Imagine Eu E Você (glee Style)
8 Tantas dúvidas
Notas iniciais
A fogueira do parque distribuía chama e calor pelo redor e eu ainda não entendo o motivo disso.tinha muitas pessoas,já não bastava o calor da fogueira,tinha que ter calor humano também,faz parte da festa.finn e Leroy foram buscar cachorros quentes para eles e suas respectivas parceiras.
–eu adoro cheiro de cachorro quente á noite,tem cheiro de....cachorro quente.# Leroy deu um sorriso amarelo olhando em volta.
– é, então Leroy eu queria falar...
– 2 por favor...- ele tentou evitar finn de falar.
–se ficou um pouco estranho depois que se casaram e se...se a brincadeira entre vocês ficou um pouco...enferrujada? porque eu to notando... – foi interrompido por Leroy outra vez.
–mostarda? Ketchup? Eu recomendo os dois...
– não não, eu estou tentando conversar com você... – Finn riu nervoso.
–é? sobre o que meu garoto?
– é, bom que eu tô...as coisas estão meio estranhas no momento com a Rachel...
–minha nossa...não pode falar sobre ela comigo.
–que?
–não é problema meu...nós dois podemos ser muito amigos, conversar sobre esportes e o tempo até ficarmos loucos, mas nunca sobre a Rachel...porque assim que fizer o único pensamento qualquer que terei é “aquele cachorro que traçou aminha filha. – ele olhou para Finn mordendo um pedaço de cachorro quente que foi deixado para trás com uma cara de paisagem.
–Rachel!- ele chamou.
Os fogos iluminavam o céu noturno e sem nuvens fazendo todos comemorarem animados, Shelby e Rachel observavam de pé.
–querida eu não sei o que fazer com seu pai...ele nunca foi romântico impulsivo mas recentimente chegou ao ponto de sentir ciúme do vento. – Rachel olhava confusa sem saber o que dizer quando Finn chegou.
–oi meninas...
–ah graças a deus. – Rachel abraçou Finn depositando um leve selinho em seu lábios.
–você não faz idéia. – Finn murmurrou.
–ah os dois estão aqui, vamos falar sobre netinhos... – Shelby sorriu animada.
–pode me levar pra longe dela? – Rachel perguntou para Finn fazendo-o rir.
– só quero saber querida...queria ter netos enquanto sou jovem o bastante para levanta-los – Shelby disse enquanto Leroy lambia os dedos sujos de molho o jovem casal se afastava.
–sabe....os seus pais são demais...se não fosse por eles, eu não teria você... – Finn encarava Rachel que o abraçou com um leve sorriso. Ao longe sendo iluminada pelos fogos que explodiam no ar ela pode ver Quinn conversando com sua mãe. Ela não conseguia tirar aquela loira da cabeça, mesmo se quisesse, ela estava grudada, e cada dia que passava ficava mais fácil ver que Rachel estava apaixonada por Lucy e que mesmo tendo Finn que era um doce e carinhoso e a amava, não era tão fácil remover alguém que se infiltrou em seu coração no mesmo momento em que foi visto. O sorriso da morena foi substituído por uma feição melancólica.
– o que foi amor? – Finn se desprendeu do abraço preocupado.
–vamos pra casa...
Enquanto isso em outra parte do parque Tina e Beth caminhavam:
–agora, tente não parecer que é minha filha..isso afasta os homens sabe, e fique de olhos bem abertos se vir alguém que achar bonito... – Tina foi interrompida por Quinn que esbarrou em Beth.
–oi!
–quinn! – A pequena loirinha abraçou a mais alta feliz.
–eai...como vai?
–essa é minha amiga Tina, ela ta sozinha...
– agora que achou uma amiga, posso ir pra casa? – Judy perguntou.
–nãão...eu tô procurando um homem pra ela.
–acredite a...ah cuidado – um garoto esbarrou em Tina interrompendo-a.
–desculpe senhora.
–não me chame de senhora...
O menino que parecia ser de origem indiana, olhou para Beth com um leve sorriso sendo retribuído com um sorriso tímido.
–oi – A loirinha disse.
–tudo bem? – ele perguntou hesitante e Beth soltou uma risadinha, eles ficarm se olhando por segundo, paixão a primeira vista.
– que ótimo. – Tina falou pensando em como todos tinham mais sorte no amor do que ela.
Algum tempo depois num bando do parque, Quinn e Beth conversavam:
–tá namorando ta namorando – Quinn cantava fazendo Beth rir.
–não to não, ainda não. – A mais velha riu.
– eu mal posso esperar pra você arrumar um namorado.
–pode esperar sim. – Quinn fez uma careta irônica.
–você pode até arrumar um marido, já é velha o bastante, tente arrumar um como o Finn.
–Beth, eu tenho que te explicar uma coisa, eu acredito que eu vou ficar com uma pessoa pelo resto da vida,mas essa pessoa vai ser uma mulher.
–eu entendo...
–é mesmo? – Quinn perguntou surpresa.
–minha melhor amiga é Natalie kurtis e eu preferia passar o resto da vida com ela do que com qualquer garoto. – é ela não havia entendido.
– é isso ai – Quinn deixou pra lá sorrindo. Beth se levantou do banco indo até o garoto.
–isso não quer dizer que você é uma lésbica. – A pequena se virou para a mais velha fazendo-a rir.
–vem vamos – as duas crianças correram pra longe.
Enquanto isso no apartamento de Finn e Rachel:
– vou ligar a chaleira tá... – ele avisou.
– eu vou tomar uma cerveja.
–mesmo? Eu ia oferecer mas... – Finn olhou confuso.
–mas o que?
–Rachel você tá grávida?
– não eu não tô grávida – ela riu sem graça.
–pensei que isso explicaria o seu recente...
–hã?
–sei lá...deixa pra lá – ele deixou o assunto em off e abriu a geladeira.
–a menos que... – ele parou.
–a menos que? – a morena perguntou curiosa.
–hmm você quer engravidar? – Finn tirou o cachecol sorrindo malicioso e Rachel revirou os olhos soltando uma risada.
–você e minha mãe... – Finn sorriu se aproximando.
–olha, eu sei que a gente ia esperar mas, esperar porque até está mais estabelecido? O que você me diz? – ele se curvou suplicante quando Rachel ia dizer algo o celular dele começa a tocar, ele olha para o visor do celular e faz uma careta.
–ih, eu tenho que atender.
“Sam,oi o quê que foi?”
“não, tudo bem”
“é é tão na minha maleta”
Rachel olhava para o nada enquanto se perdia em seus pensamentos e confusões, e nesses pensamentos envolviam, Finn, Quinn, bebês, seus pais e um monte de fatores. Ela andou até o telefone e discou o número de Quinn, ela queria muito falar com ela, ouvir sua voz doce.
“alô?” — Quinn atendeu confusa, Rachel abria e fechava a boca tentando falar mas não tinha palavras em sua cabeça, só a voz da loira ecoava.
“alô” – Quinn repetiu e a morena desligou o telefone irritada, aquela mulher tinha um efeito muito poderoso sobre ela, nem falar ela conseguia.
–oi minha linda...era o Sam, olha eu sinto muito por isso mas é... não é claro, você deve ir mesmo assim, não faria você passar por isso nem por toda coca colombiana...vai ser a bobagem de sempre todo mundo vai ficar bêbado e eu vou ficar bêbado e começar a cantar música country...– Finn tentava explicar para rachel sobre sua reunião de trabalho quando o telefone começa a tocar.
“alô”
“ Finn, é a Quinn.”
“oi Quinn, como vai?”
– é a Quinn – Finn avisou para Rachel que se desesperou.
“o quê que foi?” – Finn perguntou.
“ nada, é...meu telefone tocou”
“ ah desculpa...você ta livre na terça a noite? Poderia levar minha esposa para algum lugar...” – Rachel tentava dizer que não queria, ela não queria ficar sozinha com Quinn, não sabia que conseqüências aquilo levaria.
“uma coisa chata do trabalho que tenho que ir...seria ótimo se você cuidasse dela pra mim, vai diz que sim!”
“tá...sim!”
“bom...a Rachel te liga pra marcar o detalhes...e se cuida.”
“você também”
– ao devia ter feito isso...eu mal conheço ela. – Rachel tentou inventar uma desculpa coerente.
–á mas...ela é sua alma gêmea...vão se diverti. – ele disse irônico.
–cerveja! – Finn foi até a cozinha e Rachel sorriu.
–ela sabe onde vamos?
Terça feira a noite Rachel e Quinn estavam na arquibancada assistindo a um jogo de futebol:
–VAMOS LÁPEGA ELES, PEGA! DERRUBA...VAIIII!!! OOOOHH – Rachel gritava entusiasmada enquanto Quinn sorria.
–que grito estridente... – a loira comentou.
– o que?
– quando você grita....se quiser que eles escutem melhor, você tem que projetar – Rachel encarou Quinn e sorriu.
–me ensina.
–tá..primeiro você endurece os músculos do estomago. – Rachel olhou confusa e depois riu.
–eu não tenho músculos no estomago.
–ah tem sim...com certeza, eles estão bem aqui. – Quinn encostou suas mãos na barriga de Rachel.
–ai?
–aham...endurece.
–endurecer?
–tenciona.
–estão tensos – Rachel riu nervosa.
–agora amplie o seu diafragma... – Rachel virou a cabeça confusa.
–o que? – Quinn riu.
–fica bem aqui. – a loira colocou as mãos em baixo dos seio de Rachel.
–aah – Rachel ofegou.
– empurra pra fora minha mão. – Quinn encarou Rachel nos olhos. – ta sentindo minha mão?
–talvez se colocar as duas... – A morena sabia que estava sendo levada pela corrente de hormônios e sentimento que Quinn causava nela, mas ela não conseguia evitar, era mais forte do que ela. A loira se posicionou atrás de Rachel colocando as duas mãos segurando-a, a pequena fechou os olhos sentindo o calor que emanava da mais alta.
–tá...agora pra finalizar...imagina que o teto da sua boca é uma catedral. – Rachel se virou para Quinn sorrindo.
–Agora eu não entendi...
–porqueee? – Quinn perguntou sorrindo.
–só não entendi isso ai...
– é uma coisa espacial...sua boca é desse tamanho e você tem que enche-la de ar soltar...bem lá dentro, enchendo de ar e soltando pra fora. – Rachel encarou Quinn com um leve sorriso.
–como assim?
– é assim...VOCÊ É UM BUNDÃO NÚMERO NOVEEEEEE!
–não foi mal foi?
–não.
Depois do jogo elas tentavam decidir aonde iriam:
– ta certo, pra onde quer ir? – Rachel perguntou.
– pra mim tanto faz...
–ótimo...eu decido de novo. – Quinn riu.
– eu to com vontade de dançar – a loira falou.
–bom! Segura esse pensamento.
–porque? Conhece algum lugar pra gente ir?
– eu tive uma idéia...
Em uma sala de jogos elas se divertiam dançando uma música dos anos 80 enquanto tinhas os passos em plena sintonia as luzes brilhavam nelas como se elas fossem as únicas lá. Depois de toda a diversão elas voltavam para a casa de Rachel enquanto conversavam sobre a especialidade de Quinn, as flores.
– me fala sobre o lírio. – Rachel pediu.
–você não vai querer saber sobre o lírio.
–é a minha favorita.
–...pergunta da azaléia.
– ahm ta legal...me fale sobre a azaléia. – a morena riu.
– a azaléia significa que você consiga segurança financeira... – Rachel olhou para Quinn.
– é ótimo... agora me fala sobre o lírio... – Quinn olhou para o chão desconfortável.
–o lírio quer dizer... o lírio quer dizer eu te desafio a me amar. – Quinn atravessou ao outro lado da rua se afastando da morena que permaneceu alguns segundos petrificada e correu até a loira. Elas sorriam sem graça uma para outra.
–bom, obrigada pela noite... – Quinn agradeceu.
–obrigada você.
– é meu aniversário... – a maior sorriu.
– não...hoje? – Quinn afirmou que sim com a cabeça.
–o meu tá chegando também. – Rachel disse.
–praticamente gêmeas...
– é aqui... – Rachel se aproximou de Quinn e suas respirações se misturavam enquanto se encaravam a centímetros de distância quando a luz do carro assustaram ambas que despertaram de seus transes.
– certo, boa noite. – Rachel disse abraçando seu próprio corpo. Elas se encaravam com respirações falhas enquanto a morena andava de costas até o portão de seu prédio.
– boa noite. – Quinn sussurrou e andou sem olhar para trás. A morena abriu enquanto via a loira andar pela rua, subiu correndo.
Rachel trocou de roupa e se deitou com Finn que já estava deitado dormindo.
– seus pés... – ele murmurrou.
–estão gelados?
–não, fedidos, é claro que estão gelados. – ele falava ainda de olhos fechados enquanto abraçava Rachel por trás que tinha os olhos abertos e tristes, ela não sabia como fazer, como agir, ela queria muito beijar aquela mulher,mas tinha um marido super apaixonado por ela e nunca tinha sentido isso por uma garota antes e nem tão intenso como agora.
No dia seguinte Puck e Finn bebiam num bar:
–você quer ir lá em casa hoje ou está muito cansado pra isso? – Noah perguntou
– na verdade a Rachel queria me levar pra jantar....acabou de me ligar e quer me levar pra jantar... romântico né?
– que fofo... – Puck disse irônico.
– é...
–cancela isso...vem comer uma pizza comigo...eu quero que você conheça a garota italiana que entrega as pizzas.
–e aquela garota das flores...a Lucy, pensei que tava rolando.
–é, essa é outra que não quer transar comigo.
– ela é gay. – Finn disse como se não fosse óbvio.
– eu sou a cura do lesbianismo...
–não...você é um cara superficial.
–sou mesmo(puck riu)...quando é que eu vou mudar?
–espero que nunca.
–deus te abençoe. – eles brindaram com suas cervejas
– é sério...eu já estou com 29 anos....exatamente, eu estou envelhecendo...ai eu vejo você, vejo que você tem uma estabilidade, confiança e permanece...ai eu penso “nossa que bom que eu não sou você” – Finn riu
–na verdade as coisas nãos estão 100% estáveis no momento...
– problemas no paraíso é?
–não não... não poderia a gente acabou de se casar...não não...tá tudo bem – Finn dizia mas para ele mesmo do que para puck.
–é...finn não se mexe... – puck se abaixou .
– que foi?
–tem uma garota lá atrás que eu nunca liguei de volta...não se mexe ta, eu vou sair dessa. – Finn dava goles na cerveja sem humor.
CONTINUA...
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