I'm Not Ok

13 Capítulo 13 - Jogo Aberto


Notas iniciais
Sim, eu sei que prometi o capítulo na quarta, e que agora são 01:46, então, tecnicamente, já é quinta-feira... Mas o capítulo é grande e feito com muito cuidado, paciência e inspiração.
Espero que gostem! ♥
Vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 13 – Jogo Aberto



Corri para fora daquele prédio tão rápido quanto pude, a preocupação com Frank aumentando a cada passo. Problemas, problemas, e mais problemas! Eles nunca paravam de aparecer, não importava o que eu fizesse. Não que Frank fosse um problema, mas sair de casa com Frank e voltar sem ele, isso sim seria. Olhei para a rua, agora deserta. Não havia Frank, não havia carro, não havia mais nada. E eu estava muito fodido, com certeza. Meu corpo tremia um pouco por causa do nervosismo e minhas mãos suavam frio. Eu não sabia o que fazer, simplesmente não sabia. Aquela sensação esquisita de raiva e impotência tomava conta do meu corpo cada vez mais rápido, parecia que estava tudo na minha corrente sangüínea, e meu coração pulsando desenfreado só ajudava a espalhar o veneno do desespero pelo meu corpo.


Passei a mão, meio atordoado, pelos cabelos, a outra apoiada na cintura, e comecei a caminhar de um lado para o outro na calçada, tentando imaginar o que eu poderia fazer a respeito daquela situação. Dizem que caminhar ajuda na intensidade da atividade cerebral, mas, infelizmente, daquela vez não estava funcionando. Eu não conseguia pensar em nada mais do que em um Frank morto com uma bala incrustada no meio da testa, uma imagem tão linda quanto à de qualquer outro cadáver. Maldito pessimismo!


Em um impulso, pus-me a caminhar por aquelas calçadas imundas a passos rápidos e pesados, tentando descontar minha frustração no concreto. Mesmo no tempo em que eu morava naquela cidade, eu nunca cheguei a conhecer bem aquele pedaço dela, então não sabia ao certo para onde estava caminhando, mas segui reto. Virava algumas esquinas vez ou outra, só para não correr o risco de não encontrar mais o prédio de Lindsey e acabar sem Frank, sem carro, e sem caminho de volta para casa. Se isso acontecesse, transformaria aquela viajem na mais fracassada e estúpida que eu já teria feito. Ou, simplesmente acabaria se tornando uma forma muito idiota de morrer.


Enquanto caminhava, lembrei-me da conversa que tivemos durante a viagem. Aquilo havia sido estranho. Forte. Eu finalmente sentia que o entendia, mesmo que parcialmente. Ainda não era como se eu pudesse ler seus pensamentos ou entender o que cada um de seus olhares queria me mostrar... mas, de alguma forma, eu sentia que estava finalmente desvendando-o, assim como ele a mim. E aquela era uma sensação estranha... mas boa, realmente muito boa. Ter alguém que te entende, e que você busca entender a cada dia também. Frank estava se mostrando para mim uma pessoa cada vez mais singular... eu diria até especial. E agora ele sumia, e minha mente começava a encarar aquela como sendo a nossa última conversa. E aquilo só estava me deixando mais nervoso. Com raiva. Algo em mim não estava mais disposto a desistir das coisas e das pessoas que realmente importavam tão fácil assim.


Minhas pernas já doíam de tanto caminhar, mas eu me recusava a diminuir a velocidade. A sola dos meus sapatos batendo de forma ritmada contra o chão ajudava meus pensamentos a seguirem um fluxo mais contínuo. Eu sempre ligava tudo à música, e dessa vez não estava sendo diferente. Ainda concentrado nas batidas de meus pés contra o chão, virei uma esquina pela qual eu não me lembrava de ter passado, e lá estava. Frank e o carro, ambos em aparente segurança. Infelizmente não tive muito tempo para respirar aliviado, pois logo notei um cara estranho tentando oferecer algo a Frank pelo vidro do motorista. Frank fechara os vidros e provavelmente trancara as portas.


Sem saber muito bem o que fazer, assim como da primeira vez em que vi Frank, ensaiei minha melhor cara de mau e segui de encontro à eles, imaginando o que eu poderia fazer à seguir.


O cara, que batia no vidro insistentemente esperando que Frank o abrisse, não me notou logo de cara. Imagino que ele só tenha me percebido quando viu que Frank olhava para algo atrás dele.


– E aí, chefe? – ele me cumprimentou com um sorriso torpe, dando leves tapinhas em meu ombro. Eu mantive a expressão fechada na esperança de intimidá-lo. Sua aparência era horrível, ele cheirava mal e em suas roupas esfarrapadas eu já tinha um palpite do que ele podia guardar. – Vai um pouquinho? – e seu sorriso se estendeu, enquanto ele levava a mão direita até o nariz e fungava. Cocaína.


Usuário nojento, tentando fazer seu próprio dinheiro, provavelmente por causa de dívidas com traficantes de verdade.


“E pensar que eu quase acabei assim.”


– Não, eu já tenho o meu. – e imitei um pouco seus gestos, simulando que eu também era um usuário. Era a forma mais fácil de despistar idiotas assim: fingindo ser do meio deles. Eu não me orgulhava, mas eu realmente sabia como lidar com aquele tipo de gente.


– Ah, mas não quer mais um pouco? Nunca é demais, hein, chefe? – e ele ria, algumas vezes pendendo para os lados, e eu apenas olhei para Frank, que mantinha o rosto pregado próximo à janela do motorista, observando cada ato de nossa conversa. Sinalizei para ele que já estava indo. – Seu amigo ficou assustado quando viu. – e ele balançou um saquinho minúsculo com uma pequena quantidade de pó, rindo ainda mais da graça que só ele enxergava. Era deprimente.


– Ele não está acostumado com essas coisas. – tentei alcançar a maçaneta, mas ele se colocou à minha frente na porta. – Não se preocupe, quando acabar o meu eu passo de novo aqui. – e passei novamente a mão pelo nariz, fungando um pouco. É uma espécie de tique que eu já havia visto em vários usuários, e que eu só fui descobrir depois que isso acontece porque a cocaína corrói as narinas e qualquer outra mucosa por onde passa.


Assisti-o se afastar um pouco do carro, e, sem pensar muito, entrei dentro dele, empurrando Frank sem muita delicadeza para o lado, e logo dando a partida e virando a primeira esquina, deixando o “aprendiz de traficante” para trás junto com suas mercadorias que muito provavelmente ele acabaria consumindo antes de conseguir vender.


– Duas coisas. – eu comecei, um pouco ofegante. – Um: o que aconteceu para você parar o carro tão longe? E dois: desde quando você sabe dirigir!?


Frank me olhou meio confuso, provavelmente sem saber por onde começar a explicar. E eu simplesmente esperei, tentando guiar enquanto, vez ou outra, virava-me para o lado para encarar-lo de forma rápida, porém questionadora.


– Eu buzinei, mas você não desceu. – ele disse, simplesmente. – Aquele cara não foi o primeiro a passar oferecendo drogas, mas depois do terceiro, eu comecei a ficar nervoso. Daí buzinei... mas você demorou então dei a partida e saí dali. – ele tentou se explicar.


– E como você esperava que eu te encontrasse depois? – perguntei, com um sorriso irônico estampado no rosto. Frank apenas se encolheu um pouco no banco.


– Sei lá, eu imaginei que você procuraria pelo carro quando não o visse estacionado naquela rua. – ele deu de ombros, parecia um pouco arrependido do que havia feito, de alguma forma. Como uma criança que não consegue explicar à mãe como quebrou seu vaso de cristal favorito. – E eu sei dirigir desde os quatorze. Meu pai me ensinou. – ele completou, abaixando a cabeça para olhar para suas mãos, e logo um sorriso surgiu em sua face. – Minha mãe ficou uma fera quando me viu chegando em casa dirigindo pela primeira vez. Mas, bem, foi um ensinamento útil, você não pode negar.


– Útil para matar as pessoas de preocupação. – murmurei meio mal humorado, talvez alto demais. Ele olhou para mim e riu da minha expressão. – Sou obrigado a concordar com a sua mãe.


– Mas, e então? Como foi com a... Lindsey? – ele finalizou a pergunta, meio incerto sobre o nome. Não se importou em esconder sua curiosidade, e eu também não me importei em saciá-la.


Contei a ele tudo o que acontecera dentro daquele apartamento imundo, e imagino que depois de tudo o que eu lhe disse, talvez ele entendesse um pouco mais do universo de Lindsey e de como a vida dela se transformou em um lixo. Até eu mesmo estava começando a entender mais sobre Lindsey, e sua adaptação ao meio em que ela estava. Quando você convive com pessoas cheias de segundas intenções, sempre prontas para se aproveitar de você na primeira demonstração de boa vontade que você der, você acaba por desenvolver também um lado traiçoeiro, para se adaptar ao meio. Como já dizia Charles Darwin em sua teoria da seleção natural: “a sobrevivência pertence ao mais apto”. Lindsey havia apenas se adaptado ao meio hostil no qual se encontrava. E apesar de isso soar totalmente animalesco, era a mais pura realidade. E eu também preferia não julgá-la agora. Ela estava passando por maus bocados.


Quando comentei sobre o que Lindsey havia me dito sobre eu denunciar Max também, Frank interveio:


– Acho que essa seria uma boa forma de dar a ele o que realmente merece. – ele dizia enquanto olhava a paisagem passar rápida pelo lado de fora do vidro do carro. – Toda a humilhação que ele passaria... E ele pagaria por todos os crimes que cometeu.


– Mas eu escolhi viver no meio em que ele vivia. Eu comprava drogas para ele por que eu queria, eu ia às festas com ele, eu bebia com ele... Tudo o que aconteceu comigo foi porque eu escolhi que seria assim. Não acho que eu tenha exatamente o direito ou o motivo para denunciá-lo. – ponderei, enquanto dirigia, prestando atenção na estrada, agora molhada.


Chovera um pouco enquanto fazíamos o caminho de volta, o que escurecera o belo fim de tarde, dando-lhe um ar um pouco mais sombrio. Pelo menos o calor não se fazia mais presente, o que me consolava um pouco. Aquele cenário intempestivo certamente combinava com a confusão que estava a minha mente, mas eu conseguia sentir meu coração pulsar mais leve, porque agora ele não tinha mais o que guardar ou esconder. Aquilo me fazia estranhamente feliz.


– Tudo bem, você teve seus momentos idiotas. – Frank continuou. – Mas você foi ameaçado de morte por ele, surrado por ele e seus amigos, sofreu pressão psicológica... Isso interferiu na sua vida e na pessoa em que você se transformou hoje. – ele olhou para mim, sério. – Ninguém tem o direito de interferir na vida de uma pessoa desse jeito. E ainda tem a Lindsey. Você é testemunha das ameaças que ela sofreu e ainda sofre. E pode até não ter visto ele no ato, mas viu quando ele negou ajuda a ela, e te ameaçou quando decidiu ajudá-la. – ele se acomodou novamente no banco do carro, voltando a olhar a paisagem pelo vidro, ainda com uma expressão séria e pensativa no rosto. – Você tem todas as armas que precisa. Só falta a vontade de usar.


– Vontade não é exatamente o que me falta. – murmurei, atraindo sua atenção novamente. – Nem coragem. Só não quero desenterrar tudo isso sem ter a certeza de que posso concertar tudo dessa vez. – olhei-o de soslaio rapidamente. Ele estava com os braços cruzados, totalmente afundado no banco do passageiro e com o lado do corpo apoiado de forma desleixada na porta do carro. Parecia cansado, mas seus olhos me seguiam vivamente, me esperando prosseguir. – Vê-lo na cadeia foi meu sonho durante muito tempo, mas o pai dele é muito influente, cheio da grana. – fiz uma pausa e olhei para Frank novamente. Sua posição estranha não se alterara. – Sempre imaginei que, se eu abrisse um processo contra ele, bastava o pai dele molhar a mão de algum juiz para ele ser absolvido e eu ser condenado por falso testemunho!


– Ah, as coisas não são assim também. – Frank falou no que mais pareceu um resmungo, devido à sua posição, e levantou-se um pouco no banco. Não adiantou muito, devo dizer. – Você podia conversar com os seus pais, talvez eles possam te ajudar a pagar um advogado...


– Não. Preferia fazer isso realmente sozinho. – e apertei o volante contra as mãos quando notei o que havia acabado de falar. Novamente meu egoísmo. Olhei rapidamente para o garoto ao meu lado e, sem surpresa, encontrei um olhar reprovador me fitando. – Ok, nunca terei dinheiro para pagar um bom advogado sozinho... Só não quero contar aos meus pais essas coisas, acabar perdendo o caso e fazer com que eles percam o pouco de confiança que eles recuperaram em mim durante esses anos. Sabe aquelas coisas de “a justiça nunca mente”? Então...


– Eu sei que eu não devia, mas vou te dar um conselho. Siga-o, se quiser. – ele finalmente se ergueu no banco, sentando-se normalmente apenas para me fitar melhor. – Converse com Mikey.


E eu engoli em seco.


– Você me disse que o que mais te machucava era o fato de ele não saber tudo o que você passou. Bom... pois conte a ele! Ele vai acreditar em você, não vai te julgar, e ele é um cara inteligente. Vai saber o que fazer. – Frank finalizou, sério, uma das mãos novamente em meu ombro.


Eu estava começando a notar que uma das técnicas que ele usava para ler as pessoas era através do contato direto. Porque com certeza ele notava que às vezes eu ficava desconfortável com tanta proximidade entre nós, às vezes não. Então ele se aproximava mais, para ver que fatores me levavam ao nervosismo ou ao desconforto. Frank era bom no que fazia, aparentemente tinha uma sensibilidade natural para essas coisas.


Talvez eu estivesse melhor hoje se ele tivesse sido meu psiquiatra. Imagino que ele me daria menos remédios e mais conversas. Mais atenção, talvez.


– Eu vou tentar conversar com ele. – murmurei, como quem não garante nada, e isso fez com que um pequeno sorriso infantil surgisse no rosto de Frank. Mais um pequeno manipulador no meu caminho. Maravilha!


E não bastaram mais que vinte minutos de viajem para que nós parássemos para comer algo em um posto de beira de estrada. Quando o nervosismo e a tensão somem, a fome aparece, então acabamos por sair um pouco de nossa rota devido a isso. Chegamos à frente de nossas respectivas casas quando a rua já estava escura. Deviam ser quase oito da noite. Olhei pelo vidro do carro as luzes da minha própria casa acesas e me imaginei conversando com Mikey, dizendo-lhe o que realmente havia acontecido comigo nos últimos três anos... Talvez eu finalmente conseguisse apagar toda aquela pena no olhar dele, quando ele o direcionava a mim. E ao mesmo tempo em que isso me animava e me deixava ansioso, também me deixava inseguro. Será que eu conseguiria me explicar? Ou ele me julgaria antes mesmo de eu terminar de falar tudo o que tinha para ser dito?


Debrucei-me sobre o volante, o queixo apoiado sobre os braços. E pensar que naquela manhã Frank me conhecia melhor do que eu mesmo.


– Bem, eu acho que já vou. – ele se pronunciou, fazendo menção de abrir a porta do carro. Com isso eu logo despertei dos meus devaneios e o impedi.


– Obrigado, Frank. Por tudo. – eu disse, meio sem jeito, mas sem deixar de encará-lo. Precisava ter presença de espírito pelo menos para agradecê-lo decentemente. – Me desculpe pelos... transtornos... Pelas coisas que eu disse, principalmente. – ele me olhou e riu.


– Não peça desculpas por algo que você não se arrepende de ter feito. Eu sei que tudo o que você disse fez bem a você. Fico feliz em poder ajudar. – ele ficou me encarando por um tempo, em silêncio, talvez esperando alguma reação minha, e talvez eu estivesse esperando alguma reação por parte dele também.


E dessa vez fui eu quem tomou a iniciativa. Juntei nossos lábios rapidamente, apenas para ter certeza novamente de que ele estava ali e que não iria embora.


Uma desculpa deveras esfarrapada, eu sei disso.


– Eu não vou pedir desculpas por isso. – ele gargalhou ao que ouviu o que eu disse, e simplesmente desceu do carro, rumando para sua própria casa, acenando quando já estava na soleira da porta.


Eu não era o mesmo Gerard de quando saí de casa pela manhã, realmente não. Mas talvez esse Gerard que eu havia me tornado estivesse um pouco mais próximo que o anterior do verdadeiro Gerard, que atualmente estava enterrado no fundo daquele buraco negro que eu chamava de mente. E eu só esperava conseguir manter contato com ele novamente algum dia.


Estacionei o carro na garagem, e notei uma estranha movimentação dentro de casa. Aproximei-me, cauteloso, ouvindo barulhos que se misturavam, mas pareciam se dividir em passos rápidos, resmungos e cochichos. Quando abro a porta, antes de conseguir ter qualquer reação ou poder fazer qualquer coisa, sinto algo se chocando contra meu tronco, e logo um par de braços magros circundou meu pescoço pela segunda vez naquela semana. Mikey estava ficando sentimental.


Ele logo se separou de mim e, logo atrás dele e sua face preocupada, notei Ray, que parecia realmente aliviado em me ver. Mikey devia tê-lo chamado quando comecei a demorar. Havia dito a ele que voltaria antes de escurecer.


– Gerard... Porra! Fiquei preocupado! – ele me deu um forte soco no ombro.


– Caramba, Mikey! – eu massageei o local, que ficara realmente dolorido. – Eu voltei, não voltei? – resmunguei, fechando a cara.


– Quando o Mikey me ligou, eu cheguei aqui louco, pensando que você tinha roubado o carro do seu pai e atravessado a fronteira do estado! – Raymond se manifestou, risonho, jogando seu corpo contra o couro macio do sofá, que nunca me pareceu tão convidativo. Retirei meus sapatos e não tardei a me juntar a ele. Mikey em meu encalço.


– E então, como foi lá, cara? – Ray perguntou antes que Mikey tivesse a oportunidade de se manifestar. Pelo menos sua pergunta fora calma, e não com a costumeira afobação de Mikey em querer absorver todas as informações no mesmo instante.


– Bom... Talvez seja até bom os dois estarem aqui. – eu me ajeitei melhor no sofá, tomando uma postura um pouco mais formal. Ray seguiu meus passos enquanto me encarava curioso e preocupado, e Mikey sentou-se à nossa frente na mesinha de centro... aquele olhar de compaixão... – Eu preciso contar algo.


Notas finais
Bom, essa semana foi a coisa mais louca da minha vida. Fiz 350 exercícios divididos em duas matérias. Cada matéria (matemática e física) tem três professores, logo, duas provas de cada um, temos doze provas.
Estou desde sexta-feira passada sem curtir minha escassa vida social, e tirava apenas um ou dois minutinhos do meu dia para passear por aqui ou pelo twitter, mas todo o resto do tempo que eu tinha eu usava para estudar, e, graças à isso, tirei vários 10 e 9 e, consequentemente, acredito que tenha passado de ano, já que só precisava de 6!
Agradeço, de coração à todas que torceram por mim! Vocês são uns amores, de verdade!
Desculpem o atraso no capítulo, é que eu queria que ele saísse realmente bem feito, com tanta ou mais qualidade que os outros, então, como não consigo escrever cansada, precisei dar um tempo, e acabei por finalizar ele hoje.
Espero que tenham gostado, e desculpem não responder os reviews antes, mas estarei respondendo-os agora mesmo!
Obrigada à todos vocês novamente, pela paciência e carinho! ♥
Beijos, e vejo vocês nos reviews!