I'm Crazy For You

34 Voo com destino ao Sucesso. Quer dizer... Arizona


Notas iniciais
Waaaazaaaa! Feliz Páscoa Rushers! Ah, não exagerem no chocolate u.u #parei Consegui postar esse final de semana, tudo graças ao - lindo e maravilhoso - feriadão! WOO HOO! * Capítulo pelo ponto de vista do James e do Logan Bom, não tenho mais nada para falar aqui '-' Então, boa leitura! P.S: Leiam as notas finais. É importante!

POV JAMES:

O sábado finalmente chegou. Parece que essa semana passou em câmera lenta.

Quer dizer, não que eu estivesse assim tão afim de acordar cedo hoje. E muito menos de ter que empurrar o Logan para fora da cama para que ele não se atrasasse (Como sempre). Mas estava feliz porque iria ver a Hanna. Mesmo sendo por apenas alguns minutos antes de decolarmos, mas já era o suficiente para mim.

O carro que Gustavo mandou para nos pegar, chegou antes do combinado e fizemos ele esperar um pouco, já que os meus amigos nem tinham descido suas malas ainda. Jade havia dormido lá em casa – no quarto de hospedes, claro – e foi junto conosco para o aeroporto.

Ah, claro. Ela e o Carlos já haviam voltado.

Confesso que quando eu cheguei em casa naquele dia, e encontrei o Carlos chorando na cozinha e Logan o consolando, achei que alguém tinha morrido. Sério.

E se essa história do Carlos estar com outra garota fosse realmente verdade, quem iria morrer era ele. Porque eu mesmo ia assassinar aquele nanico. Felizmente foi só um mal entendido.

Kendall ligou para a tal da Lexy e gravou a conversa. Nossa, ela ficou super constrangida quando descobriu que havia mandado a mensagem para a pessoa errada. Pediu um monte de desculpas. Cheguei a ficar com pena dela.

Depois disso, eu convidei Jade a ir um dia lá em casa a tarde. Até disse que o Carlos não estava. Então ela aceitou meu convite. Nós mostramos a conversa para ela e Jade começou a chorar dizendo que o Carlos nunca ia perdoá-la. Mas claro que ele perdoou. (Ai dele se não perdoasse também. Ok parei)

Enfim, os dois estão juntos novamente. E mais grudados do que nunca. Ewn.

Havíamos chegado no aeroporto a alguns minutos, e Gustavo já havia entregado nossas passagens. Kelly não tirava o telefone da orelha, não sei com quem ela falava tanto a essa hora da manhã, mas deduzi que tinha algo a ver com os shows.

Estávamos nós quatros sentados na sala de embarque e desembarque, quando Kendall recebeu uma mensagem de Sam e disse que as meninas já estavam chegando.

Meu coração acelerou só de pensar que daqui a pouco minutos eu iria vê-la. Depois de longos – e demorados – seis dias.

Os minutos seguintes parecerão horas intermináveis. Eu não parava de olhar para a entrada do aeroporto. E toda vez que eu via uma garota de cabelo preto, achava que era Hanna. Ok, eu acho que estou um pouquinho ansioso.

Céus, o que essa garota fez para eu ficar desse jeito? Um feitiço? Só pode!

Olho novamente para a entrada, e vejo três garotas. Uma loira e duas morenas. São elas!

Elas olharam em volta, nos procurando e quando finalmente nos encontram, aceleram o passo. Sam praticamente corre e se joga em cima do Kendall. Nossa, quem olha assim acha que eles não se vem a semanas. Sendo que eles se viram ontem ainda.

Ash abraça Logan e dá um beijo nele e depois nos cumprimenta com um aceno. Hanna é a última a chegar até nós. Com os braços cruzados, um cachecol enrolado no pescoço, um gorro na cabeça e uma cara de quem acabou de acordar. Mas mesmo assim está linda.

— Bom dia, Kennedy — digo. Ela dá um bocejo.

— Bom dia, Diamond.

Ficamos parados, um na frente o outro, por alguns segundos. Eu estava louco para senti-la em meus braços e beijá-la. Mas eu não sabia se ela gostaria que eu fizesse isso na frente do pessoal. Quer dizer, eles sabiam que estávamos juntos e tal...

Enquanto eu ficava pensando em algo para puxar assunto, Hanna dá um passo para frente e me abraça. Afago seu cabelo, e sinto aquele cheiro doce de baunilha que ela exala.

A solto, e seguro seu rosto entre minhas mãos, lhe dando um beijo. Ah, como eu senti falta dela. Fiquei contando os dias até poder vê-la novamente e beijá-la.

Depois, nos sentamos. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, e ficamos de mãos dadas conversando. Hanna me contou como foi a sua semana no hospital. E eu lhe contei a minha. Que na realidade, foi resumida em reuniões com o Gustavo falando o que podia e o que não podia fazer no show, e de maratonas de jogos de videogames com os caras.

“Atenção passageiros do voo 291, com destino a Phoenix, no Arizona. Favor se dirigirem ao portão 3”

Uma voz anasalada de uma mulher, ecoou pelos alto-falantes do aeroporto.

— É o meu voo — disse. Só depois que percebi, que Hanna sabia disso.

Olhei em volta, e vi o pessoal se despedindo. Nos levantamos, e eu dei um abraço em Ash, Sam e Jade que nos desejaram uma boa viagem e um bom show.

Me virei novamente para Hanna, e ela me olhava com uma carinha triste. Eu também não queria me despedir. Parecia que eu estava indo para o outro lado do mundo e nunca mais ia vê-la. Quando na realidade, estava indo para o estado vizinho e iria ficar apenas alguns dias fora.

Lhe dei um abraço forte. A vontade era nunca mais soltá-la.

Vou sentir muitas saudades de você — sussurro em seu ouvido.

Também vou sentir — ela responde baixinho.

Me distancio um pouco dela, o suficiente para olhar seus olhos quase negros. Ela dá um sorriso e eu acabo sorrindo também. A beijo novamente. Um beijo mais demorado dessa vez.

Ela se distancia de mim e respira fundo, como se estivesse ficado com falta de ar.

— Acho melhor você ir — ela diz e olha para algo atrás de mim.

Me viro e vejo que os caras já estão quase no portão de embarque. Gustavo está olhando de cara feia para mim e aponta para o relógio, querendo dizer que estou demorando. Faço um sinal que já estou indo.

Olho novamente para Hanna.

— Bom... tchau então — digo.

— Tchau — ela responde — Boa viagem e bom show. Vocês vão arrasar.

“Nós sempre arrasamos” penso. Mas eu sabia que ela havia dito isso de coração.

— Obrigado — é o que eu digo. Lhe dou um último beijo.

Obrigo os meus pés a se mexerem, e começo a andar. O pessoal já havia entrado no portão, e me esperavam no pequeno corredor. Entreguei minha passagem para uma aeromoça, e enquanto ela conferia olhei para trás. Vi Hanna ao lado de Jade, Sam e Ash. As quatros acenaram para mim, e eu acenei de volta. A aeromoça me desejou uma “boa viagem” e eu entrei.

Gustavo nos arranjou passagens na área VIP. Só tinha nós seis ali. Privilégios de ser uma banda – quase – famosa.

[...]

Os caras aproveitaram para dormir um pouco durante o voo. Mas como eu não estava com sono, fiquei escutando música. E cerca de 45 minutos depois, já estávamos aterrissando. Uma viagem tão rápida... não sei porque tivemos que pegar um voo tão cedo. Aff.

Assim que chegamos no Aeroporto Internacional de Phoenix Sky Harbor (Arizona), havia uma limusine nos esperando. E depois tem gente que diz que vida de famoso não é boa.

Alguns minutos depois, já estávamos no hotel. Detalhe: cinco estrelas.

Ficamos nós quatro em um quarto só, quer dizer... uma suíte! Começamos a pular na cama.

— Estamos no Arizona! Estamos no Arizona! — Carlos dizia animado.

— CÃÃÃÃES!

Alguém gritou e imediatamente paramos de pular. Gustavo estava na porta, com Kelly logo atrás deles. Ferrou.

— Eu sei que vocês estão animados mas... NÃO PULEM NAS CAMAS! Será que vou ter que colocar uma coleira em vocês!?

— Foi mal, Gustavo — Kendall disse. Nos saímos de cima da cama e sentamos.

— Aproveitem esse tempo para descansar um pouco. Teremos um almoço importante com o agente do Gray 101 meio-dia. Então, por favor... por favor... se comportem!

Gray 101 era a banda para a qual iriamos abrir o show. Eles haviam começado a carreira a menos de um ano e já eram sucesso. E se tudo certo, daqui a um ano, nós também estaremos fazendo tanto sucesso como eles. Quem sabe, até mais.

— Nós prometemos que não vamos te decepcionar nesse almoço, Gustavo! — Logan disse com uma cara confiante.

— Assim eu espero — Gustavo disse e se virou — Vamos Kelly, eu preciso de um chá.

— Tchau rapazes! — Kelly acenou e fechou a porta.

Fui até a janela e olhei a vista. Uau, era lindo! Nossa primeira viagem depois do contrato com a Rocque Records. Isso merece uma comemoração! Peguei o meu celular e bati uma foto da vista.

— Ei, o que você está fazendo? — Carlos perguntou. Me virei e vi que ele estava desfazendo a mala.

— O que você acha? Batendo uma foto para colocar no Instagram né! — disse como se aquilo fosse obvio. E na realidade, era.

Começou... — escutei Kendall falar baixinho, mas fingi que não ouvi.

Postei a foto com a seguinte legenda:

“@JamesDiamond Maravilhosa vista da janela do nosso quarto. Estamos muitos ansiosos para abrir o show do @Gray101 esta noite! @KendallKnight @TheRealCarlosGarcia 1LoganMitchell #BTR #Phoenix #Arizona #Gray101WinterTour

— Pronto! — disse —Ah, não esqueçam de curtir a foto e dar RT no Twitter.

— Hm... não — Logan respondeu, jogado na cama. Preguiçoso.

— Tá Logan, você não precisa mesmo. Não tem Instagram e mal entra naquele Twitter. — falei. Ele me olhou de cara feia, mas não disse nada — Mas Kendall e Carlos não tem desculpa.

— Ok, ok. Já estou entrando... olha — Carlos pegou o celular e começou a mexer. Agora só falta um. Olhei para Kendall.

— Tá legal! — Ele revirou os olhos e pegou o celular no bolso — Vou até tweetar sobre isso. Fique feliz.

— Muito obrigado — disse com um sorrisinho satisfeito.

POV LOGAN:

Depois do almoço – que nós nos comportamos, como eu havia prometido – estávamos dispensados para aproveitar um pouco. Gustavo ficou tão feliz que até nos deixou dar uma volta por Phoenix. Mas precisávamos estar de volta no hotel às 5:00PM, porque tínhamos que chegar cedo ao local do show para a passagem de som.

Abrir o show para a banda Gray 101 não é algo que acontece todos os dias. Ou como diz o Kendall: “Oportunidades como essas só aparecem uma vez na vida, e você tem que agarrá-la com as duas mãos”. Sábias palavras.

Iriamos aproveitar os shows aqui no Arizona, para divulgar o nosso álbum que levava o nome da banda. Nos queríamos escolher uma das músicas para ser o nome, mas Gustavo disse que como era o nosso primeiro álbum, seria melhor ser o nome da banda mesmo. Bom, ele deve ter razão já que entende muito mais sobre isso do que nós.

Descemos e fomos para o saguão do hotel. James e Carlos falaram que iriam em algumas lojas – de comida — e bateriam fotos pela cidade. Kendall disse que queria comprar algo para Sam, e eu me ofereci para ajudá-lo.

— Então, o que pensou em comprar para ela? — perguntei enquanto andávamos por uma rua bem movimentada, que tinha várias lojas caras.

— Não faço a mínima ideia! Por favor, me ajuda Logan! — ele pediu.

— Isto parece um trabalho para... o Super Amigo! — falei animado.

— Menos animação aí, o Super-herói — Kendall disse — Só me ajude a escolher algo que ela vai gostar.

— Mas eu não sei direito do que a Sam gosta. Você que é o namorado dela, não eu.

— Oh, não me diga? — ele fala ironicamente. Reviro os olhos — Ok, se você tivesse que comprar algo para a Ash agora, o que seria?

— Essa é fácil: um livro! Ela adora ler — respondi.

— Ótima ideia! Vamos procurar uma livraria então.

Andamos por várias ruas e não achamos nenhuma. Resolvemos parar para descansar, e sentamos em um banco de madeira que tinha na calçada.

— Vou dar uma procurada na internet para ver se acho alguma aqui por perto — ele disse e começou a vasculhar no celular.

— Ok — respondi. Prevejo que isso vai demorar.

Fico observando o movimento da rua, enquanto espero. Tem bastante trânsito a essa hora da tarde. No outro lado da rua, na esquina, há um grupo de pessoas esperando o sinal fechar para poderem atravessar. Uma mulher falando no celular, chama a minha atenção. Ela tem cabelos castanhos, lisos, cortados na altura do ombro. Usa um terninho preto, salto alto e óculos de sol. Havia algo nela de muito familiar. Como se... eu já tivesse a visto antes. Mas isso era impossível. Eu nunca tinha vindo no Arizona.

Ela continuava falando no celular, quando tirou os óculos e colocou sobre a cabeça. Foi então que pude ver o seu rosto melhor. A pele bem branquinha e... covinhas.

Não pode ser.

Calma Logan, é só alguém muito parecida com ela. Disse para mim mesmo.

Não tinha como aquela mulher ser a minha mãe. Claro que não. Ela estava morta a anos. Era só uma coincidência. Existem muitas pessoas que são parecidas com outras, não é mesmo?

Mas o que estava mais me incomodando agora, era ter guardado tudo isso só para mim. Eu não havia contado para ninguém sobre aquela foto que eu achei no escritório. Sei que deveria ter falado com o meu pai sobre isso, pedir uma explicação... sei lá. Mas ele estava tão ocupado com as coisas do casamento e estávamos nos dando tão bem, que eu não quis estragar tudo. Mas agora eu havia me arrependido. Eu realmente deveria ter conversado com ele. Vou fazer isso assim que nós voltarmos para Los Angeles.

Preciso chegar mais perto, ver o rosto daquela mulher melhor. Me levantei e comecei a andar sem tirar os olhos dela. Eu estava quase na esquina, mas do lado oposto ao dela, quando alguém segura meu braço.

— Ei! Onde você está indo? — Kendall perguntou.

— Hm... eu... — tentei arranjar uma desculpa.

— Acabei de achar uma livraria aqui perto, mas fica para lá — ele apontou para a direção contrária.

— Uhum — murmurei. Olhei para o outro lado da rua. O sinal estava fechado para os carros, e todas aquelas pessoas já tinham atravessado a rua. Procurei pela mulher, mas não a encontrei mais.

Droga! Eu a perdi de vista!

— Logan?

Pisquei várias vezes, quando alguém estala os dedos bem na frente do meu rosto. Kendall. De novo.

— Hm? — murmurei, voltando a atenção para ele.

— Você escutou o que eu acabei de falar? — ele perguntou. Não respondi, afinal, eu não havia ouvido mesmo — Ah, esquece. Pela sua cara já sei a resposta. Vamos logo comprar o livro, e voltar para o hotel. Não quero que o Gustavo tenha um ataque de nervos.

Apenas concordei com a cabeça e segui Kendall.

[...]

Meia-hora depois já havíamos comprado o livro e voltado para o hotel. Como não fazíamos a mínima ideia que livro comprar, aceitamos a sugestão da moça que nos atendeu. Ela disse que aquele livro estava saindo bastante, e que ela mesmo já tinha lido e adorou. Acho que Sam vai gostar desse livro. Afinal, garotas adoram esse tipo de livro cheio de romance.

Kendall estava feliz porque tinha conseguido comprar algo para a namorada. Carlos comia um saco enorme de salgadinhos enquanto assistia um filme de terror na televisão do quarto. James não parava de mexer no celular e falava que as “nossas fãs” estavam adorando as fotos que ele estava postando.

Deitei na minha cama e fechei os olhos. Não consegui dormir. Havia coisas de mais na minha cabeça nesse momento para que eu conseguisse relaxar. Eu não conseguia parar de pensar na mulher que eu vi na rua. Do aperto no coração que eu senti quando achei que a conhecia.

Conclusão: Eu estava ficando louco! Essa era a única possibilidade aceitável para o que tinha acontecido.

Ainda faltava alguns minutos para às 5:00PM, quando meu celular começou a tocar. Olhei no visor, e vi que era Ashley. Sorri e atendi.

~LIGAÇÃO ON~

Oi, linda — falei

Oi, amor — ela respondeu — Tudo bem por aí?

Bem... — respondi. Queria poder dizer para ela tudo que eu estava pensando agora. Mas isso não é o tipo de coisa que se fala pelo telefone. E além do mais, não queria que ela ficasse preocupada comigo — E você?

Estou bem. Mas você não me convenceu com esse “bem...”. Aconteceu alguma coisa?

Não, claro que não! É só nervosismo, por causa do show... sabe — disse. Não acredito que estou mentindo para ela, sou um péssimo namorado.

Entendo. Mas não se preocupe, vai dar tudo certo no show.

Sim, sim. E aí, o que você fez hoje? — perguntei, mudando de assunto.

Ah, acabei de voltar da sua casa com as meninas.

Posso saber o que vocês estavam fazendo lá?

Não! — ela começou a rir — Brincadeira, pode sim. Jade disse que iria lá para dar comida ao Fox e a Sydney e nos convidou para ir junto. Não se preocupe, a casa está intacta. Bagunçada do jeito que vocês deixaram.

Nós não íamos achar ruim se vocês tivessem, sabe, arrumado...

Só nos seus sonhos, Mitchell.

Não custa tentar, né — falei. Os garotos pularam na minha cama e Carlos tirou o celular da minha mão.

Oi, Ash! Você está no viva-voz.

Oi meninos! — ela respondeu.

A Sam está aí? — Kendall perguntou.

Não. Já estou em casa.

Você viu as fotos que eu postei? — James perguntou.

Claro, até curti. Adorei a vista da janela de vocês — ela respondeu. James olhou para nós e fez aquela cara de: “Viu, eu falei”. Apenas revirei os olhos.

Ash, você não vai acreditar! Estamos hospedados em uma suíte de um hotel cinco estrelas! — Carlos falou animado.

Hmmmm, que chique vocês estão! — ela respondeu.

Ash, o papo tá ótimo, mas precisamos ir. Temos uma passagem de som daqui a pouco — Kendall falou.

Ah, claro. Bom show para vocês!

Valeu! — falamos os quatros juntos. E sem combinar.

Tchau Collins.

Tchau Ash.

Tchau baixinha.

Tchau Garcia, Kends e gigante — ela respondeu cada um, conforme o jeito que haviam se despedido dela. Carlos devolveu o celular para mim, e eles saíram de cima da minha cama.

Pronto, eles já foram. Desculpa por isso — disse.

Não tem problema. É legal conversa em grupo. Bom, é melhor você desligar né... não quero que você se atrase por minha causa.

Mais atrasado do que eu normalmente sou? Acho isso impossível — falei e ela riu — Ok, vou desligar então. Ligo para você depois do show.

Se você chegar muito cansado, não precisa.

Claro que precisa. Quero falar com você antes de dormir e te desejar uma boa noite.

Awn, tá bom então. Vou ficar esperando. Beijo.

Beijo minha linda. Te amo.

Também te amo. Tchau.

Tchau.

~LIGAÇÃO OFF~

— Vocês são tão fofinhos — Kendall disse fazendo um coração com as mãos. Que na minha opinião, foi muito gay.

— Olha quem fala. ½ do “Casal Melação” — respondi. Kendall fez uma careta para mim.

— Deu, né? — James se intrometeu — Vamos logo. Se atrasarmos nem que seja um minuto, o Gustavo já vai chegar aqui gritando.

— Verdade — Carlos concordou — E eu não quero que ele faça isso. Às vezes o Gustavo me dá medo.

— Ok, vamos — respondi.

Saímos da nossa suíte e descemos pelo elevador. Como se já era de prever, Gustavo e Kelly já nos esperavam no saguão. Entramos no carro que estava estacionado na frente do hotel e seguimos em direção ao lugar onde aconteceria o show.

Notas finais
*IMPORTANTE* A minha outra fic "You're Not Alone" (Postada aqui no Nyah e já finalizada) foi plagiada pela SEGUNDA VEZ. Vocês não tem noção de como eu fiquei triste de saber disso. Sério. Eu me empenhei e tive muito trabalho para escrever aquela história para um engraçadinho qualquer chegar lá e copiar, dizendo que é sua. (Mas eu já denunciei. E se tudo der certo, logo ela será apagada) Ah, e quero agradecer - de novo - a Ju que me avisou sobre a tal fic (Muito obrigada!) Então, eu queria dizer para vocês, que se alguém souber de algum plágio de YNA ou ICFY por ai (Seja no Nyah, SocialSpirit, blog, tumblr... ou qualquer outro lugar) por favor me avisem! Obrigada pela atenção. Voltando ao capítulo de hoje... * Gray 101 é uma banda fictícia. Como eu não sabia que banda escolher, resolvi inventar uma. (Vamos combinar, é um nome legalzinho né? hauahua #parei) * Os users dos meninos no Instagram, não são os verdadeiros (Ok, todo mundo sabe disso). Eu só coloquei o mais próximo dos users oficiais. * Algumas falas do capítulo, foram inspiradas na série e no filme do BTR. Então, o que acharam? Me digam! Momento Hames, muito fofo né? AWWWN *----* Viu, Jade e Carlos já voltaram! Olha como eu sou boazinha :D Hm, e essa mulher que o Logan viu? Será mesmo que pode ser a mãe dele? Mas espera... ela morreu! Ou será que... não? *Mistério* #SouMá E a conversa grupal no telefone? Hahauahua. Tentei fazer ela ficar engraçada. Espero que tenha conseguido ;) Sem spoiler do próximo capitulo, porque eu ainda não sei o que vou escrever #SORRY Comentários, sabe... são sempre muito bem vindos #lalala Até o próximo! õ/ Beijooos :* Love vocês S2