Imagine - stray kids
63 🐺. Bang Chan - 💥🔥🔞 +18 (SURTO)
Notas iniciais
Chefe x Secretária

“Bang Chan trabalha como advogado há anos, e ele é sempre muito frio e sério quando está em ação o que garante a ele muitos ganhos de causa.
Ele é muito dedicado ao trabalho e a Lilly é a secretária mais recente dele. Ela trabalhava para ele há menos de seis meses, porém esse tempo já foi o suficiente para que o Bang Chan, em segredo, a desejasse ardentemente.
Ele mal sabia disfarçar seu desejo por ela.
A Lilly estava falando ao telefone há uns quinze minutos e o Bang Chan sentiu-se muito enciumado ao notar aquilo, porque ela parecia muito feliz e muito sorridente para o seu gosto, seja lá com quem ela estivesse falando.
Sem se aguentar mais, ele falou em voz alta de forma séria e penetrante.
— Você está em horário de trabalho, não pode conversar com amigos assim.
Ele manteve um tom sério ao sair de sua sala e olhou para ela com toda a sua frieza.”
[...]
— Mas estou em horário de almoço... — falei baixinho, vendo meu chefe sair de sua sala com um olhar furioso sobre mim.
“Ele deve estar de mau-humor” — pensei.
Terminei minha ligação e comecei a arrumar meu retorno ao trabalho, que seria em alguns minutos.
Depois que finalizei a chamada o meu chefe chegou mais perto de mim, porém eu não notei de cara sua aproximação e dei um pulo pelo susto que levei quando ele finalmente estava ali de frente para meu corpo enquanto apoiava suas mãos na mesa, eu podia sentir ele seu olhar cortante, ele parecia estar furioso comigo.
— Não importa se você está em seu horário de almoço ou não, você não pode passar o tempo falando no celular enquanto estiver no escritório.
Achei aquilo injusto, mas não me opus.
— Ah, puxa, senhor Bang, o senhor me assustou... — Apertei meus lábios e o encarei. — Bom, na próxima ficarei do lado de fora enquanto estiver em ligação, me desculpe por isso.
Vi o Bang Chan dar um breve riso enquanto continuava a me encarar.
— Não quero desculpas, apenas não faça isso novamente.
Sem avisos, ele passou a mão pelo meu cabelo e o acariciou por alguns segundos, o que me fez encolher um pouco.
Mas ele ainda parecia irritado, e talvez fosse por isso que ele me encarava com aquela expressão.
— T-tá bom... tudo bem, senhor Bang. — Falei tímida pelo carinho repentino, aquilo era no mínimo estranho. — Tenho dez minutos antes do meu almoço acabar, então se me der licença... — Falei, tentando não o encarar diretamente. — Eu já volto.
Ele soltou o meu cabelo e encarou o relógio no pulso.
— Quero você em sua mesa em dez minutos, então seja rápida.
Assim que ele falou, me levantei para sair, mas acabei achando aquilo um grande erro, pois ele apoiou sua mão em minha cintura e apertou ali levemente.
— Meu Deus...
Suspirei baixinho e saí apressada, o meu pensamento era um só:
“Tão irritado, mas tão lindo”.
E apesar do contato repentino, eu confesso que não achei nada ruim...
Meu chefe era um grande gostoso e eu via como ele era profissional e perfeito em tudo o que ele fazia.
Eu o admirava.
Eu o desejava.
Mas é claro que eu jamais revelaria tal segredo.
Meu chefe ficou me olhando sair, agora com suas mãos apoiadas na minha mesa enquanto mordia o próprio lábio.
Eu não queria ter visto aquilo, mas eu vi e foi o suficiente para que eu perdesse meu rumo.
“Ela está cada vez mais atraente, isso é uma verdade... Mas ela trabalha para mim, não devo me aproximar... Bang Chan, controle-se”.
Ele murmurou para si enquanto continuava a encarar a porta, esperando sua secretária voltar.
[...]
Fiz o que tinha que fazer em menos de dez minutos e voltei.
— Bom, vamos lá!
Falei para mim mesma e comecei a arrumar alguns documentos até que um dos clientes marcados para aquela tarde chegou ao escritório todo sorridente e eu o atendi.
Porém, ele parecia estar dando em cima de mim descaradamente e eu detestei aquilo.
— O senhor pode se sentar, logo o advogado Bang Chan o atenderá.
Falei tentando tirar ele de perto da minha mesa.
— Ah, mas tão rápido assim? Quero poder olhar mais sua beleza, mocinha.
Senti meu estômago revirar, mas de puro nojo.
— Por favor, senhor, sente-se ali, o senhor Bang já vai o chamar.
Assim que escutou a minha voz, notei que o senhor Bang se voltou na direção da porta de sua sala, vendo que o cliente havia chegado e nos olhava com uma cara de pouquíssimos amigos.
“Talvez ele tenha notado algo” — pensei. “Só espero que ele não ache que dei trela ao cliente.
Acontece que ele havia notado e, quando se deparou com a cena do cliente dando em cima dela, ele não se segurou e deu alguns passos na direção do cliente enquanto pensava consigo mesmo.
“Ele está dando em cima dela descaradamente? Que arrombado do caralho! Isso é inaceitável... Ela é só minha!”
Ele acabou parando na direção do cliente, porém parando bem ao meu lado.
— Irei atendê-lo agora, senhor Presley.
A voz dele era cortante, ele estava irado e não havia como negar.
Me senti aliviada por que meu chefe tirou aquele abusado de perto de mim e continuei meu trabalho esperando que eles entrassem na sala do Senhor Bang e então, meu chefe ficou bem próximo a mim enquanto o cliente ia se sentar em sua sala, ele me olhou rapidamente e murmurou.
— Se esse verme tentar chegar perto de você novamente, me avise imediatamente.
Me senti arrepiar.
— T-tudo bem, senhor Bang, obrigada.
Falei quase que em um sussurro e vi quando o senhor Bang se virou para ir para a sua sala.
E antes que ele fechasse a porta, eu o vi encarar o cliente com aquela expressão fria que eu tanto conhecia.
— Uau... como é protetor.
Falei ironicamente para mim mesma e afastei meus pensamentos. Ver o senhor Bang daquele jeito me deu muitos motivos para imaginar um monte de coisas e eu não podia me dar a esse luxo.
[...]
Depois de um tempo que o cliente saiu, o senhor Bang ficou encarando a porta por onde ele passou para ir embora e deu um leve suspiro de alívio.
— Que homem irritante, ele não tinha o direito de chegar perto de você, Lilly.
Ele disse enquanto se virava em minha direção e me encarava.
— Não mesmo senhor Bang, mas isso é algo que acontece sempre infelizmente.
Meu chefe bufou e veio andando em minha direção.
— Sempre? Isso não deveria acontecer nunca senhorita Lilly, por que porra você não me fala nada?
Ele chegou bem perto de você e apoiou a mão na minha cadeira, se inclinando em minha direção e ficando mais próximo do meu corpo e eu pelo susto daquela reação me afastei um pouco.
— Por favor, relaxe, senhor Bang, eu nunca dou bola para caras como ele, então o senhor não precisa se preocupar.
Ele nitidamente notou meu leve afastamento, mas ele continuou perto de mim.
— Não dá bola? — Ele ironizou — Você deve ser muito ingênua mesmo, Lilly, caras como ele vão sempre tentar tirar vantagem de mulheres como você, vão tentar te assediar sempre que possível, e só de pensar nisso fico puto.
Eu o encarava pensativa, aquilo nem fazia sentido.
— Sim, o senhor tem razão, mas eu não dou a mínima para essas atitudes de merda, então não se preocupe com isso.
Ele soltou um riso sem humor algum e quando me escutou falar aquilo ele se virou mais em minha direção ficando bem de frente para mim enquanto apoiava uma das mãos em minha cadeira com uma força de deixar os nós dos seus dedos esbranquiçados e com a outra ele reivindicou posse sobre minha cintura ficando totalmente próximo a mim.
Ele me encarou com aqueles olhos frios e se pôs a falar.
— Não me preocupar Lilly? Você está brincando comigo? — Ele respirou como se tentasse se conter. — Como eu não vou me preocupar se estou constantemente preocupado com você? Toda vez que um desses clientes irritantes chega aqui eu só falto querer matar um.
Eu estava sem reação...
Eu o olhei nos olhos e me senti ruborizar.
— Eu já disse, não ligo para eles, senhor Bang Chan... Não ligo para nada disso, se quer saber... — Respirei fundo e o encarei o mais firme que consegui. — Agora, o senhor pode, por favor, não ficar tão próximo assim de mim?
Ele riu faceiro e se inclinou ainda mais em minha frente, ficando ainda mais próximo de mim e nossos rostos ficaram a poucos centímetros de distância.
Pensei que fosse morrer ali mesmo.
— E se eu não quiser parar de ficar assim próximo a você?
Suas palavras me acertaram em cheio, eu suspirei e acabei mordendo meu lábio involuntariamente.
— Por que, Senhor Bang? Por que está fazendo assim comigo?
Ele me ouviu suspirar e olhava fixamente para minha boca vendo que eu sem me aguentar mordia meu próprio lábio, isso claramente mexeu bastante com ele, que acabou perdendo ainda mais seu controle levando uma de suas mãos para o meu rosto.
— Por que acho você... muito atraente, minha Lilly...
Fechei meus olhos tentando não reagir, aquilo era loucura demais até para mim.
— Não, o senhor não acha! — Falei quase que em desespero, me levantei e o encarei. — E se me der licença, vou ao banheiro.
O Bang Chan soltou um leve suspiro quando me levantei, ele me encarou com aquele mesmo olhar sério e penetrante de sempre, porém esse era menos frio que o normal, não... esse era definitivamente bem mais quente e aquilo mexeu ainda mais comigo.
“Não muito diferente da Lilly, o Bang Chan estava completamente mexido, e ele não sabia muito bem o porquê, mas não tinha dúvida alguma que aquela mulher lhe tirava o juízo.”
— Aonde você está indo?
Ele me perguntou em um tom baixo enquanto me olhava ir em direção à porta.
— No banheiro, já disse, eu já volto.
Falei e me afastei dali, eu precisava...
Respirar.
— Você tem certeza de que é somente ao banheiro que você está indo?
Ele me perguntou em alto e bom som, extremamente provocante.
Mas, como eu já havia saído, eu não o respondi, mas eu o ouvi.
— Que ódio dele!
Cheguei no banheiro e coloquei água na minha nuca para tentar controlar minhas emoções.
— Lilly, se controle!
[...]
Depois de alguns minutos daquela cena intensa, o Bang Chan não se aguentou, ele sentia que precisava seguir sua secretária para tentar entender o motivo de ele a desejar tanto...
Então, ele saiu de sua cadeira e foi em direção ao banheiro onde sabia que ele a encontraria enquanto pensava consigo mesmo:
“O que está acontecendo comigo? Por que quero tanto beijar ela assim?”
Enquanto eu estava no banheiro, senti minha respiração descompassada, eu ofegava sem ritmo algum, enquanto levava água à minha nuca.
— Meu Deus, eu quase o beijei... isso não está certo...
Falei me olhando no espelho.
O Bang Chan chegou na porta do banheiro onde ela estava e ficou parado do outro lado da porta, ele escutava o que ela dizia e toda a sua respiração desregulada enquanto ela estava ofegando lá dentro, e aquilo estava mexendo com ele mais ainda.
— Não devo entrar, não devo entrar, não devo entrar...
Ele ficava repetindo isso consigo mesmo enquanto se debatia em uma guerra interna, tentando não entrar ali e tomar a secretária em um beijo quente.
Abri mais a torneira, a água na nuca não estava adiantando muito, então molhei meus pulsos.
— Lilly porra! Ele é seu chefe... se controle, mulher!
Do lado de fora, ele se aguentava cada vez menos, escutava a água correndo e imaginava muitas coisas. Ele não sabia como ela estava, mas o Bang Chan a queria e queria muito saber.
— Tenho que me controlar, ela é a minha secretária, não tem tanto tempo assim e aqui não é permitido ter relacionamentos entre funcionários... — Ele respirou fundo — Apesar de eu ser um dos donos, eu tenho que me controlar, aliás, é justamente por isso que preciso manter o controle, tenho que dar o exemplo.
Ele murmurava consigo mesmo enquanto apoiava a mão na porta e apertava a maçaneta.
Fechei a água e soltei meus cabelos... eu ainda estava tentando recobrar meu controle, mas decidi sair dali.
— Vou voltar... espero que ele não note como me deixou...
“Quando o Bang Chan escutou o barulho da água parando, ele se afastou um pouco da porta e ficou parado esperando ela sair, e quando finalmente saiu, ele voltou a encarar sua secretária, mas o olhar dele sobre ela agora era um pouco diferente.”
— Seu rosto está... mais vermelho...
Dei um pulo pelo susto que tomei, eu não esperava que ele estivesse ali na porta do banheiro.
— Meu Deus, Senhor Bang Chan!!! O senhor quer me matar, é isso?
Vi ele abrir um largo sorriso ao me ver dar um pulo pelo susto, ele nitidamente sabia que havia me assustado, mas claramente ele não se importava, na verdade, ele ainda parecia sentir o mesmo desejo que demonstrou por mim minutos atrás.
— Eu só queria saber o porquê desse seu rosto tão corado.
— Hum... — Procurei as melhores palavras para o responder com um pingo de coerência... — Nada de mais, isso deve ser impressão sua, ou as luzes... pode muito bem ser o reflexo das luzes.
E falhei miseravelmente...
Ele me encarou com aquele olhar penetrante, meu chefe era bem mais alto que eu, então ele podia olhar diretamente para meu rosto sem maiores dificuldades.
Fácil para ele, um enorme tormento para mim.
— Impressão minha? Você está um pouco desconcertada... Não sei não, parece que eu lhe causei isso.
“Ah, vah!” — pensei.
— Você diz isso só porque soltei meus cabelos, né? Não pense demais, senhor Bang, eu precisava disso, mas pode ficar tranquilo, eu o amarro novamente assim que chegar em minha mesa.
Ele soltou um suspiro baixo enquanto continuava a me encarar, ele estava encarando meus lábios se moverem e isso pareceu mexer bastante com ele.
— Posso dar uma sugestão? — Ele disse já se aproximando de mim.
— Sim, claro...
Eu mal terminei de falar e ele se inclinou levemente em minha direção, ficando um pouco mais próximo de mim enquanto me encarava com aquele olhar maldito.
— Não amarre seus cabelos, você está ainda mais perfeita assim.
Eu quase desmaiei com a sua fala.
Fechei meus olhos e mordi os lábios lentamente, mas dessa vez com ainda mais força.
— Tudo bem, eu não amarro, mas agora, se me der licença, eu preciso voltar ao trabalho.
Falei e saí o mais rápido que consegui.
Ele me observou enquanto eu falava, certamente ele me viu fechar os olhos e morder meu lábio, e isso pareceu o enlouquecer.
“Eu nunca tive tanta vontade de beijar alguém como agora” — era o pensamento do advogado, porém ele a deixou ir enquanto pensava consigo mesmo. — “Se controla Bang Chan, você não deve beijá-la, não deve...”
[...]
Corri para o escritório, sentei-me em minha mesa e já ia amarrar os cabelos quando me lembrei do que meu chefe disse.
— Tá, senhor Bang, sem cabelos amarrados...
Disse para mim mesma e comecei a fazer ligações para alguns clientes. O dia já está quase acabando e logo essa loucura de dia se encerraria de vez.
Ele entrou na sala me observando e ficou me encarando enquanto se preparava para os últimos clientes que ele teria pelo dia. Parecia que o Bang Chan ainda não estava conseguindo se controlar e aquilo me deixou tensa, mas desviei meus pensamentos daquilo.
“Está quase acabando” — eu pensava para me motivar.
“A verdade era que cada vez mais o Bang Chan sentia que precisava da Lilly, ele não conseguia largar a ideia fixa de que precisava sentir o gosto dos lábios da sua secretária perfeita”.
— Se controle Bang, não a beije, — ele falava repetidas vezes como se aquela frase fosse um mantra — Mas o tanto que eu quero isso...
[...]
Finalizamos o dia, peguei minha bolsa, meu celular e o encarei.
— Acabamos por hoje senhor Bang, agora eu já vou, obrigada pelo dia e até amanhã.
Ele assistia eu terminar de arrumar minhas coisas e me levantar, e seu olhar sobre mim era muito mais intenso do que mais cedo, eu tive receio, mas segui meu curso.
Mas ao que tudo indica ele não conseguiria me deixar ir assim, estava nítido que ele não se aguentava mais.
“E a verdade era que o Bang Chan precisava da Lilly, sua mente gritava consigo afirmando que ele precisava pelo menos tocar em seu corpo”.
— Espera! — Ele disse enquanto se levantava da cadeira — Não vá ainda...
Eu já estava quase saindo da sala, mas ao ouvir sua voz, paralisei no lugar e esperei.
Meu chefe deu alguns passos na minha direção, até que ele ficou na minha frente, estávamos bem próximos e ele não resistiu, apoiou a mão em meu pescoço e me encarou com um olhar cheio de desejo.
— Lilly, eu não consigo te deixar ir assim, eu não estou aguentando mais isso...
Aquilo me surpreendeu e meu corpo estremeceu com sua pegada inesperada em meu pescoço que logo deslisou para minha nuca me deixando completamente imóvel.
— Senhor Bang...
Suspirei baixinho, eu já estava com a mente nebulosa e ele agora me encarava como se fosse me devorar.
— Você suspirando assim por mim não me ajuda em nada, só me deixa mais louco ainda. — Ele apoiou a outra mão em minha cintura e me puxou mais para perto. — Estou segurando isso há tempo demais, Lilly, essa vontade enorme de te beijar está dentro de mim há muito tempo e me enlouquece por todo o tempo.
Eu estava indo à loucura, tudo aquilo que ele dizia era recíproco, ele não saía da minha mente desde o dia da minha entrevista, onde ele fez questão de me puxar para a equipe dele, mesmo eu concorrendo à vaga de secretária para o grupo contábil.
— Mas senhor Bang... isso é tão perigoso e... errado...
Ele acariciava a pele do meu pescoço em uma posse deliciosa de sentir enquanto me encarava profundamente, ele não estava se importando com mais nada e isso estava completamente claro para mim que entendi que, naquele momento a lei não existia para o senhor Bang, nem a empresa, nem nada além de nós dois no momento presente.
— Perigoso? Eu não estou me importando com nada disso, você é a única em minha mente agora e Lilly, eu estou morrendo de fome...
— F-fome? Aaah… céus... Senhor Bang...
Ele ao me ouvir soltou um longo suspiro, qualquer um que nos visse naquele momento diria que nós dois não aguentávamos mais só nos olhar, seus olhos percorriam meu corpo, como se estivesse me devorando, e sem nem perceber ele me puxa ainda mais contra o seu belo corpo.
— Sim, eu estou morrendo de fome de você, então não me negue isso, minha querida...
Perdi meu controle nesse exato momento.
Não dava mais para evitar o que já estava me consumindo tanto.
— Espero que não se arrependa senhor Bang, foi o senhor quem pediu por isso...
Puxei ele pelos cabelos e o beijei com tanta vontade que talvez durante esse beijo o meu corpo se funda ao corpo alheio.
“Quando a Lilly beijou o Bang Chan ele se surpreendeu por alguns segundos, mas logo ele se descontrolou totalmente, puxando-a contra o seu corpo, apertando sua cintura com força enquanto a devorava em um selar pecaminoso, ele não queria deixar sequer um espaço livre entre os dois, ele queria tudo, queria ela por inteiro e por tudo o que há de mais profano ele jurou que a tomaria para si.”
— Eu não vou me arrepender querida, eu quero você, Lilly eu te quero mais do que o ar para respirar.
Me entreguei em seus braços e agora que o tinha com seus lábios nos meus, só um pensamento dominava minha mente: “Eu o quero demais”.
Nossas línguas travavam uma batalha entre lambidas, estalos, e chupões e eu logo estava gemendo baixinho nas mãos do meu chefe.
— Você me quer? Ótimo! Agora estou em seus braços e... aaah merda... Eu também quero muito você, senhor Bang.
Declarar aquilo em voz alta foi altamente libertador e agora eu estava literalmente me derretendo nas mãos do meu chefe gostoso.
O beijo se tornava cada vez mais desesperado e nós dois entendíamos estar na mesma situação, entregues, rendidos e desejosos.
O Bang Chan apertou minha cintura com força e, enquanto aprofundava o nosso beijo, ele podia escutar meus leves gemidos e isso o deixava cada vez mais descontrolado, cada vez mais com vontade de me ter, e era nítido, pois o volume em sua calça era tão grande e duro que não me restavam dúvidas.
Ele então separou o nosso beijo por alguns segundos e me encarou embriagado de desejo.
— Eu quero você desesperadamente... vou tomá-la agora mesmo e não me importo com mais nada, eu só quero te ouvir gemer meu nome assim do jeitinho que fez a pouco.
— Desesperadamente? Aah sério, senhor Bang... eu jamais imaginaria.
Brincadeiras à parte, vi naquilo a minha última chance de evitar uma grande merda, então eu o olhei nos olhos quando ele se afastou, eu estava perdida em sentimentos e desejos, mas eu precisava tentar...
— Eu também estou assim por você e você já sabe bem disso, mas isso não é certo senhor Bang, sou sua funcionária... — Mordi o lábio levemente e apertei sua nuca, estava impossível me conter — Não acha melhor pararmos por aqui?
Ele me escutou dizer aquilo e se afastou um pouco mais enquanto me encarava...
“O Bang Chan estava completamente descontrolado pelo desejo que sentia por sua secretária, ele queria mais, queria muito mais e sua fala recente chegou a o deixar um pouco irado até.”
— Eu não me importo com nada disso, que se foda essa merda, eu quero você e só você. — Ele falou em um rosnado e voltou a apoiar as mãos em minha cintura e me puxou novamente contra seu corpo, demonstrando uma ávida necessidade por mim, o que não me ajudou a pensar em mais nada. — Não, não quero parar, eu quero você.
Assim que senti novamente seu toque em mim, voltei a ofegar pesadamente...
Minha mente se apagou e eu só tinha a imagem dele fodidamente sexy em minha frente.
— Droga... você é terrível, sabia? — Levei meu indicador até ele e fiz um carinho em seus lábios carnudos. — Está certo, eu também o quero assim, mas acho melhor irmos para outro lugar pelo menos, aqui na empresa, podem nos pegar e eu serei demitida.
Ele me encarou enquanto eu fazia o carinho em seus lábios e me escutava com o máximo de atenção que conseguia, então ele se afastou novamente enquanto me encarava com aqueles olhos que eu sei que me fuzilavam pela confusão mental em que ele se encontrava agora, eu também estava como ele então jamais o julgaria por isso.
Ele podia sentir que eu também estava descontrolada pelo desejo, e eu não tentei esconder isso dele, eu queria aquilo mais que tudo e ele podia me sentir com precisão.
— Sim, você tem razão, aqui vai ser arriscado... vamos sair daqui então...
Depois da fala do meu chefe, eu olhei em volta e nosso andar parecia estar vazio, então, em um impulso desenfreado, eu o puxei novamente.
— Quer saber, que se dane! — O encarei bem fundo nos olhos e o semblante dele estava impagável. — Vamos logo com isso, você pode ser rápido e quando acabarmos vou embora.
Em resposta ao meu leve surto, ele sorriu largamente e seu sorriso levava uma malícia indescritível e enquanto o fazia, ele passava sua língua em seus lábios bem lentamente e eu amei o ver assim.
Essa cena ficará para sempre em minha memória.
Ele gostava de ser desafiado e levou aquilo como um desafio pessoal, então ele me puxou de volta para seu corpo e me empurrou contra a primeira parede que viu enquanto me encarava com aquela droga de olhar que eu já sou viciada.
— Perfeito Lilly, que seja assim então...
Suspirei baixinho, mas muito ofegante...
— Aaah senhor Bang, que delícia... sim... que assim seja.
Ele me encarou enquanto eu suspirava.
“Eu adoro escutar a voz dela” — era o pensamento dele.
Meu chefe apoiou as mãos em minha cintura com mais firmeza e ele desceu seus lábios ao meu ouvido, mas não andes de deixar uma lambida em meu pescoço e chegando onde ele queria, ele disse com a voz firme, porém em um delicioso sussurro.
— Delícia? Você acha mesmo? — Ele nem me deu o direito de resposta e levou sua mão à minha intimidade, a apertando em seus dedos longos e firmes. — Acho que você finalmente está pronta para o que vem agora.
Sentir seu aperto por debaixo da minha saia me alucinou.
— Aaah... e-eu... meu Deus... — tentei manter o controle. — E o que vem agora? Hm? Você vai me foder até eu perder os sentidos? É isso? — Fui até seu pescoço e deixei uma leve mordida provocante... — Porque, se for, saiba que sim, estou pronta e isso é tudo o que eu quero...
Terminei minha fala toda manhosa e sorri o encarando.
Ele precisava saber que eu também sabia provocar e, pelo estado em que ele se encontrava, soube que a minha tentativa funcionou.
Voltei a morder sua pele quente e ele fechou seus olhos, soltando um leve gemido quando sentiu minhas mordidas. Ele pôde ver como eu estava ficando cada vez mais provocante e desesperada pelo que viria a seguir.
— Sim, é exatamente isso o que vou fazer, e você nem vai lembrar seu próprio nome. Eu vou te fazer gritar o meu e será só o que sairá dessa sua boca linda.
Ele disse enquanto me encarava.
Nós dois podíamos sentir que nosso juízo já havia ido embora e que bem agora perdemos o último fio de limites que tínhamos.
Eu não podia deixar barato as carícias que ele fazia em meu meio completamente úmido, então levei minha mão à calça dele e a abri, abaixando os panos que ainda o cobriam.
Fui até seu membro desnudo e o massageei. Ele já estava completamente duro de desejo e, para ajudar no próximo passo que daríamos, levantei bem a minha saia.
— Estou aqui, senhor Bang, pode vir com tudo.
O Bang soltou um gemido baixo enquanto eu acariciava seu membro. Ele me encarava enquanto apoiava as mãos em minha cintura, já se preparando para me invadir enquanto observava eu levantar a minha saia.
— Você está me desafiando, né? — Ele disse enquanto se apressava em me empurrar contra a parede. — Sabe que isso só vai piorar para você.
Sorri largamente e o respondi.
— Sim... eu estou! Só o que eu quero agora é esquecer meu nome e meu chefinho gostoso disse que fará isso por mim, então... — Abri minhas pernas e com o olhar eu o convidei para entrar... — Entra em mim, senhor Bang, e me fode com toda essa vontade deliciosa que você diz ter por mim.
Ele, que ainda mantinha seus dedos em mim, podia sentir toda a minha umidade e o meu convite fez ele não se aguentar mais.
Aquela vontade estava nos matando, e nenhum de nós estava mais disposto a resistir a isso por nem mais um minuto, então ele apoiou uma de suas mãos na parede acima de mim enquanto se posicionava entre as minhas pernas.
— Então é isso que você quer de mim, hein?
— Quero o que me prometeu, chefinho... isso e tudo mais o que o senhor quiser me dar...
Ele revirou os olhos e lentamente roçou seu pau na minha entrada, colocando-o na posição correta para que enfim ele me torturasse, me invadindo lentamente e eu podia ver estrelas enquanto ele fazia isso.
As paredes da minha intimidade iam apertando seu membro e nós dois fomos torturados igualmente.
— Aaah merda... uau... que pau gostoso... — O encarei enquanto ele me invadia sem dó. — Puta merda, que tortura deliciosa...
Ele soltou um gemido arrastado enquanto ia se introduzindo devagar em mim, aproveitando toda a sensação boa que aquilo estava nos causando.
— Porra... Você é apertada. — Ele disse enquanto entrava por completo, sentindo a minha umidade facilitar seu deslizamento para dentro de mim. — Você é um tesão do caralho, Lilly...
Por mais que parecessem meses de tortura constante, aquilo foi mais rápido do que eu gostaria que fosse e agora nossas intimidades latejavam com força uma na outra.
— Eu estou pegando fogo por você, Bang Chan... — Comecei a me mover lentamente e aquilo estava acabando com o pingo de sanidade que eu ainda tinha, e para aumentar o desejo, eu fui até a boca do meu chefe e gemi contra seus lábios... — Eu sou sua, senhor Bang... toda sua...
Agora mais rendido ainda, ele soltou mais um gemido e, enquanto nossos lábios apenas se tocavam levemente, nós dois nos movíamos em busca de mais contato.
— Toda minha, né? Então, eu farei você gritar tanto que não vai poder falar amanhã.
Sorri largamente e comecei a sentir seus movimentos se intensificarem dentro de mim.
Era delicioso e perfeito e eu comecei a gemer mais alto.
— Aaaah isso... isso... mais por favor... ah, porra...
O Bang Chan se firmou mais em mim, apoiando suas mãos em meus quadris enquanto continuava a me empurrar contra a parede, eu sentia sua extensão entrando e saindo em um vai e vem frenético e nossos gemidos se misturaram em sua sala.
“O advogado também estava em um delírio alucinante, ele podia sentir cada gemido dela e isso o fazia gemer de volta em retorno. E depois de alguns bons minutos de um vai e vem alucinante, o Bang Chan podia sentir que ela já estava quase em seu limite, mas ele ainda não queria parar”.
— Mais...Mais? — Ele falava propositalmente, sincronizando sua fala com suas estocadas — Você quer mais, não é? Que coisinha mais gulosa... Quer mais do seu chefe? Aqui, minha doce secretária, mais para você, huh? Aaaah que caralho...
Eu estava quase em estado de nirvana, então mordi o ombro dele e me movia contra seu membro e seu corpo insanamente.
— Sou gulosa sim e você está adorando que eu te engula com minha boceta molhada, não está? — Ele levou seu polegar para me estimular ainda mais e começou a deixar chupões em meu pescoço. — Aaaah caralho... Senhor Baaang... aaah mais... por favor.
Era o meu fim, eu estava implorando...
— Adorando, é de fato a palavra certa — ele disse em meio a gemidos desconexos — Essa sua boceta toda molhadinha para mim está me enlouquecendo, tão apertada, tão quente... — Ele continuava a me empurrar com certa brutalidade contra a parede, e eu podia sentir como ele estava indo fundo dentro de mim, o que nos fazia gemer cada vez mais. — Você é tão gulosa que me dá vontade de acabar com a sua sanidade agora mesmo.
— Sanidade? AAAH merda... acho que nenhum de nós tem mais isso... — Eu o respondi enquanto o puxava mais para mim, e eu gemia tanto que deixava tudo, mas lascivo entre nós... — BANG CHAAAN... aaaah aaah aaah... merda! — Senti meu orgasmo vindo e me agarrei contra o corpo do meu chefe. — Me beije Bang, eu... aah eu vou gozar...
Ele soltou outro gemido forte e baixo assim que me ouviu dizer aquelas coisas, mas seus gemidos enlouqueceram quando me ouviu falando seu nome, e eu sentia seu membro engrossar dentro de mim, o que revelava que o meu chefe estava chegando no limite também.
— Vou te beijar como quer, minha querida, e vamos gozar juntos...
E sem se demorar, ele me puxou para um beijo completamente luxurioso, onde uma de suas mãos veio em meu pescoço.
Era ele e aquela postura deliciosa de posse sobre mim, e eu amei aquilo com toda minha devoção, e sentir sua mão em meu pescoço? Ah, aquilo foi o fim para mim...
— Você é fodidamente gostos... aaaaaah meda... Bang... aaah... isso... — Me entreguei a toda aquela luxúria e pedi. — Goza comigo? Huh? Me enche com sua porra quente e gostosa?
“Aquele pedido foi a coisa mais lascivamente deliciosa que o Bang Chan já escutou e aquilo foi quase o fim para ele.”
— Puta que pariu... minha secretária sabe como me enlouquecer, não sabe? — Ele falou se enquanto se rendia a mim...
Nos olhamos bem no fundo de nossos olhos e nos rendemos enfim...
— Vou gozar, sim, vamos gozar juntos, sua gostosa... — Ele gemia desesperadamente — Eu vou te encher com a minha porra quente; é isso que você quer, né?
— É... isso sim... é... aaah seu gostoso do caralho! — Me afundei em seu pau e gemi alto — Bang Chan... Bang... Chan... aaaah...
E sem me aguentar mais, gozei forte nele e fui ao delírio ao ouvi-lo gemer e gozar em mim também.
Foi praticamente em sincronia e foi absurdamente perfeito.
O Bang Chan apertou minha cintura com força enquanto me escutava gemendo seu nome, ele não aguentou mais e aquilo foi o bastante para ele perder finalmente o controle por completo.
— Merda, você é muito... — Ele disse enquanto se derramava dentro de mim, me enchendo por completo sem pensar em mais nada.
Ele gemia mais e mais enquanto sentia todo o seu orgasmo junto ao meu e eu acho que essa foi a melhor transa que eu já tive na vida.
Eu tremia inteira e, enquanto gozávamos, fiz ele apertar meu pescoço e me beijar um pouco mais, eu não queria que aquilo acabasse...
— Uaau... isso foi delicioso demais... deus... foi perfeito.
Estávamos ofegantes e exaustos.
Ele, ainda encostado em mim, sorria fraco.
— Hum... talvez inesquecível seja a palavra certa a se usar agora, querida, essa foi a melhor transa que já tive.
Sorri e mordi meus lábios.
— Uma boa definição, senhor Bang... pelo menos agora sei que o senhor não vai me esquecer nem tão cedo.
Fomos nos afastando e nos recompondo.
Ele suspirou enquanto arrumava suas calças.
— Ah, não tenha dúvidas quanto a isso, vou guardar essa lembrança no fundo da minha mente, quero poder resgatá-la sempre.
Ele veio até mim e selou nossos lábios.
— Uma lembrança perfeita dessas... Talvez eu nem durma hoje quando chegar em casa... Você é tão... gostoso, senhor Bang, meu deus...
Ele me encarou sorrindo.
— Você está mesmo pensando em como será sua noite? Só isso se passa em sua mente agora?
— A verdade é que eu mal consigo pensar, senhor Bang... fique feliz por eu ainda ter esse pensamento.
Sorrimos juntos e ele me abraçou.
— Olhe para mim, Lilly.
O encarei e ele parecia ver a minha alma, o que me fez estremecer em seus braços.
— Não faça assim comigo... por favor...
— Mas eu não estou fazendo nada...
— Claro... Não me olhe assim como se fosse me devorar, é injusto e parece que você quer ler meus pensamentos.
— Não seria uma má ideia ler você... queria muito saber o que está pensando agora, então fique quietinha e olhe para mim.
— Estou olhando.
Falei timidamente.
Ele me encarava e, depois de um tempo, começou a falar.
— Não pense nem por um segundo que eu vou deixá-la ir... quero dizer, você nunca mais vai deixar de ser minha e agora eu vou cuidar muito bem de você.
— Sério? Eu tinha certeza de que, agora que o senhor conseguiu o que queria de mim, isso acabaria aqui e amanhã o senhor fingiria que nada aconteceu aqui.
Ele me encarou seriamente, quase bravo.
— É essa visão que você tem de mim?
— Não vou mentir... é sim...
— Olha, eu só não me aborreço com você porque pretendo te levar em casa e dormir com você lá.
Aquilo me surpreendeu.
— Tá falando sério?
Ele selou meus lábios docemente.
— Você não notou mesmo que eu já a queria há meses?
— Claro que não...
— É uma tola então, o fato de você ser minha assistente não faz você ser menos que ninguém Lilly, você é doce, é gentil, trabalha muito bem e vamos combinar é gostosa para caralho, fora que tem um fogo que me atiça, fogo esse que eu não planejo apagar e sim alimentar, pois pelo que vi você é como eu, cheia de tesão o tempo todo.
Fiquei corada, mas, cara, ele não estava mentindo.
— E eu não quero matar sua fome, quero mesmo é o deixar ainda mais faminto por mim... meu deus estou perdida...
Ele sorriu largamente e me apertou mais contra si.
— Eu não diria isso, minha querida, acho mesmo é que nos encontramos bem aqui.
— Nossa, senhor Bang, você é cheio de lábia...
Ele mordeu meu queixo e eu gemi baixinho.
— Agora você é minha, toda minha Lilly, você não vai fugir de mim.
— E nem quero... mas isso de ser sua... bom, eu sou sua... mas e você? Você será meu?
— E eu já não sou? Não duvide de mim, amor... eu já sou todo seu há muito tempo.
Ouvir ele me chamar de amor fodeu minha mente e meu coração, mas o ouvir dizer que já era meu...
Porra!
Aquilo me acendeu um fogo enorme e eu quis fazer algo a respeito...
— Uau... Isso foi tão bom de ouvir... — O encarei com o semblante mais travesso que consegui estampar em meu rosto. — Isso merece até um prêmio, senhor Bang!
O vi soltar uma risada suave, mas muito divertida enquanto me encarava novamente e, quando dei por mim, suas mãos já estavam apertando minha cintura.
— Eu mereço um prêmio? — Ele deixou um selar em minha testa. — Qual tipo de prêmio? O que você quer dar para mim agora?
— Acredite em mim, posso te dar muita coisa ainda, senhor Bang... quer ver?
Ao falar essa última parte, eu caprichei na manha e ele pareceu adorar.
— Ah, é claro que eu quero, e eu não duvido nada de você, minha querida, inclusive já adianto que, seja o que for, eu vou adorar, contanto que venha de você, eu sei que será perfeito.
Aquilo estava me acendendo, estava um puta clima gostoso entre nós, e eu só pensava em como aproveitar.
— Okay, querido... então relaxe... e aproveite.
O afastei um pouco e o virei contra a parede em um movimento repentino, e o semblante de surpresa dele foi impagável.
Me aproximei bem como se fosse o beijar, mas antes que nossos lábios se tocassem, eu simplesmente me afastei.
— Aqui vai o seu prêmio, senhor Bang.
Falei baixinho próximo à sua linda boca e sorri, mordendo o lábio alheio.
— Querida, eu preciso te lembrar dos riscos de se brincar com fogo?
— Não precisa, senhor Bang, e saiba que eu amo olhar as chamas de perto... — passei minha língua em seus lábios e o encarei uma última vez antes de fazer o que eu queria. — Agora fique quietinho e aproveite o show.
Falei e desci pelo corpo dele com selares cheios de luxúria, enquanto abria suas calças novamente. Fui muito habilidosa, pelo fogo do inferno, eu fui, e ao chegar na altura do seu membro, comecei a o masturbar com vontade.
“O Bang Chan podia sentir um fogo subindo por todo o seu corpo enquanto sua secretária descia por ele, lhe dando aqueles selinhos, e quando ela chegou em seu membro, ele gemeu suavemente enquanto olhava para ela e, em reflexo ele apoiou suas mãos contra a parede atrás de si enquanto fechava os olhos.
Ele estava rendido.”
— Querida, você realmente quer me torturar, não é?
Pude ouvir seu tom rouco, mas não o respondi, senti seu membro ficando duro como pedra em minhas mãos habilidosas e minha boca salivava por ele.
Então, eu o olhei de baixo para cima.
— Se quiser, fique à vontade para segurar em meus cabelos.
Foi só o que falei e, em seguida, abocanhei seu membro com todo meu desejo e já fui começando a chupá-lo com vontade.
Muita vontade.
— Puta que pariu… aaah Lilly...
Ele gemia alto e arrastado enquanto me sentia o chupando, e logo ele levou uma de suas mãos para o meu cabelo, segurando firme enquanto vi que ele fechava os olhos como se delirasse de prazer.
Eu me sentia incrível em ter aquele homem em minha boca tão entregue e eu o sentia puxando suavemente meus cabelos, como se me afagasse enquanto eu o sugava.
Olhei para cima e o vi revirando os olhos.
Que cena!
— Isso, amor, assim, continua... você é tão boa com a língua, sua desgraçada!
Aquilo foi música para os meus ouvidos e eu amava cada vez mais o ver rendido a mim e segui o chupando habilidosamente...
Eu lambia seu membro e deixava sucções deliciosas em sua glande quente e inchada, eu estava amando aquilo e então comecei a gemer com o pau alheio em minha boca.
“Ele podia sentir ela o chupar cada vez mais habilmente e, com isso, ele gemia desesperadamente, ele apertou a mão envolta do cabelo dela e começou a se mexer com vontade enquanto a olhava com certa devoção.”
— Ah, amor, você fica ainda mais sexy com meu pau na sua boca e está adorando isso, não é? Está amando me fazer gemer assim? Chamando loucamente por você, não está?
Eu não podia o responder, pois estava com a boca muito ocupada e de jeito nenhum eu queria parar aquilo.
Eu levava seu membro fundo em minha boca e, apenas com meu olhar, eu o incentivei a se mover mais em mim.
Ele olhava em meus olhos e parecia entender exatamente o que eu queria...
Que conexão!
Ele então começou a mover-se ainda mais intensamente em minha boca.
— Isso, querida, não pare, continua assim me chupando e eu vou foder a sua boca com vontade... aaah merda... Você vai me enlouquecer, amor.
Pude sentir com clareza seu membro engrossando em minha boca e delirei com aquilo, entendendo que ele estava se aproximando do seu ápice.
E sem me aguentar, saí rapidamente do meu árduo trabalho apenas para o provocar um pouco mais.
— Fode a boquinha da sua secretária Chan... você está quase se derramando e eu quero beber tudo o que você tem para mim.
E assim que terminei minha fala, eu o vi de olhos arregalados.
Voltei a o abocanhar, entendendo que agora, já era, ele perderia de vez o controle e eu receberia o que tanto queria.
“O Bang Chan ficou ainda mais excitado quando ouviu aquela súplica vinda de seu maior objeto de desejo e sentiu que não podia mais se conter... Na verdade, ele nem queria mais se conter...”
— Então, você quer que eu foda sua linda boquinha, sua vadia, é isso que quer, não é? Me enlouquecendo assim para satisfazer as suas vontades... ou pensa que não notei que está em pleno deleite comigo em sua boca gostosa?
Ele não mentia, eu amava fazer oral e nele? Porra, eu faria aquilo por horas... que pau gostoso do caralho.
Sorri vitoriosa por ver como ele ficou ainda mais enlouquecido e apenas acenei que sim para ele em resposta às suas perguntas bagunçadas.
Intensifiquei minhas chupadas enquanto deslizava minha língua por toda sua extensão endurecida e, por deus, eu estava amando aquilo.
— Ah, merda, você realmente é uma boa vadia quando quer... e-eu... porra! Eu não vou aguentar por muito mais tempo desse jeito.
“Não aguente, vem para mim” — pensei enquanto encarava o semblante completamente desejoso do meu chefe e ao que parece ele pareceu saber o que se passava em minha mente, pois seu orgasmo veio em seguida em jatos fortes e quentes que fiz questão de engolir tudo sem deixar que nenhuma gota me escapasse ou escorresse pelo canto da minha boca e eu ainda o sugava com vontade para prolongar nosso momento prazeroso.
Ele jogava sua cabeça para trás e urrava de prazer.
Que delícia!
— Puta merda, isso foi tão bom... porra, você é tão boa nisso... — Ele parecia querer encontrar as palavras — Lilly, caralho, que merda você fez comigo?
Ele suspirou profundamente e eu, agora fora de seu membro, sorria para ele, me levantei e fui em sua direção para um beijo e fui recebida com muita vontade.
— Viu... isso é o que ganha se for só meu, senhor Bang.
Fiz questão de o lembrar do porquê ele acabou de receber um boquete meu.
— Só vejo vantagens em ser algo que eu já era antes mesmo de nos entregarmos assim, amor.
Sorri vitoriosa, na verdade, eu também já era dele antes daquilo tudo, e já estava fodidamente apaixonada pelo meu chefe.
— Bom, está ficando tarde, senhor Bang, e eu preciso ir para casa. — Me virei, peguei minha bolsa, meu celular e o encarei. — Até mais, senhor Bang.
Sei que podia parecer frieza, mas, no fundo, era um grande mix de emoções o que se passava comigo naquele instante. Mesmo ele dizendo antes que me levaria em casa e que era meu, eu não o via se prendendo a uma pessoa igual a mim e meus pensamentos estavam confusos, então quis fugir.
Mas é claro que ele ia me impedir...
Senti sua mão firme segurando meu pulso e me puxando de volta.
— Hey, espera aí... tá maluca?
Parei no lugar e me virei para o encarar.
— Ah, não se preocupe comigo, senhor Bang, vou ficar bem, só preciso mesmo ir.
Ele ficou na minha frente enquanto me encarava novamente, com aquele olhar fuzilador, e negou com a cabeça como se estivesse indignado.
— Que se foda... vai ficar bem? Você é maluca ou o quê? — ele respirava fundo. — Primeiro, deixa essa de senhor Bang, você só precisa me chamar assim no trabalho ou em momentos muito específicos... — ele sorriu malicioso e eu corei. — Segundo, não me interessa nenhuma de suas desculpas, eu não vou te deixar ir embora sozinha, pois além de ser perigoso, eu me preocupo muito com você, Lilly e quero cuidar de você, então, deixa de loucura, eu vou te levar para casa.
Mesmo amando tudo o que ouvi sair de sua boca, eu o encarei contrariada.
— Não vou fazer você mudar de ideia, não é?
Ele me encarou um tanto incrédulo.
— Qual é a sua, hein? Não, você não vai conseguir... — ele veio até mim e me beijou carinhosamente. — Eu vou te levar para casa, nem adianta tentar me impedir, eu cuido do que é meu, Lilly, vai se acostumando.
Acabei decidindo deixar tudo isso rolar e ver no que vai dar.
— Okay Bang Chan... vou deixar você cuidar de mim, afinal sou sua, não é?
Falei sorrindo e ele acabou suavizando sua expressão, rindo junto a mim.
Ele me abraçou e desceu ao meu pescoço, dando um longo cheiro nele, depois ele tocou levemente meu queixo, levantando meu rosto e me obrigando a o encarar.
— Isso mesmo, querida. Você é minha, e eu vou cuidar de você agora.
Seu toque permanecia ali, então eu suspirei.
— Ótimo, então vamos de uma vez?
Meu chefe soltou um suspiro suave enquanto me encarava carinhosamente, então ele olhou uma última vez todo o escritório e aí ele assentiu com a cabeça.
Depois, ele me puxou pelo queixo novamente de leve até ter o meu rosto rente ao dele.
— Sim, vamos embora, amor, vou te levar para casa, minha querida e por favor, seja bem educada e me convide para jantar, podemos fazer uma boa massa, tomar um bom vinho e... — Ele veio até meus lábios, os deixando encostados, mas sem me beijar. — Poderemos fazer muitas coisas mais, inclusive estou louco para te recompensar por ser minha, igual você fez comigo por ser seu.
Eu entendi o que ele queria dizer e me senti ruborizar com seu gesto, seu toque e sua fala insinuante, e sem me aguentar, selei seus lábios rapidamente e ele me apertou no abraço.
— Pasta ao molho branco? — Perguntei sorrindo.
— Vinho tinto e suave? — Ele respondeu também sorridente.
— Combinado... mas vou logo avisando, eu só durmo sem roupa, detesto dormir vestida.
— Então será ainda mais perfeito porque eu nunca durmo vestido, amor, fora que isso só vai facilitar muito para nós dois.
Gargalhamos e ele segurou em minha mão, entrelaçando nossos dedos em um gesto que aqueceu meu coração.
— Você não presta, Bang Chan...
— Claro que presto, só sou faminto e estarei sempre queimando por você, querida.
— Não estou reclamando, amor... eu amo ver as chamas, lembra? E as suas... uau... vou sempre querer me queimar nelas.
— Gostosa do caralho... Minha gostosa pra caralho.
Saímos sorridentes do escritório de advocacia e fomos direto rumo à minha casa, onde sei que faremos um delicioso jantar e uniremos nossas fomes com as nossas vontades de comer por toda a noite e de diversas formas diferentes.

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