Ill Put It In A Song
16 You keep making me weak
Notas iniciais
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- Niall, é sério. Eu preciso ir pra casa! – Polly disse. Ela e Niall estavam sentados no mesmo banco que pra eles já tinha um significado. Niall tinha passado os braços em volta do corpo dela e a prendia contra o corpo dele.
- Ah não... Fica mais um pouco... – Ele olhava pra ela como um menininho.
- Não me olha assim, você sabe que eu preciso ir... – Ela sorriu e deu um selinho nele.
- Olha que fofura esse casal! – Disse Mila. Ela e Zayn estavam parados na rua assistindo a cena.
- É tanto mel que dá até enjôo... – Zayn fez uma careta e os dois riram.
- Você ainda vai demorar muito aí Polly? – Mila perguntou.
- Eu estou tentando ir Mila, eu juro. – Polly só conseguia mexer as mãos.
- Niall, solta a Polly. Ela precisa ir. – Zayn disse com as mãos na cintura, como uma mãe.
- Tá... – E Niall a soltou. Polly então selou seus lábios nos dele, lhe dando um beijo carinhoso e rápido.
- Até amanhã! – Ela sorriu e saiu com Mila.
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Bea’s POV.
Eu tinha tomado um banho antes de dormir. Já deviam ser umas 11:30. Eu cheguei ao meu quarto e quando eu olhei pra minha mão a letra de Louis estavam quase desaparecendo. “True Colors”.
Peguei meu notebook na escrivaninha, e o coloquei no meu colo. Procurei o vídeo e encontrei (http://www.youtube.com/watch?v=-eQh41f0bb0&feature=player_embedded ).
No segundo em que li a primeira linha, meus olhos se encheram de lágrimas. Cada palavra tinha um significado especial pra mim. Nunca alguém tinha feito alguma coisa assim por mim; um simples ato de mostrar uma música, mas com a profundidade de quem sabe tudo o que eu precisava ouvir. Eu não sei por que Louis conseguia me entender em tão pouco tempo... Eu não sei como ele chegou com tanto facilidade até a minha alma. Mas ele simplesmente o fez.
Eu peguei uma caneta na mesinha e reforcei a letra dele num cantinho da palma da minha mão, e me deitei sorrindo.
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Sexta-feira
09/09/2011
“Chega um momento em sua vida que você sabe:
Quem é imprescindível para você,
quem nunca foi,
quem não é mais,
quem será sempre.”
Polly’s POV.
Eu estava saindo da aula da manhã, quando Niall me puxou pela mão e me levou até a sala onde tínhamos aula de violão. Eu como aluna, e ele como monitor.
- O que a gente ta fazendo aqui? – Eu perguntei.
- Quero que você ensaie uma música comigo. – Ele estava pegando os suportes e colocando duas cadeiras, uma em frente à outra.
- Pra que? Pro concerto de final de ano? – Eu perguntei, soltando minha bolsa e pegando o violão que ele me ofereceu.
- Pode ser... – Ele se sentou e tirou da mochila um caderno de pautas, abriu e o colocou no meu suporte.
- Você não precisa de pauta?
- Não... Eu decorei. – Ele sorriu, colocando o violão no colo – A batida é essa. – E ele tocou uma batida animada e pausada. Eu repeti vendo se tinha aprendido – Ótimo! Você repete a introdução duas vezes e eu entro cantando...
- Tá... – Isso ta muito estranho...
- Pronto? – Ele estava empolgado (?)
- Ok.
Eu fiz o que ele pediu e então ele começou a cantar:
I've tried playing it cool
But, when I'm looking at you
I can't ever be brave
'Cause you make my heart race
Shot me out of the sky
You are my kryptonite
You keep making me weak, yeah
Frozen and can't breath
Some things gotta get loud
'Cause I'm dying just to make you see
That I need you here with me now
'Cause you've got that one thing
So, get out, get out, get out of my head
And fall into my arms instead
I don't, I don't, don't know what it is
But I need that one thing and
You've got that one thing
Now I'm climbing the walls
But you don't notice at all
That I'm going out of my mind
All day and all night
Some things gotta get out
'Cause I'm dying just to know your name
And I need you here with me now
'Cause you've got that one thing
Ok, eu não sei como consegui, mas eu continuei tocando apesar de estar tremendo e sorrindo como uma idiota. Aquela letra tinha frases minhas! Ele escreveu tudo o que eu sempre sonhei em ouvir de um garoto. Quando terminamos, ele ficou sorrindo e olhando pro meu rosto, provavelmente vendo-o assumir a cor de um tomate.
- E como se chama essa música? – Eu sorri tentando recuperar o ar.
- One thing. – Ele parou de sorrir e só me olhava com sentimento.
- É linda... – Eu olhava para as páginas, sorrindo. Foi quando eu fechei o caderno e pude ler escrito na capa, com letra de punho: “Me responda uma coisa: Quer ser minha namorada?”
Eu olhei pra ele e levei minha mão à boca. Eu sorria sem saber o que dizer.
- Finalmente te deixei sem palavras. – Ele sorria – Mas seria bom se você respondesse...
- Sim! Eu quero! – Eu o abracei e depois do abraço nos mantemos nossos rostos próximos. Nós nos beijamos, um beijo que transbordava alegria e carinho... Os dois suportes de ferro caíram com nosso toque.
- “Não se fazem mais suportes como antigamente!” – Ele disse, irônico.
- Você nunca vai esquecer isso? – Eu olhava pra ele como uma criança pedindo doce.
- Se você continuar me olhando assim eu posso esquecer até o meu nome. – Ele sorriu, se levantou e me trouxe contra o corpo dele e me beijou, apertando levemente a minha cintura.
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Bea’s POV.
Anna, Mila e eu estávamos em casa depois de chegarmos da aula da tarde.
- Vocês acham que as meninas vão jantar em casa? – Mila perguntava da cozinha. Anna e eu estávamos na sala assistindo TV.
- Acho que não Mila. Aqueles duas só se alimentam de amor agora... – Anna respondeu.
“Amor...”
Eu ouvi a campainha tocar baixo nos meus devaneios.
- Eu atendo... –Respondi acordando deles e me levando até a porta.
“Não acredito.”
- Cameron? – Meu namorado estava ali na minha frente.
Notas finais
Bom, amanhã vou postar logo de manhã, antes de voltar pra chácara! Então comentem NOW!
Beeeijos
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