Notas iniciais
Oi pessoas!!! Curtam aí mais um capitulo!!! Boa leitura!!!

Cheguei em casa e subi para o meu quarto direto. Vi Angie preparando as coisas para a aula, ao me ver entrando sorriu.

– Oi Ludmila. Como foi lá?

– Ah, foi bom.

– Eu estava pensando aqui Ludmila e tive uma ideia.

– O que?

– Eu tenho um amigo que tem muito dinheiro e acho que ele poderia nos ajudar.

– Quem?

– Bom, o nome dele é Germán Castillo. Já trabalhei pra ele, era professora de Violetta, a filha dele.

– Angie s Violetta é minha amiga eu estava com ela agora! Ela me levou até a cadeia.

– Eu sou muito amiga do pai dela e quem sabe ele não pode nos ajudar.

– Será? É muito dinheiro!

– Não custa nada tentar.

– Ok, vamos lá agora mesmo. – Eu disse a puxando pelo braço.

– Mas e a aula?

– E daí?

– Se a sua mãe souber...

– Ela não vai saber!

Saímos de casa e fomos até a casa da Violetta, que não ficava bem perto da minha.

Batemos na porta e o pai da Violetta abriu. Ao ver a Angie ele sorriu e depois pediu para que entrássemos. Violetta estava na sala e me olhou confusa.

– O que faz aqui? – Perguntou ela.

– Você já vai saber.

– Sentem-se, fiquem a vontade. – Disse Germán.

Eu me sentei do lado da Violetta e a Angie se sentou do lado de Germán em outro sofá.

– Bom, Senhor Germán queríamos de te pedir ajuda. – Eu disse.

– É, precisamos de dinheiro. – Angie disse.

– Me desculpe, mas eu acho que a família da Ludmila tem dinheiro o suficiente não é? – Disse ele confuso.

– Na verdade sim, mas a situação é muito complicada. – Eu disse.

Angie e eu explicamos tudo para ele que ouvia tudo atentamente.

– Mas você querem soltar um criminoso?

– Não! Ele é inocente, precisamos tirá-lo da prisão e procurar o verdadeiro assassino. – Eu disse.

– Me desculpem, mas isso me parece uma verdadeira loucura. – Disse ele se encostando no sofá.

– Pai, eu já estou a par de todo o caso e o Federico não matou ninguém! Os pais da Ludmila não querem dar o dinheiro! – Disse Violetta em ajudando.

– Então se eles não te dão permissão, quem sou eu para dar esse dinheiro? – Disse ele, parecendo cada vez mais certo de não nos ajudar.

Percebi que se tivéssemos que contar com a ajuda dele, eu teria que abrir o jogo sobre os meus pais.

– Senhor Germán eu vou te contar uma coisa muito séria e delicada e você terá que prometer que não dirá nada a ninguém.

– Ok, eu prometo. – Disse ele.

Respirei fundo e contei tudo, tudo mesmo, desde o começo. Angie me ajudava a complementar algumas coisas. Germán parecia assustado e indignado cada vez mais, e Violetta também.

– Mas isso não pode acontecer!– Disse Violetta.

– Realmente, isso é um absurdo!- Disse Germán.

– Eu sei, mas não posso fazer nada. – Eu disse.

– E de quanto vocês precisam? – Ele perguntou.

– Trinta mil.

Germán arregalou os olhos e ficou pensativo por alguns instantes. Me olhou, olhou para Angie e disse:

– Pela sua garra, por você nunca ter desistido e por tudo que você me disse eu ou ajudar vocês.

Não aguentei e o abracei muito forte.

– Obrigado, você não vai se arrepender!

– Obrigado Germán. Vamos pagar tudo o mais rápido possível. – A Angie disse.

– Nem precisa pagar Angie. É um presente meu.

– Sério? Obrigado! – Eu disse.

– Lu, temos que voltar. Sua mãe pode chegar a qualquer hora! – Advertiu Angie.

– Não Angie, vamos para a delegacia agora! – Eu disse.

– Mas Ludmila...

– Vamos Angie. Temos que tirá-lo de lá o mais rápido que pudermos!

– Está bem. – Disse ela

Todos entraram no carro e Germán dirigiu até lá. Chegamos na delegacia depois de meia hora e eu já chamei a Parodi.

– Senhorita Ferro, como vai? – Perguntou ela estendendo a mão.

– Estou ótima.

– O que posso fazer por você?

– Vim tirar o Federico daqui. Tenho o dinheiro.

Ela me olhou meio confusa e disse:

– Então tá. Você vai efetuar o pagamento? – Perguntou ela.

– Não, eu vou. – Disse Germán entrando na conversa.

– Muito bem, me acompanhe. As senhoritas podem esperar aqui.

Dito isso os dois saíram e eu fiquei apreensiva. Eu não via a hora do Federico sair de lá!

Dez minutos depois Germán aparece e logo atrás Parodi com Federico. A primeira coisa que fiz foi correr até ele e o beijar.

– Bom, vocês já podem ir. – Disse a Parodi.

E foi o que fizemos, saímos de lá. Germán levou Federico até a casa dele e levou Angie e eu até a nossa.

– Bom, agora está tudo resolvido né. Vamos voltar a viver sem mais angustias. – Angie disse entrando em casa. Minha mãe ainda não havia chegado.

– Não, ainda não acabou não.

– Como assim?

– Falta achar quem matou essa menina.

– Ludmila você tá maluca?

– Eu falei que o acharia e é isso que eu vou fazer. E você vai me ajudar!

– Não vou. Isso eu não faço mesmo.

– Vai fazer sim.

Então escutei a campainha. Minha mãe não era pois tinha chave. Quem seria? Abri a porta e vi a Naty.

– Oi Lu, queria te pedir desculpas. – Disse ela logo entrando.

– Pelo que?

– Por não acreditar em você. Era um momento muito delicado e difícil e eu te deixei. Só vi depois a matéria na internet. Me desculpa?

– Claro que sim! – Eu disse a abraçando.

– Eu vim aqui mais cedo mas você não estava.

– Naty, eu tenho que te pedir desculpas também, se eu tivesse te explicado tudo antes nós não teríamos brigado.

– Relaxa. Fala alguma coisa que eu possa fazer para me redimir.

– Você ficou sabendo da historia do assassinato? – Perguntei.

– Sim.

– Então, você irá me ajudar a achar o verdadeiro assassino.

– O que? – Ela disse meio espantada.

– Isso aí! A Angie também vai!

– Angie, eu pensei que você tinha censo. – Disse Naty.

– Eu não topei nada disso não! – Se defendeu Angie.

– Claro que topou. – Eu disse sorrindo pra ela que revirou os olhos.

– Certo, amanhã bem cedinho a gente pega o carro e pega o Federico e vamos encontrar esse cara combinado. – Eu disse

– E a sua mãe? – Perguntou Naty.

– Ela não vai sentir a minha falta. – Eu disse.

Notas finais
Eu sei que eu falei que ia começar uma aventura nesse capitulo só que não ia caber. No próximo já podem esperar ok? Comentem, favoritem, recomendem!!! Bjs