Notas iniciais
Oi pessoas. Desculpem pelo tamanho, é que tenho uma surpresa pra contar pra vocês nos avisos finais.

Acordei com alguém me chamando. Eu estava com um pouco de dor nas costas e estava um pouco confusa também.

– Ludmila, Ludmila. Acorde querida. – Abri os olhos devagar e vi Angie sorrindo pra mim.

– Bom dia! – Disse ela sorridente, como sempre.

De repente escuto alguém gritando e batendo palmas.

– Vamos lá povo! Vamos acordar seus bichos preguiças! – Era Naty saindo do carro, como não seria ela?

Olhei para o lado e vi Federico se levantando. Foi então que me lembrei de ontem à noite, ou melhor, a madrugada de hoje. Acabamos dormindo na grama.

Segurei nas mãos de Angie que me ajudou a levantar. Arrumamos tudo e entramos todos no carro. Naty entre Angie e Violetta no banco de trás e eu e Federico na frente.

– Continuamos? – Violetta perguntou.

– Não antes de cantar parabéns para a nossa aniversariante que está fazendo dezesseis aninhos! – Disse Naty. Ela sabe que eu odeio que cantem Parabéns pra mim, mas amigos também servem pra zoar da nossa cara.

E assim todos começaram a cantar parabéns. E eu com aquela cara de “Naty, um dia eu te mato querida”.

– Parabéns Lu! – Angie e Violetta disseram.

– Obrigado. Agora vamos logo! – Eu disse.

E assim seguimos viagem por mais três horas, que foram interrompidas por um acidente.

– Gente, eu tô sentindo que o carro tá andando mais devagar. – Disse Angie.

– É, eu também. – Respondeu Federico parando no acostamento.

Todos desceram no carro para ver o que estava acontecendo.

– Que droga. – Disse Federico olhando o pneu do carro, que estava completamente murcho.

– Furou o pneu? – Perguntei.

– Não não, ele está murcho assim porque está cheio. – Disse Naty irônica.

– Vou pegar o step.

Mais meia hora para trocar o pneu do carro até que voltamos lá pra dentro e continuamos nossa viagem. Até que escutamos uma notícia no rádio que nos assustou e nos deixou preocupados.

– Bom, você sabem os advogados Ferro? Então, a filha deles simplesmente desapareceu! Pois é, Priscila Ferro está desesperada com a sumiço da filha. A policia suspeita que ela tenha sido sequestrada por Federico Pasquarelli, o qual ela conseguiu tirar da cadeia. Estranho não é mesmo. Mas a policia não tem nenhuma prova e nem ideia de onde a garota possa estar.

Desliguei o rádio depressa. Um silencio horrível ficou no ar. Estávamos sendo procurados pela polícia. Olha onde eu meti todo mundo.

– É. Que zica. – Disse Naty quebrando o silencio.

– Estamos sendo procurados e estamos procurando também. – Angie disse

– Até parece que a Priscila tá desesperada. Ela deve estar muito feliz na verdade. – Eu disse.

– O pior é que eles acham que sou eu. De novo! – Disse Federico nervoso.

– Calma Federico. Vamos achar o verdadeiro assassino e vão ver que você é inocente. – Violetta disse tentando acalmá-lo.

– Só pra avisar, vamos ter que dormir no carro de novo. Se pararmos em algum lugar eles vão chamar a polícia.- Angie avisou.

– A não! Ninguém merece. – Disse Naty.

As vezes temos que relevar o que a Naty fala, ela simplesmente pensa e diz. Não tem muito controle.

Federico acelerou. Tínhamos que ser mais rápidos se não quiséssemos ser pegos antes de achar quem realmente deveria estar atrás das grades.

Notas finais
Bom, a surpresa é a seguinte: Talvez eu vou postar uma fic nova com um estilo um pouquinho diferente. O que vocês acham?