Notas iniciais
Começa a história de nossos novos dois heróis, espero que gostem!

Meu nome é Peter Lorenzo.

Tenho 19 anos de idade. E não sou uma pessoa assim tão comum, na verdade não sou nada comum. Sou um garoto órfão que nem chegou a conhecer os pais, fui encontrado por Will e fui treinado desde pequeno como um guerreiro. Eu e minha irmã gêmea Calypso Lorenzo, que por sua natureza frágil foi treinada como uma feiticeira que consegue até falar com animais. Mas gosto da vida secreta que levo matando monstros que tentam entrar na cidade, não tem nenhum crédito, o que é frustrante, já que semanalmente um monstro tenta atacar a cidade. O treinamento que recebo de Will não é fácil, tenho espadas, lança, facas, facas de atirar, escudo, duas garruchas, e minha arma preferida, meu arco e flecha encantado. Com meu arco e flecha acerto o alvo que eu quiser. Já Calypso só fica sentada lendo aquela porcaria de livros de magia sem ter que...

_Acorda logo! _gritava Will com aquela voz cortante_ O radar foi acionado. Dois ogros vão chegar à cidade daqui a 40 minutos!

_Calypso inventou esta porcaria de radar _murmurei com sono_ Ela vai sozinha! Agora me deixe dormir!

Passaram-se 2 minutos em silêncio, comecei a achar estranho e abri os olhos, eu ainda estava na minha cama só que quando olhei para baixo, estava a 8 metros de cair no rio gelado que fica em frente à minha casa. Quando olhei para a direita, vi Will me levitando sobre o rio e ao seu lado Calypso chorando de rir, sentada em sua vassoura já pronta pra voar.

_Você vai ou não? _gritou Will e Calypso ao mesmo tempo_ um, dois três!

E antes que pudesse responder já estava caindo, e então gritei “me salva Jake” telepaticamente. Mas continuei caindo 7, 6, 5, 4, 3, 2 metros, e então desce do céu um grifo, criatura mitológica metade leão, metade águia, de 1,30 metros afundando a 300 km/h e abrindo as asas a cinco cm da água, e em seguida, subindo comigo na sela, em segurança.

_Exibido _murmurou Will_ agora vão! E tente não morrer!

5 minutos se passaram voando, e notei que o conselho de Will não era fácil de cumprir, os dois ogros simplesmente tinham 3,5 metros. Eles eram feios, grandes, tinham todos os dentes podres e para melhorar, tinham um cheiro que dava pra sentir a metros de distancia.

_Eu pego um e você fica com outro _disse a apontando para o ogro menor.

_Seja um cavaleiro e pegue o ogro maior?_ disse Calypso.

_Tudo bem _retruquei_ Na próxima vez você fica com o maior!

Pulei do grifo, e minha irmã da vassoura, caindo na frente dos ogros. Agora eu estava mais perto, notei que eles eram bem mais feios, e mal cheirosos.

_Estão perdidos senhores _perguntou Calypso_ Precisam de ajuda...

Antes que pudesse perguntar, um dos ogros pegou seu bastão e jogou a 5 metros de distancia. Puxei meu medalhão que, a propósito não era simplesmente um medalhão, quando eu o puxava ele se transformava na arma que eu tiver em mente. No caso, uma lança com a ponta de aço. Olhei nos olhos do ogro:

_Você não ta á fim de falar? Ótimo!

O ogro maior tentou me acertar com o bastão que levava nas costas, como já esperava este movimento, pulei encima do bastão, escalei o ogro e enfiei minha lança no ombro dele, mas fiquei assustado ao notar que não houve nenhum dano, parecia que a pele do ogro era feita de uma mistura de coro, e aço.

_Este é um ogro de Medeia _gritou Calypso ainda meio tonta_ Só tem jeito de matá-lo se o acertarmos por dentro!

Enquanto lembrava-se do mito do ogro de Medeia, o ogro me pegou pela perna, e me jogou no chão com toda força. O monstro levantou o bastão, planejando me acertar com toda força, mas antes que eu pudesse lamentar meu fracasso, o ogro foi jogado para o lado com toda força, por uma bola de raio negro.

_Me deve essa cabelo de fogo! _disse Calypso me ajudando a levantar.

_Vamos ensinar estes baixinhos a brincar.

_Não vamos conseguir enfrentá-los mano a mano. O plano é o seguinte [...].

Eu estava com medo de executar este plano, mas podia funcionar. Enquanto Calypso distrai o monstro, fui pegar minha lança que estava ao lado do ogro morto, e a transformei em um arco e flecha. Puxei uma das bombas de cegueira de Calypso, que ela tinha me emprestado, preparei a bomba com todo cuidado, concentrei no alvo que estava a alguns metros, e gritei:

_Calypso, quando quiser!

Então ela saiu correndo e deslizou por baixo das costas do ogro, forçando-o a virar para meu lado. Então soltei a corda acertando a bombinha exatamente onde eu queria, no olho esquerdo do desgraçado.

_Perfeito _observou Calypso.

_Jaaaaake! _gritei com toda minha força.

Passaram-se 10 segundos e então, se ouvi o zunido de um grifo planando sobre as arvores e parando na minha frente, então pulei na cela e, inclinei e disse no ouvido dele:

_Suba na maior altura que puder, por cima daquele monstro!

Então quando estava a uns 200 metros acima dele contei até três e pulei do Jake, em direção ao ogro. Quando estava caindo notei o quanto esta idéia era idiota, mas tentei manter a calma. Estava caindo de caindo de cabeça para baixo, peguei tranquilamente uma flecha explosiva, de minha aljava, e mirei no alvo.

_O bicho feio! _gritei desafiador_ Olha para aqui!

O ogro olhou para cima, ainda com a mão olho esquerdo, com a boca aberta da forma que Calypso imaginou. Contando com a sorte soltei a flecha, e ela foi rápida e certeira. Fazendo a flecha passar por dentro da garganta do ogro fazendo-o explodir de dentro para fora.

E agora comecei a pensar, “e agora qual é o plano mesmo”, já que estava a 50 metros do chão. Então gritou a primeira coisa que veio a sua mente:

_Jake! _gritei, mas minha voz falhou. Eu tinha um elo com Jake, que bastava eu o chamar, em minha mente, e ele aparecia.

Mas já era tarde demais, estava a 10 metros da morte certa, mas quando fechei os olhos e comecei a lembrar de tudo que iria perde, algo pega a minha mão e me puxa para o lado, em segurança.

_Muito obrigado Jake! _falei com satisfação_ Não sei o que seria sem você.

Olhei para cima em sinal de gratidão ao seu amigo, foi aí que percebi que quem me segurava pela mão era Calypso, encima da vassoura mágica dela, que com aquele sorriso estampado no rosto.

_Achou mesmo que eu não tinha pensado nesta parte do plano? _disse Calypso o ajudando a subir na vassoura_ Agora me deve duas cabelo de fogo.

_Você achou engraçado não me contar desta parte do plano? Eu poderia ter tido um infarto antes de você me pegar. _disse pensando no tanto que odiava aquele apelido, não tinha culpa por ter nascido ruivo.

Enquanto pensava no assunto, eu minha irmã fomos jogados da vassoura com muita brutalidade, foi uma queda alta, mas este não foi o problema, quando caí no chão à adaga que levava de segurança em seu cinto se soltou no ar, pôquer estava má presa, e quando caí no chão ela se cravou na minha barriga. A minha primeira reação foi olhar para Calypso que era uma ótima curandeira com suas magias, mas ao localizar Calypso, vi que ela estava completamente inconsciente. Ao perceber que o ogro maior que tinha causado aquilo, e que não estava morto. Uma raiva intensa começou a si formar dentro de mim, não pelo ferimento, não pelo caso dele ainda estiver vivo, mas absolutamente ninguém poderia fazer aquilo com sua irmã.

O monstro ficou me olhando com um sorriso bobo na cara, peguei uma flecha da minha aljava e a mirei na boca do ogro e soltei. O ogro o desvio com a mão com facilidade.

_Você acha que pode me matar com esse truque infantil _disse com uma voz rouca e cortante_ acha que sou igual ao meu inútil parceiro, e morro tão fácil.

Agora o machucado sangrava muito, tentando não pensar no machucado, peguei minha arma, que agora tinha se transformado em uma espada. Levantei-me com dificuldade e fui correndo mancando em direção ao ogro, que também vinha correndo em minha direção. Ao chegar perto dele pulei e quando fui cravar a espada no peito dele. Ele me deu um tapa com a mão de lado, me jogando longe ao lado de minha irmã, parecendo que havia cansado desse joguinho o ogro veio correndo em minha direção, fazendo o chão tremer a cada passo. Era aquela minha chance, quando o ogro chegou à minha frente de um urro alto na minha cara, sem pensar peguei minha espada que já tinha se transformado em um arco e flecha, puxei a ultima flecha e a soltei, fazendo-a atravessar sua cabeça. O ogro caiu de joelhos, em seguida desabou morto no chão

_Te vejo no inferno grandão _disse com satisfação.

Ao olhar para os lados para ver se o lugar estava seguro, notei que alguém os observava pelos arbustos, ao perceber que todo mundo estava a salvo, desmaiei.

Notas finais
Ficou curioso para saber quem estava atrás dos arbusto? Ficaram sabendo no próximo capitulo! obrigado pela atenção!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.