Imagine Belieber

18 Capítulo 18 - Confusão & A chegada.


Notas iniciais
Queria continuar a agradecer as minhas leitoras fiéis e as fantasmas também, espero que um dia vocês apareçam ok?

E assim se passaram os dez dias que faltavam para Justin voltar pra casa. Fiquei cada dia mais próxima de chaz já que a única diversão naquela casa era jogar de video-game com ele, implicar com ele e principalmente dividir cama durante todas as madrugadas com ele. Des dias. Tempo suficiente para que chaz se tornasse meu melhor amigo. Eramos inseparáveis. Onde ele ia eu tinha que ir, e onde eu fosse ele havia de estar ali. Chaz era realmente um ótimo amigo e uma ótima companhia. mas nada subistitui ou subistituirá o Justin. Finalmente chegou o grande dia, já era noite e Justin chegaria no outro dia logo cedo.

– Então... o Justin chega amanhça. — Falou chaz passando o dedo entre a borda de seu copo.

– É, dinalmente. Passou tão rápido né? — Disse explodindo de tanta felicidade.

– Pois é. — Disse chaz em um tom desanimador.

– Ih, pode ir falando vai... — Já sabia que algum bicho havia mordido chaz.

– Nem é nada.

– Claro que é. Acha que eu não te conheço o suficiente pra saber que tem alguma coisa te aflingindo? — Falei cutucando-o

– Você vai me esquecer não vai? — Disse de cabeça baixa.

– De onde você tirou issa idéia chaz? ficou maluco? — Perguntei tenntando entender de onde diabos chaz havia tirado aquilo.

– Vai sim, você vai me esquecer e val voltar a dar mais atenção a Justin. Você vai fazer a mesma coisa que ele fez comigo. Eu já deveria saber. — Chaz correu escada a cima e se treancou em seu quarto. Eu subi atrás e fiquei na porta.

– Chaz, abre essa porta. Anda chaz, abre isso agora... não faz assim vai. Falei dando socos na porta.

– Vai embora, eu não quero falar com você. — Gritou do outro lado.

– Ok chaz, você passou dos limites agora. Eu não sei de onde você tirou essa idéia estupida de que eu vou te deixar de lado mas eu vou te dizer uma única vez. Eu nunca, nunca mesmo vou te largar. Poxa cara, você sabe que você é muito importante pra mim. Agora abre a porra dessa porta antes que eu tenha que derrubar ela. — Falei aos berros e já irritada com tudo aquilo.

– Você ta brava comigo? — Chaz abriu a porta e limpou algumas lágrimas que haviam escorrido de seus olhos verdes.

– E dá pra ficar com raiva de você garoto? Vem cá, vem — Falei puxando-o para um abraço. — Você tem que entender que eu nunca vou te deixar de lado, por mais que o Justin volte, eu não vou te deixar sozinha, nunca. Você é uma parte de mim agora. — Completei

– Você promete?

– Claro que eu prometo. — Disse recostando minha cabeça sobre seu ombro.

Fechei a porta e ficamos ali conversando sobre o motivo pelo qual ele havia dado aquele piti lá na sala de estar.

– E foi assim que o Justin me deixou de lado. Tudo por minha causa e por causa da namoradinha idiota dele. — Disse chaz com raiva.

– Olha chaz, você tem que entender que não foi porque o Justin parou de te dar a tenção que você tem que se culpar por isso. O Justin é uma pessoa manipulável, uma verdadeira criança de 18 anos ainda mais por ser mulherengo do jeito que só ele é. Agora, um dia ele vai se dar conta do erro que ele ta cometendo e vai se redimir. Daí vocês vão voltar a ser melhores amigos de novo. — Tentei acalmá-lo

– Nossa, você falando assim até parece que é fácil desse jeito. — Falou chaz já mais calmo.

– Mas é fácil. Agora se você pensar que é difícil, ai vai ser impossível. — Disse cutucando o seu nariz.

– Me diz uma coisa. Eu te tenho comigo pra sempre né? — Perguntou sem jeito.

– Olha pra mim chaz. É claro que você me tem pra sempre. — Levantei sua cabeça e falei.

– Eu nunca disse isso pra nenhuma garota, porque eu nunca tive certeza dos meus sentimentos. Mas agora eu tenho certeza. Eu te amo isa, te amo de verdade. — Falou chaz tímido.

– Awwn, eu também amo você muito chaz.

– Não, eu te amo de outro jeito. Você sabe... do jeito bom. — Falou de cabeça baixa.

Não sabia se gritava de felicidade por ele ter dito tudo o que nenhum outro garoto no mundo disse pra mim esse tempo todo, ou se chorava de indecisão. O piro de tudo era que eu estava sentindo algo diferente por ele. Acho que pelo fato de ter passado tanto tempo sozinha com ele.

– Chaz, eu não sei o que te falar. — Falei não entendendo nada.

– Apenas diga que aceita, que aceita ficar comigo e deixar eu te fazer a mulher mais feliz do mundo. Que aceita ser minha namorada. — Chaz pegou minha mão e recitou tudo aquilo.

– Chaz, você sabe quem eu amo. Eu não sei se posso fazer isso. Não sei se posso ficar com alguém que não seja o Justin. — Falei confusa.

– Eu sei, você ama um idiota, um babaca que só ta te fazendo sofrer isa. Séra que você não percebe que o Justin só machuca e afasta as pessoas que gostam dele, dele mesmo. Mas eu te dou um tempo. Você tem que prometer que vai pensar, que vai pensar muito bem nisso. Anda, me promete.

– Tudo bem, — Tive que prometer.

Saimos dali e fomos terminar o lanche. Depois chaz me levou para jantar e de lá fomos caminhar pelo parque e conversar um pouco. Chaz era um verdadeiro cavalheiro, não que o Justin não fosse mas é que toda vez que eu tava em um momento com de conversa com ele, seu celular tocava e sempre era uma emergência. Com chaz era diferente. Chaz dedicava todo o seu tempo exclusivamente para mim. Eu queria odiar aquilo porque afinal eu nunca gostei de ser o centro das a tenções. Mas chaz fazia aquilo parecer fofo, mágico. Nenhum garoto me tratou tão bem como chaz me trata, nunca gostou de mim como chaz gosta. Resolvemos ir embora pois ja estava ficando tarde. Entramos no carro e eu liguei o rádio. Tava passando Íris, uma das mais lindas músicas romanticas. Chaz tirou uma de suas mãos do volante, colocou sobre minha mã que estava em minha perna e entrelaçou nossos dedos.

– Bem quais são suas intenções mocinho. — Perguntei fazendo graça.

– Eu só quero te fazer a mulher mias feliz desse mundo.

– Chaz, o que eu te falei sobre o... — Fui interrompida.

– Eu vou esperar, o tempo que for preciso. — Tirou os olhos da estrada e sorriu pra mim.

– Você é incrivel. — Beijei sua mão e chaz fez o mesmo com a minha.

Chegamos em casa e todos já haviam dormido Subimos e resolvemos dormir também, só que eu lembrei que todos os meus pijamas que eu tinha estavam na lavanderia. Fui no quarto de chaz pedir uma camisa emprestada. Fui de roupa íntima também já que não era mais um problema aparecer assim na frente dele. Cheguei lá e ele tava só de cueca box azul.

– Uau, não fazia idéia do quanto você era sexy. — Falei debochada.

– O que você faz aqui? Perguntou vestindo uma calça moletem cinza.

– Eu vim te pedir uma camiseta porque meus pijamas estão todos na lavanderia. — Falei já abrindo seu guarda-roupa.

– Essa aqui é a sua cara. — Chaz chegou mais perto de mim e colou nossos corpos.

– Jogo sujo. — Sussurrei sentindo um calor subir.

– O quê? — Chaz me virou de frente para ele.

– Isso que você ta fazendo, é jogo sujo sabia. — Falei tocando seu abdômem definido

– Mas eu não tô fazendo nada. Se você quiser se soltar, vai em frente. — Pude sentir seu halito quente bater em meu rosto.

Me soltei rápidamente de chaz e corri de volta para o quarto correndo. Me joguei de baixo do chuveiro gelado de roupa íntima mesmo. Precisava apagar aquele início de incêndio que estava prestes a acontecer Sai do banheiro e chaz tava deitado na cama olhando seu celular.

– Parece que você vai precisar disso. — Falou jogando uma camisa sua em mim.

– Por culpa sua. — Falei pegando a camisa e fuzilando-o.

– Ah, qual é? — Se levantou e foi em minha direção.

– Qual é digo eu chaz. E o tempo que você pediu? Você não tá respeirando isso chaz.

– Desculpa, eu perdi o foco. — Falou sentando de volta na cama e abaixando a cabeça.

– Dessa vez passa mas, me respeita um pouco mais chaz. por favor. — Falei seria.

– Tudo bem. — Concordou.

Deitei em minha cama e chaz ficou na de Justin, achei que seria melhor assim pelo menos até Justin chegar. Eu queria muito dizer sim para chaz, mas é que meu sentimento pelo Justin falava mais alto toda vez em que eu pensava sobre o assunto. Não consegui nem pregar o olho só pensando em Justin e em chaz..

Me levantei as 6:30 da manhã e fiquei olhando pela janela o movimento de Los Angeles. Todas aquelas pessoa correndo atrasadas para o trabalho, escola ou faculdade me faziam sentir inputil dentro daquela casa. Fiquei mais ou menos uma hora vagando pela casa sozinha pois todos acordavam tarde. Subi novamente e fiquei olhando meu celular, as fotos de mim e de minha mãe, de meus amigos do Brasil. Aquilo me fazia sentir falta do meu país belo e encantador. Chaz acordou logo.

– Que horas são? — Perguntou se espreguiçando.

– 7:30

– Você ja ta acordada uma hora dessas? O que te deu? — Perguntou irônico.

– Não consegui pegar no sono. Passei a noite acordada. — Falei séria.

– Ainda ta brava comigo?

– Não, não é você. Sou eu mesma, eu tô meio que perdida dentro de mim. — Falei concentrada no meu celular.

– Então se acha pô. — Falou irônico.

Não consegui rir daquilo, não consegui rir de nada, não havia nada que me deixasse feliz aquele dia, a não ser a chegada de Justin. Chaz se levantou me deu um beijo na bochecha e foi tomar banho. Fui fazer o mesmo e me arrumei para ir buscar Justin no aeroporto. Chaz me esperou lá em baixo já no carro. Fomos os 20 minutos que aquela viagem rendeu calados o que quase me matou porque silêncio demais me deixava louca e irritada. Chegamos lá e Justina ainda não havia chegado, seu vôo estava previsto pras 9:30 e já eram quase dez da manhã, a recepção avisou que o vôo havia atrasado um pouco. Ficamos ali esperando calado também.

– Qual é, você disse que não ta brava comigo e não deu se quer uma palavra comigo de casa até aqui. — Perguntou chaz já sem paciência.

– Desculpa chaz, eu não sabia o que falar. — Menti.

– Sei. — Pigarreou.

O vôo finalmente chegou e logo eles desembarcaram. Meu coração acelerou e quase pulou de tanta felicidade. Quando avistei Justin corri em sua direção e pulei em seu colo prendendo minhas pernas em volta de sua cintura fazendo com que Justin jogasse todas as malas e sua mochila no chão.

– Meu deus, eu pensei que esse dia nunca iria chegar. — Falei em seu ouvido ainda agarrada nele.

– E eu também. Que saudade de você pequena. — Justin me abrçou apertado.

– Eu estava para morrer sem notícias suas seu idiota, quase você me mata do coração. — Dei um leve tapa em seu ombro mais logo me agarei nele novamente.

– Desculpa, é que eram muitas entrevistas e...

– Justin, querido. — Ouvi uma voz enjuada ecoar pelo correrdor de desembarque e me desprendi de Justin. Me virei e avistei ela...


Notas finais
MUAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA DEIXEI UM SUSPENSE NO AR. Espero que não morram de tanta curiosidade. :*