Im Willing To Be On Your Side Forever.
7 Calma, calma... respira.
Notas iniciais
Dessa dois capítulos so seus grrr ♥
A sala estava um verdadeiro lixo e as crianças corriam despreocupadas, se ela deixasse... era capaz de destruírem a casa.
- Vamos! Desça daí. – Andressa estendeu os braços para Alice que estava encima do armário com uma arma de brinquedo apontada para o irmão mais novo que tentava subir usando como ajuda uma pilha de livros.
— AHHHHHHHH mãeee!!!! – resmungou a pequena.
- Ah mãe nada, você vai se machucar. E machucar seu irmão também.
A pequenina então desceu até os braços da mãe, que a colocou no chão delicadamente. Fechou a cara e foi ainda segurando a arma na mão até o próprio quarto onde se ouviu um estalo que indicava que o videogame tinha sido ligado. Thomas então saiu correndo todo animado para jogar junto da irmã.
Balançou a cabeça e passou a mão nos cabelos pesados e pretos. Riu, finalmente silencio. Seu marido havia ido trabalhar desde o começo da guerra ele mal parava em casa sempre havia muita coisa para fazer. Ainda mais ele que era um medico...
A campainha soou e Andressa ajeitou o vestido cor de rosa desgrenho sobre o corpo do melhor modo que pode. Sorriu e abriu a grande porta de madeira dando de cara com um ruivo alto de feições maravilhosas... poderia confundi-lo com um anjo. O que Dominic poderia estar a fazer ali?
- Oi dominic. Quer entrar?
- Aceito seu convite minha cara. – ele lhe sorriu e ela deu passagem para que ele entrasse na sala que apesar de bagunçada era agradável. Com um grande sofá vermelho o papel de parede com desenhos de flores de lótus e varias estantes lindas... Cheias de livros e adornos.
Ele se sentou no grande sofá e Andressa fez o mesmo de modo que eles ficassem se encarando.
- Então... Me diga, a que devo a sua visita?
- Nada em especial... Vim visitar-lhe... Visitar seus filhos... Você sabe... – ele falou de um jeito tão incerto que mais parecia ter medo... dominic com medo? Em que mundo?
- Vamos lá. Estarei disposta a ouvi-lo. – sorriu pegando uma almofada e a colocando sobre o colo.
Ele suspirou e bagunçou os cabelos.
— É a manuelle... – murmurou
- O que tem ela? – ela se esticou para frente e o encarou.
- Depois da visita daquele homem ela...
- Ora dominic, eu disse que não havia porque tê-lo levado. Não é novidade pra mim ou pra você o que ele fez para ela e bem, imagino que ela tenha sentido novamente tudo aquilo... – Bufou o interrompendo. Às vezes não conseguia entender dominic... Sempre fora tão inteligente e esperto, mas quando o assunto era a sua esposa era como se lhe faltasse a consciência, como se houvessem o transformado em outra pessoa. Uma pessoa bem menos audaciosa e bem mais... Estranha.
- Exato. Mas desde aquele dia... ela pergunta por ele. Sempre. Todos os dias. Todas as horas. – engoliu em seco e bateu com os dedos no braço do sofá.
- entendo... – suspirou a mulher.
- Mas o que ele me disse no elevador... sei lá acho que me sinto mal por ela... mal por não poder acabar com o sofrimento dela.
Andressa franziu o cenho e o encarou ainda mais profundamente quase que o fuzilando com aqueles olhos...
- O que ele lhe falou no elevador?
Ele então se pos a falar... Tudo. No fundo a menor se sentiu como se fosse uma garota de 12 anos novamente. Era nisso que tudo aquilo havia se transformado? Todo aquele amorzinho por parte dela... Que às vezes lhe dava náuseas... Tinha sido jogado no lixo daquela forma?
Pôs-se de pé então num salto e pegou as chaves do carro. Dominic a encarou com surpresa.
- Pra onde vai? – o ruivo falou.
- Falar com esse desgraçado. Cuida das crianças para mim?
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