e o vi me esperando.

Meu coração quase foi à boca e eu estava surtando de vontade de o sentir novamente.

Me aproximei e o olhei nos olhos.

— Oi, amor...


“Eu sorri largamente ao vê-la entrando na casa me chamando de amor, minhas pernas tremendo enquanto eu descia o meu olhar por todo o corpo dela.

Era real... ela está viva...

Porra!”


— Oi, meu amorzinho, eu nem acredito que você está mesmo viva... e bem... que saudade...


“Falei em um quase sussurro enquanto a olhava com um desejo quase incontrolável”



Eu sorri, indo até ele e já me jogando em seus braços.

— Eu estava com saudades do meu policial Han Jisung.

Mesmo eu notando o quanto ele estava afoito por me ter em seus braços e não se enganem, eu estava igual, eu parei e me sentei com ele explicando tudo mesmo contra a vontade dele que queria apenas matar nossa saudade.

Mas eu tinha que fazer aquilo então o convenci a me ouvir.

— Minha morte foi forjada, mas para ser convincente eu não fui avisada, o Christopher e o Yang enviaram o Felix, um dos fantasmas da gangue, o meu favorito inclusive para me apagar com um sedativo que simula a morte no corpo humano por uma hora inteira e depois disso tudo foi conduzido pelo Minho e o Hyunjin que agilizaram meus papeis de morte, meu enterro foi por conta do Seungmin que é um perfeito arquiteto de planos mirabolantes e durante esses seis meses o Chris e o Yang me esconderam, de tudo e todos esperando a poeira baixar.

Ele me ouvia atentamente e eu esperei sua reação.

— E agora você voltou com a Gangue?

— Bom, eu nunca parei... eu sou um dos pilares Hannie, não dá para mudar isso, mas agora fui colocada junto ao Chris, não sairei mais por aí, até porque para todos os efeitos eu estou morta.

— Mas e eu? E nós?

— Bom, eu estou aqui para dizer que, se ainda me quiser, serei sua. O Yang deu a ideia de morarmos aqui, você segue sua vida e eu a minha, ninguém fala dos seus rolos no trabalho e a gente faz acontecer... O que me diz? Você topa?

Eu o olhei com expectativa e ansiosa por sua resposta.


“Eu ouvi tudo com atenção, escutava suas explicações, seu plano para nós, porém meu corpo apenas estremecia de desejo cada vez que ouvia a linda voz dela, quase como se cada palavra que ela proferia viesse direto para o meu peito.

Eu estava aliviado por ela estar viva, foda-se como foi, foda-se como será, eu não vou deixá-la escapar novamente e dessa vez eu irei prendê-la em minha vida apenas.

Eu, decidido do que queria, acariciei o belo rosto da minha namorada criminosa enquanto a encarava com um olhar quase implorando por ela.”


— Eu não consigo controlar as sensações que você desperta em mim, eu só quero poder te sentir, agora Violet, não ligo para mais nada, eu só quero você... Nós podemos fazer dar certo, eu não ligo se houver consequências.

Eu sorri largamente, eu não sabia qual seria a reação dele, mas foi muito melhor do que eu esperava.

— Farei de tudo para não haver consequências, amor e você vai me ter agora mesmo, vem Jisung, vamos para o nosso quarto, tem uma cama enorme nele e dessa vez eu estou toda cheirosinha para você e não toda mulambenta como da última vez.

Ele não resistiu ao meu convite e me seguiu até o meu quarto.

Minhas pernas quase falharam quando ele finalmente me tocou, já me puxando em sua direção desesperadamente. Suas mãos já iam tirando as nossas roupas e eu o ajudei com aquilo, nos deixando completamente despidos.

Eu quase enlouqueci quando ele finalmente sussurrou meu nome.

— Jo Violet sua gostosa... eu nem acredito que vou ter você de novo só para mim.

Eu sorri largamente e, como no trajeto para o quarto, nós nos despimos assim que chegamos na cama, eu o joguei sentado nela e me ajoelhei entre suas pernas, o encarando com um desejo absurdo no olhar.

— Sinta-se à vontade para puxar meus cabelos e foder minha boquinha, Hannie, porque tudo o que eu quero agora é ter você gozando nela com força.

Assim que falei aquilo, eu peguei seu membro já todo duro em minha mão e o levei até minha boca, o chupando com maestria.


“Gemi alto com os toques delas e suas palavras insinuantes, meu corpo já tremendo enquanto eu a via se ajoelhar no meio das minhas pernas.

Gemi novamente quando ela me pegou, e minha mão foi automaticamente para os cabelos sedosos dela, a segurando firme e ofegando com todo o desejo que exalávamos naquele quarto lindo e luxuoso.

Um cenário muito diferente da nossa última vez...

Com ela me falando aquelas palavras antes de me abocanhar e me chupar gostoso como ela está fazendo agora eu me senti tentado a colocar toda a vontade e desejo dela assim como a minha, em prática, então eu a puxava e a estocava fundo em sua boca gostosa, mas me vi obrigado fazer um pedido que saiu em um sussurro”.

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— Aaah Violet... Por favor, por favor, continua com isso, não para de me chupar, eu estou enlouquecendo... tá foda de me controlar.


Me sentia eletrizar ao ouvi-lo me pedir daquele jeito tão necessitado.

Eu o sugava com ainda mais gosto enquanto o sentia me estocando como podia e chupava sua cabecinha inchada sem parar de descer por toda sua extensão o engolindo, lambendo e fazendo deliciosas sucções no membro grosso dele. Eu sentia seu gosto em minha língua e não tirava meu olhar do seu por todo o tempo.


“Eu já não aguentava, era saudade, desejo, Violet... porra ela sabe como fazer e isso deixava as minhas pernas tremendo enquanto ela ia em um vai e vem delicioso que acontecia dentro daquela linda boquinha, minha mão se fechou com força nos cabelos dela, enquanto eu sentia meu membro sendo chupado com maestria.

Eu até tentava conter meus gemidos, mas era tudo em vão, eu a estocava mais e mais e pedia por ela sem vergonha alguma enquanto a via me encarar com um olhar quase faminto.”


— U-Ah, n-não, eu não vou aguentar...


Sem se aguentar mais com o meu trabalho em seu membro, eu senti o Jisung gozar em minha boca e eu o levei ao fundo de minha garganta para poder engolir tudo sem deixar nada escapar e enquanto ele se derramava em mim, eu podia o ouvir gemer meu nome.


“Eu gemia ainda mais alto quando senti meu pau tocando a garganta dela, minhas pernas perderam força e a minha mente se tornava uma bagunça com todo aquele enorme prazer.

A encarei com um olhar faminto, enquanto via ela engolir tudo o que eu dava a ela e minha mão que ainda puxava seus cabelos estava quase tremendo descontroladamente.”


— A-Ah, hhmm... não, p-por favor, eu quase não aguento mais você me torturando assim, Violet, eu te quero mais, eu quero você.


Eu finalmente saí do seu membro, o lambendo com gosto sem deixar nenhuma gota para trás, em seguida eu sorri largamente e me levantei.

— Bom amorzinho, minha promessa foi paga, meu namorado lindo, agora você pode fazer o que quiser comigo.

Vi os olhos do policial brilharem travessos e me olharem quase como se me adorasse, seus olhos vagavam por cada centímetro do meu corpo e eu delirei de desejo por ele.

Ele me puxou para ele, me colocando deitada debaixo dele enquanto me olhava com um olhar quase faminto.

— Não amor, essa promessa não foi paga ainda e está longe de ser, o que temos é uma promessa infinita, eu não vou me satisfazer fácil assim, minha doce e gostosa namorada, então se prepare.

Eu adorei sentir ele assim todo cheio de vontade por mim e sorria ainda mais largamente.

— Uuhm é assim que eu gosto... porra que saudade eu tive de você Jisung... vem amor me come gostoso sou toda sua.



“As palavras dela me puseram louco, meu corpo estremecendo enquanto eu a pegava e a colocava de bruços para mim, quase que instantaneamente minhas mãos subindo pelas coxas dela e indo para sua cintura enquanto eu a puxava contra meu corpo.”


— Eu também tive muita saudade de você e eu vou te comer Violet, eu vou te comer até você não aguentar mais.


Eu sorri por entender quando ele me colocou de bruços e me puxou para ele, que eu não era a única que me lembrava da nossa última vez há seis meses.

— Aaaah isso... vai me comer de quatro, amor? Você ainda se lembra?


Ele gemeu alto com a minha fala, seu gemido era quase um rosnado, lembrando-se de tudo há seis meses, seu corpo quase estremecendo enquanto recordava como foi me ter entre seus braços aquela noite.


“Eu a puxei contra mim, a colocando na posição perfeita, empinada para mim do jeito que eu desejava e com isso eu pude sentir o meu corpo quente, meu volume já duro novamente se pressionando contra as suas belas coxas, e eu passava meu membro nela quase como uma promessa de que logo eu estaria dentro dela novamente.”


— Eu me lembro, amor, eu me lembro de tudo com riqueza de detalhes, eu nunca esqueci daquela noite e agora estou pronto para criar novas lembranças com você, as mais deliciosas possíveis.

Eu estava toda empinada para ele, então eu o senti entrando em mim lentamente enquanto ele proferia aquela sentença gostosa.

As paredes da minha intimidade faziam ele deslizar para mais fundo dentro de mim com facilidade de tão molhada que eu estava por ele e o meu aperto em seu entrono só aumentava.

Eu gemia manhosa e ainda mais cheia de desejo.


— Ahh-uuh... caralho, Hannie, que pau gostoso, eu preciso dele, eu... me fode, amor... por favor?

Sim, eu estava desesperada de saudades e desejos por ele.


“Eu só podia gemer todo entregue por sentir com precisão toda aquela tortura perfeita que era poder invadi-la novamente, meus ouvidos quase explodindo com o som dos gemidos em súplica dela por mim, minha mente se perdeu e eu me sentia no céu enquanto ela pedia por mais, meu corpo estremeceu quando eu a senti com mais força, e eu ia mais fundo nela a cada movimento. Eu precisava tocá-la, eu necessitava senti-la ainda mais.”


Ele me puxava contra seu corpo, suas mãos indo para os meus seios enquanto ele me apertava, agora gemendo em meu ouvido, completamente colado a mim e eu delirei quando ele enfim falou com seu timbre pesado de prazer.

— Eu vou te comer, eu vou comer você toda, eu vou te foder até você gozar para mim, eu vou te fazer toda minha e minha mais uma vez, e dessa vez é para sempre Violet, eu não vou mais deixar você escapar de mim e dessa vez do jeito certo, do jeito que eu sempre quis.


Eu gemia alto naquele quarto, suas palavras me alucinavam e suas estocadas firmes dentro de mim, enquanto ele segurava firme em meus seios, era algo que sei que eu passaria uma vida sentindo exatamente assim.

Eu precisava dele exatamente do jeito que ele estava por mim... Aquilo era tudo que eu também sempre quis.

— Não... n-não para... continua, por favor… eu... aaah droga! Que tesão do caralho... você é perfeito. — Eu quase não me aguentava mais. — Eu também nunca vou deixar você ir... nunca...


“Eu estava amando ouvi-la dizer que nunca me deixaria ir, nosso sentimento era reciproco e nada mais importava para mim.

Eu só podia gemer com mais desejo dando a minha Violet o que sei que ela tanto queria e eu vi meu corpo estremecendo quando senti sua intimidade me apertando e me recebendo tão bem, o que me tirou totalmente da realidade, me fazendo esquecer do mundo todo, apenas me prendendo em nosso momento.”


O Han me mordia com força e puxava meu cabelo com um desejo quase incontrolável, parecia que ele não aguentava mais se segurar, meu corpo tremia por ele e eu pude ouvir mais uma vez, em um tom intenso que quase me levou à loucura.


— Eu não vou parar, eu não vou te soltar, a gente só para com você melando meu pau com seu orgasmo gostoso...


Aquilo fodeu minha mente...

O mesmo Han Jisung, aluno tímido e quieto por quem eu me apaixonei, o mesmo policial responsável, mas que sabia aproveitar as oportunidades, o cara doce e intenso me falando aquilo tão entregue me levou embora dali e depois de mais algumas deliciosas estocadas eu me derramei nele exatamente como ele disse querer, eu gemia alto e tinha espasmos bruscos por todo o meu corpo.

Aquilo era perfeito, alucinante e eu não queria que acabasse.

Eu me levava contra o seu membro para aumentar nosso prazer e, com isso, ele também gozou dentro de mim em jatos fortes e espessos e eu sorri largamente ao sentir ele me enchendo com seu líquido quente.


— Aaaah uuuhmmm isso, isso... me enche de você, meu policial gostosão.

— Merda Violet! Por que tão gostosa? Porra!


“Eu estava fodidamente perdido com tudo o que rolou ali, minha cabeça quase explodindo enquanto eu sentia toda a energia daquele breve, mas intenso momento onde nós dois gozávamos um no outro.

Estar dentro da mulher que amo me parecia ser o lugar mais seguro possível.

Eu a puxei contra mim após terminarmos tudo, me deitando ao lado dela e a puxando com carinho em meus braços, minhas mãos a apalpavam possessivamente até que tive forças para falar algo.”


— Eu te fiz minha novamente, Violet, minha Violet... Eu te fiz toda minha, você é perfeita, amor, eu te amo, eu te amo...


Ouvir ele assim era mais que perfeito para mim e, sem resistir, eu fui até o pescoço dele, onde deixei alguns chupões com muita vontade.

Fui subindo com algumas mordidas até chegar em seus lábios e, antes de o beijar, eu fiz um carinho em seu rosto e o olhei nos olhos.

— Eu te amo, policial Han Jisung... foda-se todo o mundo lá fora, eu só quero você para mim... sempre. — Finalizei minha fala com um beijo intenso e cheio de carinhos até o ar nos faltar. — Porra, amor, como eu senti sua falta.

Ele me encarou com um olhar intenso, a mão dele vindo em meu rosto carinhosamente e ele me beijou novamente com uma deliciosa intensidade, me respondendo entre o beijo.

— Eu também senti sua falta, minha Violet, eu também te amo, e eu também quero você só para mim, eu te quero, eu te quero para sempre, assim, nós não vamos mais nos afastar, nunca mais, é uma promessa.

Eu sorri e o olhei nos olhos.

— Sim, é a nossa promessa Jisung, ficaremos assim, juntos sempre e para sempre.

Ficamos ali nos aproveitando e matando a saudade, nós sabíamos que teríamos coisas a resolver, coisas a acertar, mas tudo isso ficaria para outra hora, porque agora só nós dois assim juntos é o que nos importa...


“Finalmente, nós passamos uma ótima noite juntos como eu sempre sonhei, aproveitando um do outro, esquecendo de todos os problemas e preocupações só por um momento.

Eu a segurei em meus braços, sabendo que eu nunca a deixaria ir, e aquele abraço que compartilhávamos era o nosso lugar seguro para nos escondermos do mundo lá fora.

Era confortável, era o certo para nós”.


Eu senti ele me beijar no topo da minha cabeça enquanto me acariciava, e meu coração se encheu com aquele clima de paz.

E de agora em diante será sempre assim...


Ele sempre estará ao meu lado...


“E ela sempre estará aqui para mim...”




Notas finais
Huum... e ai... curtiram? Nossa eu viajei grande nesse capítulo (eu sei) mas espero mesmo que tenham curtido! E se eu contar para vocês que a vibe dos SURTOS sumiu? Inclusive esse capítulo quase não saiu... mas sim, eu sei que ainda faltam três membros... e eu vou fazer os deles também não se preocupem. Bom, fiquem bem e por favor se cuidem. Beijoka da Adnoka! 💙💜