Notas iniciais
Espero que gostem.
Boa Leitura *-*
O Thomas arrastou cadeira pra nossa mesa e sentou do lado da Nath.
Os outros fazem o mesmo. O Lanza sentou do meu lado, o Lucas da Anny, e o Pedro da Carol.
– Mais e aí? Vocês vão passar o ano novo aqui no bar mesmo? – O Lanza perguntou.
– É, acho que sim. – respondi.
– Vamos sim. – dizem Anny e Nath, juntas.
– É, a não ser que apareça algum lugar pra gente ir depois daqui. – Carol falou.
O Lanza e o Lucas se olham.
– Vocês não querem sair com a gente? – O Pedro pergunta.
– É, vamo! – fala Thomas.
– Vamo sim. – Nath e Carol topam.
O Lucas olha pra Anny.
– Vamos? – ele pergunta.
– Tá. – ela sorri.
– Mais a gente vai pra onde? – perguntei.
– Praia! Haha. – o Pedro e o Lanza falam juntos.
– Ótima idéia. – as meninas falam, empolgadas.
– Nunca passei ano novo na praia. – confessei, sorrindo.
– Sério? Vai passar hoje. – fala o Lanza, sorrindo.
Ele se levanta, e estende a mão pra mim, pego na mão dele e me levanto, os meninos e as meninas se levantam logo em seguida.
O Pedro então abriu o carro e no banco da frente foi ele dirigindo, e o Lucas no banco do passageiro. Atrás foi a Carol no meu colo e a Anny no colo da Nath, o Thomas e o Lanza foram espremidos no nosso lado. O caminho não foi nada longo, e chegamos rapidinho.
Faltavam 10min pras 0h, conversa vai conversa vem, o Thomas puxou a Nath pra longe de nós.
A queima de fogos começou segundos depois.
O Lanza colocou o braço no meu ombro, eu olhei pra ele e sorri, sem graça.
O Lucas foi falar com a Anny.
– Feliz ano novo, lindinha. – ele disse.
– Obrigada. – ela respondeu, tímida.
Os dois se abraçaram.
Pedro cumprimentou os meninos e as meninas, depois foi até Carol.
– Linda, feliz ano novo.
– Pra você também. – ela respondeu sorrindo.
O Lanza olhou pra mim.
– Feliz ano novo, princesa.
– Awn, obrigada. Pra você também. – respondi.
O Lanza veio me dar um abraço e um beijo na bochecha, mais acabou beijando o canto da minha boca. Eu olhei pra ele e ele pra mim, sem saber o que dizer. Ele colocou de novo o braço em volta do meu ombro. E eu coloquei meu braço em volta da cintura dele, e apoiei a minha cabeça no ombro dele.
O Thomas chega perto do Lanza e cochicha no ouvido dele.
– Eu beijei a Nath. — ele falou baixo, mais eu ouvi mesmo assim.
O Lanza olhou pra ele espantado.
– Já?
O Thomas balançou a cabeça dizendo que sim.
– Nem é rápido você, hein? – o Lanza ri.
– Tive uma idéia. Pedro, me dá a chave do carro aí! – o Lucas falou, estendendo a mão.
– Pra quê?
– Me dá aí pô!
O Pedro colocou a mão no bolso, tirou a chave e jogou pro Lucas.
O Lucas então foi no carro e volta minutos depois com dois violões.
– Pedrinho, pega aê. – o Lucas falou.
– Manda!
O Lucas jogou o violão pro Lanza e foi pra perto da Anny. Ele perguntou alguma coisa que ela respondeu, sorrindo. Ele sorriu de volta.
– Pra que isso? – o Thomas perguntou.
– Pra tocar? – Lanza respondeu ironicamente.
– Vocês sabem tocar? – não, imagina! pergunta boba ¬¬
– Ahan, sabemos sim. – ele sorriu.
– Mas a gente vai tocar aqui no meio de todo mundo? – o Pedro perguntou.
– Uma hora eles vão sair. E nem que a gente espere até 5 da manhã, eu vou tocar esse violão. – o Lucas falou.
– Ta bom senhor decidido. – falou Lanza, brincando.
Todos riram.
– Não é melhor a gente ir pra outro lugar da praia do que ficar esperando o povo sair? – sugeri.
– Ir andando, pra depois voltar isso tudinho pra pegar o carro? Nem pensar, prefiro esperar! – o Thomas falou.
– Não né? Vai de carro. – falou Carol.
– Só podia ser loiro! — o Lanza brincou.
– Ei! Eu também sou loira viu? RUM! – Nath fala com cara de brava.
Todos riem.
– Então, vamo? – falei.
– Vamos princesa. – o Lanza falou pegando na minha mão.
– Vem linda. – o Lucas estende a mão pra Anny.
Ele dá um beijo na mão dela e eles vão andando de mãos dadas.
O Thomas abraça a Nath por trás e vão andando. O Pedro vai junto com a Carol.
Chegando no carro, o Lucas guarda os violões na mala e todos entramos no carro, vamos do mesmo jeito de quando estávamos vindo do restaurante.
Nós estávamos no carro e olhando pra fora pra ver se encontrávamos algum lugar vazio.
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