Im Sorry.

2 É incrivelmente idiota.


Notas iniciais
-Capitulo fresquinho.
-Pequeno e mais rapido. Desculpem, tive que apressar.
-Capitulo de transição...
-Não gostei tanto dele, x)
- Espero que gostem. Acresentei alguns detalhes pois tem uma pessoa muito especial lendo, e ela não conhece a obra direito.

O papel rasgou com facilidade. Mirajane enrolava delicadamente um papel e ocultava colocando as duas mãos para trás.

— Vai voltar a fazer missões, Mirajane? – Com sua voz paterna, sorriso estridente e com um copo de chopp a mão, Makarov surgia logo atrás de Mira. O mestre da Guilda mais poderosa da região olhou desconfiado.

— Pediram para eu reservar essa missão, Mestre. – Sorriu docemente. E agilizou os passos indo de volta ao balcão.

Com seu jeito debochado, caminhou logo atrás dela. Subindo no balcão e ficando a encara-la enquanto a mesma enchia mais alguns copos e começava a servir novamente.

Quando passou na frente de Makarov novamente, o velho anão gargalhou alto.

— Que bom que sempre posso contar contigo!

Capitulo 2 – É incrivelmente idiota.

Suas pernas estavam tremulas. Seus olhos não acreditavam que ele estava a sua porta. Olhou desesperada para fora e pelos corredores. Se a supervisora o pegasse ali, daria merda para ela.

Tratou de sorrir, e amedrontada o puxou para dentro de seu quarto. Sem entender, Gajeel apenas se viu adentrando ao primeiro quarto feminino de sua vida. Seu rosto corou levemente e atribuiu a postura machista que gostava de demonstrar.

— O que faz aqui, Gajeel? – Levy afastou-se bastante do moreno ficando próxima a janela.

Em seu quarto não tinha muita coisa. Tinha apenas uma cama de solteira simples; uma cômoda que fica a espreita da cama; um guarda roupa consideravelmente enorme no canto ao contrario da cama e a janela bem ao meio do quarto.

Gajeel sem jeito, olhou para Levy e esticou novamente o braço para ela e sacudiu o envelope.

— Tome, pega! É seu. Com o que tem aqui dá pra você pagar a estalagem na Fairy Hills e ainda por cima viver uns 2 meses a mais sem precisar fazer trabalho. Foi fácil. Mas ganhei bastante dinheiro. Então aproveite. – Gajeel em momento algum olhou para os olhos caramelados da pequenina. E ela? Pasma e estática com a mão em sua caneta magica.

— O que é isso... – Percebeu então do que se tratava. – Mas por que está fazendo isso, Gajeel?

— Não tem motivo, só quero lhe dar o dinheiro. Aceite.

— Não! Eu não vou aceitar! – Gritou histérica. Gajeel assustou-se. Desde que entrou na Guilda, sempre soube que Levy era um dos membros mais calmos entre tantos. Nunca perdia a calma em momento algum. E por mais difícil que fosse a situação enfrentava sempre sorrindo.

Gajeel também havia culpa. Não ouviu as sabias palavras de Mirajane. Pareceu não ligar para o fato de Levy estar mal pela super proteção que seus amigos estavam tendo.

Olhou assustado para Levy e não conseguiu compreender quando as lagrimas começaram a rolar lentamente de seus olhos. Gajeel ficou sem ação. Não sabia o que fazer ao ver a pequena chorar. Soltou o pacote de dinheiro no chão e avançou pra cima dela, que amedrontada afastou-se um pouco.

Os dois se entreolharam. Ela deixou escapar o pouco medo que ainda tinha do moreno, e ele a preocupação que tinha pela pequena. Nenhum dos dois sabia de onde vinha. Só sabia que sentiam.

Gajeel virou. Abriu rapidamente a porta e saiu. Levy olhou assustada e logo mais correu atrás, mas não antes de agarrar o pacote de dinheiro que havia ficado em seu quarto.

Já fora da estalagem Fairy Hills, Gajeel andava apressado. Irado pela sua burrice sentiu apenas um peso afetar sua cabeça. Olhou para trás e viu a pequena com os olhos já secos, entretanto ainda com a face avermelhada. E o pacote ao chão.

— Eu já disse que não vou aceitar.

— Então joga fora.

— Por quê?

— Eu não quero esse dinheiro. Decide dar pra você.

— Mas por quê?

Gajeel silenciou-se.

Levy ainda esperava olhando para o moreno que sem jeito balbuciou...

— Você vai sair numa missão comigo, amanhã. – A face parruda não mudara. A atitude machista também não. Mas por algum motivo, Levy viu ali um rapaz totalmente diferente daquele sádico que a atacou há alguns meses atrás. Aquele lhe que pregou com tanta facilidade numa arvore... Agora não parecia mais serem os mesmos...

— Eu não. – Faltou sussurrar de tão baixa que fora a frase. Acabara de ficar sem jeito próximo a ele.

— Vai sim. – Gajeel ligeiramente correu até a pequena ratinha de biblioteca e a pegou pelos braços.

A harmonia da Guilda estava como sempre fora. Silenciosa aos barulhos das mesas rangendo por causa das brigas e as gritarias por causa da bebedeira. Era cômico.

Mirajane limpava vagarosamente os copos até que subitamente percebeu que todos se calaram. Olhou para trás e viu a cena que já esperava.

Levy estava sendo segurada por Gajeel. Enquanto o mesmo andava bravo pela Guilda. Todos olhavam para ele, mas nenhum ousava se levantar e ataca-lo. Era visível que Levy estava sendo forçada a estar ali. Entretanto, algum sentimento quase que oculto nos pensamentos da garota, parecia gostar daquilo.

— Sei dos seus problemas. E quero ajudar. – Levy arregalou os olhos ao ouvir Gajeel dizer tais palavras. Ele nem ao menos olhou para ela.

Enfim chegaram à frente do Quadro de Missões, lugar onde havia diversas missões que poderiam ser pegas. Gajeel olhou, olhou e olhou... Procurava o mais fácil e remunerado trabalho que haveria.

Levy olhava envergonhada para todos da guilda. Nunca havia chamado tanto a atenção como naquele momento. Estava feliz. Parecia que por mais remota que fosse a chance, Gajeel parecia entendê-la... Olhou entre os fios de seus cabelos azuis a face rustica do moreno que olhava atentamente todos os trabalhos que estavam no Quadro.

— Gajeel... Levy... – A albina olhou diretamente para os dois expondo um papel enrolado. – Acho que posso ajudar vocês.

Continua...

Notas finais
-Quero agradecer a todos que estão lendo e comentando, isso fortalece a escrever.
-Lembrando que qualquer erro, podem falar.
-Até o proximo capitulo, o/