Imaginário

5 1° Dia da 7° serie.


Notas iniciais
demorei? e que to começando a pega o ritmo do 3° ano e ta meio difícil, mas vou tenta ser mais rápida u.u . obrigado pelos comentários. eu não sei como é que se sabe que tem leitores fantasmas mas se eu tiver e você for um deles obrigado por lê e espero que um dia comente.(Vejam embaixo a tradução da palavra se Vocês não conhecerem) VAMOS A LEITURA!

CORREEE!- Gritei correndo junto dela.

—Vou... cuspi... meu... pulmão... – Ela falava pausadamente tentando respira enquanto se apoiava nos seus joelhos. Como sempre, estávamos atrasados. A Nanda tem esse dom de se atrasar sempre, pra tudo, principalmente para a escola, e justo hoje no primeiro dia de aula dela na 7° serie ela resolveu se atrasar 30min do horário da entrada.

—Viu! isso que dá só fica deitada – Me olhou mortalmente. – Que foi? é a mais pura verdade. – Ela respirou bem fundo e estufou o peito empinando o nariz passando por mim.

—Vai fica pra trás seu idiota! – Saiu correndo como o vento, eu apenas sorri antes de seguir-la. Ela era doida mesmo.

.

—Trapaceiro de uma figa... — Resmungava baixo enquanto andava pelo corredor procurando a sua sala. Chegamos antes de fecharem o portão ainda tinha alguns alunos fora das salas andando pelos corredores, conversando com seus colegas e amigos, outros já havia entrado em suas salas para a apresentação de seus futuros professores.

—Resmungona, eu não trapaceei. — Eu a seguia enquanto atravessava as pessoas que não me viam.

—Trapaceou sim oras você é um espirito não se cansa de corre.- Mexia rapidamente dois dedos simulando pernas correndo — Eu me canso por isso perdi! — E por fim cruzou os braços.

—Perdeu por que é sedentária de carteirinha! he he — Apenas fechou a cara olhando outra lista na frente de uma sala com os nomes dos alunos. – É aqui?

—Não. – Seguiu para a outra sala ao lado mas um garoto veio rápido e acabou trombando com ela que caiu sentada, se ela já estava com raiva de ter perdido a própria corrida imagina agora que foi atropelada por um gigante, acho que ele é mais alto que eu. Fiquei ao lado dele me medindo com ele – Droga, OLHA POR AONDE ANDA SEU MANÉ!- Esbravejava com o coitado que estava assustado. Hum ele é maior mesmo.

—Me desculpa não te vi por que você é meio baixinha. – Eu tive um ataque de riso quando ele disse aquilo. Impagável.

— kkkk Micróbio! – A essa hora já rolava no chão ao lado dela que ainda estava caída lá.

—Vai se danar! – Falou com raiva.- Você também!- Sussurrou pra mim enquanto se levantava.

—Espera deixa eu te ajuda... — Ele estendeu a mão para ela que olhou duvidosa mas aceitou a ajuda para ficar de pé. – Me desculpe e que eu tinha achado minha turma e meu amigo também ta na minha sala então tava indo dizer a ele.

—Ata. Saquei. Até. – Falou sem interesse algum na informação do garoto, saiu para volta a procura a sala, me levantei depois que o menino passou por mim rápido procurando o tal amigo.

—Essa é a ultima sala da 7° serie não é possível que meu nome não esteja aqui. – verificava a lista passando o dedo nela procurando seu nome.

—É aqui? — Perguntei me aproximando.

—É. É aqui. Vamos preciso escolhe meu lugar até o fim do ano. – Entramos na sala aonde já se formavam os grupos. Nanda se sentou na quarta cadeira na parede da porta, dava uma boa visão do quadro e da sala e era mais próximo da saída e isso era bom. A escolha do lugar é importante de acordo com o que ela me explicou, não era obrigatória aquela cadeira ser dela até o fim do ano mas há uma regra "inexistente" entre os alunos que se você só se senta naquela lugar se torna sua posição de preferencia e ninguém pode pegar de você.

—Já vai dormi? – questionei a vendo coloca a mochila na costa da cadeira e abaixa a cabeça bocejando na mesa. Não. Ela não ia dormi no 1° dia. Eu quero da uma volta pela escola e ela vai me acompanha! — NÃO! Vamos levante-se! Vamos dar uma volta.

—E corre o risco de outro me atropela e me chama de grão de feijão? Não! — Falava baixo sem levanta a cabeça.

—Grão de feijão kkkk

—Cala a boca – ela sorriu “dando” um soco no meu ombro, Como ela sabia que eu tava do seu lado se ela nem levantou a cabeça?. Levantou-se e ia saindo da sala mas o professor a parou entrando.

—Para aonde pensa que ia garotinha? — Nanda olhou pra cima, mas precisamente pra cara dele e estreitou os olhos. Olhou pro lado meio que sem acredita.

—Isso ta virando palhaçada já.- Resmungou voltando a se senta cruzando os braços.

—O que disse? — Perguntou parando de anda no meio do quadro negro, e se virou pra Nanda que soprou o ar fechando a cara.

—Que eu não sou garotinha.

—Então é um garotinho?- Perguntou debochado.

—Não! Po, sou uma GA-RO-TA! Não garotinha!- Disse se alterando. — Garotinha é um criança pequena. — Ele a olhou sugestivo, como se ela acaba-se de confirma que era uma garotinha.

—Começando o ano já discutindo com o professor essa é a Fernanda Arnaud minha gente.- Eu batia palma e ela me mandou discretamente o dedo do meio.

—Você está sendo insolente sabia? — Levantou o tom de voz e Nanda o olhou com mais raiva.

—Você está sendo insolente! Não eu.

—Sai da minha sala!- Bateu com o material dele na mesa e apontou pra porta.

—A sala não tem teu nome. — Se levantou sorrindo debochado arrancando sorrisos dos outros alunos .

—SAIA SE NÃO VOCÊ VAI DIRETO PRA DIRETORIA!

—TA BOM EU SAIU!- Saiu pisando duro antes de fechar a porta deu língua para o professor e saiu correndo sorrindo, claro que eu a segui. Paramos no pátio sentando no banco, bom eu sentei no banco a Nanda se esparramou nele como se eu não estivesse sentado lá. Todos já haviam entrado em suas salas e estava bem vazio e silencioso lá.

—Acho que estou mostrando o pior de mim hoje. Eu já briguei com duas pessoas. — Fez bico olhando o teto.

—Duas?

—Três!- Riu sem humor — Esqueci de você.

—Oi Nanda. – Ah não, ele não!

—Sancara? Eai. – Ela se sentou no banco batendo do seu lado para ele senta, detalhe eu estava sentado lá.

—Oi... — Olha se não é o Caminhão que atropelou a nanica.

—Você me atropelou mais cedo — Apontou fazendo cara de quem comeu e não gostou. – Então o Sancara era o seu amigo? — Indagou.

—Sim, e foi mau aquela hora. — Se desculpo sorrindo sem jeito enquanto coçava a cabeça.

—Ele me contou que atropelou uma garotinha — O Sancara comentou se sentando ao lado dela.

—Eu pensei que você era da 5° serie.- Falou apontando rapidamente pra ela se sentando no banco do lado.

—A Nanda é baixinha mas tem nossa idade. — Explicou rindo.

—Nem parece. — Deu uma boa olhada em Nanda que fez cara feia.

—Vou fingi que não ouvi essa conversa sobre minha aparência e altura. – Eles se entreolharam e sorriram. Eu já tinha cedido meu querido lugar para o mané do “San” e estava em pé do outro lado da Nanda.

—Mudando de assunto, por que estão fora da sala?

—Chegamos atrasado na sala e o professor não nos deixou entra.

—haa... — ela rolou os olhou gesticulando com a boca "Professor Cuzão" e eu não aguentei.

—E você?

—Eu fui expulsa – Fez pouco caso e eles a olharam como se fosse uma Alien lilás.

—Como assim? — Perguntou o mais alto que ainda não descobrimos o nome.

—Você não é assim. O que você fez? — O "San" Perguntou preocupado.

—Nada! Eu ia sair da sala ai ele me parou ai me chamou de garotinha eu discuti com ele por isso e ele me chamou de insolente e eu disse que insolente era ele ai me expulsou.- respirava depois de fala tudo de uma vez.

—Que doido... – O Sancara falava sorrindo.

—Né. — Ela concordou com ele.

—Queria ter visto esse momento raro.

—Aproposito qual é seu nome? — se referia ao alto. Não Cody ela se referia ao Sancara afinal já sabe o nome dele.DÃÃÃÃÃ

—Me chamo Antônio. Antônio Marcos.

—Sou Serafina da Fonseca, perna fina e bunda seca. – Estendeu a mão a ele.

—kkk Palhaça. — Falei enquanto todos nós riamos e ele apertava a mão dela.

—Prazer em conhecê-la Serafina.

—O prazer é todo meu. – Conversaram mais um pouco antes de o sino bateu finalizando a aula então como o professor ia sair para dar lugar ao outros nós fomos para a nossa sala. Nossa? Sim, eu também estudo para ajuda Nanda nos estudos em casa. Quando chegamos eles se sentaram próximos a ela e começaram a conversa animados. Horas passam e já era hora de ir embora. Nanda se despediu deles no portão por que moravam em lados opostos e seguimos para casa.

—Hoje foi legal? — Me pergunto sorrindo.

—Foi +ou — — Me fingi de distraído olhando o transito.

—Você não gosta mesmo do San né? — Eu a olhei com o cenho franzido.

—Não, ele é muito "sei lá". — gesticulei como se amaça-se uma folha de papel, por que eu fiz isso?

—Sei lá? — Perguntou e sorriu de lado

—É. Sei lá. — Não sei explica somente não sinto boas vibrações sobre ele.

—Ciumento. — Eu me indignei e falei balançando o indicador.

—Tenho ciúmes sim, i dai?

(Nanda narrando.)

—I dai nada, senhor ciumento.

—Ah cala a boca.- "Me empurrou" enquanto ria e eu olhei involuntariamente para o lado vendo um garoto passa por lá com um quimono de judo enrolado na faixa branca dele, parei de anda chamando atenção do Cody. — Algum problema?

—Não, nenhum. Co?

—O que?

—Acharia estranho eu lutar kung-fu? — Segurei as alças da minha mochila e o encarei em duvida.

—Kung-fu? Não, não sei. Ah sei lá , mas por que disse isso? — Me encarou com o cenho franzido.

—Eu vendo aquele menino com o kimono de judô me lembrou umas coisas sabe... — Voltei a segui o caminho pra casa.

—Coisas? — Indagou andando ao meu lado com as mãos nos bolsos da calça.

—Sim... Quando eu era pequena, meus primos lutavam judô no poliesportivo, eu sempre achei luta uma coisa interessante sabe?

—Hum. — concordou pra que eu prossegui-se .

—Um dia meu primo estava no quarto dele treinando e eu passei pela porta indo pro quarto da minha tia e ele me chamou lá pra treina com ele, bom...não foi bem treina eu era tipo o boneco de testes dele, o fato e que um dos movimentos foi de repente e eu não tive tempo de me prepara pra queda, bati minha cabeça e chorei, ele mandou eu para de chora e ficou mangando¹ de mim, nesse dia eu sai de lá com raiva e quando passei pela sala tava passando um filme do Jackie Chan e eu disse que aprenderia Kung-fu pra mostra que eu não era só uma chorona. — Falei lembrando desse dia, nossa eu era tão fofa.

—Hum, então você vai aprende kung-fu? — Questionou.

—Sim! Talvez... — Ele parou de anda e me "pegou" pelos ombros.

—Você está me dizendo que vai aprende um esporte por vontade própria?! — Pisquei duas vezes e bufei.

—Fala isso como se eu fosse uma sedentária digna de pena e de um vale academia.

—E não é? — Me soltei dele imediatamente e sai pisando duro.

—Saiba que eu era uma grande esportista quando criança seu manézão!

—Quer que eu acredite nisso? — Perguntou entre o risinho debochado dele.

—Acredite se quiser! Amanhã irei até o ginásio me matricula em luta e natação!

—Natação também? Quero só vê. — Riu do próprio comentário e eu fechei os punhos com raiva, vou mostra pra ele quem aqui tá brincando!

.

É esse foi só o primeiro dia. Imaginem o resto.

EXTRA! Casa da minha tia, Naquele fim de semana.

—Impossível — Disse Cody vendo a foto que Nanda praticamente esfregava na cara dele, na foto cômica se via claramente uma miniatura dela com roupas de natação junto de suas primos em um dia de competição fazendo posse de heróis.

Notas finais
Mangando¹ é do verbo Mangar que aqui pra minhas bandas significa ri e Zoar com a cara de alguém. Jal-ga