I'm Fine
1 Capítulo I
Notas iniciais
Andressa Sheneeble, 14 anos, cabelos negros curtos, olhos azuis, pele gélida. Para ela, uma garota que era viciada em sexo, drogas, e muito rock in' rol. Sem esquecer das garafas de álcool. Andressa, era isolada do mundo.
Andava de blusa barriga amostra, short curto desfiado, salto alto. Após o término do namoro com Justin McVerl. Sua única paixão, a mesma se afundou nas drogas e mutilação.
As lembranças foram fixas na mente de Andressa.
“– Meu amor, me desculpa. Mais…
– Mais? Oque foi Justin? Que cara é essa…?
– Não podemos mais continuar com essa farça…
– Oque? Do que você tá falando?
– Acabou! Andressa, chega de fingir que estamos felizes. Acabou.
O segurei pelo braço, já com os olhos marejados, e com um sorriso desmanchado.
– Por favor, vai me abandonar?
– Não é questão de abandonar. Eu não te amo mais!”
Aquela palavra travou em sua mente, ele não a amava mais. O homem da sua vida não amava mais ela. Ela passou a se trancar no banheiro, a chorar mais. A se drogar mais e mais. Mais ela escondia um segredo, de seus pais, e de seu novo melhor amigo, Will. Ela estava grávida.
Não sabia de quem, mais não poderia ter a criança.
Ela se levantou mais uma vez, com uma vontade de morrer. Tirou seu sutiã e sua calcinha, e se observou nua no espelho. O espelho lhe dizia que estava gorda. As pessoas diziam que ela estava magra, precisava comer mais. Alguns a julgavam por se mutilar.
De repente Andressa achou que tudo estava perdido. E ligou para o seu melhor amigo, Will.
– Andressa? Acordei agora.
– Eu te acordei? Desculpa.
– Não, não. Eu já tava levantando.
– Tem como você vir pra cá?
– Tem, tem. Já já eu estou ai.
– Obrigado…
Ela desligou, já tinha acordado na metade da tarde. Foi pro banheiro, e tomou um banho relaxante porém nem tanto demorado, colocou o sutiã e a calcinha. E colocou uma camisola preta, sexy. Penteou os cabelos, para trás e fez um coque alto.
Assim que a campainha tocou, ela desceu. Seus pais não estavam em casa, trabalho + trabalho = trabalho. Assim preferia ela pensar. Abriu a porta, e viu um garoto de 15 anos assustado, preocupado.
– Entra…
– E então?
– Dorme comigo? Não quero dormir sozinha.
– Tá...tá…legal…
– Calma tá, só ter calma. Vou fazer alguma coisa pra gente comer, me ajuda?
– Cla-claro!
Depois que eles fizeram uma gororoba para comer, assim apelidaram a comida. Subiram, e ela se deitou, e ele apenas á observou. Depois que ela fez um sinal para ele se deitar do seu lado. Ele deitou. Fazia tudo que ela mandava. Ela o beijou, um beijo leve, oque despertou algo nos dois. Desejo.
Ela o arranhou nas costa, deixando suas marcas de unha. Ele passava a mão nas suas costa, já abaixando as alças da camisola e desabotoando o sutiã. Ela queria se ver livre da roupa dele, se levantou e pegou uma tesoura, cortou a calça jeans dele, e a blusa o deixando com o tênis e a meia.
Ele a ajudou tirando aquela roupa indesejável de seu corpo. Logo tirou o tênis e da meia. Depois cortou sua camisola toda, e a calcinha. Os dois jogaram suas roupas longe.
Ela o beijava o deixando com desejo, e dor. Das unhas encravando em sua pele. Ele ficou entre suas pernas, e penetrou seu membro, ela sentia ele sair e entra dentro dela. E soltava leves gemidos. Segurava em seu pescoço, e fechava seus olhos.
– Abra os olhos…
– Shhhhh!
Após ela o beijar novamente com desejo, ele continuava penetrando seu membro, rapidamente. Só esqueceram de um detalhe a camisinha.
– Will… eu quero ser sua… eu preciso de você…
– Eu sou seu, e você é minha.
Depois de quase a noite virar, ele deitaram um do lado do outro, ela dormiu igual um anjo, ele a abraçou. E deu um beijo em sua testa. Oque ele realmente queria era ter uma noite assim com o grande amor da sua vida.
Quando amanheceu, a luz do sol invadia o quarto sem pedir licença. Will levantou, seu corpo dolorido, e o corpo dela poderia estar pior. Mesmo fingindo ser forte, ela era frágil. Ele se levantou. E sem fazer barulho foi até a cozinha, fazer um agrado.
Ela acordou, e olhou para o lado, ninguém. E então se espantou.
Nenhum dos garotos que ela havia se deitado, á havia abandonado. Ele era diferente. Lembrou da noite que passou ontem. Ao lado do seu melhor amigo. Hoje ele era mais que isso.
– Será que… não, ele deve ter ido…
Preferia acreditar que tinha sido abandonada. Quando viu a porta se abrir. Ela levantou rapidamente, e o abraçou com todas as forças. Ele colocou a bandeja no criado-mudo, e a abraçou sem entender.
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