Notas iniciais
Sorry por demorar a postar. Captulo puxado pro swanqueen, mas tem os outros shipps tbm don't worry

– Uma ultima pergunta antes de eu ir, Sra prefeita. – O repórter disse com um olhar divertido. – Então, nossos leitores estão curiosos em saber como anda a vida afetiva da mulher mais poderosa da cidade.

– Creio que isso não se encaixe nos moldes da sua entrevista. – Regina disse sem se abalar.

– Mas as pessoas querem saber. – O homem sorriu, ele não se daria por vencido. – Então, você continua sendo a solteira mais disputada da cidade, ou posso entristecer meus leitores dizendo que seu coração já tem um dono.

– Acho melhor encerrarmos a entrevista por aqui.

– Mas senhora prefeita.

– Eu acho que a prefeita disse que é melhor encerrar. – Bo disse colocando a mão sobre o ombro do repórter e lhe dando um olhar de advertência.

– Tudo bem. – O homem agradeceu a atenção de Regina e finalmente se retirou.

– Que cara chato. – Regina disse enquanto preparava um drink para ela mesma.

– É. – Bo disse sem muito animo.

– O que foi?

– Nada, eu só estava pensando... Emma sabe que você tem medo de assumir publicamente que está com ela?

– Bo, eu não...

– Tudo bem. – Bo e interrompeu. – Eu sei que você é uma figura publica, que sua imagem é importante e tudo mais. Só quero saber se você já deixou ela saber disso?

– Não... – Regina deixou os ombros caírem. – E eu não estou fazendo isso pelos motivos que você pensa.

– Por quais então?

– Você sabe que eu não posso sair pra lugar publico nenhum sem um fotografo me perseguindo, não sabe?

– E?

– E imagina se eles descobrem que a prefeita tem uma namorada, eles iam transformar a vida da Emma em um inferno. Eu posso lidar com isso, porque eu escolhi essa vida, mas Emma não... e eu tenho medo de que se isso acontecer ela se canse e... – Regina já beirava as lagrimas.

– Regina... – Bo andou ate a prefeita e a puxou para um abraço. – me desculpe... eu estava preocupada com a Emma. Eu não devia ter falado sobre isso...

– Mas você está certa, eu tenho medo... tenho medo que Emma não entenda. Você é nossa amiga e estava interpretando isso de modo errado, imagine como vai ser pra ela quando eu disser que as pessoas não podem saber sobre nós.

– Então explique pra ela como explicou pra mim. – Bo tentou acalmar Regina. – Diga que é por ela e não por você. Mas diga, porque ela precisa saber sobre isso.

– E se ela não entender?

– Bom, então eu estou aqui pra fazer ela entender querendo ou não. – Bo sorriu, fazendo Regina sorrir também, mesmo entre as lagrimas.

– Você é uma boa amiga, Bo. Pra ela e pra mim.

– Sempre que precisar. – Bo plantou um beijo na testa da prefeita.

***

– Oi. – Regina disse com um sorrisinho malicioso ao chegar em casa e encontrar Emma saindo do banho. Ela andou ate a detetive e a beijou.

– Gosta do vê Sra. Prefeita? – Emma a provocou.

– Muito. – Regina disse empurrando a loira contra a parede e começando a beijar seu pescoço.

Emma puxou a morena invertendo suas posições e com os lábios bem próximos aos dela, disse. – Você quer? Agora?

– Sim. – A voz de Regina era só um sussurro.

– Porque não vai pedir pra Bo satisfazer sua vontade então? – Emma disse com a voz alterada enquanto se afastava da prefeita.

– O que? – Regina disse com genuína surpresa. – O que Bo tem a ver com isso?

– Eu vi você, Regina! – Emma disse voltando a se aproximar da morena, seus olhos cheios de lagrimas de raiva. – Eu vi vocês duas agarradinhas la no seu escritório!

– Emma, não é o que você está pensando. – Regina disse aflita.

– Ótimo use a frase que todo culpado usa.

– Qual o seu problema? Você acha mesmo que eu te trairia? Acha mesmo que eu te trairia com sua melhor amiga?

– Eu vi vocês juntas, não negue!

– Claro que você viu. Bo estava me abraçando, porque é minha amiga e tínhamos acabado de ter uma conversa sobre você, sua idiota. Ela apenas estava me ajudando!

– Você acha que eu vou acreditar nisso?

– Emma... – Regina disse usando todas as suas forças pra acalmar sua voz. – quantas vezes eu já disse que te amo, que você é a pessoa mais importante da minha vida? Você acha mesmo que eu estava mentindo? – ela se aproximou da loira, segurando seu rosto gentilmente entre as mãos. – Você acha mesmo que eu ariscaria te perder? Eu te amo sua ciumenta idiota! Então pare com isso, porque eu não quero mais ninguém, só você.

– Regina, eu... – Emma começou, mas a morena interrompeu com um beijo.

Quando os lábios das duas finalmente se separaram elas ficaram se fitando por um longo tempo. – Me desculpe... – Emma disse ao tempo que colava sua testa a da rainha. – eu só não suportei de ver minha mulher nos braços de outra pessoa.

– Sua mulher é? – Regina sorriu.

– Sim, minha mulher. – Emma começou a guiar a morena em direção a cama.

– Por que eu deveria ir pra cama com você sua ciumenta chata? – Regina disse sorrindo e se afastando um pouco da detetive.

– Eu não sei... talvez por isso... – Emma deixou a toalha que a cobria cair, expondo seu corpo, ainda meio molhado, para a prefeita.

Regina mordeu o lábio. – Droga, que chances eu tenho contra isso? – Ela deu um passo a frente e pegou a loira pela cintura. – Você sabe que não devia me provocar desse jeito. – advertiu.

– Você acha que eu tenho medo de provocar você? – Emma rebateu.

– Pois devia. – Com isso Regina fez com que a loira deitasse na cama e se colocou sobre ela. Seus lábios vorazes indo de encontro ao seu pescoço, beijando, sugando, mordendo. Aos poucos foi descendo ate os seios, sugando um deles, enquanto sua mão massageava o outro.

– É tudo que você tem? – Emma provocou ainda mais.

A mão livre da morena logo estava entre suas pernas, apalpando e estimulando o seu sexo, mas ainda sem penetrá-la. Emma gemia de costas arqueadas e quadril se contorcendo, o conjunto de toques a deixando completamente ensandecida. – Regi...naaa... por favor...

– O que você quer, amor? – A morena disse finalmente parando de sugar os seios da loira e levando seus lábios de encontro a sua orelha. – Diga...

– Eu quero você... – A voz de Emma era abafada e ela se esforçava pra falar em meio a sua excitação. – dentro de mim...

Regina sorriu de sua vingancinha particular, então segundos depois estava entre as pernas da loira, beijando e mordendo a lateral interna de suas cochas, suas mãos firmes no quadril de Emma. – Oh... amor... – A detetive gemeu ao sentir os lábios quentes da morena indo de encontro ao sexo.

Emma levou suas mãos ao cabelo de Regina a medida que a língua da morena a explorava sem reservas. A prefeita então deslizou facilmente seus dedos dentro do sexo encharcado da loira e passou a estocá-la. Em meio a gemidos e palavras desconexas a detetive rebolava seu quadril em sincronia com as investidas de Regina.

Não demorou para que a prefeita sentisse o gosto da loira em seus lábios. A morena se afastou um pouco só para se livrar de suas próprias roupas e logo tinha seu corpo novamente sobre o da detetive. Suas pernas entrelaçadas de modo que seus sexo se encaixavam perfeitamente.

– Em... ma... – Regina gemia sobre a loira, ao tempo que rebolava seu quadril e sentia perfeitamente seu sexo contra o dela.

– Isso... não para... – Emma a estimulava, fazendo a prefeita acelerar mais seus movimentos, ate que as duas gozaram juntas e o corpo da morena desabou sobre o da loira, que acolheu em seus braços.

Depois de alguns minutos com a respiração já reestabelecida Regina disse. – Emma, precisamos conversar.

***

– Você acha que devemos contar logo pra elas? – Jane perguntou a Maura, ela tinha a loira em seus braços enquanto estavam deitadas no sofá assistindo um filme qualquer.

– Acho que sim, elas vão ficar surpresas. – A medica sorriu. – Mas não mais do que eu.

– Você ficou mesmo tão surpresa assim?

– Bom, Jane, você é tão Jane que eu não esperava algo assim.

– Como assim eu sou tão Jane? – Jane sorriu e se virou pra encarar Maura.

– Você levou tanto tempo pra admitir que tinha sentimentos por mim, então eu pensei que se um dia nós fossemos casar eu teria que te arrastar para o altar.

– Eu queria ver você tentar. Espera... mas então você já tinha pensado sobre casar comigo?

– Bom... já. – Maura disse um pouco desconcertada.

– Então Dra. Isles me digam quais eram suas fantasias sobre nosso casamento?

– Você não precisa saber, detetive.

– Qual é, Maur? Me conta vai. Por favor... – Jane começou a plantar beijos pelo pescoço da loira.

– Por que você quer tanto saber?

– Porque eu quero que seja perfeito, exatamente como você imaginou.

– Jane... – Maura segurou o rosto da morena. – vai ser perfeito, pelo simples fato de ser com você. Por mim você pode casar com sua camiseta do Red sox, que eu não me importo. Tudo que eu preciso é de você meu amor...

Jane a interrompeu com um beijo longo e doce. – Quando eu penso que eu não posso te amar mais...

Maura sorriu e se aconchegou novamente nos braços da detetive. – Amor?

– O que foi?

– Você não vai mesmo querer casar com sua camiseta do red sox vai?

Jane soltou uma gargalhada. – Acho que você vai ter que descobri no dia do nosso casamento.

***

– Ok, Bo, eu realmente preciso de um tempo agora. – Lauren disse estendendo a mão para alcançar um copo com água que estava na cabeceira.

– Você está se rendendo Dra. Lewis? – Bo sorriu e puxou a loira para que se virasse pra ela novamente.

– Nem todo mundo é incansável como você, querida. – Lauren sorriu.

– Mas ainda temos o final de semana inteiro pela frente. – Bo disse fazendo uma carinha pidona.

– E é por isso que tenho que poupar minhas energias.

– Que tal sairmos para jantar então?

– Otima ideia. – Lauren disse sentando na cama. – Sabe, as vezes acho que todo nosso tempo juntas é gasto na cama... não que seja ruim.

– E não é mesmo. – Bo disse sentando atrás da loira e afastando seu cabelo para ter acesso ao seu pescoço e beijá-la.

– Bo!

– Ta certo, ta certo, vamos nos arrumar para sair. — Bo sorriu ficando de pé.

Lauren segurou a mão da morena. — Você sabe que eu te amo, mesmo você sendo uma viciada em sexo, não sabe?

Bo andou de volta ate ela e a beijou levemente nos lábios. — Eu tambem te amo "senhora não podemos passar o tempo todo na cama".

***

– Amor, eu não me importo... bom, eu me importo, porque eu queria poder gritar pro mundo que você é minha, mas... acho que você está certa. Eu só não sei como isso vai funcionar...

– Eu não vou ser a prefeita pra sempre, Emma. Então quando eu não for mais a prefeita eles não vão ter porque perturbar você.

– Então eu sou o tórrido romance secreto da prefeita de NY? – Emma brincou, puxando Regina pela cintura.

– Sim.

– Vai ser divertido.

– Divertido? – Regina sorriu. – Swan, você é louca. E por algum motivo que eu não posso explicar, eu amo isso em você.