Notas iniciais
Então, eu escrevi esse capitulo pra postar no meio da semana, pq acho q não vou ter tempo, mas ais decidi postar logo, pq sou boazinha haha

As coisas estão tomando um tom mais serio nesse capitulo e tambem vamos ter a resolução do crime que juntou todas as nossas personagens. Não esperem nada muito elaborada pra solução pq o unico objetivo disso foi ter enredo pra começar haha. Enfim, tem hot, tem declarações, tem decisões. E ta grandinho como sempre :)

- Você sabe que um dia vai ter que me deixar sair dessa cama não é? – Lauren sorriu.

- Um dia, não hoje. – Bo disse segurando as mãos da medica contra a cama e se colocando sobre ela.

- De onde você tira tanta energia? – A loira disse enquanto virava seu pescoço para dar acesso aos beijos da morena.

- Você ainda não viu nada. – A detetive sussurrou contra a orelha da medica.

***

Emma não segurou a risada enquanto tomava seu café da manhã com Jane, os sons que vinham do quarto de Bo eram o motivo. – Será que elas vão passar o dia inteiro assim? – Jane murmurou.

- Não sei, pelo menos nós não vamos ficar em casa pra descobri. – Emma andou ate o cabide de casacos e pegou sua jaqueta. – Vamos, alguns de nós tem que trabalhar.

- É, só alguns de nós. – Jane encarou a porta do quarto de Bo.

***

- Eu vou ficar bem sozinha, Maura. Alem disso Emma vem almoçar comigo.

- Então você esta me expulsando porque sua namorada vem te ver? – Maura provocou.

- Não... e ela não é minha namorada. Não ainda... – Regina deu um sorriso bobo.

- Jane eu ainda estamos nessa fase também... quer dizer eu a considero minha namorada, mas não é como se eu tivesse sido pedida oficialmente por isso. Mas está tudo tão perfeito como está que eu tenho medo de apressar as coisas. Jane está sendo tão cautelosa com tudo.

- Com tudo? Quer dizer que vocês não...

- Não. E não me olhe com essa cara, porque eu sei que você e Emma também não, acredite em mim eu saberia, meu quarto é ao lado do seu.

- É, mas Emma e eu nos conhecemos há pouco tempo.

- Isso não impediu Bo e Lauren.

- Nada impediria a Bo. – Regina disse e as duas sorriram.

- Bom, Jane quer ir com calma, então eu vou com calma. Não quero fazer nada que possa afastá-la de novo.

- Awwn você está tão apaixonada. – Regina brincou.

Maura sorriu e franziu os olhos pra morena. – Olha quem fala.

***

Maura pigarreou ao entrar no laboratório e encontrar Lauren e Bo aos beijos. – Maura... oi... – A medica disse desconcertada e se afastando da sua namorada.

- Pensei que era seu dia de folga. – Maura disse lutando para segurar a risada.

- Era, mas o chefe me ligou e algumas das nossas amostras do caso da prefeitura foram contaminadas. Estou refazendo alguns testes.

- Contaminadas? Isso é impossível, nó duas cuidamos disso pessoalmente.

- Foi o que eu disse a ele.

- Tem alguma possibilidade disso ter sido feito de propósito? – Bo interveio.

- Não... quer dizer, não sem ajuda interna. Mas porque fariam isso, são só amostras de sangue das vitimas. – Maura refletiu.

- Talvez não. – Lauren disse procurando algo na bancada. – Essa amostra de sangue foi coletada de um lugar um pouco afastado.

- E nós pensamos que fosse pelo impacto... – Maura completou. – Mas talvez seja de outra pessoa.

- Espera, mas vocês não fizeram um exame de DNA comparativo? – Bo disse confusa.

- Sim, mas... – Maura começou a dize e ela e Lauren se encararam em concordância. – se o sangue for de um parente próximo da vitima então o resultado seria positivo.

- Nós só precisamos de um teste mais especifico pra determinar isso. – Lauren completou.

- Então façam isso. Eu vou avisar Emma e Jane, isso diminui e muito nossa lista de suspeitos se for confirmado.

***

- O resultado sai em meia hora. Fique calma Emma. – Jane disse.

- É tempo demais pra esperar para eu por minhas mãos nesse crápula.

- Emma, você não vai por as mãos em ninguém. E controle-se ou vai acabar sendo afastada do caso. Se o chefe pelo menos imagina que você está envolvida com a vitima...

- Ele que imagine.

- Emma... não faça nenhuma besteira. – Bo tentou acalmá-la. – Porque você não vai pra casa de Maura e fica com a Regina, nós podemos cuidar disso.

- Não, eu quero ficar, eu quero saber quem fez isso e porquê.

***

- É ele. – Bo encarou Jane assustada. Elas tinham coletado amostra do DNA de todos os funcionários que trabalhavam próximos a Regina na noite do crime. O sangue analisado por Maura e Lauren era compatível com apenas um deles.

- Você o conhece? Eu não lembro dele. – Jane disse a outra detetive.

- Ele estava na festa Jane, ele foi quem comprou Emma no leilão... ele ainda esta próximo de Regina. E...

- Ela está sozinha na casa da Maura agora. – Jane completou. – Os policiais da entrada devem o conhecer, então vão deixá-lo passar.

- Emma esta indo pra lá. Vou ligar pra ela. – Bo disse pegando o celular apressada.

- Eu vou avisar os guardas que estão lá. – Jane também pegou o seu celular.

***

Emma chegou a sala da casa de Maura ofegante. O lugar estava completamente silencioso, ela não pensou duas vezes e subiu as escadas correndo. – Regina? – Ela disse aflita entrando no quarto.

- Emma, você chegou cedo...

- Você está bem... – Emma disse soltando a respiração que estava segurando e puxando a morena para seus braços em um abraço apertado. – Meu amor, eu fiquei tão preocupada.

Por um momento Regina ficou curiosa por saber o que tanto afligia a detetive, mas ouvir ela chamá-la de amor apagou qualquer pensamento coerente de sua mente. – Você acabou de me chamar de meu amor, detetive? – Regina disse em um tom divertido.

- Hum... eu só... – Emma não sabia o que dizer, ela não tinha planejado dizer aquilo, as palavras saíram como um reflexo do medo que ela teve de perder Regina. – Nós descobrimos quem matou os seus seguranças. – disse na tentativa de mudar o foco da conversa.

- Descobriram? Quem foi? – Regina disse assustada.

- Leonard, o seu relações publicas. Nós já começamos as buscas por ele, não se preocupe, aquele idiota vai passar o resto da vida atrás das grades.

Regina estava em choque, era muito pra assimilar. – Mas Emma, depois do atentado ele teve varias chances de... – ela não conseguia completar a frase.

- Nós temos a teoria de que o plano inicial não era matar ninguém, acho que ele queria sequestrar você, mas o seu segurança, que é irmão dele, deve ter descoberto e então... bom, aconteceu tudo que aconteceu.

- Eles eram irmãos? – Regina disse sentando na cama, tentando absorver a historia toda.

- Sim, foi por isso que não identificamos outro DNA na cena do crime antes. – Emma disse sentando ao lado da prefeita e passando o braço em volta dela. – Tudo vai voltar ao normal agora, querida. Você vai ter sua vida de volta. – Emma dizia cada palavra com o coração apertado, ela queria que Regina tivesse sua vida de volta, mas ao mesmo tempo uma parte egoísta dela queria que tudo continuasse como estava, para que ela pudesse ter a prefeita só para ela o tempo que quisesse.

***

Bo, Lauren, Jane, Maura, Emma e Regina sorriam sentadas à mesa na casa de Maura, para o jantar de “despedida” de Regina. – Confesso que vou sentir falta de ter você aqui. – Maura disse a Regina.

- Eu também vou sentir falta desse lugar, afinal foi aqui que eu conheci minhas melhores amigas. – Regina dirigiu se sorriso as quatro mulheres a mesa. – E Emma. – Ela segurou a mão da detetive e plantou um beijo em seu rosto.

- Sempre podemos sair juntas para as compras. – Lauren brincou.

- Me incluam fora disso. – Jane sorriu.

- Eu também. – Bo e Emma disseram quase juntas.

- Garotas que não gostam de comprar sapatos, onde o mundo vai parar? – Maura disse fazendo todas sorrirem.

O jantar se estendeu ate tarde da noite, era quase como se nenhuma delas quisesse que acabasse. – Não é como se eu fosse morar em outra cidade. – Regina disse tentando amenizar a situação.

- É, mas você é oficialmente a prefeita de novo. – Bo disse. – será que vai ter tempo para as amigas?

- Claro que vou. – Regina garantiu.

- Acho bom mesmo. – Maura sorriu para a prefeita.

- Bom, acho que está na hora de eu te levar pra casa. – Emma interveio. Então todas se despediram da prefeita. Bo e Lauren também foram embora, deixando Jane e Maura sozinhas.

Maura sorriu e fechou a porta atrás de si. – Suponho que você vá ficar. – disse encarando a detetive.

- Você me deixaria ir? – Jane brincou.

- Não mesmo. – Maura disse se juntando a Jane no sofá e puxando-a para beijá-la.

- Maura, acho que já é tarde, devíamos ir pra cama. – Jane disse se afastando.

- Você está tentando me levar pra cama, detetive? – Maura brincou e Jane a apenas levantou a sobrancelha em tom de “tente descobrir”, então as duas seguiram para o quarto.

***

Era estranho para Emma acordar naquele quarto luxuoso, a única coisa que a fazia se sentir bem ali era ter Regina em seus braços. A prefeita dormia um sono tranquilo nos braços da detetive, era quase muito pedir que Emma estivesse ali apenas para dormir, mas ela não negaria um pedido da morena.

- Bom dia. – A voz rouca de Regina tirou a loira de seus pensamentos.

- Bom dia. – Emma disse tocando gentilmente o rosto da morena.

Regina levantou preguiçosamente da cama. – Eu vou fazer nosso café da manhã. – Ela anunciou. Alguns minutos depois as duas estavam a mesa se deliciando com as delicias feitas pela prefeita.

- Eu vou ficar mal acostumada com isso. – Emma sorriu.

- Essa é a ideia. Então você vai ficar aqui mais vezes.

- Sempre que você quiser. – Emma disse segurando mão de Regina sobre a mesa.

- Sempre? E que tal pra sempre? – Regina disse mordendo o canto do lábio.

- Pra sempre? Você está...

- Pedindo que venha morar comigo... – Regina apertou a mão de Emma. – como minha namorada. – ela completou ignorando seu medo da resposta.

- Regina eu...

- Você não precisa responder agora, só pense sobre isso, ok?

***

- Se você não sair desse banheiro agora, eu juro que vou invadir. Eu estou atrasada, Maura, é serio. – Jane disse do outro lado da porta, fazendo Maura sorrir.

- A porta está destrancada, amor. – Maura tentou suas chances.

Jane não pensou duas vezes antes de entrar, só para se deparar com a medica completamente relaxada em sua banheira. Maura encarou a detetive com um olhar de provocação. – Gosta do que vê, detetive?

- Você está jogando sujo Dra. Isles.

- Tudo é justo no amor e na guerra. Então... quer se juntar a mim?

Jane sorriu e deixou os ombros caírem, ela não teria como fugir disso e nem queria. – Você sempre consegue tudo que quer não é? – disse depois de se livrar de suas roupas e se juntar a medica na banheira.

- Não ainda... – Maura disse indo em direção a morena e a beijando.

***

- Nossa, Emma, vai ser tão difícil morar naquela mansão enorme. – Bo provocou a outra detetive.

- Bo! – Lauren a repreendeu. – Eu entendo a preocupação da Emma, o mondo ao qual é Regina pertence é completamente diferente do dela.

- Exato! Pelo menos alguém me entende. – Emma disse fazendo uma careta para Bo.

- Ok, desculpe minha insensibilidade. Mas veja as coisas como eu vejo, você a ma não ama? Então qual é o problema de vocês morarem juntas?

- Bom, é que... eu meio que disse que a amava sem querer... mais precisamente eu a chamei de meu amor. Foi no dia que resolvemos o caso, eu tive tanto medo de perdê-la.

- Então você a ama. – Bo completou.

- Sim, mas... nós meio que não falamos mais sobre isso. Talvez tenha sido muito cedo...

- Emma... – Lauren a interrompeu. – Ela quer morar com você, dividir sua vida com você. Você acha mesmo que ela faria isso com alguém que ela não ama?

- Bom, ela nunca me disse que me amava.

- Se você precisa ouvir isso para decidir se vai ou não morar com ela, então deixe-a saber. – Lauren disse como se fosse a coisa mais simples do mundo. E talvez fosse.

- Você tem razão. – Emma disse levando e saindo apressada do apartamento. – Vejo vocês depois.

- Essas crianças e seus problemas amorosos. – Bo disse puxando Lauren contra ela.

A medica sorriu e descansou seu queixo no ombro da detetive. – Não sei porque tanto medo de dizer o que estão sentindo?

- Bom, algumas pessoas acham isso complicado.

- Eu não.

- E o que exatamente está sentindo agora? – Bo disse cada palavra com cautela, a verdade é que elas ainda não tinham trocado a tal frase “eu te amo” também.

A medica se virou para encarar a detetive, só pra encontrar um olhar curioso e quase assustado, que não era comum na morena. – Aqui, nos seus braços, eu me sinto como se finalmente tivesse encontrado meu lugar... – Lauren disse com um tom sussurrado de quem conta um segredo. – você me faz sentir segura, Bo.

Bo sorriu. – E?

- E me faz sentir que eu não poderia amar mais alguém do que eu amo você. – disse acariciando o rosto de Bo com o dorso de sua mão. – você é melhor coisa que me aconteceu...

- Não, você é a melhor coisa que me aconteceu. – Bo disse selando os seus lábios aos da medica em um beijo calmo e demorado. – Eu te amo, Lauren.

***

- Pensei que estivesse atrasada, detetive. – Maura disse quando ela e Jane caíram em sua cama.

- Eles podem sobreviver sem mim... – Jane disse beijando o pescoço da loira, descendo por ele ate alcançar os seus seios. – mas eu não posso sobreviver sem você...

- Jane... – Maura disse ofegante ao sentir os lábios da morena descendo por seu ventre. Ela se contorceu em antecipação ao sentir os lábios da detetive tão próximos ao seu sexo.

Quando os lábios de Jane alcançaram o sexo da medica e sua língua passou a explorá-la, Maura mal podia formar um pensamento coerente, tudo que ela sabia era que precisava de Jane. Suas mãos se perderam no cabelo da morena, a medida que ela a guiava conforme sua necessidade. – Oh... Jane... por favor...

Ouvir a medica gemer seu nome, implorar por ela só aumentava o desejo da detetive, ela então passou a estocá-la, deixando seus dedos a invadirem lentamente, quase como uma tortura.

Maura agora movimentava seu quadril ao ritmo que a morena a penetrava e a sugava. Sua respiração estava cortada, ao tempo que o prazer a consumia por completo. Suas mãos saíram de Jane e foram a cabeceira da cama, era tudo que a mantia no lugar, porque seu corpo não a obedecia mais, ele estava inteiramente sob o controle da detetive agora. O orgasmo foi arrebatador, fazendo a loira arquear suas costas da cama enquanto gemia o nome de sua detetive.

Jane deitou ao lado da medica, apoiada contra o seu cotovelo, observando-a enquanto esta tentava recuperar seu ritmo normal de respiração. O olhar das duas se encontraram e elas sorriram. Jane plantou o leve beijo nos lábios da loira. – Foi bom pra você, querida? – Jane disse com um sorriso divertido, quase de provocação.

- Não essa frase, Jane. – Maura sorriu. – Você já tem sua resposta, não?

- Bom, eu tive um dica quando você gritava meu nome...

- Boba. –Maura disse com seu rosto tomando um tom avermelhado.

- Uma boba apaixonada por você. – Jane sorriu e beijou a medica mais uma vez. – Agora, será que eu posso ir trabalhar? – disse sentando na cama.

Maura sacudiu a cabeça negativamente e segurou a detetive, puxando-a de volta e se colocando sobre ela. – Eu ainda não acabei com você, detetive.

Notas finais
Ae finalmente Jane se rendeu a Maura haha. Ok, vou confessar aqui que é estranho fazer hot sem ser swanqueen kkk sei q da na mesma, mas msm assim, tenho q me acostumar primeiro, então não sei se ficou muito bom u.u. Outra coisa a confessar, não sei manjo o suficiente pra fazer hot doccubus huehue então me perdoem pelas cenas deixadas em aberto.

É isso, tenham uma boa semana :D